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Foi fundada em 1895 por João Inácio da Cunha e Sousa e seu filho Inácio Alberto de Sousa. Em 1910, a Litografia Nacional estava na Rua de Malmerendas (Rua Dr. Alves da Veiga), nº 22. In: http://portodeantanho.blogspot.com/2019/10/2566-litografia-nacional-e-tipografia.html?m=0
A Sociedade Martins Sarmento, fundada em 1881 em homenagem a Francisco Martins Sarmento, é uma instituição cultural da cidade de Guimarães. Dedica-se ao estudo, conservação e supervisão técnica e científica das estações arqueológicas da Citânia de Briteiros e do Castro de Sabroso e de outros monumentos arqueológicos. Tem sobre sua alçada dois museus, uma biblioteca e uma hemeroteca. Publica, desde 1884, a Revista de Guimarães, uma publicação periódica de cariz científico. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Sociedade_Martins_Sarmento
Estudou no colégio do Carmo de Penafiel, e depois no seminário do Porto. Celebrou a sua primeira missa em 6 de Agosto de 1886 e em outubro desse ano "foi chamado" para professor do colégio da Formiga, lecionando nesse cargo as disciplinas de Francês, História e Geografia. Foi ainda professor no Seminário dos Carvalhos, em Gaia de 1887 a 1890, de onde saiu para paroquiar a freguesia de Lustosa. Em 1899, António José de Sousa Barroso, novo Bispo do Porto, vindo do Oriente, onde era Bispo de S. Tomé de Meliapor, visita as freguesias da sua diocese, e o padre António é quem o acompanha nos concelhos de Paredes, Penafiel, Lousada e Felgueiras, que tinha fama de grande pregador. Em Dezembro de 1904 apresenta resignação para se dedicar à pregação. Em 1906, D. António Mendes Belo, bispo de Angola é transferido para o Algarve, e em 25 de Abril desse mesmo ano, o Bispo do Porto nomeia o padre António Leão Bispo de Angola e Congo; dois anos mais tarde, o mesmo António Mendes Belo recebe a dignidade de Cardeal Patriarca de Lisboa, e António Barbosa Leão torna-se Bispo do Algarve em 19 de Dezembro de 1907, chegando de Angola a Portugal apenas em Abril de 1908. Em 9 de Julho de 1919, é nomeado Bispo do Porto. Como tal preocupou-se com a formação do clero, adquirindo para tanto a Quinta de Vilar, onde se instalou o Seminário. in: https://pt.wikipedia.org/wiki/Ant%C3%B3nio_Barbosa_Le%C3%A3o
A Livraria Coelho - Antiquário, fundada em Lisboa em 1874 foi, na viragem do séc. XIX para o XX e até ao início da década de 1950, propriedade de José Vicente da Silva Coelho. Situada em Lisboa na Rua do Mundo, 27, depois Rua da Misericórdia, 27-29, terá editado o seu primeiro catálogo em 1898. Teve, na primeira metade do século passado, posição de relevo no mercado livreiro. In: http://acpc.bnportugal.gov.pt/colecoes_autores/n97_livraria_coelho.html
Em 1934 surge a revista «Angola», revista mensal de doutrina, estudo e propaganda instrutiva, propriedade da Liga Nacional Africana, que ao longo de 20 anos de publicação irregular, procurou despertar da sonolência em que caíra a elite africana. In: https://www.uccla.pt/sites/default/files/a_literatura_angolana.pdf
Designação de Liceu Municipal de D. Dinis, segundo publicação do Decreto nº25962 de 21 de Outubro de 1935.
Fundada em 1901, a SNBA resulta da fusão do Grémio Artístico, de Silva Porto e do seu Grupo do Leão, com a Sociedade Promotora de Belas Artes, que remonta a 1861. A sua sede, o ‘Palácio das Belas Artes,’ do arquiteto Álvaro Machado, inaugurado em 1913, inclui o seu grande Salão que a torna única na cidade de Lisboa. In: https://snba.pt/
Jornal diário de grande informação, direção de Pedro Correia Marques, com sede em Lisboa.
