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RIBEIRO, José António. Filho de António Joaquim Ribeiro e de Maria Angélica Rodrigues Torres. Nasceu em Paderne a 22/9/1857. // Tinha 21 anos de idade, era solteiro, lavrador, morava no lugar da Nogueira, quando casou na igreja do mosteiro a 23/7/1879 com a sua conterrânea Maria Rosa Vaz, de 21 anos de idade, solteira, camponesa, moradora no lugar de Crastos, filha de Luís Manuel Vaz e de Maria Lourenço, rurais. Testemunhas: Justino Pereira Caldas, Guilherme Joaquim Ribeiro, e Albina Rosa Ribeiro, solteiros, rurais. // Tinha 27 anos de idade, estava viúvo de Maria Rosa Vaz, quando casou em segundas núpcias na igreja do mosteiro a 1/2/1886 com Maria Teresa Ludovina, de 35 anos de idade, natural de São Cristóvão de Mourentão, Galiza, moradora no lugar de Crastos, Paderne, jornaleira, filha de José Bento Álvares e de Ana Joaquina Álvares. Testemunhas: José Exposto, alfaiate, morador no lugar da Portela, e Cândido Alberto Alves, solteiro, camponês, residente no lugar da Barronda, freguesia de Prado.
O jornal Correio do Minho foi fundado no dia 6 de Julho de 1926 por um grupo de jornalistas, tendo como primeiro Diretor Álvaro Pipa. O seu aniversário teve duas datas distintas, uma vez que, de 1926 a 1933, era comemorado no dia da sua fundação mas, entre 1934 a 1973, anos em que passou a ser propriedade da União Nacional, a data começou a ser assinalada a 3 de Abril, dia correspondente à primeira edição do jornal nesta sua nova fase. A história, de sucessos e insucessos, deste jornal ficou marcada por três majestosos momentos: de 1926 a 1934, ano em que ficou sob a égide da União Nacional do distrito de Braga, deixando de ser propriedade privada; desde 1934 a 1974, época em que teve de servir os interesses do Estado Novo e, por último, de 1974 até agora, período da democracia. A partir de 1974 (salvo os primeiros meses de 1974 e 1975), viu a sua atividade condicionada ora pelo Governo Civil, ora pela Câmara Municipal de Braga. Em 1999, conquistou uma total liberdade editorial através da sua privatização. Deste modo, a história da região minhota e do país cruza-se com a do Correio do Minho. Este jornal também “ganha voz”, graças às ações de solidariedade que tem vindo a desenvolver ao longo dos anos. Com uma história repleta de histórias, o presente periódico contribui diariamente para a afirmação nacional e internacional da região do Minho. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Minho