Search results

48 records were found.

Prazo que fez o Cabido do casal do Souto em São Bartolomeu de São Gens, a José Gonçalves, morador no dito casal.
Prazo que fez o Cabido do casal de Cortinhas em Santo André de Codeçoso, a Manuel Jorge e sua mulher Maria da Silva, lavradores, moradores no dito casal
Prazo que fez o Cabido de casas e leiras nas Hortas do Prior, a Dom Brás Baltazar da Silveira, morador na cidade de Lisboa.
Prazo que fez o Cabido do casal de Vila Cova em Santa Comba de Fornelos, a Agostinho Soares de Barros e sua mulher Joana Maria de Abreu, moradores na Rua de Fafes.
Prazo que fez o Cabido do casal Ermo em São João de Calvos, e casas com seu quintal na Rua do Gado, a Fernando Teles da Silva, do conselho de sua majestade e seu monteiro-mor do reino.
Prazo que fez o Cabido de uma morada de casas na Rua de Santa Luzia, a Luísa da Costa, mulher de Jerónimo Ribeiro da Cruz, koradora na dita rua.
Prazo que fez o Cabido de uma morada de casas na Rua de Santa Luzia, a Jerónimo Ribeiro da Cruz, escrivão da correição desta vila, morador na dita rua.
Prazo que fez o Cabido do casal da Sabugosa de Cima em São Romão de Rendufe, a Manuel Vieira da Silva e sua mulher Rosa Maria Vieira, moradores no dito casal.
Arrendamento que fez o Cabido dos frutos da igreja de São Pedro de Azurém, a Francisco da Silva, sapateiro, morador na Rua Nova do Muro, por três anos, pelo valor de 320 mil reis.
Prazo que fez o Cabido de casas sobradadas na Rua de Couros, a António da Costa e sua mulher Maria Peixoto, moradores no lugar da Casa Velha em Santo Estêvão de Urgezes.
Arrendamento que fez o Cabido dos frutos do Vinho de São Paio de Moreira de Cónegos, a Brás Pereira, cereiro, morador no Toural,
Arrendamento que fez o Cabido dos frutos da igreja de Santa Maria de Silvares, a Gregório Pereira, morador no fim da Rua das Molianas, por três anos, pelo valor de 301 mil reis.
Prazo que fez o Cabido do casal da Quintã em São Salvador de Gandarela, a Francisco Rodrigues de Abreu e sua mulher Senhorinha Bernarda da Silva, moradores no casal de Mesão Frio em São Tiago de Ronfe.
Arrendamento que fez o Cabido dos frutos da igreja de São Mamede de Aldão, a Torcato Fernandes, solteiro, morador no lugar da Aldeia de Baixo em São Pedro Fins de Gominhães, por três anos, pelo valor de 119 mil e 500 reis.
Arrendamento que fez o Cabido dos frutos da igreja de São João de Ponte, a Domingos Dias, morador na Rua de Santa Maria, por três anos, pelo valor de 556 mil reis.
Arrendamento que fez o Cabido dos frutos da igreja de São Bartolomeu de São Gens, a José de Sousa, lavrador, morador no lugar da Pica na dita freguesia, por três anos, pelo valor de 470 mil reis.
Prazo que fez o Cabido do casal da Ribeira do Fundo de Baixo em São João de Ponte, a Dona Luísa Maria Pereira, mulher de Baltazar Vieira de Vasconcelos, moradores na Rua do Gado.
Prazo que fez o Cabido do casal de Fernandinho e Picouto e Fundevila em Santa Eulália de Arnoso, termo de Barcelos, a António Correia de Carvalho, morador na Rua das Águas na cidade de Braga.
Prazo que fez o Cabido da quinta do Pinheiro e outras terras em Santo André de Telões, a João Dias Vieira, tabelião de publico judicial e notas, e sua mulher Maria Caetana Ribeiro de Mesquita, moradores na Rua Nova das Oliveiras.
Prazo que fez o Cabido do casal do Bairro de Baixo, com privilégio das tábuas vermelhas, em Santa Maria de Atães, a Luísa Teresa de Carvalho, solteira, filha que ficou de Simão de Carvalho, moradora no Terreiro das Freiras de Santa Clara.
Prazo que fez o Cabido de uma morada de casas sobradadas com seu rossio, na Rua da Portela e Terreiro da Misericórdia da Vila de Amarante, a Manuel de Macedo, clérigo in minoribus, morador no lugar de Laboriz em Santo André de Telões.
Prazo que fez o Cabido do casal de Abadões em Santa Maria de Antime, a Cristóvão da Cunha Ribeiro e sua mulher Maria da Conceição e Silva, moradores no dito casal.
Prazo que fez o Cabido de um campo chamado Almoinha no lugar da Carrapatosa, onde um dia se chamou Hortas do Prior, a Pedro de Melo e Ataíde e sua mulher Dona Isabel Catarina Caetana de Meneses e Faro, moradores na cidade de Lisboa. Foi procurador Manuel Coelho de Vasconcelos, cavaleiro professo da ordem de cristo, morador na vila.
Prazo que fez o Cabido de uma morada de casas na Rua de Santa Luzia, a Sebastião Ferreira Cardoso, estudante, morador na dita rua.
