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219 records were found.

Tece comentários sobre a poesia de Camões.
Trata essencialmente de política internacional.
Trata da saúde de uma pessoa que lhe é querida.
Informa sobre a recolha de assinaturas contra os clericais.
O valor a descontar de uma certidão anterior.
Declara que tem a maior consideração pelo pedido de Alfredo Pimenta e em cumprimento dele, remete as certidões.
Participa que é impossível executar o serviço que Alfredo Pimenta lhe pede, em virtude do rapaz não ser normal.
Pergunta quando é que Alfredo Pimenta lhe manda os livros que lhe prometeu.
Comenta um artigo da “Voz”. Participa o envio de dois livros.
Anula o encontro com Alfredo Pimenta. Pergunta se tem os artigos de Marcelo Caetano publicados no “Diário de Notícias”, em 28 de setembro 1942, e n’ "A Voz", em 3 e 7 de outubro de 1942.
Pede para Alfredo Pimenta lhe remeter, no mais curto prazo, o seu trabalho sobre a reforma administrativa e que o avise se for ao “Diário de Notícias”. Faz referência à demora da entrega da prosa liberal do [C. L. Magalhães] e do [Basílio].
Comunica o envio de livros para Alfredo Pimenta.
Justificação do conteúdo de um artigo publicado n’ “A Voz”. Afirma-se monárquico.
Agradece as palavras de Alfredo Pimenta pela morte da mulher. Revela a sua revolta pelo sucedido.
Trata de um pedido de Alfredo Pimenta para colocação de alunas em colégios.
Felicita Alfredo Pimenta pelas afirmações na “Tribuna Livre”. Contesta a posição oficial de neutralidade.
Revela amargura e a intenção em arranjar um lugar em África.
Confessa o seu interesse pelos problemas da educação e pelo Ultramar para justificar as suas novas funções na Direção Geral do Ensino do Ministério das Colónias. Refere as anteriores funções de Assistência e de Misericórdia.
Acusa a receção do original de Alfredo Pimenta e informa que já não pertence à direção.
Pede informações sobre o título de Conde ou Marquês de Ficalho.
Comenta o artigo que vai publicar no "Correio do Minho" e a política nacional.
Participa que devolve a carta e que o professor visado é Ferreira da Costa, que reporta ser incapaz da incorreção que lhe é atribuída e que o reitor está incumbido de averiguar. Contém uma carta manuscrita de L. Duarte dos Santos sobre os comentários do professor de História do Liceu de D. João III ao estabelecimento da Inquisição em Portugal e ao “Elementos de História de Portugal", de Alfredo Pimenta.
Participa que só pela carta de Alfredo Pimenta é que ficou a saber que tinha havido qualquer coisa de desagradável com a Academia [Portuguesa] da História. Questão da Academia Portuguesa da História - Em 12 de maio de 1943, Alfredo Pimenta apresenta à Academia Portuguesa de História um trabalho sobre a necessidade de se repor a verdadeira data da descoberta do Brasil. Aguardou resposta, mas a única correspondência que recebeu foi uma circular da Academia a participar que nenhum académico poderia apresentar comunicações no período antes da ordem do dia. Desde logo, soube que aquela circular lhe era dirigida, pois era o único académico que adotava este procedimento. Não deu importância ao conteúdo da circular, pois o que lhe interessava era receber resposta da sua proposta de trabalho da reposição da data do descobrimento do Brasil. Indagou a Academia sobre este assunto, que retorquiu não terem recebido o trabalho em apreço. A partir desse momento, Alfredo Pimenta fica indignado e declara que não voltava aos trabalhos na Academia enquanto que a doutrina da circular não fosse retirada (académicos não poderem intervir antes da ordem do dia). Em 21 de Junho de 1946, de acordo com o artº 14º dos Estatutos da Academia Portuguesa de História, aceitou a renúncia de Alfredo Pimenta de académico, com a justificação de que não frequentava as sessões nem colaborava há mais de três anos. Alfredo Pimenta nunca teve intenção de renunciar e protesta junto de várias entidades sobre esta decisão do Conselho da Academia. Recorre ao Supremo Tribunal Administrativo, mas a sua pretensão é rejeitada no acórdão de 25 de julho de 1947. Este Tribunal considera-se incompetente em razão da matéria para conhecer o fundo da questão. Alfredo recorre ao Ministério da Educação Nacional e, em 29 de agosto de 1947, a Direção Geral do Ensino superior e das Belas Artes, emite um parecer acompanhado pelo despacho ministerial favorável à pretensão de Alfredo Pimenta restituindo-lhe a cadeira.
Agradece a carta e congratula-se pela justiça que Alfredo Pimenta lhe fez. Participa que envia um livro de confissões e memórias, da sua autoria, sobre assuntos religiosos.
Agradece os versos que Alfredo Pimenta lhe dedicou.
Agradece as palavras de Alfredo Pimenta. Participa que lhe telefonou, mas que ninguém atendeu. Comunica que passou uns dias agradáveis e que ainda não sabe quando regressarão a Lisboa, mas que será antes do fins do mês de outubro.
Refere que desistiram do passeio e que todos os dias pensa em enviar-lhe os livros.
Informa que tem os livros e convida para um chá.
Comentários a um artigo relacionado com o livro de A. Cabral e sobre o suicídio de T[rindade] Coelho.
Envio de uns livros. Declara a sua amizade a Alfredo Pimenta.
Comunica que quando regressar de Madrid responde à carta de Alfredo Pimenta a respeito da expressão "marcha sobre Roma".
Pedido de emprego para correspondente de "La Prensa".
Comunica que o António Luís Gomes lhe disse que falou com o Comandante Geral da Polícia de Segurança Pública sobre o caso de Guimarães e que este lhe prometeu intervir.
