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Identification
Description level
Subseries
Reference code
PT/AMAP/FAM/AALP/01-02-02/001-5704
Title
RESENDE, Sebastião Soares de. 1906-1967. padre
Title type
Atribuído
Holding entity
Arquivo Municipal Alfredo Pimenta
Initial date
1938
Final date
1938-11-19
Dimension and support
3 doc.; papel
Context
Biography or history
Nasceu em Milheirós de Poiares (Santa Maria da Feira) a 14 de julho de 1906, e faleceu a 25 de janeiro de 1967. Entra no Seminário de Vilar no ano letivo 1923-1924 para o primeiro ano do antigo curso de preparatórios. Logo demonstra dotes de grande aplicação ao estudo. Toda a vida académica seria marcada por provas evidentes de afeição ao trabalhe. Recebe prémios literários como testemunho gratificante do esforço demonstrado. Em 1926 matriculou-se em teologia no Seminário Maior do Porto. Era Vice-Reitor o Cónego Dr. António Ferreira Pinto, e foram seus professores também: António Bernardo da Silva (1872-1932); Manuel Maria Ferreira da Silva (1888-); Francisco Correia Pinto (1P73- -1952); Manuel Pereira Lopes (1880-1969); João Francisco dos Santos (1891 -); António Joaquim Pereira; Manuel José de Sousa (18^1-). Eram professores, desde 1926, de canto gregoriano e música: Vitorino Caetano Martins Pereira e de cerimónias: José Marques da Silva. Foi dos alunos mais altamente classificados. Recebeu a 14 de Outubro de 1928, em sessão solene, o diploma de aprovação plena destes anos que constituíam o curso de Teologia. É ordenado padre poucos dias depois, a 21 de Outubro. E a bispo D. António Barbosa Leão (1919-1929) e coadjutor D. António Augusto Castro Meireles, que foi quem o ordenou. No dia da ordenação celebrou a primeira missa na qual pregou o seu condiscípulo P. Moreira das Neves, ainda diácono. As qualidades demonstradas pelo novo sacerdote levam o bispo a pedir-lhe para aprofundar os estudos em Roma. Desde a vinda de Roma até ser eleito Bispo dedicou o tempo ao estudo da história da teologia e do pensamento católico português. Gastou alguns destes anos (1933-1938) «distribuindo avaramente as horas pelo cumprimento dos [...] deveres e pelo trabalho persistente da preparação da tese» . Tinha, o ainda P. Sebastião, «consciência plena do valor do apostolado intelectual». E este desejo não era uma pura veleidade teórica, pois sustentava-a um homem que fundia «as suas resoluções numa persistência metálica». A determiná-lo para este trabalho não esteve um simples «impulso carnal», mas uma «convicção cada vez mais radicada no meu espírito de que neste quartel do século XX [1925-1950] se precisa muito de um forte movimento intelectual de doutrinação filosófica e teológica bem orientada». Era um projeto que animava estes anos de investigação, quase uma «cruzada espiritual», no clima de «bem doseado nacionalismo» para «atrair para as fileiras da vanguarda a juventude» e daí convencer as elites e conquistar a multidão. Defende que a Teologia é essencial a uma Universidade.In: https://repositorio.ucp.pt/bitstream/10400.14/4914/1/LS_S2_06_20CarlosAMAzevedo.pdf
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Comunicável.
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