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LOURENÇO, Agostinho. Filho de Joaquim Lourenço e de Ludovina Cardoso, lavradores, roucenses, residentes no lugar de Bilhões. Neto paterno de Manuel Caetano Lourenço e de Joaquina Rosa Domingues; neto materno de João Crisóstomo Cardoso e de Maria José de Sousa. Nasceu em Rouças a 16/9/1910 e foi batizado na igreja a 20 desse mês e ano. Padrinhos: Agostinho Cardoso, solteiro, proprietário, e Maria José de Sousa, avó paterna do batizando, ambos do lugar de Bilhões. // Casou na igreja de Rouças a 26/4/1945 com a sua conterrânea ---------------- Rodrigues. // Morreu na freguesia de Paranhos, concelho do Porto, a 9/10/1965.
Júlio Dantas licenciou-se em medicina pela Escola Médico-Cirúrgica de Lisboa (1900), começou por ser médico militar. Abandonando o Exército, foi inspetor das bibliotecas eruditas e arquivos (1912-1946), professor e diretor da secção dramática do Conservatório (1912-1930) e diretor do Conservatório (1930-1935). Foi deputado às Cortes na monarquia pelo Partido Progressista (1905-1906), senador sob o sidonismo e dirigente do Partido Republicano Nacionalista (1923), pelo qual também foi senador. Foi ministro da Instrução (1921-1922) e dos Negócios Estrangeiros (1923) e várias vezes presidente da Academia das Ciências de Lisboa. Após a estreia da sua peça “Soror Mariana”, em 21 de Outubro de 1915, Dantas foi alvo do Manifesto Anti-Dantas de Almada Negreiros, publicado em 1916. No drama "Os Crucificados" (1902), Dantas abordou pela primeira vez no teatro português a temática da homossexualidade. A sua obra literária gozou de grande popularidade em Portugal e era estimada também em Espanha e no Brasil. In: Barreto, José. 2016. "Os destinatários dos panfletos pessoanos de 1923". Pessoa Plural, pp. 651-652