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A Câmara dos Deputados da República regulava-se pelo Regimento da Assembleia Constituinte, sendo os seus membros eleitos por 3 anos, por sufrágio direto dos cidadãos. De acordo com a Constituição, competia à Câmara dos Deputados a iniciativa legislativa sobre impostos, sobre a organização das forças de terra e mar, sobre a discussão das propostas feitas pelo Poder Executivo, sobre a revisão da Constituição, sobre a prorrogação, o adiamento da sessão legislativa, entre outras. A legislatura durava 3 anos e cada sessão legislativa 4 meses. As sessões eram públicas ou secretas, diurnas e noturnas. A primeira sessão da Câmara dos Deputados realizou-se em 26 de Agosto de 1911, quando terminaram os trabalhos da Assembleia Nacional Constituinte. In: https://debates.parlamento.pt/catalogo/r1/cd
Filho de Adriano de Paiva de Faria Leite Brandão, 1.º Conde de Campo Belo e Gertrudes Emília Leite Pereira do Outeiro de Melo e Alvim de Noronha e Távora e Cernache nasceu no Porto a 21 de julho de 1873 e faleceu em Vila Nova de Gaia a 15 de agosto de 1949. Casou com Maria Jerónima Ribeiro de Faria In: https://www.geni.com/people/Diogo-Leite-Pereira-de-Paiva-T%C3%A1vora-e-Cerbache-2-%C2%BA-Conde-de-Campo-Bello/6000000027934855735
Agostinho Celso Azevedo de Campos bacharel em direito, deixou cedo a advocacia e ensinou língua e cultura portuguesas em Hamburgo (1893-1894). Monárquico. Foi director-geral da Instrução Pública de 1906 a 1910. Colaborou em jornais e publicou várias obras sobre temas pedagógicos, literários, linguísticos e políticos. Em 1921 publicou "Paladinos da Linguagem" e, em 1923, as obras "Latinos e Germanos" e "Camões Lírico". Crítico do modernismo, elogiaria em 1935 a Mensagem de Fernando Pessoa. in: Barreto, José. 2016. "Os destinatários dos panfletos pessoanos de 1923". Pessoa Plural, p. 648
Nasceu em Vimieiro (Arraiolos), concelho de Arraiolos, filho de Faustino José Caeiro e de sua esposa Emília Augusta da Conceição, ambos naturais de Vimieiro. Iniciou a sua formação em Direito na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, e veio concluir em 1917 a licenciatura na recém-criada Faculdade de Direito de Lisboa, com a classificação final de Muito Bom. Em 1919, com a defesa de uma dissertação denominada Quedas de água: esboço económico-jurídico, tornou-se o primeiro doutorado pela Faculdade de Direito de Lisboa. Entre 1919 e 1933 exerceu advocacia em Lisboa. A partir de 1928 foi também vogal do Conselho Superior das Colónias e da Junta Central de Trabalho e Emigração do Ministério das Colónias. Em 1933, foi nomeado juiz conselheiro do restabelecido Supremo Tribunal Administrativo, ficando adstrito à secção de contencioso administrativo daquele tribunal. Em 1936 foi feito membro do Instituto Internacional de Ciências Administrativas. Em 1940 integrou o 2.º governo do Estado Novo ao ser nomeado Subsecretário de Estado das Colónias, cargo que exerceu até de 6 de junho de 1942, data em que foi nomeado interinamente Ministro das Colónias do mesmo governo. Manteve-se nessas funções até 5 de janeiro de 1943, sendo no dia seguinte nomeado para exercer as funções de Procurador-Geral da República, cargo que de que tomou posse em 6 de Janeiro de 1943. Exerceu aquelas funções até finais de 1954, altura em que se aposentou por razões de saúde. Após a aposentação dedicou-se à investigação histórica e genealógica, deixando uma importante obra publicada nestes campos de estudo. Em 1970 foi eleito académico correspondente da Academia Portuguesa da História, instituição em que foi eleito académico de número em 1975. Foi agraciado com o grau de grande oficial e com a grã-cruz da Ordem de Cristo. Faleceu em Lisboa a 24 de maio de 1976. A 1 de julho de 19. A 1 de julho de 1977 recebeu uma homenagem póstuma na Academia Portuguesa da História, de que resultou a publicação de uma memória. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Francisco_Jos%C3%A9_Caeiro
