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PIRES, António. Filho de Manuel Pires e de Margarida Afonso, lavradores, residentes no lugar do Paço. N.p. de Manuel Joaquim Pires e de Maria Rosa Esteves; n.m. de Manuel Esteves e de Maria Ana Afonso. Nasceu a 4/10/1864 e foi batizado nesse dia. Padrinhos: António Esteves, casado, rural, e Maria Pires, lavradeira, moradores em Aldeia Grande.
Escritor e político português nascido a 1 de março de 1868, em Coimbra, e falecido em 1946, em Lisboa. Licenciou-se em Direito pela Universidade de Coimbra, onde ganhou interesse pela literatura, tendo colaborado na revista Boémia Nova, juntamente com António Nobre, e pertencido ao movimento do decadentismo-simbolismo. Foi amigo de Camilo Pessanha, que o influenciou na sua poesia, repleta de referências ao exotismo orientalista. Fundou o jornal político Novo Tempo, que publicou os primeiros poemas de Camilo Pessanha. Como magistrado, viajou pelo oriente - daí a influência oriental na sua poesia - e ocupou cargos em Angola, Timor e Índia. Veio a ser ministro da Justiça no governo de Sidónio Pais. Da sua obra literária fazem parte: Exiladas (1846), A Cinza dos Mirtos (1907), O Sinal da Sombra (1923), A Ilha Verde e Vermelha de Timor (1943) e Cristais de Neve. In: https://www.infopedia.pt/$alberto-osorio-de-castro