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Desmarca uma sessão de fotográfica combinada com conde de Margaride.
Admite que possam ter existido erros no que diz respeito à política do ministério Regenerador, mas diz estar de consciência tranquila.
Pesar pelo falecimento da condessa de Margaride, Ana Júlia Rebelo Cardoso de Menezes.
Afirma não haver pressa no negócio e acredita que o marquês de Valada deva estar furioso.
Revela pesar pelo falecimento da condessa de Margaride, Ana Júlia Rebelo Cardoso de Menezes.
Pesar pelo falecimento da condessa de Margaride, Ana Júlia Rebelo Cardoso de Menezes.
Revela pesar pelo falecimento da condessa de Margaride, Ana Júlia Rebelo Cardoso de Menezes.
Agradece a receção que o conde Margaride fez à sua família, destaca as dificuldades políticas e financeiras que o Brasil atravessa e envia-lhe dois presentes.
Propõe a compra de mais um pedaço de terra na "Bouça da Coba", lugar de Ruivães, concelho de Vila Nova de Famalicão.
Aborda um tratamento e as condições climatéricas da região para onde o conde de Margaride viajou.
Anuncia que irá terminar a sua carreira como comercial e que o visconde de Barcelos irá vender um casal.
Afirma que o projecto de obras na fachada e a ampliação do edifício da Sociedade Martins Sarmento foi aprovado em sessão de assembleia-geral.
Pede "protecção" para conseguir o emprego de escrivão da Fazenda.
Afirma ter defendido no parlamento a isenção de diversos impostos para a companhia responsável pela construção e exploração da linha-férrea que ligaria S. Martinho do Bougado a Guimarães; considera que a Regeneração está em decomposição.
Solicita a intervenção do conde de Margaride na colocação do cunhado, Monsenhor João Rebelo, como Venerando Prelado ou Coadjuctor de alguma Diocese.
Mostra-se profundamente triste.
Lamenta a morte da condessa de Margaride, Ana Júlia Rebelo Cardoso de Menezes.
Receita para uma longa vida com saúde.
Agradece a carta enviada por altura do falecimento da condessa de Margaride.
Justifica porque não subscreve a circular de homenagem ao Bispo do Porto, D. António Barroso.
Apresenta esclarecimentos sobre os fundos consolidados do conde de Margaride. Votos de pesar pelo falecimento da condessa de Margaride, Ana Júlia Rebelo Cardoso de Menezes.
Relata a visita de D. Carlos e restante família real à Corporação de Bombeiros em 1891, destaca os méritos da corporação e solicita a D. Manuel II que assine o Livro de Honra.
Afirma que nunca foi oposição e apresenta a sugestão do visconde de Pindela de recomendar o seu primo Francisco Agra.
Revela surpresa e inquietação com os telegramas de Braga publicados no jornais de Lisboa.
Felicita-o pela investidura como Presidente do Conselho de Ministros.
Pretende que o seu genro Bernardino Machado seja candidato à Câmara dos Deputados pelo círculo de Guimarães e sugere apoio do conde de Margaride. Declara que Lopo Vaz promete remover qualquer obstáculo que Jerónimo Pimentel apresente a este respeito.
Revela surpresa por o conde de Margaride duvidar da sua amizade.
Votos de parabéns pelo aniversário e informa que assina hoje o decreto a conceder-lhe Grã-Cruz de Cristo.
Procura saber notícias do que aconteceu à condessa de Margaride, Ana Júlia Rebelo Cardoso de Menezes.
Lamenta não poder estar presente na visita oficial do Rei D.Manuel II a Guimarães.
Agradece a forma carinhosa como foi recebido em casa do conde de Margaride.
Comenta a situação do estudante Jeremias Fernandes no seminário.
Felicita o conde de Margaride por ter colocado o seu automóvel ao serviço de "quem defende a integridade da Pátria e a tranquilidade pública".
Comenta a dissolução as cortes; critica a política do Partido Regenerador; propõe-se como candidato pelo círculo de Braga; convida o conde de Margaride para o seu casamento.
Informa que acaba de tratar do negócio relativo à Misericórdia de Guimarães e que ainda não sabe em que estado se encontra o da Recebedoria de Celorico.
Informa que envia o relatório da sua administração. Anexada a cópia do relatório.
Anuncia o casamento do filho Frederico com a filha mais velha dos conde de Anadia; justifica a falta de correspondência de sua mulher para Luísa Martins de Meneses.
Anuncia o seu noivado com Maria Ferrari Schindler; elogia a forma como o conde de Margaride salvou as assembleias das Caldas das Taipas; informa que o Governo tenciona dissolver a Câmara.
Justifica a sua "impontualidade" epistolar e informa que o Rei D. Carlos chegará a Guimarães no dia 13 de agosto, por volta das 6 das tarde, e que jantará e dormirá na casa dos condes de Margaride.
Agradece a lembrança do seu aniversário e espera poder encontrar-se com o conde de Margaride em breve.
Lamenta o exílio que vive votado e teme pelo futuro da monarquia portuguesa.
Lamenta ter-se esquecido do aniversário do conde de Margaride e revela estar convencido que a sua atuação política foi a mais correta.
Anuncia o casamento de seu filho Frederico com Fernanda de Sommer.
Avisa que os estatutos da empresa mandam trocar as acções antigas pelas modernas até 30 de junho.
Informa que já chegou a Genebra e que se prepara para partir para Davos. Descreve a sua visita a Bordéus e a Paris
Agradece a lembrança pela passagem do seu aniversário e mostra-se reconhecido por "os velhos e queridos amigos de Guimarães" não o esquecerem.