Eduardo Frederico Schwalbach Lucci foi um jornalista e escritor português. Nasceu em Sacramento, Lisboa, a 18 de maio de 1860, faleceu na Lapa, Lisboa, a 8 de dezembro de 1946. Frequentou a Escola do Exército e a Escola Politécnica. Como jornalista foi colaborador em muitos jornais diários, fundou o diário “A Tarde”, em 1889 e foi diretor do Diário de Notícias, entre 1924 a 1939 e 1945/6. Na sua carreira profissional ainda foi diretor e inspetor do Conservatório de Música e Artes Dramáticas e Conservador da Biblioteca Nacional. Na sua carreira política administrativa, foi deputado pelo Partido Regenerador entre 1904-1908 e Procurador à Câmara Corporativa em representação das Artes Gráficas e Imprensa. In: https://app.parlamento.pt/PublicacoesOnLine/OsProcuradoresdaCamaraCorporativa/html/pdf/l/lucci_eduardo_frederico_schwalbach.pdf
“O Século foi um jornal diário matutino de Lisboa, publicado entre 8 de Junho de 1880 e 12 de Fevereiro de 1977, data em que foi suspenso. Foi fundado pelo jornalista Sebastião de Magalhães Lima, formado em Direito pela Universidade de Coimbra. Durante a sua existência foi o jornal de referência e grande rival do Diário de Notícias. […]” https://pt.wikipedia.org/wiki/O_Século_(Portugal)
Empresário e benemérito, natural da Aldeia de Matos do Pampilhal, Freguesia de Cernache do Bonjardim (Sertã), nasceu a 16-02-1891 e faleceu a 09-11-1971. Depois de ter emigrado para São Tomé e Príncipe voltou à sua terra natal por motivos de doença, onde desenvolveu vários projetos empresariais e de beneficência. In: https://ruascomhistoria.wordpress.com/2019/02/16/recordamos-hoje-o-empresario-e-benemerito-libanio-vaz-serra-fundador-da-companhia-de-viacao-de-cernache/
Nasceu em Lisboa a 29 de janeiro de 1886 e faleceu em 1972, professor da Faculdade de Direito de Lisboa. Licenciado por Coimbra em 1907, doutor em 1911, logo se transfere para a nova escola jurídica de Lisboa, onde funda o grupo de Ciências Económicas. Destaca-se como regente da cadeira de Finanças. Desempenhou vários cargos: administrador do Banco de Portugal a partir de 1919, assumindo o cargo de Vice-Governador da instituição em 1931; Procurador à Câmara Corporativa desde 1935, é o relator do II Plano de Fomento, em 1954; Diretor da Faculdade de Direito de Lisboa em 1950-1953. In: http://www.politipedia.pt/silva-fernando-emygdio-da-1886-1972/
Basílio Teles nasceu no Porto no dia 14 de fevereiro de 1856 e morreu em Viana do Castelo no dia 10 de março de 1923. Escritor, economista, professor e jornalista português. Militante do Partido Republicano, exilou-se após o fracasso da revolta de 1891. Amnistiado, de regresso a Portugal, consagrou-se a estudos e ensaios políticos, sociais, económicos e históricos, recusando quaisquer cargos políticos e universitários. Deixou uma vasta obra, onde se destacam Do Ultimatum ao 31 de janeiro (1905), As Ditaduras (1907) e Memórias Políticas (publicação póstuma em 1969). In: https://www.cm-matosinhos.pt/servicos-municipais/cultura/figuras-de-matosinhos/poi/basilio-teles-1856-1923
Francisco Xavier Mouzinho da Silveira Canavarro de Valadares foi um empresário agrícola, advogado e genealogista português, nasceu em 24 de Setembro de 1881 e faleceu em 1946. Formado em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, foi Advogado e Notário em Cabeceiras de Basto e na Figueira da Foz, Senhor da Casa Solar de Santa Marinha, etc., e distinto Genealogista. Usou o título de 3.º barão de Ribeira de Pena por autorização de D. Manuel II de Portugal no exílio em data desconhecida. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Francisco_Xavier_Mouzinho_da_Silveira_Canavarro_de_Valadares
Maria Adelaide Coelho da Cunha, primogénita do fundador do “diário de Notícias”, Eduardo Coelho, vendeu o jornal, em 1919 à empresa moageira Companhia Industrial de Portugal e Colónias, passando a constituir uma sociedade anónima (Empresa do Diário de Notícias). A direção do jornal foi assumida pelo advogado, jornalista e ex-político da Monarquia Augusto de Castro, que fora intermediário do negócio e era amigo pessoal de Alfredo da Cunha. Sob a direção de Augusto de Castro, o Diário de Notícias passou a defender abertamente os interesses da companhia proprietária e abriu-se aos sectores políticos, económicos e militares que sete anos depois, em 1926, iriam instaurar a Ditadura Nacional. Em 1928 a Empresa do Diário de Notícias foi convertida na Empresa Nacional de Publicidade - ENP, controlada pela Companhia Industrial de Portugal e Colónias e pela Caixa Geral de Depósitos. Atualmente, pertence à Global Media Group. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Di%C3%A1rio_de_Not%C3%ADcias_(Portugal)
Emília Adelaide Carneiro Martins da Costa nasceu e morreu em Guimarães. Era filha de Delfina Emília da Silva Carneiro e de José Ribeiro Martins da Costa. Casou em Santo Tirso com Miguel Tobin Sequeira Braga, juiz. Biografia elaborada por Maria Teresa Brandão Martins da Costa.
