Search results

3,039 records were found.

António Russel de Sousa (21/01/1897-24/7/1969), foi político e industrial. Ocupou os cargos de Presidente da Comissão Concelhia do Porto da União Nacional, Procurador à Câmara Corporativa (II Legislatura), deputado à Assembleia Nacional (VI Legislatura), Presidente do Grémio Nacional dos Industriais de Litografia e Fotogravura, Vereador na Câmara Municipal do Porto, Presidente da Comissão Municipal de Assistência do Porto, comendador, financeiro e industrial gráfico. In: http://portodeantanho.blogspot.com/2019/10/2566-litografia-nacional-e-tipografia.html https://app.parlamento.pt/PublicacoesOnLine/OsProcuradoresdaCamaraCorporativa/html/pdf/s/sousa_antonio_russel_de.pdf
"Maria Emília Infante da Câmara Taborda Trigueiros Martel (1880-1955), natural de Lisboa, falecida a 7-X-1955, filha de Nuno Bento de Brito Taborda (c. 1850), coronel de Engenharia pela Escola do Exército, e de sua mulher D. Maria Henriqueta Infante da Câmara (c. 1855); neta paterna de Nuno Augusto de Brito Homem Ferreira Taborda, casado com D. Georgine de Thierry, a qual era filha de Charles Joseph, Barão de Thierry, e de sua mulher D. Marie Caroline de Frotté Battier de Laville; e neta materna de Emílio Infante da Câmara (1799-1875), nascido em São Vicente do Paul, Santarém, casado a 21-II-1851 em Lisboa com D. Emília Mac-Mahon Garrido de Cesan (n. 1825). Casou com Simão Valdez Trigueiros Martel (1879-1946), 2.º Conde de Castelo Branco." In: https://familiatrigueiros.blogspot.com/2013/12/jose-campelo-trigueiros-martel-1852.html
José Júlio Forbes Costa (Porto 1861-) Formado em matemática e filosofia pela Universidade de Coimbra, foi um jornalista de mérito.
Já existia um Diretório Republicano Democrático em 1876, mas o Partido Republicano só teve verdadeiro desenvolvimento na década de 1890. Capitalizando com o descontentamento generalizado que mereceu a débil reação da monarquia ao Ultimato inglês, passou a contar com a adesão aos seus ideais de camadas da população cada vez mais significativas e organizou-se a nível nacional. Ao mesmo tempo, ia fazendo a sua propaganda nos órgãos da imprensa que lhe eram afetos (e que, a certa altura, se contavam por algumas dezenas) e desenvolvia trabalho de real valor social, sobretudo no campo da instrução popular. Os primeiros deputados republicanos foram eleitos para o Parlamento em 1879. Ainda na vigência do regime monárquico, entre os deputados republicanos encontravam-se personalidades como Manuel de Arriaga, Teófilo Braga, José Elias Garcia, José Joaquim Rodrigues de Freitas, José Maria Latino Coelho, Afonso Costa, António José de Almeida, Manuel de Brito Camacho e Bernardino Machado. Todos eles viriam a ocupar os mais altos cargos da nação. Outros nomes destacados do partido foram Basílio Teles, José Relvas, Anselmo Braamcamp Freire e João Pinheiro Chagas. Em 1910, o Partido Republicano, aliado à Maçonaria e à Carbonária, foi uma das organizações responsáveis pela revolução vitoriosa. Depois, a sua história ficou marcada por incompatibilidades pessoais entre os mais altos dirigentes e dissidências várias. Os desentendimentos levaram ao surgimento de fações que, logo em 1912, resultaram na criação do Partido Evolucionista (ou Partido Republicano Evolucionista) por António José de Almeida e do Partido Unionista (ou Partido União Republicana) por Brito Camacho. O Partido Democrático de Afonso Costa, que acabaria por ser a formação hegemónica no período da República, foi também produto de uma cisão dentro do Partido Republicano. In: https://www.infopedia.pt/$partido-republicano
"Alberto da Veiga Simões (Arganil, 16 de dezembro de 1888 — Paris, 1 de dezembro de 1954) foi um escritor, jornalista, político, diplomata e historiador português. Enquanto embaixador em Berlim, assinou vistos que salvaram muitos judeus na II Guerra Mundial, até ser demitido por Salazar. Licenciado em Direito pela Universidade de Coimbra, entrou para a carreira diplomática. Foi colocado em 1916 na Amazónia brasileira. Devido ao seu prestígio como diplomata, foi Ministro dos Negócios Estrangeiros entre 1921 e 1922, num dos governos da Primeira República. Prosseguiu a carreira diplomática por diversas capitais estrangeiras, tendo passado à disponibilidade em 1940. Serviu como ministro plenipotenciário de 1.