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Empresário, proprietário e fundador da Casa dos Linhos de Teixeira de Abreu & Companhia Lda., casa comercial de referência dos inícios e meados do século XX, na cidade de Guimarães, à qual acorriam propositadamente muitos compradores de outras paragens, nomeadamente Carmen Polo (María del Carmen Polo Martínez-Valdés), mulher do "Generalíssimo" Francisco Franco, 69º Presidente do Governo espanhol (1938-1973). Presidente da Câmara Municipal de Guimarães (1911-1914). 1º Presidente da Câmara Municipal de Guimarães após a implantação da República. Organizador da Exposição Industrial e Agrícola em Guimarães, em 1923. Mesário e benemérito da Venerável Ordem Terceira de Nossa Senhora do Carmo, em Guimarães. Dirigente e benemérito do Lar de Santa Estefânia, em Guimarães. José Pinto Teixeira de Abreu era filho de Francisco de Abreu e de Inês Cândida de Jesus. In: http://pagfam.geneall.net/2401/pessoas.php?id=1124821
Nasceu em Lisboa, numa família de juristas, filho do notável jurisconsulto e dirigente do Partido Legitimista Dr. Carlos Zeferino Pinto Coelho. Formou-se como licenciado em Direito, pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, em 1876, com apenas 20 anos, e nesse ano foi eleito sócio, a 13 de Dezembro, da Associação dos Advogados de Lisboa. Em 1893, quando João Franco foi ministro, substituiu-o no lugar de auditor do Contencioso Fiscal de 2ª instância e elaborou o "Manual do Processo do Contencioso Fiscal". Em 1895 participou no Congresso Católico Internacional, em Lisboa, por ocasião do 7.º Centenário de Santo António. Foi advogado da Companhia das Águas de Lisboa, durante 50 anos, onde chegou a presidente da Assembleia Geral. Seguindo mais uma vez os passos de seu pai, foi membro da direção do Partido Legitimista e fez parte da Lugar-Tenência de D. Miguel II. Foi preso a 9 de Outubro de 1910, na Revolução de 14 de Maio e levado para o Quartel dos Marinheiros, em Alcântara Em 1918 foi eleito senador pelo Algarve e foi vice-presidente do Senado durante o governo de Sidónio Pais. Após o seu assassinato, no ano seguinte, em 1919 participa na revolução da Monarquia do Norte. Como sofreu a derrota foi preso e levado para o Porto. A 21 de Dezembro de 1935, sem qualquer oposição, foi eleito 4.º Bastonário da Ordem dos Advogados Portugueses, da qual era presidente do Conselho Superior desde 1930, tomando posse em 1936. Resignou ao seu cargo, a 17 de Maio de 1937, por motivos de saúde, quando tinha 81 anos. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Domingos_Pinto_Coelho
Compositor, crítico musical e chefe de orquestra, Rui Coelho nasceu a 2 de março de 1892, em Alcácer do Sal. Precocemente vocacionado para a atividade musical, fez os seus estudos no Conservatório Nacional de Lisboa, tendo posteriormente, entre o período de 1909 a 1914, aperfeiçoado em Berlim os seus estudos de composição com Bruch e Schoenberg. Toda a sua obra de temática, marcadamente nacional, abrange os mais variados géneros desde a ópera ao lied, e da música sinfónica à música de câmara e bailado. A crítica não foi pacífica relativamente à qualidade das suas obras sob o ponto de vista estilístico e estético. No entanto, Rui Coelho revelou-se um compositor profícuo, legando-nos inúmeras obras, entre as quais se salientam: 13 óperas ("Belkiss", ópera