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Prazo que fez o Cabido de metade do Casal da Ufe e Colete em São Lourenço de Calvos, a Francisco José, solteiro, com assistência de seu pai João Leite Ferreira Guimarães, moradores na dita metade do casal. Foi antigamente possuído por Francisco Gonçalves, Gaspar Leite, João Gomes e sua mulher Isabel Gaspar, e depois por outro João Gomes, casado com Maria Gonçalves, e depois por Catarina Gomes Mendes, mãe do dito Francisco José, solteiro.
Prazo que fez o Cabido de umas casas com seu rocio em São Lourenço de Calvos, a Francisco de Sampaio, viúvo, barbeiro, morador no lugar da Ufe e Colete na dita freguesia. Foram antigamente possuídas e emprazadas a Gonçalo Ferreira, depois Maria Gonçalves, que as houve por compra da mão de Baltazar Gonçalves, depois emprazadas a Domingos Francisco e sua mulher Margarida Gonçalves, e depois por João Francisco e Margarida de Sampaio, e hoje a seu filho Francisco de Sampaio, barbeiro, nelas morador.
Prazo que fez o Cabido de uma morada de casas e campo de Maçoulas, com privilégio das tábuas vermelhas, a Luís António de Carvalho, cavaleiro professo da ordem de cristo, morador na Rua de Santa Maria.
Prazo que fez o Cabido do meio casal da Fonteboa no lugar de Pintainhos em Santa Maria de Palmeira a Manuel Francisco de Oliveira, morador no dito meio casal.
Prazo que fez o Cabido de umas casas na traseira de São Domingos, a José António de Carvalhais Mascarenhas, com privilégio das tábuas vermelhas.
Prazo que fez o Cabido do casal de Almoinha em Fato além do Rio chamado Casal Ermo que hoje se chama casal da Rosa, com privilégio das tábuas vermelhas, em Santa Marinha da Costa, a Francisco Filipe de Sousa da Silva Alcoforado e sua mulher Dona Rosa Maria de Viterbo e Lencastre, moradores na quinta de Vila Pouca em São Sebastião.
Prazo que fez o Cabido de uma vivenda em Vilar de Cima em São Miguel de Vila Cova, a Maria Luís, solteira, moradora no dito lugar.
Prazo que fez o Cabido de uma casa em Vilar de Cima em São Miguel de Vila Cova, termo de Braga, a Maria Gomes, moradora no dito lugar.
Prazo que fez o Cabido do casal do Requeixo em São Pedro da Cividade, termo da cidade de Braga, com privilégio das tábuas vermelhas a Domingos Ribeiro e sua mulher Maria Rosa Alvares de Castro, moradores no dito casal.
Prazo que fez o Cabido de umas casas, quintal, leira e hortas nas Molianas, com privilégio das Tábuas vermelhas, a Antónia Teresa Fernandes, mulher do capitão Custódio da Silva Peixoto, moradores no lugar da Pereira em São Pedro de Freitas.
Prazo que fez o Cabido do campo do Coucinheiro em Santa Maria de Palmeira, a Custódio Esteves Cerqueira de Amorim, morador na vila de Prado.
Prazo que fez o Cabido do casal de Toleiras em São João de Penselo, com privilégio das tábuas vermelhas, a Timóteo Luís da Cerveira Baldaia, morador em Santa Maria de Meinedo, concelho de Lousada. Foi procurador seu pai António de Mendonça Coelho Ferraz, com ele morador.
Arrendamento que fez o Cabido da renda de São Gens de Montelongo, por tempo de três anos, a Manuel Antunes, morador na dita freguesia, pelo valor de 456 mil e 500 reis.
Prazo que fez o Cabido de uma morada de casas e rocio na Rua dos Mercadores, a Maria Joana Cardoso, solteira, filha que ficou de Gregório da Costa Cardoso, moradora na dita rua.
Prazo que fez o Cabido de uma morada de casas com seu quintal na Rua das Flores ou Terreiro da Misericórdia, ao Sargento mor Pedro Pereira Guimarães, cavaleiro professo da ordem de cristo, morador na dita rua.
