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ALMEIDA, Rosa. Filha de Manuel José de Almeida e de Rosa Marques, lavradores, residentes no lugar da Quingosta, Fiães. N.p. de Maurício de Almeida e de Rosa Maria Marques; n.m. de Joaquim Marques e de Joaquina Alves. Nasceu a 23/11/1871 e foi batizada a 25 desse mês e ano. Padrinhos: os seus avós maternos. // Camponesa. // Casou na igreja de Fiães a 9/1/1901 com Manuel António Pires (ou Peres), de 23 anos de idade, solteiro, lavrador, natural de Fiães (!), morador e paroquiano da freguesia de Padrenda, Galiza, filho de Manuel Peres e de Maria Albina Marques, rurais. Testemunhas presentes: Manuel António Domingues, casado, lavrador, do lugar de Adavelha, e Manuel José Esteves, casado, lavrador, de Soutomendo de Baixo.
Domingos de Gusmão Araújo cursou letras e direito, esteve exilado na Bélgica após o 5 de Outubro, depois de ter pegado em armas contra a república. Com outros estudantes exilados influenciados por Charles Maurras (Rolão Preto e Luís de Almeida Braga), fundou e dirigiu a revista monárquica Alma Portuguesa (1913), onde pela primeira vez apareceu a expressão “Integralismo Lusitano”. Participou na fundação do movimento do Integralismo Lusitano e foi secretário do órgão desta, a revista Nação Portuguesa (1922-1923). Foi um dos animadores da revista Ordem Nova (1926-1927), autoproclamada “reaccionária”, que num dos seus números, pela pena de Marcelo Caetano, se regozijou pela cremação dos “livros imorais” apreendidos pelas autoridades em 1923. in: Barreto, José. 2016. "Os destinatários dos panfletos pessoanos de 1923". Pessoa Plural, pp. 634-635