que obteve, em 1924, o 1º prémio do Concurso Nacional de Madrid; "Inês de Castro"; "Rosas de Todo o Ano"; "Soror Mariana"; "Auto da Barca do Inferno"; "Inês Pereira"; "Tá Mar"; "Entre Giestas"; "O Cavaleiro das Mãos Irresistíveis"; "O Rouxinol Cativo"; "Auto do Berço"; "Crisfal" (écloga) e "D. João IV"). A 10 de abril de 1914 apresentou no Teatro Nacional de S. Carlos a sua Sinfonia Camoniana nº 1, cantada por um conjunto de 500 vozes, caso inédito no País. Com "Canções de Saudade e Amor", em 1918, criou o lied em Portugal e com a "A Princesa dos Sapatos de Ferro" - argumento de António Ferro - iniciou a música de bailado português. A mesma preocupação nacionalista levou-o a compor, em 1919, a já citada ópera "Crisfal". Na sua vasta produção merecem ainda referência as oratórias "Fátima" e "Oratória da Paz". Autor de música dramática, sinfónica, coral-sinfónica, de câmara, vocal e de piano, Rui Coelho assumiu-se como possuidor de um estilo muito próprio e de grande riqueza inventiva no plano melódico. O seu nome ficou ainda ligado à criação da ópera portuguesa baseada nas mais lídimas raízes nacionais. Paralelamente, desenvolveu a crítica musical em diversos periódicos e foi chefe de orquestra. Rui Coelho morreu em Lisboa, a 5 de maio de 1986. In: https://www.infopedia.pt/$rui-coelho
No âmbito da Presidência do Conselho de Ministros foi criada uma Comissão para proceder à organização das comemorações do "Duplo Centenário da Nacionalidade" (Fundação da Nacionalidade em 1140 e Restauração de 1640). Em 11 de Abril e 2 de Junho de 1938, foram publicadas duas portarias a nomear as individualidades encarregadas de constituir a Comissão Executiva. Ainda no mesmo ano, em 28 de Outubro, pelo Decreto-Lei nº 29:087, foi constituída a Comissão Nacional dos Centenários e definidas as suas competências. Foi presidente da Comissão dos Centenários, Diretor da Secção de Congressos e Presidente do Congresso do Mundo Português, Júlio Dantas. Para comissário da exposição foi nomeado Augusto de Castro e, para comissário-adjunto e engenheiro-chefe, Sá e Mello. De acordo com o Decreto-Lei nº 29:087, a Comissão Nacional dividia-se em sete secções: Exposição do Mundo Português, Exposições de Arte, Congressos festas e espetáculos, Manifestações cívicas, históricas e religiosas, Turismo, Propaganda e Receção. Os eventos principais do programa oficial dos Centenários foram a Exposição do Mundo Português, a Exposição Cartográfica, a Exposição Etnográfica do Douro Litoral, a Exposição Bibliográfica da Restauração, a inauguração do Museu da Restauração, o Congresso do Mundo Português, o Congresso das Corporações, o Congresso das Ciências da População, o Congresso da Imprensa Latina, a semana olímpica, o rallye dos Centenários e a reunião da Aliança Internacional de Turismo. O programa oficial das Comemorações Nacionais de 1940, que tinha como objetivo constituir uma "síntese da civilização portuguesa", foi dividido em três épocas, Medieval, Imperial e Brigantina, e teve inauguração solene com um Te Deum na Sé Catedral de Lisboa, no dia 2 de Junho de 1940. O encerramento das festas nacionais teve lugar no dia 2 de Dezembro do mesmo ano. In: https://www.aatt.org/site/index.php?op=Nucleo&id=1512
Contém carta de Félix Coelho para Alfredo Pimenta, identificando-se e pedindo protecção para conseguir um emprego.
