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Marca um encontro com Alfredo Pimenta para tratar de um assunto de interesse do país.
Convida Alfredo Pimenta a visitar a sua casa a fim de cumprimentar D. Filipa de Bragança.
Agradece as felicitações de Alfredo Pimenta pelo novo cargo em que foi investido.
Tece comentários sobre a carta escrita por Alfredo Pimenta para ser entregue a Oliveira Salazar.
Agradece a oferta do “Estudo sobre a História das relações entre Portugal e a Alemanha”. Tece comentários sobre a réplica de Alfredo Pimenta a Fernando de Sousa.
Presta esclarecimentos sobre a visita da infanta a Portugal.
Agradece as palavras de Alfredo Pimenta por ocasião da morte da mulher.
Lamenta não poder ir pessoalmente entregar a carta do rei.
Trata-se de duas cartas que pretendem remediar uma situação que uma reação de Alfredo Pimenta provocou. Contesta o protesto de Júlio da Costa Pinto sobre o auto de entrega do mausoléu a D. Carlos e D. Luís. Faz referência à relação de Alfredo Pimenta com D. Manuel e à sua nomeação como vogal do Conselho Superior por Aires d’ Ornelas.
Informa que Alfredo Pimenta foi indicado para o Conselho Político pela Acção Realista e que o lugar-tenente homologou a indicação.
Presta esclarecimentos sobre a subscrição que será entregue ao rei.
Esclarece os motivos por que reuniu o conselho e comissão executiva da Causa Monárquica. Avisa sobre as complicações que as orientações da Acção Integralista podem provocar na Causa Monárquica.
Faz referência aos entendimentos que tem com a direção da Causa Realista e Junta Central. Declara os esforços feitos para a aclamação de D. Duarte.
Informa que a carta não pode ser publicada tal qual está.
Aceita a ideia de Alfredo Pimenta de escrever uma carta a Oliveira Salazar e alerta para a eventualidade de alguns monárquicos não a assinarem.
Comunica que o trabalho “As bases da monarquia futura”, de Alfredo Pimenta, será remetido a D. Duarte.
Tece considerações sobre o livro “Pensamento político de El-Rei D. Manuel II”.
Comunica que pensou no conde de Almada e em João do Amaral para acompanharem o rei. Refere o facto de João do Amaral ser “persona grata” para Oliveira Salazar.