A Caixa Geral de Depósitos (CGD) foi criada pela Carta de Lei de 10 de abril de 1876, no reinado de D. Luís, sendo na altura Ministro da Fazenda Serpa Pimentel e presidente do 34º Governo Constitucional Fontes Pereira de Melo. In: https://www.cgd.pt/Institucional/Patrimonio-Historico-CGD/Historia/Pages/Historia-CGD.aspx
O Dr. Pedro Geraldes Cardoso foi um médico respeitado, em Castelo Branco, nas décadas de 30 e 40 do século passado. Foi também o Diretor do jornal “Beira Baixa” . In: http://memoriarecenteeantiga.blogspot.com/2007/12/um-mdico-respeitvel.html
Mário Augusto de Vasconcelos Cardozo nasceu em Guimarães, em 1889 e faleceu na mesma cidade em, 1982, foi Coronel de Infantaria e o continuador de Martins Sarmento na exploração da Citânia de Briteiros, propriedade da Sociedade Martins Sarmento, de que foi Presidente, ininterruptamente, entre 1932 e 1972. A sua bibliografia científica possui cerca de quatro centenas de publicações, de Arqueologia, Etnografia e História, destacando-se os seus contributos no campo da ourivesaria proto-histórica, de que foi reputado especialista internacional e da Cultura Castreja, especialmente corporizados pelos estudos que dedicou à Citânia de Briteiros, por ele longamente escavada. No campo da História, devem-se-lhe valiosos estudos dedicados a Guimarães, à Sociedade Martins Sarmento e ao seu instituidor. Mas a sua intervenção cultural mais duradoura e profunda, correspondeu à Direção da Revista de Guimarães, órgão científico da Sociedade, fundada em 1884. A personalidade forte e isenta de Mário Cardozo revelou-se também pelas posições assumidas no âmbito da Arqueologia nacional, como Vogal da Junta Nacional de Educação; em 1955, numa missiva a O. da Veiga In:http://www.patrimoniocultural.gov.pt/static/data/recursos/bibliotecas_e_arquivos/biografias/biografiadomariocardozo.pdf
José Bruno Tavares Carreiro (Coimbra, 28 de Agosto de 1880 — Ponta Delgada, 4 de Janeiro de 1957) foi um jurista, jornalista, escritor e político autonomista açoriano. Destacou-se como fundador e primeiro director do jornal Correio dos Açores e como o organizador de, A Visita dos Intelectuais de 1924, e defensor da unidade e autonomia açoriana. É ainda hoje reconhecido como a principal figura do Segundo Movimento Autonomista Açoriano. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Bruno_Tavares_Carreiro
Afonso Eurico Ribeiro Casais nasceu em Viseu a 6 de novembro de 1898 e faleceu em 1957. Foi oficial do exército e o primeiro ajudante de campo de Santos Costa. Participou na reorganização da Legião Portuguesa de Casimiro Teles, enquanto subchefe do Estado-Maior do Comando Geral da Legião Portuguesa. In: https://pdfslide.net/documents/afonso-eurico-ribeiro-casais-legislaturas-iv-vapp-afonso-eurico-ribeiro.html
Joaquim Pereira Pimenta de Castro (Monção, Pias, 5 de novembro de 1846 — Lisboa, 14 de maio de 1918) foi um oficial militar, engenheiro e político português que se tornou brevemente Ministro da Guerra de Portugal, em 1911, e Presidente do Ministério em 1915, quando foi deposto do poder por um movimento militar liderado por Álvaro de Castro. Em seguida, retirou-se da política e escreveu um livro defendendo sua administração, morreu pouco tempo depois em Lisboa. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Joaquim_Pimenta_de_Castro
Contém carta de Tomás Augusto Centeno para Alfredo Pimenta acerca da oferta e das opiniões que Tancredo de Morais.