Luís Filipe de Castro (1868-1928), o 2.º Conde de Nova Goa, foi um agrónomo e professor de Agronomia, ligado ao Partido Regenerador que, entre outras funções, foi Ministro das Obras Públicas, Comércio e Indústria nos governos de Artur Campos Henriques, de 26 de Dezembro de 1908 a 11 de Abril de 1909, e de Sebastião Teles, entre 11 de Abril e 14 de Maio de 1909. Foi um dos propagandistas do crédito agrícola durante a Primeira República Portuguesa, tendo colaborado com Brito Camacho, ao tempo Ministro do Fomento, em matérias agrícolas. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Lu%C3%ADs_Filipe_de_Castro
José Coelho (Travassos de Cima, 5 de Maio de 1887 - Santa Maria de Viseu, 7 de Abril de 1977) foi um professor e arqueólogo português. Frequentou o Liceu de Viseu e diplomou-se na Universidade de Lisboa, em 1912, com o curso superior de Letras de Ciências Históricas e Geográficas. Foi professor do 4.º grupo no Liceu de Viseu, onde exerceu o cargo de Reitor de 1919 a 1922. Foi um batalhador incansável da criação do Instituto Etnológico da Beira. Nos seus trabalhos de investigação arqueológica destaque para o estudo da Anta de Mamaltar de Vale de Fachas, na freguesia de Rio de Loba. Em 1979 os seus filhos doaram ao Município a sua coleção arqueológica. O seu nome deu origem à rua Doutor José Coelho, na freguesia de Santa Maria, em Viseu, e o seu busto em bronze, do escultor Armindo Ribeiro, encontra-se no jardim da Casa da Via Sacra, em Viseu. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Coelho
O Comité Internacional de Ciências Históricas (CISH) foi fundado em Genebra a 15 de maio de 1926. Foi durante o 5º Congresso Internacional de Ciências Históricas de 1923, em Bruxelas, que nasceu a ideia de criar um órgão permanente que reuniria e estruturaria os representantes intelectuais da ciência histórica em todo o mundo e que desenvolveria entre eles contatos e intercâmbios pessoais. Desde 1900 que os congressos internacionais de historiadores eram realizados com intervalos mais ou menos grandes, mas após a Primeira Guerra Mundial essas reuniões temporárias passaram a ser regulares e organizadas por uma instituição estável, onde os historiadores de todos os países pudessem comparar a sua metodologia e os resultados de seu trabalho. Quando foi fundado em 1926, o ICHS representava apenas 19 países, todos europeus ou norte-americanos. Após a Segunda Guerra Mundial o CISH tem continuado a desenvolver-se, alargando a sua área de recrutamento à Ásia, África e América do Sul In: https://www.cish.org/index.php/fr/page-2/archives-et-histoire/
Tomás Ribeiro Colaço, advogado, poeta e dramaturgo português, nasceu em 1899, em Lisboa, e faleceu em 1965, no Rio de Janeiro. Fundou e dirigiu em 1934 o semanário literário Fradique, cujo primeiro número preencheu com pastichos dos mais conceituados autores da época. Fixou residência no Brasil a partir de 1940. Contemporâneo da Presença, ficou conhecido como cronista radiofónico e como autor dramático, tendo os seus textos D. Sebastião e Uma Mulher... e o Mesmo Homem sido levados à cena no Teatro Nacional, respetivamente, em 1933 e 1938. É ainda no início dos anos 30 que publica o romance A Folha de Parra, uma obra onde põe em causa as estruturas narrativas tradicionais. In: https://www.infopedia.pt/$tomas-ribeiro-colaco
Isabel Maria Moreira de Almeida Tello de Magalhães Collaço nasceu em Coimbra em 1926 e faleceu em Lisboa a 1 de novembro de 2004. Foi uma jurista e professora universitária portuguesa. Filha do lente de Direito Público das Universidades de Coimbra e de Lisboa João Maria Tello de Magalhães Collaço (1893-1931), licenciou-se em Direito, em 1948, com 19 valores, e foi a primeira mulher a doutorar-se em Direito, em Portugal, em 1954, na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. Além de professora universitária, especialista em direito civil e em direito internacional privado, seria ainda a primeira mulher a desempenhar funções de natureza jurídico-constitucionais em Portugal, na qualidade membro do Conselho de Estado (1974-1975) e de vogal da Comissão Constitucional, órgão precursor do atual Tribunal Constitucional. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Isabel_de_Magalh%C3%A3es_Cola%C3%A7o
