Search results

3,039 records were found.

Augusto Isaac de Esaguy (1899 — 1961) foi um médico e escritor português. Nasceu em 1899. Foi diplomado em dermatologia pela Universidade de Paris. Foi um defensor da Independência de Cuba e promotor das relações entre aquele país e Portugal, tendo sido o médico da Legação de Cuba em Lisboa, e companheiro do diplomata Antonio Iraizoz, e do embaixador Enrique Loynaz del Castillo. Também exerceu como publicista. Notabilizou-se pela criação de uma rica obra literária e científica, especialmente sobre literatura e medicina. Escreveu sobre a história da medicina portuguesa, e sobre várias doenças de pele e sífilis. Colaborou igualmente nas publicações Ilustração, Riso da vitória e Gazeta dos Caminhos de Ferro. Morreu em 1961. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Augusto_Isaac_de_Esaguy
Augusto César Esteves é filho de Francisco António Esteves, emigrante no Brasil e proprietário, natural de Chaviães, e de Belarmina Cândida Esteves, proprietária, natural da Vila. Nasceu na Rua Nova de Melo a 19/9/1889. Ficou órfão de mãe a 17/10/1889. Aprendeu as primeiras letras com o padre João Nepomuceno Vaz, teve como professor de caligrafia o escrivão de Direito, Miguel Ângelo Barros Ferreira, frequentou em seguida, na cidade de Braga, o Colégio do Espírito Santo, e depois a Universidade. Em junho de 1912 concluiu o curso de Ciências Jurídicas, na Universidade de Coimbra. Foi nomeado notário para a comarca de Monção em 1912 e ocupou esse cargo até 19/8/1915. Ainda em 1912 foi autorizado superiormente a exercer a advocacia. Casou em 1914 com Esmeralda da Ascensão. Em 1915 pediu a exoneração de notário na comarca de Monção, aceitando ser nomeado escrivão de Direito para a comarca de Melgaço. Já na terra natal, foi Secretário do Tribunal Judicial e Ajudante do Conservador do Registo Predial. A 3/3/1919 tomou posse como presidente da Comissão Camarária. Foi presidente da Assembleia Geral do Grémio da Lavoura e administrador do concelho de Melgaço nos anos de 1922 e 1923. A 11/1/1928 desempenhava as funções de tesoureiro da Santa Casa da Misericórdia de Melgaço, ascendendo à provedoria a 27/12/1942, lugar que deixou em 1945. A 30/4/1936 tomou posse do lugar de chefe da Secretaria Judicial do Tribunal de Melgaço. Aposentou-se na 1.ª classe em maio de 1958; antes exercera o cargo de chefe da 2.ª Secção do mesmo tribunal. Foi considerado o principal fundador dos Bombeiros Voluntários de Melgaço, de cuja direção foi presidente durante vários anos. Escreveu vários livros sobre Melgaço, que editou à sua custa. Foi correspondente obstinado na imprensa local onde foram publicados vários textos de temáticas diversas, predominando, no entanto, a intervenção cívica e a história local. Morreu a 26/3/1964. In: https://arquivo.cm-melgaco.pt/details?id=36
Manuel da Costa Figueira, era natural do Barreiro, de cuja Câmara Municipal foi presidente na década de 1950. Como jornalista, iniciou-se na revista "Cinéfilo", tendo fundado e dirigido o semanário "Jornal do Barreiro". Em 1957, na fundação da Radiotelevisão Portuguesa, foi convidado para dirigir o serviço de Informação da nova estação. Cerca de dez anos depois, passou para o jornal diário "O Século", de Lisboa, de que foi chefe de redação e, entre 1972 e 1975, diretor. Nos últimos anos foi ainda Diretor-geral da Comunicação Social. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Manuel_Figueira
Figueiredo Antero nasceu em Lourosa (Coimbra) no ano de 1866 e morreu na Foz do Douro, em 1953. Após os estudos secundários em Braga, matriculou-se na Faculdade de Medicina de Coimbra. Conheceu nessa cidade António Nobre, João Penha, Agostinho de Campos e Eugénio de Castro. Interrompeu o curso para viajar pela Europa e depois deslocou-se para os Estados Unidos da América como secretário particular do Ministro do Brasil em Washington, DC. Regressa à Pátria em 1891 e matricula-se na Faculdade de Letras de Lisboa onde se licencia. Colaborou em diversas publicações periódicas, entre elas as revistas Branco e Negro (1896-1898), Serões (1901-1911) e Atlântida(1915-1920). In:https://pt.wikipedia.org/wiki/Antero_de_Figueiredo
Contém cartas de Maria Antónia Alves Peixoto para Alfredo Pimenta.