Homem de Teatro, Poeta, Ficcionista e Investigador de Etnologia Rural, particularmente no que se refere à região do Alentejo. Licenciado pela Faculdade de Letras de Lisboa, dedicou grande atenção aos temas populares susceptíveis de serem teatralizados, tendo compilado e dado à estampa várias peças de teatro de todo o País. Fundou um grupo experimental, Teatro de Arco-da-Velha, que levou à cena teatro grego e alguns clássicos portugueses em espectáculos para operários, e, em 1955, fundou e dirigiu, com Orlando Vitorino, o Teatro d’Arte de Lisboa, para o qual traduziu obras de Graham Greene (A Casa dos Vivos), Lorca (Yerma) e Tchekov (As Três Irmãs). Realizou para o cinema os filmes "O Alentejo Não Tem Sombra", "Para onde Vais, Maria"; "Eu Fui ao Jardim da Celeste" e "Fábula de Leitura". Como Poeta e Ficcionista, os seus temas predilectos incidiam sobre a paisagem e costumes da sua província natal, dentro de um regionalismo folclorista, afinal prolongamento das suas investigações etnológicas. Colaborou em várias revistas e pertenceu à Direcção da Associação de Defesa dos Direitos de Autor. In: https://ruascomhistoria.wordpress.com/2017/04/13/azinhal-abelho-um-escritor-alentejano-que-escreveu-e-divulgou-o-alentejo-real/
Maria Joana Morais Perdigão Queiroga de Almeida (Redondo, Évora, 9 de março de 1885 — São Sebastião da Pedreira, Lisboa, 26 de junho de 1965) foi a esposa do Presidente da República Portuguesa António José de Almeida, e por inerência primeira-dama de Portugal. Filha de Joaquim José Perdigão Queiroga e Maria Cândida Morais Perdigão, terá conhecido António José de Almeida por volta de 1909. Casaram no dia 14 de dezembro de 1910, tendo como uma das testemunhas Manuel de Arriaga, futuro presidente da República. O casal teve uma filha, Maria Teresa Queiroga de Almeida, nascida em 27 de dezembro de 1911. Nunca se mudou, tal como o marido, para as instalações de Belém, ficando-se pela casa da Avenida António Augusto de Aguiar. Pertenceu à Cruzada das Mulheres Portuguesas, fundada em Março de 1916, sendo a Presidente da Comissão de Assistência às mulheres e mães dos mobilizados. Em 1928, sob a Ditadura Militar que tinha posto fim à 1.ª República, Maria Joana Queiroga de Almeida, juntamente com outras esposas de antigos governantes republicanos, aderiu e empenhou-se corajosamente no primeiro grande movimento nacional de apoio às famílias dos presos, deportados e emigrados políticos, promovido pelo jornal O Rebate. Então com 42 anos, presidiu à Comissão de Honra, que contava entre as Vogais Adelina Antónia Marques de Lemos, casada com o engenheiro António Maria da Silva, Maria Ângela Rego dos Santos Pestana, esposa de Manuel Gregório Pestana Júnior, Maria da Piedade Topinho de Almeida Ginestal Machado, cônjuge de António Ginestal Machado, Maria José Videira, consorciada com Francisco Pinto da Cunha Leal e a mulher de Domingos Pereira "O Rebate, 31/05/1928". Por proposta do ministro do Interior, foi agraciada com a Grã-Cruz da Ordem Militar de Cristo, a 5 de setembro de 1923. Maria Joana acabaria por falecer de aterosclerose aos 80 anos, em casa, na Avenida Ressano Garcia, 32, primeiro andar, freguesia de São Sebastião da Pedreira, sendo sepultada no Alto de São João. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Maria_Joana_Queiroga_de_Almeida
Eduardo Manuel de Almeida Júnior nasceu em Guimarães, no dia 3 de fevereiro de 1884. Estudou no Colégio de S. Dâmaso (atual Convento da Costa) e licenciou-se em Direito pela Universidade de Coimbra. Em parceria com Alfredo Pimenta, escreveu um polémico folheto intitulado “Burgo Podre” (1902). Em 1909 foi para o Porto, onde abriu um escritório de advocacia com Alfredo Pimenta. Com a instauração da República, regressou a Guimarães, onde veio a ser o primeiro Administrador do Concelho, do novo regime. Foi Deputado por Guimarães e, mais tarde, Chefe de Gabinete do Ministro das Finanças do Governo de Bernardino Machado. Após se ter retirado da política ativa, em 1915, foi redator-principal do jornal O Republicano e Diretor d’ O Povo de Guimarães (1931). Em 1921, foi nomeado Presidente da Sociedade Martins Sarmento, mandato que terminou em 1926, altura em que foi proclamado Sócio Honorário, pelos “relevantes serviços prestados”. Voltou a ser Presidente da Direção entre 1929 e 1931, e ainda em 1945 e 46. Eduardo de Almeida foi também um escritor, tendo sido autor de algumas obras de ficção (entre elas, “A Lama”, em 1905). Colaborou com várias publicações periódicas e escreveu o seu primeiro artigo na Revista de Guimarães, em 1906. Dedicou-se aos estudos jurídicos e sociológicos. Fez investigação histórica, e publicou uma notável série de estudos dedicados à história de Guimarães. Morreu em 1958, estando sepultado no cemitério da Atouguia, em Guimarães. https://miguelsalazar.blogs.sapo.pt/tag/eduardo+de+almeida