"O conhecido editor Gomes de Carvalho nasceu em Braga, em 6 de Março de 1867, com o nome completo de Francisco José Gomes de Carvalho. Abandona a escola aos 12 anos para começar a trabalhar. Primeiro, como marçano, na antiga livraria de Ernesto Chardron, no Porto. Trabalhou depois para outras livrarias até se estabelecer em Lisboa. Nesta cidade exerceu profissionalmente na Livraria Tavares Cardoso & Irmão, que era uma das livrarias mais frequentadas na época, e onde se publicaram edições de grande êxito. Mais tarde passou para a Livraria Central, situada na Rua da Prata, que adquiriu e onde publicou obras de autores já consagrados, mas também lançou algumas figuras novas no panorama literário português. O antigo livreiro Gomes de Carvalho, cuja vida de editor foi iniciada com Os Gatos. Foi também um dos responsáveis pela introdução de autores estrangeiros, na época pouco conhecidos, mas que depois o tempo se encarregou de divulgar, como Tolstoi, Kropotkine, Dostoiewsky, Wells, Claude Farrére, entre muitos outros.(...) Anos mais tarde transfere a livraria para a Avenida Almirante Reis e salientam-se desse período as edições de Gomes Leal, Mulher de Luto; Afonso Gaio, Heróis Modernos; Albino Forjaz de Sampaio, Sol de Jordão; Alfredo Gallis, Tuberculose Social; Alberto Bessa, Rocha Martins, João Chagas, Faustino da Fonseca, Heliodoro Salgado, Bourbon e Meneses, César de Frias, Henrique Marques, entre muitos outros. Participou de forma activa e empenhada nos movimentos que conduziram ao 5 de Outubro de 1910, sendo referida a sua acção no relatório de Machado Santos. Presidiu por algum tempo à direcção da Escola Republicana 27 de Abril e à Liga dos Direitos do Homem. Após a implantação da República foi nomeado primeiro-oficial da Junta Geral do Distrito de Lisboa, desde 1914 até 1937, data em que se aposentou. Utilizou o pseudónimo de Malthus. Segundo os dados da GEPB, morreu em Lisboa a 24 de Dezembro de 1952, mas numa pesquisa rápida realizada na imprensa da época não se encontram referências, o que nos parece algo estranho e que merece a devida confirmação. (...) Gomes de Carvalho foi um dos fundadores do Centro Republicano Radical em 1911. Foi um dos envolvidos na revolta radical de 27 de Abril de 1913, tendo sido detido, defendia já nessa época uma profunda alteração ao funcionamento do jovem regime republicano.(...)" In: http://arepublicano.blogspot.com/2011/07/gomes-de-carvalho.html
Filho de Lourenço Caldeira da Gama Lobo Cayolla e Maria Inácia de Almeida Cayolla, Júlio de Almeida da Gama Lobo Cayolla, nasceu em Elvas, Portalegre a 6 de agosto de 1891 e faleceu em 1975. Casou com Marieta Delduque Bernaud Cayolla In:https://www.geni.com/people/J%C3%BAlio-de-Almeida-da-Gama-Lobo-Cayolla/6000000020408427892
Muito jovem ainda, dezoito anos, colaborou em vários jornais, como o "Comércio de Guimarães", "O Século", "Jornal de Notícias", "Diário de Lisboa", "Diário Popular" e "Primeiro de Janeiro", fundando também em 1927 o jornal a “Penha”, com a intenção de defender os interesses e as belezas da Montanha. Em 1932, com apenas 23 de idade, sozinho, iniciou a publicação do "Notícias de Guimarães". Foi membro da Mesa Da Irmandade de N.ª S.