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GREGÓRIO, Perpétua. Filha de Manuel Gregório e de Catarina Domingues. Nasceu por volta de 1821. // Faleceu no lugar da Igreja, Lamas de Mouro, a 29/5/1893, com 72 anos de idade, viúva de José Pereira (Bacelar), e foi sepultada na igreja paroquial no dia seguinte. // Com geração.
Francisco de Paula Peixoto da Silva Bourbon (1908-1992), engenheiro agrónomo, nasceu no seio de uma família da nobreza do Minho, sediada desde o século XIX na Casa de Melhorado, perto de Celorico de Basto. Concluiu os seus estudos em Lisboa, no Instituto Superior de Agronomia, tendo-se notabilizado principalmente na vida profissional como técnico de olivicultura. Peixoto Bourbon foi para Lisboa e começou a frequentar o curso de Agronomia em 1927. No segundo ou terceiro ano do curso, por volta de 1929-30, com cerca de 22 anos, conseguiu ser admitido como membro benjamim da tertúlia do Café Montanha, na Baixa de Lisboa. Ali costumavam parar Fernando Pessoa e vários dos seus amigos ou confrades das lides literárias e artísticas, além de comerciantes da zona, médicos, advogados e proprietários agrícolas alentejanos. Situado na esquina da Rua da Assunção com a Rua dos Sapateiros, o Café Montanha era poiso habitual de Pessoa desde pelo menos 1914. Foi num encontro nesse café que, em Fevereiro de 1915, Pessoa, Luís de Montalvor e Mário de Sá Carneiro decidiram lançar a revista Orpheu. Foi também lá que, quinze anos mais tarde, Pessoa se encontrou pela primeira vez com João Gaspar Simões e José Régio. […]” In: https://www.bertrand.pt/livro/evocando-fernando-pessoa-francisco-peixoto-bourbon/19041344