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A revista "Lusitânia".
Conferência de Alfredo Pimenta, proferida no salão nobre do Ateneu Comercial, sobre a Geração de 70.
A operação de crédito de 50 milhões de dollars que Afonso Costa prometeu arranjar e nunca se verificou.
A dependência do poder executivo perante o poder legislativo.
O assassinato do rei D. Carlos; o ambiente que se vivia naquela época; a República como negação do interesse nacional.
A intenção dos monárquicos concorrerem em alguns circulos eleitorais nas eleições legislativas.
O caso dos 60 milhões de dollars e a prisão de Pedro de Araújo, Conde de Castro Guimarães e Alves Diniz.
O caso do crédito de 50 milhões de dollars.
A preocupante situação económica do país.
O caso dos 50 milhões de dollars.
O Marquez de Brandomin.
Prosa de Alfredo Pimenta.
Homenagem a Sampaio Bruno.
Prosa de Alfredo Pimenta.
A obra "Figuras Históricas de Portugal"; artigo sobre o Duque de Lafões.
A legitimidade do poder e o exemplo de Sidónio Pais.
Oposição ao voto obrigatório e a defesa do recenseamento obrigatório.
A política externa alemã e inglesa entre 1901 e 1909.
O apoio dos monárquicos a Sidónio Pais; a falência do regime republicano; o jornalismo político.
As eleições legislativas; o recenseamento obrigatório e o voto voluntário.
Reacção a um artigo de Alfredo Pimenta, onde rejeita ser um "salvador da pátria" e declara ser um cumpridor das funções públicas que foi investido.
A portaria dos ministros do Interior e da Justiça sobre a entrega das corporações encarregadas do culto aos católicos legítimos.
O papel do professor e o caso do professor Lopes de Oliveira.
A obra espiritual e moral da República.
A existência de duas forças políticas: a monárquica e a democrática.
Comparação entre a República e a Monarquia no que diz respeito ao défice público.
A Academia de Coimbra e o apoio à monarquia.
A representação monárquica na câmara dos deputados.
A aliança franco-espanhola e a actuação do rei D. Carlos.
O I Congresso do Partido Republicano Evolucionista.
Críticas a Afonso Costa; as eleições legislativas; deficit orçamental.
A defesa de uma República conservadora e nacional.
A escolha dos candidatos democráticos por Lisboa; a conferência de Paranhos; o almoço político do teatro da República; o caso Lagoaça.
O pedido de colaboração com o jornal "O Mundo"
A excomungão de Jose Turmel e a publicação de livros e artigos sob nomes falsos.
O turismo na serra de Sintra; a sociedade lisboeta sob o ponto de vista financeiro.
Esclarecimento sobre o Legitimismo portugues e o regicídio.
A crise de ordem que o pais atravessa e as soluções.
A nostalagia do regresso a sua casa em Guimarães.
Discorre sobre a democracia.
A regulamentação por portaria das cultuais.
Discorre sobre a falta de educação e sobre o facto do 5 de outubro ter chamado à política um conjunto de "arrivistas mal criados".
A Lei da Separação do Estado e da Igreja; A Grande Guerra; a suspensão das hostilidades a pedido do Papa Benedetto XV.
Análise à obra “Introduction à avicenne, son épitre des définitions, par a. M. Goichon. Edit. Desckee, de bronwer et cie, paris, 1933".
Análise à obra “O Instituto, vol. 86, 4ª série, vol. 15, n.º 4, edição da imprensa da universidade de Coimbra, 1933".
Análise à obra “Homenagem a Martins Sarmento (miscelânea de estudos). Edição da Sociedade Martins Sarmento, Guimarães, 1933 - miscelânea científica e literária, dedicada ao dr. J. Leite de vasconcelos, vol. I, edição da imprensa da universidade, coimbra, 1934. - vila bravis, por carlos eugénio correia da silva, prefácio de joaquim de carvalho. Edit. Imprensa da universidade, Coimbra, 1934".
Análise à obra “Santo Tomás de Aquino, suma teológica, primeira tradução brasileira feita pelo prof. Alexandre Correia, S. Paulo, 1930. - sobre o lugar de origem dos antepassados de B. de Espinosa, por Joaquim de Carvalho, imprensa da universidade, 1930. - recherches de théologie ancienne et médievale, juillet, 1930, louvain ".
Análise à obra “Études sur le role de la pensée mediévale dans la formation du systeme cartésien, por etienne gilson, edit. J. Vrin, paris, 1930".
Análise à obra “Mélanges mandonnet , edit. Vrin, paris. (continuação)".
Análise à obra “Mélanges mandonnet (etudes d'histoire litéraire et doctrinale du moyen-age), edit. J. Vrin, paris, 1930".
Análise à obra “Teatro de outros tempos, por Gustavo de Matos Sequeira, lisboa, 1933".
Análise à obra “Bulletin des études portugaise, 2 ème année, n.os 1-2, imprensa da universidade de Coimbra, 1932".
Publicação de um agradecimento a Alfredo Pimenta por Mário Cardozo e resposta do jornal.