Abel Fontoura da Costa nasceu em Alpiarça, a 9 de dezembro de 1869 e faleceu em Lisboa, 7 de dezembro de 1940. Frequentou o Real Colégio Militar. Alistou-se na Marinha em 1887 e atingiu o posto de capitão-de-mar-e-guerra. Em 1901 fez parte da missão de delimitação da fronteira entre Angola e o Congo. Foi responsável pelo ministério da Agricultura de 9 de janeiro a 18 de agosto de 1923, e pelo da Marinha em 1923. Exerceu diversos cargos de direção como o de Comandante Superior das Escolas de Marinha (1923), Diretor da Escola Naval e da Escola de Educação Física da Armada (1932) e Diretor da Escola Náutica de 1936 a 1939. Foi, também, Governador de Cabo Verde entre 1915 e 1918. No seu curriculum académico, lecionou por vários anos atingindo o nível de reitor do Liceu Central de Lisboa (1907-1910). Foi membro da Academia Portuguesa de Ciências e História em 1935 e da Comissão organizadora do Museu Naval, em 1936, e presidiu à Associação de Futebol de Lisboa em 1910. A 11 de Março de 1919 foi feito Comendador da Ordem Militar de Avis e a 19 de Outubro de 1920 foi elevado a Grande-Oficial da Ordem Militar de Avis. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Abel_Fontoura_da_Costa
Henrique Roberto Fernando Maria de Orléans, conde de Paris, foi príncipe de França e chefe da Casa Real da França, nasceu em Le Nouvion-en-Thiérache, 5 de julho de 1908 , faleceu em Chérisy,a19 de junho de 1999. Era o filho mais novo (único varão) do príncipe João de Orléans, Duque de Guise e da sua prima, a princesa Isabel de Orléans. Os avós paternos foram Roberto de Orléans, Duque de Chartres e a princesa Francisca de Orléans (filha de dona Francisca de Bragança, Princesa do Brasil, irmã do imperador Pedro II do Brasil). Os avós maternos foram Luís Filipe de Orléans, Conde de Paris e Maria Isabel de Orléans-Montpensier. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Henrique_de_Orléans_(1908-1999)
José Soares de Cunha e Costa colaborou em vários jornais como “O Século” e “O Mundo”. Orador e conferencista prolífico, dissertou em público sobre sobre temas muito variados. Foi advogado nos mais célebres processos do seu tempo, como o crime de Serrazes e o processo do Banco Angola e Metrópole. Colaborador da obra legislativa de Afonso Costa, nos primeiros meses da república. Apresentou à Assembleia Constituinte de 1911 um projecto de constituição. Afastado da República, “convertido à monarchia por uma questão de puro patriotismo, pela razão e não pelo sentimento”, foi desde 1914 assíduo colaborador dos jornais monárquicos “A Nação” e “O Dia”. Em 1917 / 1918 Cunha e Costa foi colaborador de Sidónio Pais, contribuindo para o restabelecimento de relações regulares entre o estado e a igreja. Sobre esse período escreveu um livro, “A Igreja Católica e Sidónio Pais”, onde ataca duramente a política religiosa da república portuguesa In: Cartas dos Outros para Alfredo Pimenta / Arquivo Municipal Alfredo Pimenta. Guimarães: Arquivo Municipal Alfredo Pimenta, 1963, pp. 261-262
Foi jornalista e político, nasceu em Viana do Castelo, a 18 de novembro de 1885, faleceu também em Viana do Castelo, a 9 de julho de 1947. Licenciado em Direito pela Universidade de Coimbra, exerceu diferentes cargos político-administrativos: Presidente da Comissão Distrital de Viana do Castelo da União Nacional; Membro de Legião Portuguesa; Presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo; Governador Civil substituto de Viana do Castelo. In: https://app.parlamento.pt/PublicacoesOnLine/DeputadosAN_1935-1974/html/pdf/p/paris_joao_de_espregueira_da_rocha.pdf