Um núncio apostólico ou núncio papal (também chamados de Internúncio) é um representante diplomático permanente da Santa Sé - não do Estado da Cidade do Vaticano - que exerce o posto de embaixador. Representa a Santa Sé perante os Estados (e perante algumas organizações internacionais) e perante a Igreja local. Costuma ter a dignidade eclesiástica de arcebispo. Normalmente reside na nunciatura apostólica, que goza dos mesmos privilégios e imunidades que uma embaixada. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Núncio_apostólico
Luís de Castro e Almeida Norton de Matos foi um diplomata e historiador. Nasceu na Vila de Dona Maria Pia, em Santo Antão de Cabo Verde, a 24 de Janeiro de 1903, e faleceu em Lisboa, a 6 de Janeiro de 1968. Era filho do Dr. Arnaldo Mendes Norton de Matos e sobrinho do General José Norton de Matos. In: https://www.pontedelimacultural.pt/as-pessoas-subpag.asp?t=paginas&pid=1532
Conjugava as doutrinas tradicionalistas com o apoio ao deposto rei D. Manuel II, que reinava segundo a Carta Constitucional, distinguindo-se assim dos integralistas lusitanos e dos miguelistas que eram apoiantes do ramo de D. Miguel banido pela Convenção de Évora Monte. Este surge de uma cisão de Alfredo Pimenta e Caetano Beirão com o Integralismo Lusitano por este se ter desvinculado então da obediência a D. Manuel II, durante um período a que chamaram de «interregno», em que foram estabelecida negociações com o Partido Legitimista, onde decidem passar a obedecer politicamente e a apoiar as pretensões ao trono de Duarte Nuno de Bragança seu representante genealógico para a causa miguelista. Sendo assim criada em 8 de Dezembro de 1923, a Acção Realista Portuguesa, independente da Causa Monárquica que estava subordinada ao lugar-tenente de D. Manuel II através de Aires de Ornelas. In:https://pt.wikipedia.org/wiki/A%C3%A7%C3%A3o_Realista_Portuguesa
Revista publicada entre 1914 e 1938 e dirigida, entre outros, por Alberto Monsaraz, António Sardinha e Manuel Múrias. A partir da 2.a série (1922), como propriedade da Sociedade Integralista Editora, e com a designação de "Revista de Cultura Nacionalista", assume-se como órgão do integralismo lusitano, defendendo as suas linhas mestras, nomeadamente a restauração de uma ordem monárquica e católica. Ao longo de mais de vinte anos de publicação, recebeu colaboração literária, doutrinária, filosófica e política de numerosos autores, como, por exemplo, Afonso Lopes Vieira, Alberto de Monsaraz, António Sardinha, Manuel Múrias, Feliciano Ramos, José Osório de Oliveira, Carlos Malheiro Dias, Castelo Branco Chaves, Fernando Pires de Lima, Augusto da Costa, Bettencourt Rodrigues, Cabral Moncada, Silva Rego, Caetano Beirão, Henrique Galvão, Fernando Campos, Hipólito Raposo, Pequito Rebelo, Marcello Caetano, Mussolini.
José de O'Neil foi fundador do semanário " A Nação" e seu diretor durante os anos de 1946-1948.
Duarte do Amaral Pinto de Freitas (Guimarães, São Sebastião, Casa do Guardal, 7 de Maio de 1871 - Guimarães, 29 de Dezembro de 1963/29 de Janeiro de 1964) foi um militar e político português. Filho de Francisco Pinto de Carvalho do Amaral e Freitas (Guimarães, São Sebastião, Casa do Guardal, 20 de Junho de 1825 - Guimarães, São Sebastião, 1 de Abril de 1884), Senhor da Casa de Guardal, da Casa da Caldeiroa, do Paço Meão e da Casa do Barreiro, Fidalgo Cavaleiro da Casa Real e Juiz, e de sua mulher (Guimarães, São Sebastião, 20 de Dezembro de 1866/3 de Março de 1867) Maria Arminda de Sampaio Leite Ferreira (Felgueiras, Vila Fria, Casa da Eira, 20 de Novembro de 1846 - Guimarães, 2 de Maio de 1914), Senhora da Casa da Eira em Felgueiras, e neto paterno de João Pinto de Carvalho Teixeira de Sousa da Silva e de sua mulher Maria da Alegria Peixoto do Amaral e Freitas. Senhor da Casa de Salgueiro, em Santo Adrião, Vila Nova de Famalicão, da Casa da Eira, em Vila Fria, Felgueiras, e da Casa de Castelães, em Guimarães. Coronel de Infantaria, Comandante Militar do Distrito de Braga e das Forças do Norte que dominaram a Revolta de Fevereiro de 1927, antigo Presidente da Câmara Municipal de Guimarães, Diretor e Presidente da Sociedade Martins Sarmento.