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Os juízes da oficina dos sapateiros e mais administradores da Albergaria do Anjo obtiveram sentença contra José Fernandes e sua mulher por causa dos cavaletes que estes levantaram na presa da Rua de Couros.
Carta de Sentença cível dada por D. João VI, dos suplicantes os oficiais da Irmandade de São Crispim e São Crispiniano contra os apeladores Luísa Maria Joaquina de Macedo, com autoridade de seu marido António Vieira. Luísa Maria Joaquina, como herdeira de seu pai, pretende que a Irmandade do Anjo lhe faça prazo das casas na Rua Nova do Muro. Foi passada carta e sentença e imputadas as custas à apelante Maria Luísa. Subscrita pelo escrivão Manuel Ferreira da Silva.
Sentença cível entre a Confraria do Hospital e Catarina Anes, viúva moradora no Casal do Outeiro, freguesia de Santa Eufémia de Prazins, sobre o referido casal.
Sentença cível da oficina dos sapateiros sobre a confirmação dos seus estatutos.
Sentença cível de título e guarda e conservação da Irmandade do Anjo da Guarda.
Sentença cível de carta de arrematação passada a favor do arrematante, António José da Fonseca, do lugar de Paços, freguesia de São Miguel de Gonça, do termo de Guimarães.
Sentença da Relação do Porto, que contém informação referente a umas casas na rua dos Mercadores e palheiros na viela do Anjo.
Sentença cível dada na Relação do Porto a favor da apelante Irmandade do Anjo da Guarda contra a apelada Irmandade da Misericórdia, relativamente a enterramentos.
Sentença de força nova movida pelos oficiais do oficio de surradores contra os administradores da Albergaria do Anjo.
Sentença cível da Irmandade do Anjo contra os réus Francisco de Sousa e João Francisco e suas respetivas mulheres sobre uma morada de casas sobradadas sitas na Rua Nova do muro, com seu quintal e rocio, pertença da Irmandade
Carta de sentença do Duque de Guimarães tendo como autores os oficiais da Confraria da Rua da Sapateira e réus Duarte Alvares e sua mulher Catarina Gonçalves, lavradores, moradores no casal da Baralha, freguesia de Santa Maria de Silvares. Os autores demandaram aos réus sobre metade do campo de Fonte Cova e Casal do Outeiro, sitos na freguesia de Matamá.
Carta de arrematação e sentença de umas casas e rendas, que foram do Abade de Torrados, atrás de Santiago, que são da Confraria de Santa Maria dos Sapateiros, em posse de Afonso Anes o Bom, que as dá em pregão para quitar dívida à fazenda Real da metade da sisa dos panos que trazia arrendada do ano de 1437. Após andarem em pregão as ditas casas foram arrematadas em 23-04-1438 por Pedro Domingues, vassalo de El Rei e mercador, pelo preço lançado de oito mil reais brancos, de trinta e cinco libras o real.
Sentença da quarta parte de umas leiras de herdade situadas no casal de Fundo de Vila, na freguesia de São Miguel de Gonça, que move a Confraria dos Sapateiros Gonçalo Afonso e sua mulher Margarida Afonso e seus filhos. As referidas propriedades foram deixadas à Confraria, por Pedro Gonçalves, caixeiro, que faleceu no Hospital da dita Confraria. Inclui instrumento de posse dada em mandado e autoridade a 20 de setembro de 1518 que fez a Confraria dos Sapateiros de um quarto do casal de Fundo de Vila e de uma Bouça. Inclui sentença cível datada de 16-nov-1521 que move a Confraria aos herdeiros de Pedro Gonçalves por se recusarem a largar as herdades pertença do dito defunto e contantes do quinhão de sua herança. As terras dos réus foram deixadas à dita Confraria por Pedro Gonçalves, doente que faleceu no Hospital, que faleceu no mês de Janeiro de 1517 e havia feito testamento por palavra perante testemunhas, que deixava à dita Confraria as ditas herdades, alertando o juiz ordinário da vila João de Andrade para registar a vontade do defunto. São seus herdeiros João Martins do Barregão da freg de S. Estevão de Briteiros e Senhorinha Martins de Teire, mulher de Pedro Gonçlaves, da freguesia de Garfe e João Afonso de Paços de Gonça e Genebra Anes viúva que foi de Gonçalo Martins de Segade, renunciando estes à referida herança.