Prazo que fez o Cabido de uma morada de casas na Rua da Tulha ou Ferraria, a Tadeu Rodrigues da Mota e sua mulher Maria Teresa da Cruz, moradores no casal de Cedofeita na freguesia de Nossa Senhora da Oliveira.
Prazo que fez o Cabido de uma morada de casas de dois sobrados na Rua do Postigo do Campo da Feira, a António Barbosa, barbeiro, morador na dita rua.
Prazo que fez o Cabido de uma morada de casas de dois sobrado com seu quintal na Rua Travessa e Parota, ao padre Tomás Gomes da Silva, morador na dira rua. Foram antigamente possuídas pelo padre Manuel Ribeiro, Estêvão Fernandes, Jerónimo Jorge, de quem as houve por compra Dâmaso Fernandes.
Prazo que fez o Cabido do casal de Vila Verde em Santa Maria de Gémeos, com privilégio das tábuas vermelhas, a José Alvares Cardoso e sua mulher Agostinha Maria, moradores no dito casal.
Prazo que fez o Cabido de morada de casas sobradadas na Rua Nova das Oliveiras e Parota, a Cecília Teresa Peixoto, viúva de Domingos Fernandes Martins, moradora na Rua de Gatos.
Prazo que fez o Cabido da duas moradas de casas de um sobrado na Rua dos Fornos e Eirado, a Dom Jerónimo de Noronha do Amaral Castelo Branco, fidalgo da casa de sua majestade, morador na dita rua.
Prazo que fez o Cabido de uma morada de casas de dois sobrados com seu quintal na Rua de Alcobaça em São Paio, a Maria Teresa de Almeida, casada com António Luís Ribeiro de Castro, moradores em São Miguel de Taíde, concelho de Lanhoso. Foi procurador seu irmão António de Almeida Machado, morador na dita rua. Uma morada foi antigamente possuída por Martim Quincal, João Alvares, capelão, António Mendes, Cristóvão de Sampaio. E a outra foi possuída por Fernando Afonso, clérigo Diogo Ramalho, Margarida Gomes, o padre João Ramalho, António Mendes, Cristóvão de Sampaio, e depois o padre Brás Machado de Almeida, e Sebastião de Almeida Machado.
Prazo que fez o Cabido de uma morada de casas e quintal na Rua de Santa Luzia, a João da Cunha, escrivão da correição da vila, morador na dita rua.
Prazo que fez o Cabido de uma morada de casas arruinadas com seu quintal na Rua de Santa Maria, pegadas à viela do Pingalho, a José de Sousa de Carvalho menor, fidalgo da casa de sua majestade, com assistência de seu tio e tutor José de Sousa de Carvalho, filho que ficou de Caetano Baltazar de Sousa de Carvalho, moradores na dita rua. Foram antigamente possuídas por Manuel de Lemos, Cosme de Alvarenga, João Pinto de Carvalho, solteiro, da freguesia de Serzedelo, depois por Filipe de Sousa de Carvalho e Caetano Baltazar de Sousa de Carvalho.
Prazo que fez o Cabido de uma morada de casas de dois sobrados na Rua das Flores ou Terreiro da Misericórdia, a Gualter Correia Salgado, morador na dita rua.
Prazo que fez o Cabido de dois pedaços de terra, leiras de horta nas hortas das Molianas, a Maria Josefa da Silva, casada com António Francisco Barroso, mercador, moradores na Rua da Sapateira. Foram possuídas por Salvador Mendes, Baltazar Luís, António Machado da Guerra, Margarida Machado, o padre João Machado de Vasconcelos, e depois Inácio Machado Pinto, de quem as houve por compra Constantino Ribeiro da Silva.
Prazo que fez o Cabido de uma morada de casas de dois sobrados com seu quintal na Rua da Santa Maria, terreiro das freiras, a José de Sousa de Carvalho, menor, fidalgo da casa de sua majestade, com assistência de seu tio e tutor José de Sousa de Carvalho, filho que ficou de Caetano Baltazar de Sousa de Carvalho, moradores na dita rua. Foram emprazadas a 4 de janeiro de 1581 a João Afonso, depois José de Sousa de Carvalho e sua mulher Dona Serafina da Silva, depois por Caetano Baltazar de Sousa de Carvalho.