[2][3] Cavaleiro da Ordem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa e Grande-Oficial da Ordem Militar de Avis, condecorado com a Ordem do Elefante Branco do Sião e com as Medalhas Comemorativas das Campanhas de África (Angola e Moçambique), onde serviu sob as ordens de Joaquim Augusto Mouzinho de Albuquerque, etc. Casou em Guimarães, Oliveira do Castelo, na Igreja de São Miguel do Castelo, a 6 de Maio de 1899 com Ana Mendes Ribeiro de Oliveira (Guimarães, São Sebastião, 28 de Outubro de 1877 - Felgueiras, Vila Fria, Casa da Eira, 7 de Março de 1956), filha de António Mendes Ribeiro (Guimarães, São Sebastião, 5 de Março de 1817 - Guimarães, São Sebastião, 31 de Março de 1887), Industrial, Diretor do Banco Comercial de Guimarães, Vereador da Câmara Municipal de Guimarães, etc., Comendador da Ordem Militar de Cristo e Comendador da Ordem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa, e de sua segunda mulher Francisca Augusta de Oliveira (Guimarães, São Paio, 19 de Setembro de 1839 - 6 de Julho de 1879). Foi seu filho Duarte Pinto de Carvalho de Freitas do Amaral. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Duarte_do_Amaral_Pinto_de_Freitas
Norberto Moreira de Araújo, igualmente conhecido como Norberto de Araújo (Lisboa, 25 de abril, 1889 — 24 de novembro, 1952) foi um jornalista, tradutor e escritor português. Aos 14 anos, tendo já perdido os pais, emprega-se na Imprensa Nacional, tendo recebido um prémio no final da sua aprendizagem. Terminou um curso liceal, e entrou no Curso Superior de Letras. Entrou na carreira jornalística com o apoio de Luís Derouet, director da Imprensa Nacional, que ficou impressionado com duas conferências que Norberto de Araújo realizou naquela instituição. Torna-se redactor no jornal O Mundo, passando, pouco depois, para o diário A Manhã, onde se distinguiu como jornalista. Em seguida, transitou para o Diário de Notícias, onde fez várias reportagens em Itália após a Primeira Guerra Mundial. Posteriormente, passou para o Diário de Lisboa, tendo continuado a fazer reportagens no estrangeiro. Acompanhou o presidente António José de Almeida numa visita ao Brasil, e, em 1935, acompanhou Óscar Carmona a Espanha. Cobriu, igualmente, a visita de D. Amélia ao Panteão de São Vicente. Como escritor, celebrizou-se pelas obras sobre a cidade de Lisboa, como as Peregrinações de Lisboa e o Inventário de Lisboa (1944-1956), tendo produzido várias marchas populares. Escreveu, igualmente, um livro de versos durante a sua juventude. Também se encontra colaboração da sua autoria no semanário Goal (1933) dirigido por Alves Redol, na revista Ilustração (1926-), no semanário Repórter X (1930-1935), na Revista Municipal (1939-1973) publicada pela Câmara Municipal de Lisboa e no Boletim do Sindicato Nacional dos Jornalistas (1941-1945). No cortejo histórico dos festejos do VIII centenário da Tomada de Lisboa aos mouros, a letra da Grande Marcha do Centenário, que, no ano de 1947 foi cantada por Amália Rodrigues, foram seus autores Raul Ferrão e Norberto Moreira Araújo. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Norberto_de_Ara%C3%BAjo
José António Maria Francisco Xavier de Sá Pereira Coutinho (Ponte de Lima, 29 de Abril de 1896- Ponte de Lima, 3 de Maio de 1969), assinava as suas obras como Conde d'Aurora por o ser como filho único do 2.º conde de Aurora, foi um escritor português e licenciou-se em Direito pela Universidade de Coimbra. Nasceu a 29 de Abril de 1896, em Ponte de Lima, na Casa de Nossa Senhora de Aurora, e faleceu no Porto a 3 de Maio de 1969. Exerceu, no Porto, as funções de juiz do Tribunal de Trabalho. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Ant%C3%B3nio_Francisco_Maria_Xavier_de_S%C3%A1_Pereira_Coutinho
Autor dramático e prosador, nascido em 1881, em S. Pedro do Sul, e falecido em 1960, em Esposende, irmão do poeta António Correia de Oliveira, cujas “Líricas” publicou em 1946, colaborou, como cronista e como ficcionista, assinando com o seu nome ou sob os pseudónimos de João da Beira e João Norte, em diversas publicações periódicas regionais e nacionais, com especial destaque para “A Arte”. Foi responsável pela Biblioteca Superior de Alta Cultura, para a qual traduziu diversas obras de teor filosófico e histórico. In: https://www.infopedia.pt/$joao-correia-de-oliveira
O Banco Nacional Ultramarino foi criado em Lisboa por Carta de Lei de 16 de maio de 1864, sendo seu fundador Francisco de Oliveira Chamiço. Ao longo da atividade (1864-2001), instalou a sua primeira Sede no Largo das Duas Igrejas, hoje Largo do Chiado, a segunda na Rua Augusta e a terceira, a partir de 1989, na Avenida de 5 de Outubro. Criado como Banco Emissor para as ex-colónias portuguesas exerceu também funções de Banco de Fomento e Comercial no país e no estrangeiro. Da redação dos primeiros Estatutos do BNU consta que o selo do Banco terá por emblema um navio a vapor com a legenda na parte superior “Banco Nacional Ultramarino” e na inferior “Colónias, Comércio e Agricultura” e que o capital social será de 12.000:000$000 réis, dividido em 120:000 ações de 100$000 réis