Pede para marcar um dia para conversarem.
Pedido de sugestões sobre algumas obras.
Critica a atuação de Saldanha, vice-presidente da Câmara da Praia e Caixa no Montepio de Cabo Verde. Relata a aquisição de material à Casa Siemens.
Faz referência ao pedido de Alfredo Pimenta.
Enuncia as circunstâncias que acompanham o seu nome e o prejudicam. Elogia um artigo de Alfredo Pimenta publicado em a "Cultura" e informa que enviou para Torre do Tombo um conjunto de jornais.
Participa a carta enviada ao General Ferreira Martins. Contém um post scriptum a comunicar o envio da carta do conde de Vilas Boas e a carta da censura a autorizar uma publicação.
Tece comentários elogiosos ao discurso do professor Luís de Pina, no Comício do Porto, sobre bolchevismo e a Alfredo Pimenta por o ter publicado no jornal "A Nação".
Aborda a colaboração em as "Novidades".
Agradece a oferta de "Elementos da História de Portugal".
Felicita Alfredo Pimenta por mais um aniversário.
Afirma que não estão esquecidos de Alfredo Pimenta.
Participa que envia o requerimento e pede para que não se esqueça dela e do filho.
Pede a opinião sobre um artigo e elogia a qualidade dos seus colaboradores na "In Memoriam".
Relatório do pagamento da energia elétrica.
Pede para escrever para o grande Hotel de Salamanca, caso precise de alguma coisa.
Insurge-se contra a posição da igreja em relação à Alemanha e à sugestão de orar pela conversão da Rússia.
Informa que na missa de domingo da igreja do Carmo, na altura do Evangelho, foi lida a carta do Cardeal Patriarca de Lisboa dirigida a Alfredo Pimenta. Questão do Cardeal Patriarca de Lisboa - Em 30 de julho de 1943 o Cardeal Patriarca de Lisboa, D. Manuel Gonçalves Cerejeira, envia a todas as freguesias da sua diocese uma Carta Episcopal em que denuncia Alfredo Pimenta como escritor perigoso, por causa do artigo "Contra ou a favor do Comunismo", publicado na Esfera, ano III, nº 50, de 5 de julho de 1943, em que desmentia a solene afirmação do Papa sobre a existência da perseguição religiosa na Alemanha. Esta nota foi lida em todas as missas.
Felicita Alfredo Pimenta pela resposta publicada no "Diário de Lisboa"
Tece comentários críticos à resposta de M.O.B.. Felicita Alfredo Pimenta pela sua resposta no "Diário de Lisboa", de 4 de dezembro de 1940.
Participa que o "Almanaque da Bertrand" para 1932 vai, possivelmente, publicar o artigo de Alfredo Pimenta sobre a Romaria de S. Tiago, publicado no Jornal "A Voz".
Pede um exemplar do livro de Alfredo Pimenta " História de Portugal".
Presta esclarecimentos sobre sobre um pagamento.
Reprova o que "A Voz" fez a Alfredo Pimenta. Aconselha-o a moderar a revolta e os impulsos.
Afirma que os de Braga não desistiram nem desertaram. Declara que os livros de Alfredo Pimenta podem ser lidos por todos os portugueses.
Questão do Cardeal Patriarca de Lisboa - Em 30 de julho de 1943 o Cardeal Patriarca de Lisboa, D. Manuel Gonçalves Cerejeira, envia a todas as freguesias da sua diocese uma Carta Episcopal em que denuncia Alfredo Pimenta como escritor perigoso, por causa do artigo "Contra ou a favor do Comunismo", publicado na Esfera, ano III, nº 50, de 5 de julho de 1943, em que desmentia a solene afirmação do Papa sobre a existência da perseguição religiosa na Alemanha. Esta nota foi lida em todas as missas.
Informa sobre o começo das aulas do 5.º ano.
Alude ao estado de saúde da filha de Alfredo Pimenta.
Pede o endereço de António Correia de Oliveira. Pergunta se Alfredo Pimenta sabe se foi publicada uma Relação enviada por Macau à China em 1667-1670 e se foram editados uns ofícios de Silvestre Pinheiro Ferreira.
Faz referência aos bilhetes da comissão de baile das Belas Artes e a outros assuntos do quotidiano.
Mostra-se solidário com Alfredo Pimenta na questão do Cardeal Patriarca de Lisboa. Questão do Cardeal Patriarca de Lisboa - Em 30 de julho de 1943 o Cardeal Patriarca de Lisboa, D. Manuel Gonçalves Cerejeira, envia a todas as freguesias da sua diocese uma Carta Episcopal em que denuncia Alfredo Pimenta como escritor perigoso, por causa do artigo "Contra ou a favor do Comunismo", publicado na Esfera, ano III, nº 50, de 5 de julho de 1943, em que desmentia a solene afirmação do Papa sobre a existência da perseguição religiosa na Alemanha. Esta nota foi lida em todas as missas.
Reporta-se às férias em Castelo de Vide com a família.
Faz uma leitura sobre a "Censura Cardinalicia na freguesia onde não paga congrua".
Comunica que não lhe foi possível estudar o caso sob o ponto de vista burocrático e que em breve o informará.
Desculpa-se por não ter escrito e participa que se não se esquecer deixará o jornal na Biblioteca.
Participa que irá ser publicado no Supl[emento] do D[iário] de L[isboa] um artigo da sua autoria.
Lamenta não ter visto Alfredo Pimenta no Porto. Comunica que no fim do mês estará no Porto e que lá terá o prazer de o abraçar.
Comunica que o Preto Pacheco tomou conhecimento do despacho do Juiz e por esse motivo Alfredo Pimenta já deve estar inteirado do assunto.
Reporta-se à publicação de artigos de Alfredo Pimenta.