O Instituto para a Alta Cultura (1936-1952) foi uma instituição criada pelo artigo 11.º do Regimento da Junta Nacional da Educação, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 26 611, de 19 de Maio de 1936, para funcionar como a 7.ª secção (alta cultura) da Junta Nacional da Educação. A instituição foi autonomizada em 1952, passando então a constituir o Instituto de Alta Cultura. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Instituto_para_a_Alta_Cultura
Alfredo Guimarães foi escritor e crítico de arte, nasceu em Guimarães e foi o primeiro diretor do Museu de Alberto Sampaio (1931-1952). Não se preocupou apenas com a salvaguarda e divulgação do Museu de Alberto Sampaio, mas também em dar a conhecer as peças de arte de maior valor que existiam no concelho de Guimarães e se encontravam nas mãos da Igreja ou de particulares, iniciando a sua inventariação e fotografia. Foi também ele que alertou para a necessidade de preservação do Paço dos Duques de Guimarães, do Mosteiro de Santa Marinha da Costa e do Castelo de Guimarães, monumentos que vieram a sofrer nos anos subsequentes obras de intervenção por parte do Estado Português. Foi ainda devido à sua intervenção esclarecida que se realizou em Guimarães a «II Missão Estética de Férias» (1938). Através da realização na cidade desta «Missão» Alfredo Guimarães consegue trazer à cidade pintores, escultores, arquitetos e historiadores de arte despertando deste modo o interesse nacional pela divulgação do património vimaranense. in: https://www.bmrb.pt/Atividades/Autor-do-Mes/ctl/Details/Mid/589/ItemID/65?ContainerSrc=[G]Containers/Satva3/Invisible
A Harvard COOP foi fundada por estudantes de Harvard em 1882 e é a mais antigas e maiores livrarias universitárias dos Estados Unidos. In: https://www.harvardsquare.com/venue/harvard-cooperative-society-the-coop/
Olindo Casal Pelayo nasceu em Rio Tinto, concelho de Gondomar, a 6 de Setembro de 1904. Licenciado em Ciências Histórico-Geográficas, exerceu diferentes cargos públicos, entre eles o de professor em diversas escolas do país, reitor do Liceu de Gonçalo Velho, de Viana do Castelo e vereador da câmara municipal de Braga. Até meados dos anos 80 desenvolveu uma regular e importante carreira literária centrada na Poesia. In: https://sigarra.up.pt/up/pt/web_base.gera_pagina?p_pagina=docentes%20e%20estudantes%20da%20primeira%20flup%20-%20olindo%20casal%20pelayo
José Penalva Franco Frazão, (Lisboa, 2 de Junho de 1899 - 17 de Julho de 1963), 2º Conde de Penha Garcia, foi um político e economista português responsável pelo ministério da Agricultura entre 8 de Agosto de 1932 e 11 de Abril de 1933. Licenciado em Ciências Económicas e Sociais foi, entre outros cargos, administrador da Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses e presidente da Junta Nacional do Vinho (atual Instituto da Vinha e do Vinho), em três períodos consecutivos de 1937 a 1953. Era filho de José Capelo Franco Frazão foi o 1º conde de Penha Garcia. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Penalva_Franco_Fraz%C3%A3o https://geneall.net/pt/nome/52850/jose-valdez-penalva-franco-frazao-2-conde-de-penha-garcia/
José Capelo Franco Frazão foi o 1º conde de Penha Garcia e um político português, nasceu na freguesia da Capinha, concelho do Fundão, a 11 de janeiro de 1872, faleceu em Lisboa, a 25 de abril de 1940. Foi deputado em várias legislaturas, ministro da Fazenda no governo progressista de José Luciano de Castro entre 1905 e 1906, e presidente da Câmara dos Deputados no governo que sucedeu à ditadura de João Franco. Foi presidente da Sociedade de Geografia de Lisboa entre 1928 e 1940. Era licenciado em Direito e monárquico conservador. O título de Conde de Penha Garcia foi criado a seu favor, por uma vida, por decreto de 29 de Janeiro de 1900 do rei D. Carlos I de Portugal. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/José_Capelo_Franco_Frazão https://geneall.net/pt/nome/31969/jose-capelo-franco-frazao-1-conde-de-penha-garcia/