ª do Carmo da Penha; presidiu por três vezes à Direção do Rotary Clube de Guimarães; foi presidente do Conselho Municipal de Guimarães; foi Diretor da Associação dos Antigos Estudantes do Liceu de Guimarães, da qual é Sócio Fundador. Pertenceu à Direção do Grémio do Comércio de Guimarães e foi Presidente das Comissões que promoveram as Festas Gualterianas, entre os anos de 1969 e 1973. Presidiu à Assembleia Geral do Lar de Santo António durante alguns anos e fez parte da Comissão Promotora do Congresso Histórico “Guimarães e a sua Colegiada em 1979”. Sócio Benemérito da Sociedade Protetora dos Animais; Sócio Honorário da Associação Fúnebre Familiar Operária Vimaranense; Sócio Honorário do Vitória Sport Clube; Sócio Honorário da Sociedade Martins Sarmento; Sócio Benfeitor do Instituto Português de Antropologia e, pelos serviços prestados, o jornal de que é Diretor, foi nomeado Sócio Benemérito da Liga dos Combatentes da Grande Guerra. Foi Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Guimarães (1972-1996) da qual é Irmão Honorário. É também Irmão Honorário da Santa Casa da Misericórdia de Londrina e Irmão Benemérito da União das Misericórdias Portuguesas, instituição que ajudou a fundar. Como Provedor, deu grande impulso à Santa Casa da Misericórdia de Guimarães, fundando o Lar Rainha D. Leonor e o Lar Emídio Guerreiro. Reestruturou o Lar de Donim e reativou o Acolhimento das Trinas e de “S. Paio”. Foi Prior da Venerável Ordem Terceira de S. Domingos; Juiz da Irmandade de S. Gualter e membro da Comissão Instaladora da Fraternidade Nun’Alvares. Comendador da Ordem de Malta e por ocasião das Bodas de Ouro do seu jornal, recebeu de S.S. o Papa João Paulo II a bênção especial. Em 9 de Dezembro de 1987, foi recebido em audiência especial por João Paulo II. Recebeu a Cruz de agradecimento louro da Junta Núcleo de Guimarães do Corpo Nacional de Escutas. Em 1994, no mês de Junho, e em sessão solene realizada no Paço dos Duques de Bragança, recebeu a Medalha de Ouro da Cidade. Em 10 de Junho de 2005, nas comemorações do Dia de Portugal realizada em Guimarães, foi condecorado pelo Presidente da República, Dr. Jorge Sampaio, com a Ordem de Mérito - Grau Comendador. Antonino Dias Pinto de Castro nasceu na Praça de São Tiago, Oliveira, Guimarães em 9 de Dezembro de 1909. Faleceu a 25 de Setembro de 2008. In: https://www.nicolinos.pt/arquivo/507
Augusto de Castro Sampaio Corte-Real dirigiu, no Porto, o diário "A Província" e foi, em Lisboa, redactor principal do "Jornal do Comércio" e cronista de "O Século". Deputado durante a monarquia pelo Partido Progressista. Esteve ligado ao teatro, como professor do Conservatório e como autor de comédias ligeiras (Amor à Antiga, Chá das Cinco, As Nossas Amantes) e dramas psicológicos (Caminho perdido, Vertigem, A Culpa). Foi director do "Diário de Notícias" entre 1919 e 1924, ano a partir do qual exerceu vários cargos diplomáticos na Europa, voltando mais tarde à direcção do jornal. Foi comissário-geral da Exposição do Mundo Português de 1940. in: Barreto, José. 2016. "Os destinatários dos panfletos pessoanos de 1923". Pessoa Plural, pp. 652-653
Maria Fernanda Teles de Castro de Quadros Ferro (Lisboa, 8 de dezembro de 1900 - Lisboa, 19 de dezembro de 1994) foi uma escritora, poetisa, escritora, tradutora portuguesa. Fundadora e diretora da Associação Nacional dos Parques Infantis e da revista "Bem Viver" e de diversas ações em prol do turismo. Escreveu músicas para fado, marchas e canções infantis e, também, argumentos para cinema e bailado. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Fernanda_de_Castro
