Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas
Edifício da Torre do Tombo, Alameda da Universidade
1649-010 LISBOA
Tel.: +351 21 003 71 00
Fax.: +351 21 003 71 01
secretariado@dglab.gov.pt
Search results
491 records were found.
Análise ao filme "Camões" de Leitão de Barros.
A etimologia e a forma de escrever a palavra alvíssaras.
Relato de uma viagem entre Lisboa e Guimarães.
A adesão de Portugal à ONU.
O julgamento de Nuremberga.
A ocupação militar de Timor por tropas australianas e holandesas.
Aponta o comunismo como o principal inimigo da Europa e da civilização ocidental.
Análise à obra "Discursos" de Oliveira Salazar.
Comentário ao livro "As memórias do sexto marquês do Lavradio".
O Julgamento de Nuremberga e o suicídio de Hermann Goering.
A Lei da Sucessão de Francisco Franco à frente do governo espanhol.
A posição dos monárquicos portugueses face ao Presidente do Conselho. Define a República Portuguesa como uma monarquia que se desconhece.
Disseca uma carta de Domingos Henrique São-Paio dirigida ao director da Nação e duvida que este seja monárquico. Relata a investidura de um jornalista.
A publicação do 1º fascículo do Dicionário da Academia francesa.
Considerações sobre o movimento de sublevação reprimido pelo o governo de Afonso Costa.
Análise critica ao pensamento filosófico de Francisco Sanches.
Analisa o fragmento de Muratori ou também denominado Canon Muratori, que é uma cópia da lista mais antiga que se conhece dos livros do Novo Testamento. Menciona que foi descoberto na Biblioteca Ambrosiana de Milão por Ludovico Antonio Muratori.
A Lei do inquilinato.
A actuação do tenente-coronel Ferreira do Amaral e a deportação de presos políticos monárquicos e religiosos para a Guiné.
Afirma que a vitória das Democracias é igual à vitória do Comunismo.
Análise a um conjunto de publicações.
A recusa em aceitar dirigir o Instituto de Cultura Política, dentro da Causa Monárquica, cargo proposto por D. Filipa de Bragança aquando da visita a Portugal.
Solicita esclarecimentos relativamente a uma opinião publicada no jornal e que envolve o seu nome.
Descrição, por dias, da visita de D. Filipa de Bragança a Portugal. Artigo de Alfredo Pimenta sobre o tema.
Discorre sobre a existência da Altântida.
Analisa a ditadura instaurada pelo 28 de maio de 1926.
A pretensão de Vizela em ser concelho.
A inauguração do monumento a Sousa Viterbo, no jardim do Príncipe Real, em Lisboa.
Critica o catolicismo progressivo português e um dos seus representantes, Abel Varzim. Destaca a obra "Por Dios e por España" do cardeal-arcebispo de Toledo.
Rebate a justificação que o padre António Mendes Fernandes apresentou para suspender a assinatura do jornal "A Nação".
Critica a um artigo de Domingos João de Castro, publicado no Notícias de Macau, intitulado "Portugal Restaurado".
O nascimento dos Estado português em Guimarães.
Análise ao artigo de prof. Ferreira Mira intitulado "O ensino da História".
A homenagem a Abel Salazar, feita em São Mamede de Infesta, e a estátua que a Câmara Municipal de Beja pretende levantar em honra de Mariana Alcoforado.
As expressões estereotipadas que "desfeiam a língua e a empobrecem".
Fundação da Sociedade de Língua Portuguesa.
Revela a sua inadaptação à vida de Lisboa, define-se um estudante de Coimbra com raízes em Guimarães. Relembra os natais da sua infância.
Comenta os livros "Uma página académica" de A. B. de Morais Leal Júnior e as "Lembranças da Mocidade" de Pinto Osório.
O emprego da preposição "de" ou a sua supressão.
As duas atividades fundamentais dos povos: a agricultura e a industria. Destaca o crescimento da população agrícola em França
Elogia os serviços dos Correios, no entanto não concorda com os recetáculos. Critica o serviço dos telefones e insurge-se contra o ruído das buzinas dos carros e dos altifalantes da Feira Popular.
As boas maneiras. Destaca o caso francês.
Breve biografia de Duarte Leite.
Discorre sobre a aplicabilidade da legislação, dando o exemplo da decisão da Câmara Municipal de Lisboa em permitir que os elétricos mantenham as janelas abertas no inverno.
O significado dos exames finais de ano ou de ciclo.
Justifica o ímpeto de xenófobo e fala sobre a obra de dois eruditos romenos que vieram para Portugal: Mircea Eliade e o prof. Victor Buescu.