cada uma, ou 133:333 1/3 de 90$000 réis. Dando cumprimento ao estabelecido na Carta de Lei, o BNU instalou sucessivamente sucursais e agências - Angola e Cabo Verde (1865), S. Tomé (1868), Moçambique (1877), Guiné (1903), Macau (1902), Índia (1868) e Timor (1912). Depois da abertura das Agências nas ex-colónias de África e do Oriente, o BNU deu inicio, a partir de 1917, à segunda fase da sua expansão, com a implementação de uma rede de Agências no Continente, Madeira e Açores, tendo constituído uma das maiores redes bancárias portuguesas. Em 1974, o BNU foi nacionalizado e, em 2001, deu-se a fusão, por incorporação, mediante a transferência global do património, do Banco Nacional Ultramarino para a Caixa Geral de Depósitos. In: https://www.cgd.pt/Institucional/Patrimonio-Historico-CGD/Historia/Pages/Historia-BNU.aspx
Joaquim Teófilo Fernandes Braga nasceu em Ponta Delgada e foi um dos principais representantes da Geração de 70 e um dos mais prolíficos autores da segunda metade do século XIX e inícios do século XX, a quem Ramalho Ortigão se referiu como "o trabalho de uma geração inteira empreendido no cérebro de um só homem", tendo deixado uma obra monumental nos domínios da poesia, da história literária, da teoria da literatura, da ficção e da tradução. Estreia-se na literatura em 1859 com Folhas Verdes. Bacharel, Licenciado e Doutor em Direito pela Universidade de Coimbra, fixa-se em Lisboa em 1872, onde leciona literatura no Curso Superior de Letras (atual Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa). Da sua carreira literária contam-se obras de história literária, etnografia (com especial destaque para as suas recolhas de contos e canções tradicionais), poesia, ficção e filosofia, tendo sido ele o introdutor do Positivismo em Portugal. Em 1891, redigiu o manifesto e o programa do Partido Republicano. Logo após a proclamação da República, em 1910, foi escolhido para presidente do Governo provisório. A sua carreira política terminou após exercer fugazmente o cargo de Presidente da República, em substituição de Manuel de Arriaga, entre 29 de Maio e 5 de Outubro de 1915. in: Teófilo Braga in Artigos de apoio Infopédia [em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2019. [consult. 2019-11-28 17:04:52]. Disponível na Internet: https://www.infopedia.pt/apoio/artigos/$teofilo-braga
António José Pires (1861-1938), também conhecido por Pires Avelanoso foi um arquivista-bibliotecário e fundador da União Colonial Portuguesa, editor da Tribuna e do Norte Transmontano, redactor no O Jornal, membro activo da Sociedade de Geografia de Lisboa (1875), e director honorário do AHC. In: https://coloquiocienciacolonial2013.files.wordpress.com/2013/10/9-conceic3a7c3a3o-casanova.pdf
António Correia da Oliveira foi um monárquico, próximo do Integralismo Lusitano, e apoiante do Estado Novo. Colaborou com o movimento Renascença Portuguesa e na revista "A Águia". Nos anos 30, Correia de Oliveira era já visto como o poeta oficial do regime salazarista. Na sessão plenária de encerramento do I Congresso da União Nacional, em 28 de Maio de 1934, Correia de Oliveira, presidente da 3.ª secção do congresso, recitou o seu poema "Patria Nostra", que viria a ser publicado em 1935 pelo Secretariado da Propaganda Nacional e cujo original manuscrito o autor ofereceu a Salazar. in: Barreto, José. 2016. "Os destinatários dos panfletos pessoanos de 1923". Pessoa Plural, pp. 636-637
António Rodrigues Cavalheiro foi um historiador português, divulgador do Integralismo Lusitano e apoiante do salazarismo, depois de abandonar o nacional-sindicalismo. Licenciado em ciências histórico-geográficas. Professor do ensino liceal. Dirigiu os serviços culturais da Câmara Municipal de Lisboa a partir de 1932. Deputado salazarista em 1942. Procurador à Câmara Corporativa a partir de 1961. In: http://www.politipedia.pt/cavalheiro-rodrigues-n-1902/
Autodidata, foi uma das figuras mais importantes da intelectualidade portuguesa dos finais do século XIX. Frequentou o liceu em Coimbra, tendo-se matriculado com 15 anos em Matemática na Universidade. Insatisfeito com o ambiente que aí encontrou, dois anos depois abandona os estudos universitários. Impôs então a si próprio um programa de estudos centrado em autores alemães, aprendendo para o efeito a língua alemã. Ao longo da sua vida realizou notáveis trabalhos em pedagogia, linguística, etnografia e antropologia. Foi professor no Curso Superior de Letras, onde ensinou Filologia Românica Comparada e Filologia Portuguesa e assistiu à sua transformação em Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Foi diretor da Escola Primária Superior de Rodrigues Sampaio, criada por sua iniciativa. Exerceu também