Escritora portuguesa nascida em 1847, em Lisboa, e falecida em 1921. Descendente de famílias ilustres nas Letras e nas armas (descendente do poeta quinhentista Sá de Miranda), esposa do poeta parnasiano Gonçalves Crespo, é sobretudo conhecida pela sua faceta de educadora, tendo deixado uma vasta obra acerca da formação das crianças e das mulheres (Cartas a Uma Noiva, 1891), onde assume posições tradicionalistas. O seu talento revelou-se através de crónicas, artigos políticos, folhetins de crítica e diversas traduções. Em 1867, fez a sua estreia literária com o poema romântico Uma Primavera de Mulher, prefaciado por Tomás Ribeiro e aplaudido por Castilho, Mendes Leal e Bulhão Pato, entre outros. Em 1876, publicou o seu primeiro livro, Vozes no Ermo, o qual foi elogiado por escritores como Guerra Junqueiro. No seu salão literário, recebeu escritores como Camilo, Eça de Queirós, Ramalho Ortigão, Guerra Junqueiro e António Cândido. Iniciou a sua colaboração jornalística no Diário Popular, onde assinava com o pseudónimo Valentina de Lucena, mas colaborou também no Jornal do Comércio, Repórter, Artes e Letras, Diário de Notícias, Novidades, Ocidente e Comércio do Porto. Grande parte dessas crónicas, nomeadamente as consagradas à crítica literária, foram reunidas nos volumes Serões no Campo (1877), Arabescos (1880), Em Portugal e no Estrangeiro (1899) e Figuras de Ontem e de Hoje (1902). Em 1886, de parceria com o seu marido, Gonçalves Crespo, editou a antologia infantil Contos para os Nossos Filhos. Entre 1898 e 1903 publicou a biografia Vida do Duque de Palmela D. Pedro de Sousa e Holstein. Em 1912, ingressou na Academia das Ciências de Lisboa, a par com Carolina Michaëlis, tornando-se as duas primeiras mulheres portuguesas a receberem essa distinção. Apesar da feição subjetiva e impressionista, os seus textos de crítica literária espelham leituras de orientação moderna e europeia e revelam o conhecimento das doutrinas de Taine relativas à influência da raça e do meio sobre o indivíduo: "a obra do poeta só poderá ser compreendida plenamente por quem lhe houver estudado a vida; uma completa e explica a outra; subordina-se-lhe e recebe dela a consagração e a realidade" (in Arabescos). Na sua vasta obra, destacam-se também Crónicas de Valentina (1890), A Arte de Viver na Sociedade (1897), As Nossas Filhas (1905) e No Meu Cantinho (1909). Foi condecorada com o oficialato da Ordem de Sant'Iago, tendo sido também eleita sócia da Academia das Ciências. In: https://www.infopedia.pt/$maria-amalia-vaz-de-carvalho
Escritor e político português nascido a 1 de março de 1868, em Coimbra, e falecido em 1946, em Lisboa. Licenciou-se em Direito pela Universidade de Coimbra, onde ganhou interesse pela literatura, tendo colaborado na revista Boémia Nova, juntamente com António Nobre, e pertencido ao movimento do decadentismo-simbolismo. Foi amigo de Camilo Pessanha, que o influenciou na sua poesia, repleta de referências ao exotismo orientalista. Fundou o jornal político Novo Tempo, que publicou os primeiros poemas de Camilo Pessanha. Como magistrado, viajou pelo oriente - daí a influência oriental na sua poesia - e ocupou cargos em Angola, Timor e Índia. Veio a ser ministro da Justiça no governo de Sidónio Pais. Da sua obra literária fazem parte: Exiladas (1846), A Cinza dos Mirtos (1907), O Sinal da Sombra (1923), A Ilha Verde e Vermelha de Timor (1943) e Cristais de Neve. In: https://www.infopedia.pt/$alberto-osorio-de-castro
