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A publicação da obra "A Tragédia Nacional" de José Arruela; o anúncio de uma resposta a esta publicação com o livro "Para a história das relações entre Portugal e a Alemanha (1885-1914)"; criticas à censura.
O discurso do presidente americano sobre a ocupação dos Açores e de Cabo Verde; a designação de António Ferro para director da Emissora Nacional.
A censura e o facto de Oliveira Salazar não o defender.
A possibilidade da Rainha D. Amélia regressar em Portugal.
A doença e o que isso afeta o seu trabalho. A guerra e o pós-guerra.
O julgamento do Marechal Petáin e a imprensa nacional; a "imbecil" censura.
A vitória das democracias e o posicionamento de Portugal.
O aniversário de Oliveira Salazar enquanto Presidente do Conselho.
Índice referente ao ano de 1942.
Lamento por o Governo não o defender das calúnias que tem sido alvo.
Envio de livros e a possibilidade de defesa de uma acusação feita pela revista "Brotéria".
Os cortes da censura num artigo para a revista Esfera.
Artigos elogiosos a Oliveira Salazar publicados na revista Esfera.
A confirmação da receção de dois artigos sobre o problema dos criminosos de guerra.
A instabilidade internacional, os inimigos do Estado, o papel da censura, a República e a Monarquia como solução do problema político nacional.
A publicação de dois artigos sobre os criminosos de guerra; as declarações de Francisco Franco, à United Press, sobre a Alemanha; Josef Estaline e as potências ocidentais.
A possibilidade da rainha D. Amélia ter sido levada, de Paris, pelos Alemães e as negociações entre Portugal e o Japão sobre Timor.
Autorização para publicar um artigo relacionado com os criminosos de guerra.
A situação política nacional e a rejeição da democracia.
Critica a publicação de um artigo de Aquilino Ribeiro e um outro de Queiroz Veloso.
Publicação de um comentário à declaração do governo sobre os criminosos de guerra.
O Pacto Germano-Soviético e o posicionamento da imprensa nacional.
Envio de uma foto que parece sugerir a imagem de Oliveira Salazar na base de uma capela no Largo dos Trigais, em Guimarães.
Lamenta que Oliveira Salazar o ignore e envia um artigo censurado.
Agradecimento por Oliveira Salazar não ver razão para destruir a sua última carta.
Reação a um discurso de Oliveira Salazar em que desvaloriza as consequências que a guerra pode trazer às democracias e aos regimes de autoridade.
A proclamação de Oliveira Salazar ao país; a publicação de um opúsculo e o silêncio na imprensa; a obra literária de Rocha Martins; a propaganda eleitoral.
O caso do Banco de Portugal e do Fonseca, Santos & Viana.
Desmente as informações caluniosas que circulam sobre o seu genro, Luís de Sousa Monteiro.
As dificuldades em colaborar com a imprensa; a situação política do Brasil, os presidente dos Estados Unidos da América.
O discurso de Oliveira Salazar proferido no Ministério do Interior.
Índice referente ao ano de 1940.
A correspondência de Oliveira Salazar com opositores e a impossibilidade de colaborar na imprensa.
A publicação do artigo «Portugal e a Guerra» em que defende a neutralidade de Portugal no conflito.
A neutralidade portuguesa, o sentido da Guerra e as suas consequências.
Sugere que Oliveira Salazar convide D. Duarte a acolher-se em território nacional.
A transmissão da BBC, no Largo do Toural, em Guimarães.
A violação da correspondência pelos ingleses; o pensamento de Salazar; a Concordata entre a Santa Sé e a República Portuguesa; a visita da família real a Portugal.
Felicita Oliveira Salazar pela Concordata celebrada com a Santa Sé.
A Concordata entre a Santa Sé e a República Portuguesa.
Confirmação do envio de uma carta e dos opúsculos históricos.
Uma sessão de propaganda da União Nacional, no Porto.
Questiona sobre Macau; conferência sobre a Tradição da Nacionalidade.
O silêncio de Salazar; a irritação com o último telegrama; a vista do presidente do Conselho a Guimarães.
A possibilidade de recuperar uns livros apreendidos pela polícia.
A América, a Europa e o domínio da Rússia; o problema político português.
A distribuição dos prémios literários de 1936, do Secretariado de Propaganda Nacional. Questão dos Prémios Literários de 1936 do Secretariado de Propaganda Nacional - Em 1936, A. P. contesta, evocando o regulamento que presidia a este concurso, cujo júri tinha como presidente António Ferro do S. P. N. a preterição do seu livro "D. João III" a favor do II tomo da "Etnografia Portuguesa" do Prof. Leite de Vasconcelos que, na opinião de A. P. não obedecia às regras do concurso pelo facto de ter sido publicado vinte e três dias depois de prazo estipulado, 31-10-36. Contesta o argumento do júri “de que às palavras "livro publicado" corresponda à ideia de livro editado, ou seja volume concluído”. Ora “não tendo sido distribuído ao público, posto à venda, tornado público, feito público e manifesto a todos antes do dia 23 de Novembro de 1936 (…) é indiscutível, queira ou não queira o snr António Ferro, que este livro não foi publicado antes dessa data”. Acrescenta que o teor do livro então premiado não cabia no âmbito do concurso por não se tratar, como fora definido no ano anterior, do estudo de uma figura histórica ou de um período histórico, critério então seguido para preterir os seus "Elementos da História de Portugal", que viriam no entanto a receber o prémio Ramalho Ortigão, pelo mesmo SPN, nesse ano de 1936.