ª classe em Berlim após 1933, até à sua demissão em 1940, acompanhando de perto as alterações no país e no regime nacional-socialista. Nutria grande desprezo pelo movimento nacional-socialista, visível em todos os seus ofícios, chegando a defini-lo como "união dos sem-trabalho para a conquista do poder". Foi afastado das funções que servia em 1940, alegadamente por ter comunicado aos franceses a data exata do ataque alemão, sendo chamado por Salazar antes que o regime alemão exigisse medidas mais drásticas. Foi substituído nessas funções por Francisco José Nobre Guedes, figura de proa da ala mais fascizante e germanófila do regime português." In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Alberto_da_Veiga_Simões
Sebastião da Silva de Sousa e Meneses, conde de Tarouca, foi oficial de de cavalaria, em que atingiu o posto de tenente-coronel, de que pediu a demissão depois da proclamação da República. Oficial-mor da Casa Real, ajudante de ordens e camarista dos Reis D. Luís, D. Carlos e D. Manuel II e estribeiro-mor. Foi ainda Par do Reino. in: Publicada in: Cartas dos Outros para Alfredo Pimenta / Arquivo Municipal Alfredo Pimenta. Guimarães: Arquivo Municipal Alfredo Pimenta, 1963, p. 381
Francisco Gomes Teixeira foi deputado pelo Partido Regenerador durante a monarquia. Professor da Universidade de Coimbra e da Academia Politécnica do Porto. Na República, foi o primeiro reitor da Universidade do Porto, nomeado em 1911. In: Barreto, José. 2016. "Os destinatários dos panfletos pessoanos de 1923". Pessoa Plural, p. 645
Contém cartas de Luís Forjaz Trigueiros para Alfredo Pimenta.
“Nascido na Beira Alta em 1906, Flausino Torres desceu até Coimbra nos anos 20 para ir à universidade. Depois seguiu para Lisboa, onde se tornou, durante a década de 40, um intelectual prestigiado nos meios oposicionistas (em boa medida graças aos livros que escreveu para a Biblioteca Cosmos de Bento de Jesus Caraça). Na década de 50, porém, Flausino regressa a Tondela. Cultiva a terra que herdou e leciona num colégio particular. Mas é de novo sol de pouca dura. Afastado do colégio e após experiência prisional curta e violenta às mãos da PIDE, que se veio somar às prisões de sua filha Marcela e de seu filho Cláudio, parte de novo em viagem e chega à Argel dos anos 60. Aqui, no meio da oposição portuguesa, nem por isso se queda por mais do que alguns meses. Irritam-no os aristocratas que mudam de camisa todas as noites, lavam-se em cerveja, adiam reuniões para ver jogos de futebol e fazem poemas à camponesa. Ademais, surgem problemas entre si e o responsável local do PCP. Segue então para Leste e, à boleia do partido, acaba a lecionar História de Portugal numa universidade de Praga. O ofício de historiador ocupava-o desde há muito. Para a Biblioteca Cosmos havia escrito sobre as civilizações ditas primitivas, rondando temas hoje estudados pelo seu filho (esse mesmo: Cláudio Torres). Depois aproximou-se dos séculos mais contemporâneos. E em Praga escreveu mesmo a única História de Portugal de síntese comunista. Entretanto, na hora crítica de 1968, a capital checoslovaca marcou a sua rutura partidária. Desiludido com a posição pró-soviética do PCP e com o funcionamento interno do partido, enfrenta Álvaro Cunhal e pede ao Comité Central que suspenda o secretário-geral. É afastado do partido e pouco tempo depois está de regresso à Beira. Assiste ao 25 de Abril mas logo acaba por morrer." In: https://pt.mondediplo.com/spip.php?article250
Pedro Tovar de Lemos, também conhecido como Conde de Tovar (Paris, 4 de Janeiro de 1888 - Estoril, 16 de novembro de 1961) foi um diplomata e investigador. Licenciou-se em Filosofia e Letras pela Universidade de Lovaina. Enveredou pela carreira diplomática na embaixada portuguesa em Londres e no Ministério dos Negócios Estrangeiros. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Pedro_Tovar_de_Lemos
Alberto Pinheiro Torres nasceu em Braga, a 2 de Novembro de 1874, foi um advogado, jornalista, escritor e político ligado aos meios conservadores do Integralismo Lusitano, formou-se em Direito na Universidade de Coimbra. Foi membro fundador do Centro Católico Português (1917), onde qual ocupou várias funções diretivas, deputado na Assembleia Nacional do Estado Novo e grão-mestre da Ordem do Santo Sepulcro. Faleceu no Porto, a 31 de Julho de 1962.
