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Declara a satisfação que sentiu por Alfredo Pimenta se ter lembrado dele. Deseja boas férias.
Tece comentários elogiosos ao artigo «O Cavalo de Troia», de Alfredo Pimenta. Destaca a faceta aguerrida de Alfredo Pimenta.
Agradece os cinco artigos enviados por Alfredo Pimenta em resposta a Carlos Olavo. Revela o quanto se divertiu com eles, bem como os vários amigos a quem os deu a ler.
Agradece os elogios de Alfredo Pimenta à sua casa. Dá informações sobre os diversos painéis e legendas da casa, revela os autores e o significado.
Faz referência à quadra que escolheu para colocar no pátio, à entrada da sala de jantar. Indica o dia em que esteve na casa de Alfredo Pimenta.
Deseja boas festas. Faz referência aos postais ilustrados da sua casa.
Pede desculpa por não ter acompanhado um recorte que enviou com algumas palavras. Revela a intenção de, em conjunto com amigos admiradores de Alfredo Pimenta, organizar um jantar de homenagem.
Deseja boas festas. Declara ter estranhado que Alfredo Pimenta não tivesse concorrido ao prémio sobre Eça de Queirós. Critica o que se tem escrito à volta daquele escritor.
Envia um número do Jornal de Notícias no qual são feitas referências elogiosas a Alfredo Pimenta.
Deseja boas festas. Relata a vida que tem em Vila do Conde e põe a sua casa à disposição de Alfredo Pimenta.
Envia um grande abraço. Questão da Academia Portuguesa da História - Em 12 de maio de 1943, Alfredo Pimenta apresenta à Academia Portuguesa de História um trabalho sobre a necessidade de se repor a verdadeira data da descoberta do Brasil. Aguardou resposta, mas a única correspondência que recebeu foi uma circular da Academia a participar que nenhum académico poderia apresentar comunicações no período antes da ordem do dia. Desde logo, soube que aquela circular lhe era dirigida, pois era o único académico que adotava este procedimento. Não deu importância ao conteúdo da circular, pois o que lhe interessava era receber resposta da sua proposta de trabalho da reposição da data do descobrimento do Brasil. Indagou a Academia sobre este assunto, que retorquiu não terem recebido o trabalho em apreço. A partir desse momento, Alfredo Pimenta fica indignado e declara que não voltava aos trabalhos na Academia enquanto que a doutrina da circular não fosse retirada (académicos não poderem intervir antes da ordem do dia). Em 21 de Junho de 1946, de acordo com o artº 14º dos Estatutos da Academia Portuguesa de História, aceitou a renúncia de Alfredo Pimenta de académico, com a justificação de que não frequentava as sessões nem colaborava há mais de três anos. Alfredo Pimenta nunca teve intenção de renunciar e protesta junto de várias entidades sobre esta decisão do Conselho da Academia. Recorre ao Supremo Tribunal Administrativo, mas a sua pretensão é rejeitada no acórdão de 25 de julho de 1947. Este Tribunal considera-se incompetente em razão da matéria para conhecer o fundo da questão. Alfredo recorre ao Ministério da Educação Nacional e, em 29 de agosto de 1947, a Direção Geral do Ensino superior e das Belas Artes, emite um parecer acompanhado pelo despacho ministerial favorável à pretensão de Alfredo Pimenta restituindo-lhe a cadeira.
Envia sete obras de Alfredo Pimenta para este autografar.
Envia uma crónica sobre Coimbra da autoria de Octaviano de Sá, na qual fala de Alfredo Pimenta.
Relata a sua passagem por Espanha. Desvaloriza a questão de Arruela e aconselha Alfredo Pimenta a ignorá-lo.
Informa que, logo que chegue o livro que pediu, o enviará a Alfredo Pimenta.
Conta que foi a casa de Alfredo Pimenta e, como ninguém respondeu, deixou um cartão debaixo da porta. Refere que esteve em Braga, no Palácio dos Biscainhos, a casa do Visconde Paço Nespereira, que é um grande admirador de Alfredo Pimenta. Relembra o pedido da quadra para a entrada exterior da sua casa de jantar.
Felicita Alfredo Pimenta pela resposta que deu a [Carlos] Olavo.
Envia um abraço a Alfredo Pimenta depois de este ter sido atacado por Carlos Olavo. Pede a Alfredo Pimenta para lhe enviar a crítica que fez ao “João das Regras”.
Agradece os livros. Destaca uma resposta dada por Alfredo Pimenta nos “Meus elementos de História de Portugal”. Desvaloriza os inimigos de Alfredo Pimenta.
Informa que acaba de receber o livro de Manuel Laranjeira pretendido por Alfredo Pimenta. Justifica que é uma 2.ª, e não uma 1.ª edição, tal como pretendia
Pede para enviar, pela portadora, dois livros de Alfredo Pimenta que fazem referência a Camilo. Avisa que procurará Alfredo Pimenta para combinarem a publicação da carta inédita de um escritor.