Arrendamento que fez o Cabido dos frutos da igreja de São Tomé de Caldelas, a Custódio Luís de Matos, solteiro, morador no lugar do Assento na dita freguesia, por três anos, pelo valor de 87 mil reis.
Prazo que fez o Cabido de um campo chamado Almoinha no lugar da Carrapatosa, onde um dia se chamou Hortas do Prior, com privilégio das tábuas vermelhas, a Pedro de Melo e Ataíde e sua mulher Dona Isabel Catarina Caetana de Meneses e Faro, moradores na cidade de Lisboa Ocidental. Foi procurador Manuel Coelho de Vasconcelos, cavaleiro professo da ordem de cristo, morador na Carrapatosa.
Prazo que fez o Cabido do casal da Longra e outras terras de Faldejães em Santo André de Telões, a António da Silveira, morador no dito casal da Longra.
Prazo que fez o Cabido de parte do casal do Assento em Santo André de Telões, a António Mendes e sua mulher Rosa Maria, moradores no dito casal.
Prazo que fez o Cabido da quinta de Sobretelões em Santo André de Telões, ao capitão Manuel da Cunha Coutinho e sua mulher Luísa Teresa de Sousa, moradores na dita quinta.
Prazo que fez o Cabido do casal da Covilhã em Santo André de Telões, a João da Fonseca, solteiro, morador no dito casal.
Prazo que fez o Cabido do casal do Barral e Frazões, com privilégio das tábuas vermelhas em São João da Folhada, concelho de Gouveia de Riba Tâmega, a António Alvares, solteiro, morador no dito casal.
Prazo que fez o Cabido do casal da Quebrada do Loureiro de Cima em São Tiago de Rebordões, termo da cidade do Porto, ao reverendo Custódio Alvares Manuel, morador no dito casal.
Prazo que fez o Cabido de um terço do casal do Lodeiro em Santo André de Telões, a Francisco Alvares e sua mulher Sebastiana Rodrigues, lavradores, moradores no dito casal.
Prazo que fez o Cabido de metade do casal do Assento em São Mamede de Aldão, a Bento Francisco e sua mulher Maria do Canto, lavradores, moradores no dito casal.
Prazo que fez o Cabido do casal da Quintã e Socorro em Santo Tirso de Prazins, a Leão de Macedo, morador no dito casal.
Prazo que fez o Cabido do casal de Carude em São Mamede de Escariz, termo da vila de Prado, com privilégio das tábuas vermelhas, a Dona Mónica Isabel de Brito e Távora, viúva de Estanislau de Azevedo e melo, moradores em Vila do Conde. Foi procurador João Leite de Arrochela Laborão, morador na Rua da Caldeiroa.
Prazo que fez o Cabido de casas e campo que saiu da quinta de Fremil em São Miguel das Caldas, a Manuel de Sande de Vasconcelos e sua mulher Dona Ana da Rocha de Vasconcelos, moradores na cidade de Lisboa.
Nova fiança que deu Domingos Gonçalves, de Santo Estêvão de Briteiros, à renda de Santo Emilião
Prazo que fez o Cabido de casas e terras que saíram do casal do Fundo em Santo André de Codeçoso, a Bento da Silva e sua mulher Andreza da Silva, morador no dito casal.
Prazo que fez o Cabido de parte do casal do Assento em Santo André de Telões, a Josefa Carvalho, solteira, moradora no dito casal.
Prazo que fez o Cabido do casal de Soalhães junto ao Mosteiro de São Francisco nesta vila, a Ana Josefa Monteiro de Almeida, assistente na quinta do Assento em Santo Estêvão de Urgezes.
Arrendamento que fez o Cabido dos frutos da igreja de São Miguel do Paraíso, a Manuel da Rocha, alfaiate, morador na Rua da Torre Velha, por três anos, pelo valor de 140 mil reis.
Prazo de uma leira de terra em Soalhães, a que chamam as hortas de baixo, a Catarina Peixoto, viúva, moradora no Campo da Feira.
Prazo que fez o Cabido de um campo, com privilégio das tábuas vermelhas, na Rua de Couros e Ramada, a Jerónimo Ribeiro de Castro, mercador de livros, morador na Rua dos Mercadores.
Contrato de sujeição e sorrogação de foro que fez ao Cabido, Catarina Peixoto, viúva de Pedro da Costa, moradora no Campo da Feira, e António da Costa e sua mulher, moradores no lugar da Casa Velha em Santo Estêvão de Urgezes, pela terra em Soalhães que era do Cabido, e hoje possuem os padres de São Francisco, ficando obrigadas à satisfação do foro casas na Rua de Couros e uma leira de terra nas hortas da Ramada.
Prazo que fez o Cabido de casas e leiras nas Hortas do Prior, a Dom Brás da Silveira, do conselho de sua majestade, mestre de campo general dos seus exércitos, senhor da vila de São Cosmado, comendador da ordem de cristo, governador das armas província da beira.
Prazo que fez o Cabido do casal de Conqueiros e Ramada em Santo André de Codeçoso, a Jerónimo da Silva e sua mulher Doroteia da Silva, lavradores, moradores no dito casal.
Prazo que fez o Cabido do casal do Bairro e Sobral em Salvador de Figueiredo no Couto de Vimieiro, a Jerónimo Francisco, lavrador, e sua mulher Joana Martins Ribeiro, moradores no dito casal.