Análise à obra “Ansa hypoblossi, por Álvaro Rodrigues, Porto, 1929. - nervi splanchnici, por Sousa Pereira, Porto, 1929"
Análise à obra “Broteria, tomoXVII, fasc. 1.º (julho de 1933). - a expressão do evangelho: «pobres de espírito»".
Análise às obras:História de António Vieira (duas edições: 1918 e 1931, edit. Livraria clássica edit., lisboa); cartas do padre António Vieira (edit. Imprensa da universidade de coimbra); o marquês de pombal e a sua época (duas edições, edit. Anuário do brasil); história dos cristãos portugueses (edit. Livraria clássica editora); os jesuítas no grão pará (duas edições, edit. Imprensa da universidade de Coimbra); A evolução do sebastianismo (edit. Livraria clássica editora); Épocas de Portugal económico (edit. Idem); novas epanáforas (edit. Idem) - por João Lúcio de Azevedo".
O Teatro São Carlos e a peça intitulada "D. João IV"; a saudação entusiástica ao Governo e a D. Filipa de Bragança.
Análise ao artigo publicado no Diário de Notícias "As relações de Pero de Alcáçova Carneiro".
Análise à obra “História da civilização (idade média, moderna e contemporânea), por A. G. Matoso, edição de Sá da Costa, lisboa".
Análise à obra “Grandes reportagens de outros tempos, por Amador Patrício, edição da empresa nacional de publicidade, lisboa, 1938.".
Análise à obra “Bibliotheca lusitana, por Diogo Barbosa Machado, 2º edição, lisboa, 1930-36".
Análise à obra “Ethnos, vol. I, edição do instituto português de arqueologia, história e etnografia, lisboa, 1935 ".
Análise à obra “História das matemáticas em Portugal, por F. Gomes Teixeira, lisboa, 1934”
Análise à obra “Suma teológica, por S. Tomás de Aquino , 1.ª parte, questões 1 a 26, tradução portuguesa de Alexandre Correia, edit. Livraria odeon, s. Paulo, 1934".
Análise à obra «Archives d'histoire doctrinale e littéraire du moyen-àge», tomo XII (1939), edit. J. Vrin, paris. - «petrus nonius», vol. Ii, fasc. 3., lisboa".
Análise à obra “Língua falada, lógica e clássicos, por Manuel de Paiva Boléo. Coimbra, biblioteca da universidade, 1935".
Análise à obra a “Finalidade cultural do ensino secundário, por Luiz Moreira de Almeida, setúbal, 1934".
Análise à obra “Linguistique et histoire des moeurs, por christophe nyrop, edit. E. Droz, paris, 1934".
Opinião sobre a imprensa da universidade de Coimbra.
Análise à obra “Comment je vois le monde, por Albert Einstein, edit. Flammarion, paris, 1934".
Homenagem a Gustavo Cordeiro Ramos
As divergências com Manuel Maria coelho e Rolão Preto.
Divergências com Manuel Maria Coelho.
Alfredo Pimenta assume que era republicano no tempo da monarquia constitucional.
O equivoco da correspondência recebida de Barbosa de Magalhães e Roberto da Cunha Baptista.
A Ditadura Nacional e o ensino da História de Portugal.
A resposta a José Sarmento relacionada com o artigo "Panfletários e Polemistas".
Resposta de Alfredo Pimenta ao prof. Mendes Correia.
As Festas Centenárias e a defesa da presença da Família Real de Bragança.
A poetisa Florbela Espanca.
Análise à obra “Paris, por R. Lusol. Ed. da União Gráfica, lisboa, 1941".
Análise à obra “Morabitinos portugueses, por Pedro Batalha Reis, edição da Academia Portuguesa da História, Lisboa, 1840”.
Análise à obra “Crónica da fundação do mosteiro de jesus de Aveiro, leitura e revisão e prefácio de a. Gomes da Rocha Madail, 1939”- dictionnaire des lettres françaises, publié sous da direction de mgr. Georges grente, edt. Beauchesne et fils, paris, 1939".
Análise à obra “Guimarães e Santa Maria, por j. G. de Oliveira Guimarães, 1904, paris, 1937".
As expressões estereotipadas que "desfeiam a língua e a empobrecem".
Reflexão sobre viagens, sobre o turismo e sobre o tempo.
A atmosfera de modernismo ou medernices que se vive em Portugal.
A atmosfera de modernismo ou medernices que se vive em Portugal.
Reflexão sobre viagens, sobre o turismo e sobre o tempo.
Discorre sobre a aplicabilidade da legislação, dando o exemplo da decisão da Câmara Municipal de Lisboa em permitir que os elétricos mantenham as janelas abertas no inverno.
Elogia o périplo do Orfeão de Coimbra pelos principais lugares do império português em África.
A atmosfera de modernismo ou medernices que se vive em Portugal.
O Imperador Carlos de Áustria e Rei da Hungria.
Elogia o périplo do Orfeão de Coimbra pelos principais lugares do império português em África.
O historiador Alexandre Herculano; a história de Portugal e as interpretações espiritualista e materialista; o misticismo nos heróis de quatrocentos e quinhentos
O ensino da Filosfia nos liceus.
O ensino da História Medieval na Faculdade de Letras da Universidade do Porto.