Agradece os sentimentos que lhe enviou.
Informa que deu conta ao Presidente do Conselho de Ministros da disponibilidade do conde de Margaride em oferecer a sua casa ao Rei D. Luís caso ele se desloque a Guimarães.
Anuncia que, em nome de sua Majestade, o Rei D. Luís, irá louvar a filantropia do conde de Vizela, do barão do Pombeiro, do conde Margaride, de João Vaz Nápoles, Joaquim Vieira e João Pinto Queirós.
Revela pesar pelo falecimento da condessa de Margaride, Ana Júlia Rebelo Cardoso de Menezes.
Informa que o conde de Margaride foi nomeado vice-presidente do Partido Regenerador do Porto.
Declara ter recebido o relatório e pede para ver se consegue arranjar um lugar para um parente na estação de caminho de ferro.
Trata de uma transferência de um indivíduo para Fafe.
Afirma não ter mostrado a carta do conde de Margaride à gerência do [Banco de Guimarães] e promete remeter-lhe o dinheiro que confiou à instituição.
Dá conta que está pronto o serviço de caminho de ferro.
Revela desalento e surpresa com os acontecimentos de 5 de outubro e com a notícia que dá conta da prisão de João Franco.
Revela que o tratamento que está a fazer por "radium" é bastante longo e doloroso.
Lamenta não se ter encontrado com o conde de Margaride quando esteve em Guimarães. Revela as dificuldades financeiras que atravessa o mestre de latim, Joaquim Leite.
Informa que está tudo bem com os filhos do conde de Margaride e revela-lhe as rotinas no colégio.
Justifica a impossibilidade de ir a Guimarães e informa que o hábito de Cristo foi concedido ao Guimarães, negociante em Maceió.
Comenta as dificuldades internas que atravessa o Partido Progressista.
Folga saber que a família real regressou a Lisboa sem nenhum incomodo.
Informa que pagou todas as despesas da estadia no hotel.
Nomeação do conde de Margaride como Comendador da Real Ordem do Nosso Senhor Jesus Cristo e a elevação à dignidade de Grão-Cruz da mesma Real Ordem.
Lamenta o falecimento da condessa de Margaride e informa que celebrou uma missa em sufrágio pela sua alma.
Informa que Abel Cardoso foi nomeado para cadeira de Desenho Ornamental na Escola Industrial de Guimarães.
Lamenta a morte de Henrique Cardoso de Macedo, pai do visconde de Margaride.
Revela surpresa e amargura pela prisão que foi alvo.
Acusa a receção do telegrama do conde Margaride e felicita-o pelo resultado da eleição municipal.
Apela à intervenção do conde Margaride no círculo de Guimarães, durante as eleições gerais. Relembra o envio do Batalhão de Caçadores 7 para a cidade e o mal-estar que isso causou em Valença.
Pede opinião sobre se deve ir ou não ao Porto iniciar os trabalhos tendo em vista as eleições gerais.
Agradece a prova de amizade, numa altura que atravessa um momento difícil após o falecimento da mulher.
Lamenta o falecimento da condessa de Margaride, Ana Júlia Rebelo Cardoso de Menezes.
Revela pesar pelo falecimento da condessa de Margaride, Ana Júlia Rebelo Cardoso de Menezes.
Lamenta o falecimento da condessa de Margaride, Ana Júlia Rebelo Cardoso de Menezes.
Revela pesar pelo falecimento da condessa de Margaride, Ana Júlia Rebelo Cardoso de Menezes.
Revela pesar pelo falecimento da condessa de Margaride, Ana Júlia Rebelo Cardoso de Menezes.
Pesar pelo falecimento da condessa de Margaride, Ana Júlia Rebelo Cardoso de Menezes.
Pesar pelo falecimento da condessa de Margaride, Ana Júlia Rebelo Cardoso de Menezes.
Pesar pelo falecimento da condessa de Margaride., Ana Júlia Rebelo Cardoso de Menezes.
Revela uma profunda dor e solidão; pede notícias de Henrique, filho do conde de Margaride.
Pede para o visconde de Margaride o ajudar a ser vice-cônsul do Brasil.
Satisfeito por o conde de Margaride pertencer à comissão encarregue, em Guimarães, de dirigir os trabalhos da estátua do Rei D. Afonso Henriques. Destaca a importância do monumento para o desenvolvimento da cidade. Revela a constituição da comissão do Rio de Janeiro.
Descreve quatro [aureas] esterlinas que perdeu.
Lamenta a morte da condessa de Margaride, Ana Júlia Rebelo Cardoso de Menezes.
Lamenta a morte da condessa de Margaride, Ana Júlia Rebelo Cardoso de Menezes.
Elogia o jornal e retrata uma situação ocorrida no tribunal.
Pede ao pai que dê ordem a um negociante para servir de fiador numas casas.
Lista de despesas e respetivos recibo da campanha de João Franco, em Guimarães, em 1889.
Discorre sobre a passagem dos anos nos indivíduos e nas instituições.
A visita dos reis de Portugal a Guimarães.
Nomeação do visconde de Margaride como Comendador da Ordem Militar de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa. Contém despachos.
Informa que o visconde de Margaride foi agraciado com o título de conde de Margaride.
Revela estar pouco inclinado em aceitar o cargo de procurador-geral da Coroa.
Encomenda de têxteis-lar vimaranenses.
Solicita a intervenção junto do conde de Margaride para que este apoie a candidatura de Bernardino Machado, pelo círculo de Guimarães, à Câmara dos Deputados.
Agradece os pêsames pela morte da irmã, Júlia Duarte Ramalho Ortigão. Recorda a infância.
