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Esclarece os convites que fez para colaboradores, enquanto diretor do jornal. Afirma a sua convicção e a defesa da monarquia.
Revela uma conversa que teve com o conselheiro Aires d’ Ornelas sobre a questão do hispanismo. Refere que escreveu um livro sobre as relações diplomáticas da república.
Esclarece os motivos pelos quais o jornal teve de prescindir de todos os colaboradores. Responde às observações de Alfredo Pimenta relacionadas com baixelas e riqueza.
Propõe a retribuição mensal para a colaboração de Alfredo Pimenta.
Trata da colaboração de Alfredo Pimenta no “Jornal da Madeira”. Esclarece as orientações do jornal.
Comunica o envio do seu livro e pede a «proteção» de Alfredo Pimenta.
Alerta para a intenção de alguns republicanos em comemorar o 1.º de Dezembro e sugere que Alfredo Pimenta afirme, nessa data, o «integral nacionalismo».
Trata-se de um artigo sobre política exterior intitulado «Nós e o mundo».
Agradece a oferta do livro “História das relações entre Portugal e a Alemanha”. Antecipa algumas discordâncias e afirma a sua convicção sobre a influência da Inglaterra e da Alemanha na implantação da república. Refuta a acusação de que o seu livro “D. Carlos” seja tendencioso.
Agradece a atenção de Alfredo Pimenta e lamenta não ter podido ir à Comissão dos Centenários.
Refuta as considerações que Alfredo Pimenta lhe atribui. Reafirma a sua amizade e lealdade apesar das discordâncias tidas.
Regozija-se por o mal-entendido ter sido desfeito. Afirma as suas suspeitas em relação ao autor da intriga e considera desnecessária a publicação de esclarecimentos.
Comunica a impossibilidade de encontrar-se com Alfredo Pimenta.
Declara a sua opinião desfavorável em relação ao debate sobre a união monárquica. Refuta as alusões de Alfredo Pimenta às suas incorreções.
Informa que não encontrou, em Coimbra, o livro “A Revolução Monárquica”, de Alfredo Pimenta.
Apresenta os protestos de solidariedade contra a agressão sofrida por Alfredo Pimenta. Questão do Aquilino Ribeiro (n.1885; m.1963) - Alfredo Pimenta publica no jornal O Dia uma crítica pouco elogiosa à qualidade literária de Aquilino Ribeiro, considerando-o um autor “menor” e apresentando as suas razões. Em 16 de Abril de 1923, quando Alfredo Pimenta subia a rua Garrett (Lisboa), Aquilino Ribeiro segue-o e desfecha-lhe uma bengalada que o atingiu na cabeça, obrigando-o a receber curativo numa farmácia perto e no posto da Misericórdia. O autor da agressão foi conduzido ao Governo Civil por uma autoridade policial, tal como Alfredo Pimenta, para que este apresentasse queixa, o que não fez, dizendo que não conhecendo o personagem que o agredira sem qualquer interpelação ou confronto visual não podia, em boa consciência, indicar quem seria, embora inúmeras testemunhas do facto lho tivessem dito. Deste modo, Aquilino Ribeiro foi posto em liberdade e Alfredo Pimenta seguiu para casa, onde durante dias recebeu inúmeras provas de solidariedade, nomeadamente cartas e telegramas(...) A imprensa do país de todos os quadrantes políticos noticiou o incidente, condenando-o.
Trata-se de um artigo sobre política exterior intitulado “Nós e o mundo”.