Diplomou-se em Agronomia na Escola Superior de Agronomia, de Lisboa, em 1913. Viveu em seguida nos Estados Unidos, estudando as Antilhas, tendo publicado em 1915 um relatório do resultado da sua pesquisa. De 1916 a 1920 dirigiu o Departamento de Agricultura de São Tomé e Príncipe, tendo, parte do tempo, colaborado na missão geodésica levada a cabo em São Tomé pelo almirante Gago Coutinho. Foi depois chefe da repartição de Agricultura do Ministério das Colónias até 1925 e responsável pela Agência Geral das Colónias desde essa altura até 1932, tendo-se então incompatibilizado com o governo de Salazar. Passou os vinte anos seguintes no exílio, sobretudo em Inglaterra e na França. O seu primeiro artigo de História foi publicado em 1926,[1] e a 19 de Abril de 1930 foi feito Grande-Oficial da Ordem Militar de Cristo,[2] mas só se empenhou na historiografia a partir de meados da década de 1930, já no exílio,[3] tendo percorrido as biblioteca dos países onde então viveu à procura de mapas portugueses dos séculos XV e XVI. De 1941 a 1944 operou baterias antiaéreas em Londres. Depois da Segunda Guerra Mundial foi para Paris trabalhar na Unesco, onde promoveu ativamente a história das ciências e das tecnologias bem como a compreensão destas como parte integrante do fenómeno cultural. Em 1947, foi delegado da Unesco ao V Congresso Internacional de História das Ciências, realizado em Lausanne, Suíça. Regressou a Portugal em 1952, tendo-se tornado professor de Estudos em Cartografia Antiga, em Coimbra. Em 1960–1962 publicou, juntamente com o Comandante Teixeira da Mota, a Portugaliae Monumenta Cartographica, em seis volumes, tendo sido agraciado com a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique a 19 de Julho de 1961. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Armando_Cortes%C3%A3o
O Consejo Superior de Investigaciones Científicas (CSIC), ou Conselho Superior de Investigações Científicas, é uma agência do Estado espanhol dedicada ao fomento da investigação científica e tecnológica. É a maior instituição pública dedicada à investigação em Espanha e a terceira da Europa. Tutelada pelo Ministério de Ciência e Inovação (Ministerio de Ciencia e Innovación), através da Secretaria de Estado de Investigação (Secretaría de Estado de Investigación), o seu objetivo fundamental é desenvolver e promover a investigação em benefício do progresso científico e tecnológico, para o que está aberta à colaboração com entidades espanholas e estrangeiras. O CSIC sucedeu em 1939 à Junta para Ampliación de Estudios e Investigaciones Científicas (JAE), criada a 11 de Janeiro de 1907 por Amalio Gimeno, então ministro da Instrução Pública e Belas Artes (ministro de Instrucción Pública y Bellas Artes). O CSIC tem caráter multidisciplinar e realiza pesquisas avançadas em todos os campos da ciência graças a seus mais de cem centros distribuídos por toda a Espanha, de forma parecida ao CNRS francês. A atividade do CSIC se estabelece mediante um contrato de financiamento do Governo por uma duração de quatro anos. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Conselho_Superior_de_Investiga%C3%A7%C3%B5es_Cient%C3%ADficas
Exerceu as funções de Subsecretário de Estado da Guerra e depois de Ministro da Guerra (entre 1944 e 1958), permanecendo 22 anos no Governo e afirmando-se como um dos mais estreitos colaboradores de António de Oliveira Salazar e um dos mais antigos ministros dos seus governos. Participou ao lado de Salazar, de modo decisivo, na formulação da política de defesa de Portugal desde o deflagrar da Guerra Civil de Espanha até ao início da Guerra Fria, incluindo o período conturbado da Segunda Guerra Mundial. Nessas funções desempenhou um relevante papel nacional e internacional, em particular nas relações com os Aliados e na entrada de Portugal na NATO. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Fernando_dos_Santos_Costa