António Lopes de Carvalho foi escritor, publicista e jornalista, filho de Joaquim Lopes de Carvalho e D. Teresa de Jesus. Nasceu em Guimarães, em 18 de Julho de 1881. Desempenhou vários cargos de natureza política e administrativa na Cidade de Guimarães, incluindo o de presidente do Município. Fez parte, durante alguns anos, da Direção da Sociedade Martins Sarmento. In:https://guimaraesnarepublica.wordpress.com/2010/02/12/antonio-lopes-de-carvalho/
Amadeu Ferraz de Carvalho, figura de relevo da cultura de Tondela, nasceu em 1876 e faleceu em 1951. Formou-se em Direito, pela Universidade de Coimbra, foi professor, membro do Conselho de Arte e Arqueologia de Coimbra, membro do Senado Universitário, delegado no Concelho de Tondela da Secção de Antiguidades da extinta Junta Nacional de Educação. Exerceu, igualmente relevantes funções políticas, nomeadamente administrador do concelho de Benavente e vice-presidente da Câmara Municipal de Coimbra. Foi, ainda, notário na Comarca de Tondela. In: http://obeirao.pt/online/2018/02/08/busto-de-amadeu-ferraz-de-carvalho-doado-ao-museu-terras-de-besteiros/
Filho do Dr. Joaquim Rodrigues Simões de Carvalho e Maria Emília Ferraz Horta nasceu em Tondela a 14.12.1878 e faleceu em Lisboa a 26.2.1955. Foi professor da Faculdade de Filosofia de Coimbra, tendo desempenhado os cargos de secretário (1902-1905) e de fiscal (1905-1910). A partir de 1911 foi professor da Faculdade de Ciências de Coimbra, tendo exercido os cargos de vice-reitor da Universidade (16.10.1911. 21.6-4.8.1913), diretor do Museu e Laboratório Geológico (1914-1916), diretor do Instituto Geofísico (9.1914), diretor do Observatório Meteorológico (14.9. 1914-1922), secretário da Faculdade de Ciências (1917-1919), diretor do Museu e Laboratório Mineralógico e Geológico (15.11.1919, 29.10.1926), vice-reitor da Universidade (21.3.1925), diretor do Instituto Geofísico (l0.12.1926) e diretor da Faculdade de Ciências (26.10.1933-13.10.1939). Publicou vasta bibliografia, contando-se entre os seus trabalhos vários compêndios dos cursos dos liceus, e ainda: Clima de Lisboa: Resumo das observações feitas no Observatório Meteorológico da Universidade de Coimbra desde 1866 (Lisboa, 1922); Angola, pequeno Brasil (Coimbra, 1943); Estudos de Geologia e Geofísica (Coimbra, 1950). In: https://www.uc.pt/org/historia_ciencia_na_uc/autores/CARVALHO_anselmoferrazde
Artur de Morais de Carvalho filho de Alberto António Morais de Carvalho, nasceu em Lisboa a 22 de janeiro de 1884 e faleceu a 15 de janeiro de 1960. A sua carreira política só se tornou conhecida do grande público quando, em 1922, foi eleito deputado pelo círculo monárquico. Exerceu vários cargos na Associação dos Advogados de Lisboa, antecessora da ordem dos advogados, inclusive o de bastonário. Deixou colaboração dispersa em vária revista jurídicas, nomeadamente "O Direito". In: https://portal.oa.pt/upl/%7B069eb7d1-8d9c-4992-b143-43d59ae7b393%7D.pdf
A Sagrada Ordem Militar Constantiniana de São Jorge, também historicamente conhecido como Ordem Imperial Constantiniana de São Jorge é uma ordem dinástica de cavalaria do Casa de Bourbon - Duas Sicílias. A ordem foi confirmada como ordem religioso-militar em 1718 pela bula papal devido ao notável sucesso na libertação de cristãos no Peloponeso. A adesão é restrita a católicos praticantes. In: https://pt.vvikipedla.com/wiki/Sacred_Military_Constantinian_Order_of_Saint_George