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ESTEVES, Teresa. Filha de António Esteves e de Maria Joaquina Cardoso, lavradores, roucenses, residentes no lugar da Eira. N.p. de António Esteves e de Ana Pires; n.m. de Fernando António Cardoso e de Teresa Caetana Domingues. Nasceu em Rouças a 28/10/1888 e foi batizada a 1 de Novembro desse ano. Padrinhos: os seus avós maternos, lavradores. // Faleceu a 6/3/1893 e foi sepultada no cemitério da freguesia.
Maria Amélia Luísa Helena de Orleães GCNSC (Twickenham, 28 de setembro de 1865 — Le Chesnay, 25 de outubro de 1951) foi rainha de Portugal.
Durante a sua vida, Amélia perdeu todos os seus familiares diretos: defrontou-se com o assassinato do marido, o rei Carlos I, e do filho mais velho, Luís Filipe (episódio conhecido como regicídio de 1908); vinte e quatro anos mais tarde, recebeu a notícia da morte do segundo e último filho, o futuro rei Manuel II; e também ficou de luto com a morte de sua filha, a infanta Maria Ana de Bragança, nascida em um parto prematuro, e, em 1920, com a morte do cunhado, o infante Afonso, Duque do Porto, único irmão do rei D. Carlos I.
Ela foi o único membro da família real portuguesa exilada após a implantação da república - facto ocorrido a 5 de outubro de 1910 - que visitou Portugal em vida, bem como o último membro a morrer, aos oitenta e seis anos. Amélia de Orleães viveu sofridas décadas de exílio, entre Inglaterra e França, onde aguentou a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).
Esta frase estava entre as suas últimas palavras: "Quero bem a todos os portugueses, mesmo àqueles que me fizeram mal"