José Eduardo de Carvalho Crato nasceu em Setúbal a 14 de outubro de 1877 e faleceu no Porto a 1 de maio de 1947. Foi militar, político e maçon português. Fez o curso da Escola Politécnica de Lisboa, depois os da Escola Naval, de Torpedos e Eletricidade e complementar Naval de Guerra, sempre com grandes distinções. Oficial da Marinha de Guerra, atingiu os postos de Capitão de Fragata e de Capitão de Mar e Guerra. Republicano, foi chefe de gabinete do governador-geral de Angola em 1911 e chefe de gabinete do ministro das Colónias e do ministro da Marinha, membro da Junta Revolucionária de 19 de outubro de 1921 e ministro das Colónias no Ministério de Manuel Maria Coelho, em 1921. Combateu na Primeira Guerra Mundial. Sobraçou a pasta de ministro das Colónias e foi adido naval em Paris, França, chefe dos Departamentos Marítimos do Sul e Norte, da Missão de Construção de Torpedos em Weymouth, em 1932, e da Missão de Construção de Contratorpedeiros em Glasgow, ambas no Reino Unido. Comandou o Navio-Hospital Gil Eannes e os antigos destroyers Vouga e Guadiana e o moderno Vouga, além da fragata D. Fernando II e Glória. Foi comandante da Escola de Artilharia Naval e da Esquadra na Festa da Marinha de 1938. Em 1939, sendo Capitão de mar e guerra, foi administrador da "Não-Intervenção na Guerra de Espanha" em Dover. Foi Capitão do Porto de São Tomé e Presidente da Junta Autónoma dos Portos do Douro e Leixões, etc. Casou em Lisboa, no 3.º Bairro, a 30 de janeiro de 1915, com Margarida de Barros Pereira de Carvalho. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Eduardo_de_Carvalho_Crato
Paiva Couceiro foi um militar, administrador colonial e político português que se notabilizou nas campanhas de ocupação colonial em Angola e Moçambique e como inspirador das chamadas incursões monárquicas contra a Primeira República Portuguesa em 1911, 1912 e 1919. Presidiu ao governo da chamada Monarquia do Norte, de 19 de janeiro a 13 de fevereiro de 1919, na qual colaboraram ativamente os mais notáveis integralistas lusitanos. A sua dedicação à causa monárquica e a sua proximidade aos princípios do Integralismo Lusitano, conduziram-no por diversas vezes ao exílio, antes e depois da instituição do regime do Estado Novo em Portugal. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Henrique_Mitchell_de_Paiva_Couceiro
Joaquim Costa além de jornalista e escritor foi diretor da Biblioteca Municipal Pública do Porto.
João Coutinho foi um político, administrador colonial e militar da Armada Portuguesa, na qual atingiu o posto de contra-almirante honorário, que aos 25 anos foi um dos heróis africanos que foram proclamados Benemérito da Pátria pela Câmara dos Deputados das Cortes, pelo seu papel nas Campanhas de Conquista e Pacificação das colónias portuguesas de África. Foi deputado, governador-geral da colónia de Moçambique (1905-1906), Ministro da Marinha e Ultramar (1909-1910) e senador monárquico no Congresso da República (1925-1926). Monárquico convicto, foi lugar-tenente do rei D. Manuel II de Portugal quando este se encontrava no exílio após a implantação da República Portuguesa. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_de_Azevedo_Coutinho
O Diário Popular, propriedade da "Sociedade Industrial de Imprensa S.A.R.L.m foi um jornal diário, lisboeta e vespertino, de grande tiragem em Portugal. Publicou-se entre 22 de setembro de 1942 e 28 de setembro de 1991.Teve o primeiro suplemento regular de informática do país, o Bit-Bit. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Di%C3%A1rio_Popular_(Portugal)
