Revista publicada entre 1914 e 1938 e dirigida, entre outros, por Alberto Monsaraz, António Sardinha e Manuel Múrias. A partir da 2.a série (1922), como propriedade da Sociedade Integralista Editora, e com a designação de "Revista de Cultura Nacionalista", assume-se como órgão do integralismo lusitano, defendendo as suas linhas mestras, nomeadamente a restauração de uma ordem monárquica e católica. Ao longo de mais de vinte anos de publicação, recebeu colaboração literária, doutrinária, filosófica e política de numerosos autores, como, por exemplo, Afonso Lopes Vieira, Alberto de Monsaraz, António Sardinha, Manuel Múrias, Feliciano Ramos, José Osório de Oliveira, Carlos Malheiro Dias, Castelo Branco Chaves, Fernando Pires de Lima, Augusto da Costa, Bettencourt Rodrigues, Cabral Moncada, Silva Rego, Caetano Beirão, Henrique Galvão, Fernando Campos, Hipólito Raposo, Pequito Rebelo, Marcello Caetano, Mussolini.