atividades docentes na Escola Normal Superior de Lisboa. Participou em várias comissões de ensino médio e superior, como vogal ou presidente, tendo nessa qualidade elaborado importantes relatórios. Proferiu nas célebres Conferências do Casino, organizadas por Antero de Quental e Jaime Batalha Reis, a conferência "A Questão do Ensino" (1871). Em seu livro homónimo publicado no ano seguinte, Adolfo Coelho fala sobre a necessidade e fins do ensino; examina as formas e tipos; o ensino em Portugal em decadência pela aliança entre Igreja e Estado; defende a separação entre ambos e a promoção da liberdade do pensamento. As suas conceções pedagógicas assentavam na convicção que através da educação seria possível regenerar o país. Combateu a submissão do ensino às ideias religiosas. Organizou um importante Museu Pedagógico na Antiga Escola do Magistério Primário de Lisboa. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Francisco_Adolfo_Coelho
Eugénio de Castro e Almeida concluiu o Curso Superior de Letras de Lisboa (1889), visitando depois Paris, onde sofreu influência dos poetas simbolistas. Foi adido da legação em Viena e professor do ensino secundário em Coimbra. Em 1916 foi-lhe atribuído o título de doutor pela Universidade de Coimbra. Foi conservador do Museu Nacional Machado de Castro (1913), professor da Faculdade de Letras (1914-1939) e da Escola Normal Superior (desde 1915) e director da Faculdade de Letras de Coimbra (1920-1924). Na juventude foi cofundador da revista "Os Insubmissos" (1889). Considerado o pioneiro da poesia simbolista em Portugal, cuja emergência é assinalada pela publicação do seu livro "Oaristos" (1890). Fundou com Manuel da Silva Gaio a efémera revista "A Arte", que dirigiu (1895-1896). A libertação da linguagem poética fez dele um precursor do modernismo português e uma referência do Orpheu. Posteriormente a sua obra tendeu para o neoclassicismo, tornando-se, literariamente, um assumido “reaccionário”. Monárquico, apoiou o Estado Novo. in: Barreto, José. 2016. "Os destinatários dos panfletos pessoanos de 1923". Pessoa Plural, p. 643
José Ribeiro Cardoso possuía o curso de Teologia e a licenciatura em Direito pela Universidade de Coimbra (1906). Foi membro da Ordem dos Advogados, de cuja Delegação de Castelo Branco se tornou Presidente entre 1949 e 1951. Foi, ainda, presidente da Comissão Concelhia da União Nacional de Castelo Branco (1934), candidato às eleições legislativas, em lista alternativa (regionalista) à da União Nacional (1949), governador civil substituto de Castelo Branco (1908-1910), senador, pela Beira Baixa (1918-1919), presidente da Assembleia Geral da Casa do Povo de Sobreira Formosa, em cuja qualidade integrou a Câmara Corporativa, representando o trabalho agrícola, presidente da Junta Provincial de Castelo Branco (1937) e presidente do Grémio da Lavoura de Castelo Branco (1940). In: https://app.parlamento.pt/PublicacoesOnLine/OsProcuradoresdaCamaraCorporativa/html/pdf/c/cardoso_jose_ribeiro.pdf
O jornal Correio do Minho foi fundado no dia 6 de Julho de 1926 por um grupo de jornalistas, tendo como primeiro Diretor Álvaro Pipa. O seu aniversário teve duas datas distintas, uma vez que, de 1926 a 1933, era comemorado no dia da sua fundação mas, entre 1934 a 1973, anos em que passou a ser propriedade da União Nacional, a data começou a ser assinalada a 3 de Abril, dia correspondente à primeira edição do jornal nesta sua nova fase. A história, de sucessos e insucessos, deste jornal ficou marcada por três majestosos momentos: de 1926 a 1934, ano em que ficou sob a égide da União Nacional do distrito de Braga, deixando de ser propriedade privada; desde 1934 a 1974, época em que teve de servir os interesses do Estado Novo e, por último, de 1974 até agora, período da democracia. A partir de 1974 (salvo os primeiros meses de 1974 e 1975), viu a sua atividade condicionada ora pelo Governo Civil, ora pela Câmara Municipal de Braga. Em 1999, conquistou uma total liberdade editorial através da sua privatização. Deste modo, a história da região minhota e do país cruza-se com a do Correio do Minho. Este jornal também “ganha voz”, graças às ações de solidariedade que tem vindo a desenvolver ao longo dos anos. Com uma história repleta de histórias, o presente periódico contribui diariamente para a afirmação nacional e internacional da região do Minho. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Minho
