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Comunica a revogação do Decreto de banimento da Família de Bragança. Salienta esta primeira vitória da causa monárquica e a importância de Alfredo Pimenta no processo.
Agradece o altruísmo e a amizade de Alfredo Pimenta. Revela tranquilidade pelos acontecimentos que chegam da Alemanha. Expressa vontade em obter a nacionalidade portuguesa.
Relata as notícias provenientes da Alemanha sobre a perseguição a alemães apoiantes de Adolf Hitler. Solicita ajuda para não ser repatriado. Participa o arrendamento de uma quintinha perto do Porto.
Felicita Alfredo Pimenta pelo artigo na “A Nação”, no âmbito da luta com a Academia Portuguesa de História. Comenta o papel de Portugal na reconstrução moral da Europa e do Mundo. Desabafa a dificuldade em ser alemão e não poder intervir na opinião pública. Questão da Academia Portuguesa da História - Em 12 de maio de 1943, Alfredo Pimenta apresenta à Academia Portuguesa de História um trabalho sobre a necessidade de se repor a verdadeira data da descoberta do Brasil. Aguardou resposta, mas a única correspondência que recebeu foi uma circular da Academia a participar que nenhum académico poderia apresentar comunicações no período antes da ordem do dia. Desde logo, soube que aquela circular lhe era dirigida, pois era o único académico que adotava este procedimento. Não deu importância ao conteúdo da circular, pois o que lhe interessava era receber resposta da sua proposta de trabalho da reposição da data do descobrimento do Brasil. Indagou a Academia sobre este assunto, que retorquiu não terem recebido o trabalho em apreço. A partir desse momento, Alfredo Pimenta fica indignado e declara que não voltava aos trabalhos na Academia enquanto que a doutrina da circular não fosse retirada (académicos não poderem intervir antes da ordem do dia). Em 21 de Junho de 1946, de acordo com o artº 14º dos Estatutos da Academia Portuguesa de História, aceitou a renúncia de Alfredo Pimenta de académico, com a justificação de que não frequentava as sessões nem colaborava há mais de três anos. Alfredo Pimenta nunca teve intenção de renunciar e protesta junto de várias entidades sobre esta decisão do Conselho da Academia. Recorre ao Supremo Tribunal Administrativo, mas a sua pretensão é rejeitada no acórdão de 25 de julho de 1947. Este Tribunal considera-se incompetente em razão da matéria para conhecer o fundo da questão. Alfredo recorre ao Ministério da Educação Nacional e, em 29 de agosto de 1947, a Direção Geral do Ensino superior e das Belas Artes, emite um parecer acompanhado pelo despacho ministerial favorável à pretensão de Alfredo Pimenta restituindo-lhe a cadeira.
Deseja festas felizes. Comenta sobre acontecimentos relacionados com a divisão da Alemanha.
Deseja uma Páscoa feliz. Participa a mudança para o Porto devido a questões profissionais.
Transmite os cumprimentos do amigo e compatriota para Alfredo Pimenta.
Trata de expor algumas folhas em língua alemã sobre a história dos regentes de Portugal para Alfredo Pimenta examinar.
Sugere uma data para o cumprimentar. Aguarda confirmação.
Manifesta contentamento com o andamento do processo e a isenção da multa. Comenta assuntos da política internacional.
Refere a notícia do semanário “A Nação” sobre a estadia na casa da Madre de Deus de Alfredo Pimenta. Participa a intenção de passar em Guimarães e encontrar-se com ele.
Participa o envio de uma tabela dos reis e rainhas regentes de Portugal para revisão e eventual correção que Strasen pretende publicar.
Deseja uma Feliz Páscoa. Tece comentário sobre o rumo da humanidade. Informa que o Ministério da Educação ainda não respondeu.
Comenta sobre o falecimento de alguém conhecido de ambos. Agradece a presença e as palavras de Alfredo Pimenta no cemitério.
Solicita encontro em casa de Alfredo Pimenta. Aguarda confirmação.
Comenta sobre a sua mudança de residência e a atividade agrícola. Traça um retrato sobre Arcos de Valdevez e compara-a com uma vila do Sul da Alemanha. Manifesta satisfação pelo reconhecimento de muitos portugueses da importância de Alfredo Pimenta.
Tece elogios aos artigos de Alfredo Pimenta no semanário “A Nação”. Comenta sobre a sua atividade agrícola. Refere o repatriamento de compatriotas seus e as notícias provenientes da Alemanha.
Elogia o comportamento e amizade de Alfredo Pimenta para com o alemão. Comenta as notícias da Alemanha sobre pessoas especializadas a executar trabalhos de carpinteiros, trolhas, etc.
Comenta a atividade rural na quinta e os benefícios sobre si e família. Tece comentários a artigos dos jornais “Tradição“ e “O Primeiro de Janeiro”, destacando o artigo sobre Nuremberga e o discurso de Oliveira Salazar. Enaltece os homens e os valores em Portugal. Fala sobre o embarque de compatriotas para Alemanha que estavam sobre vigilância de agentes da Polícia Internacional e de Defesa de Estado.
Comenta sobre a sua nova vida associada a atividade agrícola. Elogia o acolhimento de Portugal aos estrangeiros e a oposição ao bolchevismo.
Trata da entrega de uma declaração a recusar a ida para Alemanha. Contém anexo carta e respetiva tradução com os motivos da recusa.
Comenta sobre a sua vida como agricultor e como pai. Refere a visita do General Franco. Elogia os ideais seguidos em Portugal. Tece comentários à política seguida pela Alemanha.
Trata sobre indicar um especialista para o problema de saúde de Alfredo Pimenta.
Deseja boa Páscoa. Comenta [artigo] do jornal “A Nação”, de Alfredo Pimenta.
Explica o que sabe sobre a “doença” do vinho. Sugere, em estado adiantado, a consulta ao Laboratório do Instituto dos Vinhos Verdes.
Fica sensibilizado pelo postal e carta enviados por Alfredo Pimenta. Pretende fazer uma visita para agradecer pessoalmente.
Deseja um ano novo muito feliz. Reporta-se ao seu emprego.
Participa o envio de notícia do "O Comércio do Porto" sobre o julgamento de Nuremberga e comenta.
Acusa a receção das listas corrigidas. Participa a carta de Alfredo Pimenta, na posse do Sr. Strasen, com explicações sobre os Reis de Portugal.
Tece comentários a artigos de “A Nação”. Salienta que o problema está na educação da juventude. Revela outros interesses além da agricultura.
Menciona que aguarda autorização do Instituto Nacional de Trabalho para constituir uma sociedade. Comenta sobre austríacos que estão em Ponta da Barca a ser socorridos pela Cáritas.
Comenta a vida árdua de trabalho. Fala sobre a sua família.
Manifesta a intenção de efetuar uma promessa à Nossa Senhora de Fátima pela proteção demonstrada pelos amigos portugueses a ele e família. Solicita continuação desta proteção para um amigo alemão, Sr. Fritz Schubeius. Contém anexo cartão de Friedrich Wilhelm Schubeius.
Felicita Alfredo Pimenta pela nomeação para Diretor da Torre do Tombo. Revela satisfação pela leitura do livro “Contra a Democracia”. Tece comentários ao resultado das eleições. Refere a descoberta do “ninho dos bolchevistas”. Comenta sobre a sua família e a vida na quinta, em Carregadouro. Lastima o que está acontecer à Alemanha e aos compatriotas.
Solicita uma visita para apresentar um compatriota, leitor do jornal “A Nação”. Informa sobre os progressos da sua agricultura.