António Augusto Ferreira da Cruz foi historiador, bibliotecário, arquivista e professor universitário. Natural de S. Tiago de Bougado – freguesia ao tempo do concelho de Santo Tirso, hoje do concelho da Trofa –, nos anos 30 cursou Direito e Ciências Histórico-Filosóficas na Universidade de Coimbra. Licenciado na segunda menção referida (1938), com uma tese sobre os manuscritos de João Pedro Ribeiro, iniciara entretanto a sua vida profissional na Biblioteca da sua Alma Mater, trabalhando de perto com o então Diretor, Manuel Lopes de Almeida (1900-1980). No final dos anos 30 radicou-se no Porto, onde, após uma breve passagem pelo Ensino Privado, viveria por mais de três décadas o mundo das bibliotecas a arquivos, dirigindo o Arquivo Municipal (1939-1948) e depois a Biblioteca Pública Municipal (1948-1975). In: http://dichp.bnportugal.pt/imagens/cruz.pdf
O Diário da Manhã: jornal de doutrina política e de grande informação era o órgão oficial da União Nacional, e publicou o seu primeiro número em 4 de Abril de 1931. Era propriedade da Companhia Nacional Editora, e esteve sedeado na Rua da Misericórdia, 95, em Lisboa. Entre os seus editores e directores encontram-se António da Fonseca e Barradas de Oliveira. Da fusão entre A Voz e o Diário da Manhã, surgiu em 1 de Fevereiro de 1971, o jornal Época que teve como director A. Fialho Rico. Também este jornal era um órgão oficioso da renomeada Acção Nacional Popular e foi publicado até Maio de 1974. In: https://digitarq.arquivos.pt/details?id=1202742
João da Providência e Costa nasceu em Viana do Castelo a 26 de Junho de 1893. Licenciado em Filologia Germânica em 1916, doutorou-se em 1919. Grande erudito, publicou uma vasta obra que inclui conferências e traduções. Faleceu em Coimbra a 10 de Março de 1965. Professor da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, além dos cargos de Diretor dos Institutos Alemão, Norte-Americano e de Estudos Portugueses, também desempenhou funções de Secretário e de Diretor da Faculdade (1939-1944; 1955-1963) e da Biblioteca, tendo lecionado Bibliologia e Biblioteconomia no Curso de Bibliotecário-Arquivista. À sua iniciativa, apoio e sugestões se deve a existência da quase totalidade das revistas publicadas pela Faculdade de Letras de Coimbra. Em 1963 foi reitor substituto da Universidade. Entre 1932 e 1933 foi nomeado, em comissão de serviço, Diretor da Biblioteca Geral da Universidade, vindo a ser seu Diretor efetivo entre 1934-1936 e 1938-1940. Durante este período, foi organizada a secção de Manuscritos e Impressos Musicais e conseguiram reaver-se valiosíssimos códices musicais; promoveram-se, ainda, cursos e conferências de extensão universitária, que foram publicados. https://www.uc.pt/bguc/DocumentosDiversos/JoaoProvidenciaCOSTA
O Diário do Minho é um jornal de informação geral, de expansão regional (Minho) e de inspiração cristã. Está sedeado em Braga e tem periodicidade diária. Foi fundado em 15 de abril de 1919; há 102 anos. Goza de elevado prestígio na região dada a sua independência face ao poder político e económico. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Di%C3%A1rio_do_Minho
O Instituto Nacional do Trabalho e Previdência foi um instituto público de Portugal, existente entre 1933 e 1974, que tinha como missão a de assegurar a execução das leis de proteção ao trabalho e a das demais leis de caráter social. O INTP foi criado pelo governo de Salazar, através do Decreto n.º 23 053 de 23 de setembro de 1933, juntamente com a promulgação do Estatuto do Trabalho Nacional e a criação dos tribunais do trabalho, lançando as bases da implementação da doutrina corporativa do Estado Novo. Foi extinto na sequência da Revolução de 25 de abril de 1974, através do decreto-lei n.° 760/74 de 30 de dezembro de 1974. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Instituto_Nacional_do_Trabalho_e_Previdência
A Livraria Cruz situa-se na cidade de Braga, foi fundada, em 1888 e extinta em Julho de 1994.