António Álvaro da Silva Dória, filho do professor Raul Dória, concluiu o curso geral do Comércio na escola profissional dirigida pelo seu pai, aos 16 anos, em 1919, encetando atividade docente na referida instituição a partir do ano seguinte. Exerceu, em seguida, a profissão de Guarda-Livros. Em 1929 casou e, em seguida, fixou residência em Braga, cidade na qual regressou ao ensino técnico-profissional, em 1938. O estudioso desenvolveu um perfil humanista, contemplando áreas tão distintas como a contabilidade e o seu ensino, a produção de dicionários, a tradução e a escrita da história. Trata-se de um autodidacta neste último domínio. Esta situação era bastante comum e manteve-se paralela à historiografia universitária, englobando, maioritariamente, jornalistas e literatos. Dória manifestou, desde cedo, vivo interesse pela investigação e divulgação da cultura nacional, evidenciando interesse bibliófilo e uma propensão simultaneamente ensaística e erudita, atenta à atualidade, ao quotidiano, mas também ao passado, sem esquecer a conciliação de uma narrativa dos acontecimentos com o rigor metodológico e a expressão contida de opinião. O autor trabalhou no âmbito da tradução desde o dealbar da década de 30, colaborando, mais tarde, na coleção de edição de fontes históricas da Livraria Civilização e no Dicionário de História de Portugal, dirigido por Joel Serrão. In: http://dichp.bnportugal.pt/imagens/doria.pdf
Maria Antónia de Bragança (Maria Antónia Adelaide Camila Carolina Eulália Leopoldina Sofia Inês Francisca de Assis e de Paula Micaela Rafaela Gabriela Gonzaga Gregória Bernardina Benedita Andrea de Bragança; Bronnbach, 28 de novembro de 1862 — Colmar-Berg, 14 de maio de 1959), foi uma pretendente ao estatuto de infanta de Portugal por nascimento e do duquesa de Parma por casamento. Maria Antónia de Bragança foi a sétima e última filha do, então, ex-rei D. Miguel de Portugal e da princesa Adelaide de Löwenstein-Wertheim-Rosenberg.[2] Maria Antónia (assim como seus irmãos) nasceu no exílio na Alemanha pois, à época do casamento de seu pai, este já havia sido deposto e banido de Portugal, em decorrência das Guerras Liberais e por meio da assinatura da Concessão de Évora Monte. Tinha entre seus familiares grande parte a realeza europeia, sendo seus avós paternos o rei D. João VI de Portugal e D. Carlota Joaquina de Bourbon. Foi sobrinha do imperador D. Pedro I do Brasil, prima-irmã do imperador D. Pedro II do Brasil e da rainha D. Maria II de Portugal. Foi a segunda esposa do duque Roberto I de Parma, casando-se no Castelo de Fischorn em 15 de outubro de 1884. O duque, que já tinha doze filhos de seu primeiro casamento com a princesa Maria Pia das Duas Sicílias, teve outros doze filhos com Maria Antonia. Com a morte de Roberto, em 16 de novembro de 1907, Maria Antonia passou a designar-se Duquesa-Viúva de Parma. Mais tarde, ela residiu com sua filha Zita no exílio. Por volta de 1940, Zita e sua família, Maria Antónia e sua filha Isabel viviam modestamente em Quebec, no Canadá. Depois da Segunda Guerra Mundial, Maria Antónia mudou-se para o Castelo de Berg, em Luxemburgo, onde celebrou o seu aniversário de noventa anos. Faleceu seis anos depois. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Maria_Ant%C3%B3nia_de_Bragan%C3%A7a,_duquesa_de_Parma
Rui Enes Ulrich foi professor catedrático da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra até à República, pedindo então a sua exoneração. Mais tarde foi catedrático da Faculdade de Direito de Lisboa e seu director desde 1937. Director do Banco de Portugal (1914-1927). Administrador de diversas empresas de caminhos de ferro, comerciais e financeiras e presidente do conselho de administração da Companhia de Moçambique (1920-1933). Monárquico, ligado à fundação do Integralismo Lusitano, foi eleito deputado por Lisboa pelas listas monárquicas em 1921. Apoiou o golpe militar de 28 de Maio de 1926, a Ditadura Militar e a criação do Estado Novo. Procurador à Câmara Corporativa a partir de 1935. Autor de obras de temas coloniais (política, economia e administração). in: Barreto, José. 2016. "Os destinatários dos panfletos pessoanos de 1923". Pessoa Plural, p. 639
João Rodrigues da Silva Couto (Coimbra, 1892 — Lisboa, 1968), mais conhecido por João Couto, foi um historiador de arte, especialista em pintura portuguesa, que foi diretor do Museu Nacional de Arte Antiga. É autor de uma extensa obra sobre arte portuguesa, pintura e restauro de obras de arte. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_Rodrigues_da_Silva_Couto
Neta do rei D. Miguel, a Infanta empenhou-se na restauração da Monarquia na pessoa do seu irmão D. Duarte Nuno e, para isso, nos anos 40, aproximou-se de Oliveira Salazar, confiando que um dia este daria o passo decisivo. A correspondência trocada entre os dois era frequente, assim como as visitas regulares da infanta a São Bento e a Santa Comba Dão. In: http://www.esferadoslivros.pt/livros/biografia/d-filipa-de-braganca/