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Refere que leu o opúsculo “Eu e as Novidades”. Envia os dois primeiros fascículos da sua revista. Convida Alfredo Pimenta e família para o visitar depois do seu regresso do Algarve.
Transmite as informações da livraria de Madrid sobre o livro pretendido por Alfredo Pimenta. Sugere a Alfredo Pimenta que lhe envie uma lista das obras que pretende. Informa a data do regresso da mulher e da filha.
Elogia a edição de “Memórias do Paço de Sousa” e declara a sua admiração pelas capacidades de trabalho de Alfredo Pimenta. Destaca a noite agradável passada com Alfredo Pimenta e família como um dos momentos de 1944. Recorda a visão do gabinete de trabalho. Envia o terceiro tomo de Zalmoxis.
Comunica o envio de “Historia de las Cortes Tradicionales “e indica que está à espera de um volume sobre o domínio comunista em Espanha. Conta que a mulher vai para uma Casa de Repouso por algumas semanas.
Conta que está doente e que desconhece se o livro de Alfredo Pimenta já foi recebido. Avisa que falará com um amigo para tratar do assunto. Dá notícias das melhoras da mulher.
Refere o regresso a casa da mulher e descreve o seu estado de saúde frágil. Conta que também ele esteve doente. Lamenta que o livro não tenha chegado a Alfredo Pimenta e relaciona o facto com a capitulação da Roménia e todas as repercussões nas várias legações.
Informa que, no regresso da sua viagem a Paris, encontrou na correspondência uma tradução do artigo «Roménia Erudita», de Alfredo Pimenta, publicada num jornal romeno, a qual envia. Convida Alfredo Pimenta e família para jantar em sua casa, no qual espera também a presença de João Ameal e mulher.
Trata da encomenda e receção de livros. Lamenta não poder dar boas notícias sobre a doença da mulher e relata a crise que a atingiu.
Carta de despedida antes da partida para França. Agradece a amizade e o afeto com que foram acolhidos e afirma que jamais irá esquecer. Enaltece Alfredo Pimenta. Expressa o seu reconhecimento, e o da filha, por todo o apoio dado depois da morte da mulher. Revela que tenciona dedicar-se ao seu estudo sobre a História Comparada das Religiões. Refere que a mulher permanecerá em Portugal até que a situação na Europa acalme e a possa levar para a Roménia. Declara que abandonou definitivamente a função de diplomata. Despede-se com «infinie saudade».
Envia um artigo do historiador romeno N[icolae] Iorga que equipara a Alfredo Pimenta.
Convite dirigido a Alfredo Pimenta, mulher e filha para um chá em honra do Ministro da Roménia.
Tece comentários sobre os recentes acontecimentos internacionais relativos à Itália. Destaca o papel de Alfredo Pimenta enquanto mentor e manifesta a sua admiração pelas capacidades que demonstra. Lamenta que o nome de Alfredo Pimenta só raramente apareça nos jornais de Lisboa e pergunta se este escreve para os jornais de província.
Acusa a receção da carta e dos três estudos, que agradece. Tece comentários sobre a nota do Patriarca de Lisboa relativa a Alfredo Pimenta. Considera que se está a atravessar uma crise espiritual e alerta para o perigo vermelho. Refere a persistência da Roménia em lutar contra o inimigo. Tece comentários sobre o racionamento que existe na Roménia. Questão do Cardeal Patriarca de Lisboa - Em 30 de julho de 1943 o Cardeal Patriarca de Lisboa, D. Manuel Gonçalves Cerejeira, envia a todas as freguesias da sua diocese uma Carta Episcopal em que denuncia Alfredo Pimenta como escritor perigoso, por causa do artigo "Contra ou a favor do Comunismo", publicado na Esfera, ano III, nº 50, de 5 de julho de 1943, em que desmentia a solene afirmação do Papa sobre a existência da perseguição religiosa na Alemanha. Esta nota foi lida em todas as missas.
Indica que acabou de chegar de uma visita a Espanha. Comunica que encomendou o livro “La Eschatologia”, pedido por Alfredo Pimenta. Contém um P.S. referindo que a mulher está em Bucareste e que as notícias do seu país são reconfortantes.
Considera que Alfredo Pimenta presta um grande serviço à causa do cristianismo e da latinidade. Afirma que é escritor e em parte historiador e oferece alguns dos seus trabalhos históricos sobre a Roménia. Declara a honra que teria em conhecer Alfredo Pimenta e conta que está a preparar um livro sobre o século de Camões e um outro sobre a obra de Salazar.
Pede autorização para publicar num jornal romeno a tradução que fez do artigo «Inimigo n.º 1», de Alfredo Pimenta. Considera que será uma prova da solidariedade que une os dois povos que partilham o mesmo tronco latino e fé cristã. Declara que são extremamente sensíveis a estas demonstrações de coragem por terem sentido de perto o terror comunista.
Acusa a receção das obras Guimarães,” Os forais medievais vimaranenses e Subsídios para a História de Portugal”, que agradece, reconhecido. Declara-se honrado por ter conhecido Alfredo Pimenta e destaca o consolo que retira dos seus artigos. Relata os crimes sofridos pelo povo romeno e lamenta que não sirvam de exemplo para o ocidente. Queixa-se do silêncio em volta dos crimes na Roménia. Confessa que se socorre de Alfredo Pimenta para ultrapassar as crises de desespero.
Envia as duas obras espanholas pretendidas por Alfredo Pimenta e avisa que, posteriormente, enviará a terceira obra. Faz referência ao estado de saúde da mulher e ao seu sofrimento.
Manifesta o seu reconhecimento pela solidariedade de Alfredo Pimenta em relação à Roménia. Analisa os acontecimentos da guerra na Roménia, os vários ataques, a disparidade de efetivos em relação aos soviéticos e a importância estratégica da frente romena na Europa central e no sudeste. Declara-se esperançado na sobrevivência do seu país.
Agradece a carta e avisa que tem muitas coisas para contar.
Agradece o livro “Contra o Comunismo”. Justifica o atraso na resposta por ter estado ausente. Manifesta a sua preocupação pelo estado de saúde da mulher e pelo constante sofrimento dela.
Manifesta a sua satisfação por ter recebido uma carta de Alfredo Pimenta. Lamenta a situação trágica que o seu país atravessa, mas revela que não perde a esperança de um dia voltar à Roménia livre e cristã. Informa sobre os seus trabalhos “Manuel d’Histoire des Religions e Archétype et Répétition”.
Oferece o seu primeiro livro sobre História de Portugal. Convida Alfredo Pimenta e família para jantar. Indica que estarão presentes João Ameal e mulher, Caetano Beirão e mulher e um professor romeno acabado de chegar de Bucareste para iniciar um curso de língua e literatura romenas.