Natural do Porto, onde nasceu em 1874. Cursou Direito em Coimbra e frequentou Letras, em Lisboa. Foi deputado por Viana do Castelo e Vila Real. Após a proclamação da República, exilou-se voluntariamente no Brasil, onde decorreu parte da sua actividade, tornando-se, em dado momento, o herdeiro espiritual de Eça de Queiroz a quem sucedeu na Academia Brasileira de Letras, e paladino devotado das ideias tradicionalistas. Grande escritor, foi o romancista incomparável da Paixão de Maria do Céu, dos Teles de Albergaria e da coletânea de crónicas jornalísticas "A Verdade Nua". Doutrinador nacionalista da Exortação à Mocidade, dirigiu a obra monumental "História da Colonização Portuguesa do Brasil (1921)". Fez parte dos fundadores da Academia Portuguesa de História. Em 1935 foi nomeado embaixador em Madrid, de que não chegou a tomar posse, por motivo de doença. In: Cartas dos Outros para Alfredo Pimenta / Arquivo Municipal Alfredo Pimenta. Guimarães: Arquivo Municipal Alfredo Pimenta, 1963, pp. 145-146
Fundado em 1912, o Dicionário de História Eclesiástica e Geografia, impresso pela casa Letouzey e Ané (Paris), gerido pela primeira vez em Paris por Mons. A. Baudrillart, foi transmitido por ele à Universidade Católica de Lovaina. O reitor desta, Mons. Ladeuze, confiou a obra a Albert De Meyer. Desde a sua fundação, o dicionário chegou ao volume 33, fascículo 192-193a (2020), Cazenove de Pradines-Reliques, e forneceu aproximadamente 32.500 páginas de texto. In: https://www.rhe.eu.com/fr/dhge.html
As origens dos CTT remontam a 6 de Novembro de 1520, ano em que o Rei D. Manuel I de Portugal criou o primeiro serviço de correio público de Portugal e o cargo de Correio-Mor do Reino, desde 1606 também de Correio-Mor das Cartas do Mar, cargos extintos por D. João, Príncipe Regente da Rainha D. Maria I de Portugal em 1797, criando-se em seu lugar a Superintendência-Geral dos Correios e Postas do Reino, a 1 de Agosto de 1799. Os modernos CTT têm origem na fusão da Direção-Geral dos Correios e da Direção-Geral dos Telégrafos num único departamento, denominado Direção-Geral dos Correios, Telégrafos e Faróis. Em 1911 a instituição passa a ser dotada de autonomia administrativa e financeira, passando a denominar-se Administração-Geral dos Correios, Telégrafos e Telefones, adotando a sigla CTT que mantém até aos dias de hoje, apesar das posteriores alterações de denominação oficial. Em 1969 os CTT são transformados em empresa pública, com a denominação de CTT - Correios e Telecomunicações de Portugal, E. P. Em 1992 os CTT são transformados em sociedade anónima, com a denominação CTT - Correios de Portugal, S. A.. Ao mesmo tempo a área das telecomunicações é separada, formando uma empresa autónoma. Em 2013, o Estado decide privatizar através da dispersão de ações em bolsa, 70% do capital dos CTT. No ano seguinte, em 2014, pela mesma via é alienado o restante capital, passando os CTT a ser uma empresa com capital totalmente privado. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/CTT_Correios_de_Portugal
Monsenhor José Augusto Ferreira (Braga, 2 de Janeiro de 1860 - Braga, 21 de Janeiro de 1944) foi um religioso e erudito português. Foi prior de Vila do Conde entre 1893 e 1921. Distinguiu-se como historiador, tendo sido sócio correspondente da Academia das Ciências de Lisboa e da Real Academia Galega da Corunha. Vários dos seus trabalhos incidem sobre Vila do Conde, em cuja historiografia foi pioneiro, com o celebrado Villa do Conde e seu Alfoz (1923), e Os Túmulos do Mosteiro de Santa Clara de Villa do Conde (1925). As suas obras mais importantes porém são as que dedicou à Arquidiocese de Braga; entre elas contam-se os Fastos Episcopais da Igreja Primacial de Braga em vários volumes, e os Estudos Histórico-Litúrgicos, onde aclara importantes aspetos que a investigação ainda não tinha tratado devidamente. Também historiou a Diocese do Porto. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Augusto_Ferreira