A Universidade de Hamburgo é uma universidade em Hamburgo, na Alemanha. Foi fundada em 1 de abril de 1919 por Wilhelm Stern e outros.
“João Henrique Ennes Ulrich (Lisboa, 2 de Março de 1880 - Lisboa, 17 de Julho de 1956) foi um empresário e político português. Filho de João Henrique Ulrich, Jr. e de sua mulher Maria Cristina de Orta Ennes, neta materna do 1.º Visconde de Orta. Provinha duma família ligada ao comércio bancário e à arquitetura, os Ulrich, família do Norte de Hamburgo, que se tinham estabelecido em Portugal em meados do século XVIII. Após o terramoto de 1755, a família cooperou ativamente na reconstrução de Lisboa, a convite do Marquês de Pombal, prosseguindo os seus negócios no ramo financeiro. Estudou e formou-se como Licenciado em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra a 2 de Julho de 1902, exerceu a Advocacia de 1902 a 1907, e prosseguiu a tradição familiar de estar ligado a grandes companhias e ao mundo da Finança.” In: https://pt.wikipedia.org/wiki/João_Henrique_Enes_Ulrich
“A União Nacional (UN) foi uma organização política portuguesa frentista e fascista criada para apoio ao regime ditatorial do Estado Novo. A União Nacional estava intimamente ligada ao governo e detinha o monopólio da representação política. Até 1945, todas as formas de oposição se encontravam ilegalizadas, pelo que o partido não teve concorrentes nos atos eleitorais. Na sequência desfecho da II Guerra Mundial, Salazar concedeu algumas liberdades à oposição, tolerando a sua participação em campanhas eleitorais. No entanto, tanto a União Nacional como a Ação Nacional popular continuaram a ter o monopólio da representação parlamentar. Durante a direção de Marcelo Caetano, foi permitida a criação de uma Ala Liberal com elevado grau de autonomia e que viria a questionar os princípios fundamentais do regime político.” In: https://pt.wikipedia.org/wiki/União_Nacional
“A Universidade de Barcelona (em catalão Universitat de Barcelona; em espanhol, Universidad de Barcelona) (UB) é uma instituição de ensino superior pública espanhola sediada em Barcelona, Catalunha. Os seus campus estão distribuídos pela cidade e arredores: os campi da Plaça de la Universitat, Diagonal, Mundet e Sants, em Barcelona; o campus de Bellvitge, em L'Hospitalet de Llobregat, e o Hospital Clínico, também em Barcelona. A universidade foi fundada em 3 de novembro de 1450 por decreto real de Afonso V de Aragão. Foi forçada a trasladar-se a Cervera no século XVIII, durante cerca de 150 anos, retornando a Barcelona no século XIX. No século XX, por um breve período, teve o seu nome modificado para Universidade Autónoma de Barcelona, que não deve ser confundida com a Universidade Autónoma de Barcelona (UAB), fundada em 1968.” In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Universidade_de_Barcelona
“Ao assinar o “Scientiae thesaurus mirabilis”, D. Dinis criava a Universidade mais antiga do país e uma das mais antigas do mundo. Datado de 1290, o documento dá origem ao Estudo Geral, que é reconhecido no mesmo ano pelo papa Nicolau IV. Começa a funcionar em Lisboa, sendo transferida definitivamente para Coimbra em 1537, por ordem do Rei D. João III, após um período de migração entre estas duas cidades. É no Paço Real da Alcáçova, mais tarde Paço das Escolas, que se concentram todas as Faculdades da Universidade de Coimbra – Teologia, Cânones, Leis e Medicina. Inicialmente confinada ao Palácio Real, a Universidade foi-se estendendo por Coimbra, modificando-lhe a paisagem, tornando-a na cidade universitária, alargada no século XX com a criação do Pólo II, dedicado às engenharias e tecnologias, e já neste século com um terceiro Pólo, na área das ciências da saúde. Hoje em dia, a Universidade de Coimbra conta com oito Faculdades (Letras, Direito, Medicina, Ciências e Tecnologia, Farmácia, Economia, Psicologia e Ciências da Educação, Ciências do Desporto e Educação Física) e mais de 22 mil alunos.” In: https://www.uc.pt/sobrenos/historia