Prazo que fez o Cabido de uma morada de casas com seu quintal na Rua Nova das Oliveiras e Parota, ao Padre Francisco Vaz Machado, morador na dita rua. Antigamente foi de Inácia de Abreu, emprazadas a Francisca de Abreu, solteira, e depois pelo padre João Lopes de Sá, e depois possuídas por João Dias Mendes, aquém arrematou Dom Pedro Gomes, de quem as houve Luís Correia dos Santos, da cidade do Porto.
Prazo que fez o Cabido do casal de Urgezes em Santo Estevão de Urgezes, a José Crespo de Almeida, solteiro, morador no Paço de Cima na dita freguesia.
Prazo que fez o Cabido de uma morada de casas na Rua de Gatos, a João de Oliveira, morador na dita rua.
Prazo que fez o Cabido de um terço do casal da Touroa em Santa Maria de Palmeira, a António Alvares Pereira, morador no dito terço do casal.
Prazo que fez o Cabido de umas casas na traseira de São Domingos, com privilégio das tábuas vermelhas, a José António de Carvalhais Mascarenhas, morador na Rua Travessa e Parota.
Prazo que fez o Cabido do casal do Marnelo em Santa Maria de Vila Nova de Sande, com privilégio das Tábuas Vermelhas a Bartolomeu de Faria e Andrade Freire Ribeiro e Sousa e mulher Dona Benisia Antónia da Silva Araújo Barbosa e Castro, moradores na sua quinta e morgado de Torrados.
Prazo que fez o Cabido de um quintal na Rua de Santa Maria, a Gonçalo Peixoto de Carvalho, fidalgo da casa de sua majestade, morador na dita rua.
Obrigação que fez Manuel de Araújo, lavrador, morador no lugar de Fermil de Baixo em São Miguel das Caldas, ao Cabido.
Prazo que fez o Cabido de casa e rocio na Rua Travessa e Parota, a Guiomar Bernarda de Miranda, viúva de Manuel Alvares Cardoso, moradora em Santa Maria de Oliveira, concelho de Mesão Frio.
Prazo que fez o Cabido de uma morada de casas de dois sobrados com seu rocio na Rua Travessa e Parota em São Sebastião, a Catarina Josefa, solteira, moradora na Rua Nova das Oliveiras.
Prazo que fez o Cabido de um terço do casal do Rio em Fato, com privilégio das tábuas vermelhas a António Peixoto Teles de Meneses Leite, morador na quinta de Fornelos em Santa Comba de Fornelos.
Prazo que fez o Cabido do casal de Amarante em Fato, em Santa Marinha da Costa, com privilégio das tábuas vermelhas, a Francisca Maria, solteira, com autoridade de seu pai João de Araújo, viúvo de Ana Francisca Luísa, moradores no dito casal.
Prazo que fez o Cabido de uma morada de casas com seu quintal nas Traseiras da Rua Travessa, com privilégio das tábuas vermelhas, ao doutor José António de Carvalhais Mascarenhas, morador na dita rua.
Prazo que fez o Cabido de uma morada de casas de dois sobrados na Rua Nova do Muro, a Manuel Batista, sapateiro, morador na dita rua.
Prazo que fez o Cabido de uma morada de casas, horta e lameirinho nas Molianas, a Maria Joana de São Beno, casada com João José, moradores em Santa Marinha de Mogege. Foram antigamente possuídas por Francisco Mendes Lobeiro, Jerónimo Nogueira, Margarida Mendes, Sebastião Pereira Mendes, Maria Pereira, solteira, filha de Sebastião Pereira Mendes, e depois possuídas por Joana de Melo e Maria Ribeiro e seu marido Simão Ferreira, e o capitão João Ferreira, de quem as houve por doação a dita Maria Joana de São Bento.