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Tece comentários sobre a circular-convite do Presidente do Cenáculo Literário e Artística "Tábua Rasa", General Ferreira Martins. Questão da Tábua Rasa - Alfredo Pimenta terá recebido uma circular convite do Cenáculo Literário e artístico "Tábua Rasa", presidida pelo General Ferreira Martins, para um jantar para vir a ser confrade. Alfredo Pimenta respondeu negativamente através de um artigo mutilado pela censura, publicado em 17 de abril de 1948. O general declara que o convite foi feito sem seu conhecimento, porque jamais o teria feito. Daqui nasce uma polémica.
A diferentes responsabilidades de Lisboa e da Província no destinos de Portugal.
O abastecimento de água da cidade de Lisboa.
Analisa a rivalidade entre a Alemanha e a França.
Discorre sobre os repetidos actos de indisciplina que grassam na sociedade portuguesa.
Lições para o concurso de professor da Faculdade de Ciências Sociais e de Direito da Universidade de Lisboa.
Justifica as suas opções políticas e a sua participação no Diário Nacional, órgão da Causa Monárquica.
Analisa as críticas de Camilo Castelo Branco à obra "Ensaio sobre a história do Governo e da legislação de Portugal" de Manuel António Coelho da Rocha.
Os "repentistas" da política internacional e a campanha anti-portuguesa da BBC.
Comentário ao artigo "Security is not enough", publicado no "Daily Mail", em que a Austrália critica a posição da União Soviética na conferência de Paris.
A neutralidade dos Estados durante a Guerra, em resposta ao aviso do Secretário de Estado dos Estados Unidos, Cordell Hull. O posicionamento de Portugal e o caso germano-soviético.
Comentário a um conjunto de afirmações de Francisco Ramos relativas à sua História de Portugal.
Recordação de um carnaval de infância e o primeiro que assistiu em Lisboa.
Os criados de servir e recordação das criadas que teve a seu cargo.
Reflexão sobre viagens, sobre o turismo e sobre o tempo.
Elogia o périplo do Orfeão de Coimbra pelos principais lugares do império português em África.
Análise à obra "Collecção de Livros inéditos de História portuguesa, dos Reinados de D. João I, D. Duarte, D. Affonso V e D. João II. Tomo III, organizado por José Correa da Serra".
Esclarece a afirmação que Albrecht Dürer nunca retratou Damião de Góis.
Analisa o Pacto Germano-Soviético de 1939 e justifica porque foi germanófilo durante a I e II guerras mundiais. Declara-se anti-democrático e rejeita o comunismo.
Analisa as consequências da Revolução Francesa, dando enfoque ao "problema eleitoral" .
Refere que o 1º correio-mor do Reino não foi Luís Gomes da Mata, como indica o catálogo da exposição de pintura portuguesa do séc. XVII exposta no Palácio da Independência, mas Luís Homem.
Expõe episódios que no seu entender mancham a História de França: a morte de Joana d'Arc, a execução de Luís XVI e o julgamento de Phillipe Pétain.
Discorre sobre o fim da guerra e defende que ser português é ser adversário das democracias vitoriosas.
Analisa e comenta a cobertura que a imprensa fez dos implicados na Revolta da Mealhada.
Reação a um artigo de José O' Neil e o destinatário e objetivo da sua "doutrina". Análise à hipotética candidatura presidencial do general Norton de Matos.
A Monarquia portuguesa após 1820. Defende a restauração monárquica, não a liberal, constitucional, democrática ou parlamentar, mas a que vem de 1128 a 1820.
Tece comentários críticos ao livro "Achegas a um diccionario de pseudonimos : iniciaes, abreviaturas e obras anonymas de auctores brasileiros e de estrangeiros, sobre o Brasil ou no mesmo impressas", de Tancredo de Barros Paiva, apresentado pelo padre Serafim Leite.
Análise critica aos artigos publicados no V. XIV da revista "Biblos", nomeadamente ao artigo de Francisco Queiroz sobre Gil Vicente. Contém texto datilografado.
Comentários críticos a Carlos Olavo a propósito de um comentário ao seu artigo acerca de João das Regras.
Discorre sobre António Caetano do Amaral, presbítero da Igreja Católica Romana que se destacou como um dos pioneiros da moderna historiografia portuguesa.