José Augusto do Amaral Frazão de Vasconcelos (1889-1970) pertenceu ao quadro dos funcionários civis da Administração dos Serviços Fabris da Marinha. Foi sócio da Associação dos Arqueólogos Portugueses, cuja Secção de Heráldica secretariou. Pertenceu a diversas organizações internacionais de Heráldica, das quais se destaca: o Conseil des Héraldistes, francês, a Société Suisse de Heráldique e o Collegio Araldico de Roma. A obra que deixou foi maioritariamente sobre a História da Marinha. Foi um dos fundadores do Conselho Nobiliárquico de Portugal a 29 junho 1924. Foi um dos fundadores e pertenceu à Comissão organizadora da Academia Heráldica Portuguesa. Foi redator do Jornal A Nação, colaborou no Diário de Notícias, O Século e Diário dos Açores. Dirigiu O Arquivo Nobiliárquico Português (1917-1919).
A sua história remonta ao ano de 1290, quando o Rei D. Dinis cria o Estudo Geral em Lisboa. Atualmente a Universidade de Lisboa é a maior universidade de portuguesa, no que toca ao número de alunos, e uma das maiores da Europa. Resulta da fusão da antiga Universidade de Lisboa, criada por decreto de 22 de março de 1911, com a Universidade Técnica de Lisboa, criada por decreto de 2 de dezembro de 1930, Situada no coração da cidade, com sede atual na Alameda da Universidade, em Alvalade, detém ainda vários pólos espalhados pela cidade e concelhos vizinhos. Oferece a toda a sua comunidade uma das melhores e mais diversificadas ofertas formativas. In: https://www.ulisboa.pt/ In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Universidade_de_Lisboa
Manuel de Albuquerque Branco de Melo Figueiredo da Guerra nasceu em Seia a 03 agosto 1896 e faleceu em Aveiro a 28 setembro 1938. Era filho de António Máximo Branco de Melo e Maria da Conceição de Albuquerque Stockler do Amaral Cardoso. Casou com Maria de Lurdes da Camara Viterbo. In: https://www.geni.com/people/Manuel-de-Albuquerque-Branco-de-Melo-Figueiredo-da-Guerra-2-%C2%BA-visconde-de-Valdemouro/6000000022499645907
Rui Dique Travassos Valdez foi um médico militar, publicista e genealogista português, nasceu em Lisboa, Santa Isabel, a 8 de dezembro de 1892, faleceu em Cascais, a 18 de dezembro de 1973. Fez o curso do Liceu na Escola Académica, em Lisboa, e cursou a Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, tendo concluído o curso de Licenciatura em Medicina em 1915 e defendido Tese em 1916, com um estudo intitulado “A Figura do Padre José Agostinho de Macedo perante a Medicina”. Entretanto, fez parte do Corpo Expedicionário Português e serviu como Médico Militar em França, na Guerra de 1914-1918, atingindo o posto de Capitão-Médico Miliciano, tendo sido condecorado com as Medalhas da Campanha de França e da Vitória (Interaliada). Foi 2º Assistente Provisório de Psiquiatria durante cinco anos do Prof. Doutor Júlio de Matos, sob cuja Direção, bem como do Prof. Doutor Sobral Cid, trabalhou no Manicómio Bombarda. Fixou-se em Cascais em 1918, onde, desde então, exerceu clínica, sendo Médico do Hospital da Santa Casa da Misericórdia daquela vila desde 1931. In: https://pt.linkfang.org/wiki/Rui_Dique_Travassos_Valdez
José Luís Constantino Dias, primeiro e único Visconde, Conde e Marquês de Vale Flor (Murça, Murça, 19 de Março de 1855 – Bad Nauheim, 20 de Julho de 1932). Originário de família ligada à agricultura, parte para a colónia ultramarina de São Tomé e Príncipe em 1871. Inicia-se como trabalhador num estabelecimento comercial, contudo em breve passa a dedicar-se à agricultura. Em 1882 adquire a roça "Boa Vista", tornando-se produtor e comerciante de cacau. Durante a sua estadia em São Tomé acaba por desempenhar o cargo de Presidente da Câmara. Casou-se com Maria do Carmo Dias Constantino Ferreira Pinto (1872-1952), filha de Elias do Carmo Constantino Ferreira Pinto e de sua mulher Jenny Dias Constantino, com quem teve dois filhos: José Luís de Vale Flor, 2º Marquês de Vale Flor e Jenny Ferreira Pinto Dias. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Lu%C3%ADs_Constantino_Dias
Foi professora do Liceu da Infanta D. Maria, em Coimbra. Casada com Carlos Simões Ventura (1893-1975), professor na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, foi autora de vários estudos: "Camões nasceu em 27 de Janeiro de 1522?" (1938); "A astrologia e o sr. Saa” (1938); “Elementos astronómicos das obras de Gil Vicente e de Camões” (1941); “Para entendimento duma ode de Camões” (1941).
