Luís Carlos de Lima de Almeida Braga licenciado em Direito pela Universidade de Coimbra, membro da Junta Central do Integralismo Lusitano, esteve ao lado de Paiva Couceiro, como seu secretário no governo da Monarquia do Norte, sendo forçado a sair para o exílio quando esta facção foi derrotada. Fundou e dirigiu, em 1932, com Hipólito Raposo, a revista Integralismo Lusitano - Estudos Portugueses, demarcando-se da instalação do Estado Novo de Oliveira Salazar, e apoiando o Movimento Nacional-Sindicalista dirigido por Francisco Rolão Preto. Como advogado, após a morte de D. Manuel II de Portugal, ocorrida em 1932, destacou-se na defesa dos direitos de D. Duarte Nuno aos bens vinculados da Casa de Bragança, com os quais Salazar estabeleceu a Fundação da Casa de Bragança.A Causa Monárquica, em 1949, expulsou-o, bem como a Vieira de Almeida, pelo seu intransigente combate ao «Estado Novo». No ano seguinte, subscreveu o documento "Portugal restaurado pela Monarquia", testamento político dos fundadores do Integralismo Lusitano. Apoiou e promoveu com Rolão Preto a candidatura do general Humberto Delgado à presidência da República, destacando-se uma vez mais como advogado, agora na defesa de Henrique Galvão (do assalto ao Paquete «Santa Maria»). Dirigiu o Instituto Minhoto de Estudos Regionais e respetivo órgão de comunicação, a revista Mínia. Foi também presidente da Confraria do Bom Jesus do Monte.
In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Luis_Carlos_de_Lima_de_Almeida_Braga