Frederico Guilherme Gavazzo Perry Vidal nasceu em Lisboa a 11.09.1889 e morreu a 28.11.1953. É autor de várias obras sobre História "Descendência D´El- Rei Dom João VI". Foi advogado.
Contém cartas de Armando de Abreu Vieira para Alfredo Pimenta.
Joaquim Sellés Paes de Villas-Bôas, etnógrafo, arqueólogo, crítico de arte, cavaleiro e comentador hípico e oficial de cavalaria do Exército Português, nasceu em Madrid em 11 de Fevereiro de 1913. Era filho de Joaquim Gonçalves Paes de Villas-Boas, advogado e proprietário, presidente da Direção do Grémio da Lavoura de Barcelos, comandante do Batalhão n.º 12 da Legião Portuguesa, com sede em Barcelos, Provedor da Real Irmandade do Senhor Bom Jesus da Cruz, conselheiro Municipal e representante da Causa Monárquica e de D. Elisa Sellés y Rivas, filha de D. Eugénio de Sellés y Angel, 2º Marquês de Gerona e Visconde de Castro y Orosco, governador das províncias de Sevilha, León e Granada, autor dramático, membro da Real Academia de Espanha e presidente da Sociedade de Autores Espanhóis. Faleceu em Lisboa em 14 de Maio de 1990, com 77 anos. In: https://www.museuolaria.pt/wp-content/uploads/2015/02/Sellès-Paes_Biografia.pdf
Júlio Marques de Vilhena foi deputado às Cortes pelo Partido Regenerador, que chefiou, ministro da Marinha e Ultramar e ministro da Justiça e dos Negócios Eclesiásticos em governos de Fontes Pereira de Melo, conselheiro de Estado e par do reino, governador do Banco de Portugal, presidente da Academia Real das Ciências de Lisboa, director de vários jornais e juiz e presidente do Supremo Tribunal Administrativo. A partir de 1910 abandonou a política e dedicou-se aos estudos históricos, tendo publicado, além de obras jurídicas, Antes da República: Notas Autobiográficas (1916) e D. Pedro V e o seu Reinado (1921). in: Barreto, José. 2016. "Os destinatários dos panfletos pessoanos de 1923". Pessoa Plural, p. 681
Bento de Sousa Carqueja foi director e co-proprietário do jornal Comércio do Porto. Completou o curso superior de agricultura na Academia Politécnica do Porto. Lecionou agricultura, ciências físicas, economia política e contabilidade, sucessivamente na Escola Normal do Porto, Academia Politécnica, Faculdade de Ciências e Faculdade Técnica do Porto. Promoveu a instrução agrícola. Fez parte da Liga Patriótica do Norte (1890), presidida por Antero de Quental. Monárquico e amigo do bispo do Porto D. António Barroso, manteve-se sempre afastado da vida política, tendo recusado integrar governos republicanos. Pertenceu à Liga Nacional (1915). Sócio da Academia Real das Ciências de Lisboa. Publicou A Liberdade de Imprensa (1893), O Futuro de Portugal (1900), O Povo Português (1916), Política Portuguesa (1925), entre outras obras. in: Barreto, José. 2016. "Os destinatários dos panfletos pessoanos de 1923". Pessoa Plural, p. 683