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A posição de Oliveira Salazar em relação ao manifesto de Norton de Matos.
As eleições presidenciais; o discurso de Norton de Matos; o sentido de voto de um amigo; a surpresa pelo notícia do ABC.
A demissão de Marcello Caetano da comissão executiva da União Nacional; a entrada de Portugal no Tratado Atlântico Norte; as relações com Espanha.
Pedido para que Francisco Oliveira Massano possa tomar posse como juiz do Tribunal de Contas.
O caso do Tribunal Militar (Julgamento dos conspiradores do "10 de Abril de 1947"); candidatura presidencial de Norton de Matos.
A renovação do conflito com a Academia Portuguesa de História.
As circunstâncias da morte do Dr. H. Wissmann; a censura e à qualidade dos censores.
A necessidade de a Torre do Tombo contratar dois escriturários.
A solução definitiva para o problema político português passa pela a instauração da Monarquia.
Informa que soube do acidente e deseja as rápidas melhoras a Oliveira Salazar.
Pedido de ajuda para a filha de José Caetano Vaz Pacheco do Canto e Castro.
A censura e a suspensão da publicação do Boletim de Trabalhos Históricos.
Reacão a um artigo sobre a política externa e financeira. Reencaminha uma carta.
O encontro com Oliveira Salazar em Santa Comba Dão; o regresso à Torre do Tombo.
Opúsculo publicado sobre a doutrina e ensinamento monárquico.
Índice relativo ao ano de 1950.
Aniversário da tomada de posse enquanto director da Torre do Tombo.
O retrato de Alfredo Pimenta feito por Preto Pacheco.
Reencaminha uma carta de José O'Neill e outra da mulher.
Informa que António Baião atingiu a idade da reforma.
A candidatura presidencial do general Norton de Matos.
A aposentação de António Baião, o director da Torre do Tombo.
A demissão de Académico de Número da Academia Portuguesa de História.
A fragilidade da saúde e o dever de continuarem nos seus "postos".
A aposentação de António Baião, director da Torre do Tombo.
O silêncio de Oliveira Salazar; a censura de um artigo sobre o programa-manifesto de Norton de Matos.
O caso da Academia Portuguesa de História; o papel da União Nacional; a candidatura presidencial de Oliveira Salazar.
A prisão do filho de Sá Tinoco pela PIDE; a conferência sobre Guerra Junqueiro em Braga.
Pedido de arquivamento de um processo relativo ao filho de Sá Tinoco preso pela PIDE.
O retrato de Alfredo Pimenta feito por Preto Pacheco.
A remodelação governamental e as críticas ao presidente do conselho no meio universitário de Coimbra.
A celebração do feito célebre do Castelo de Faria em Barcelos.
A comemoração do feito célebre do Castelo de Faria em Barcelos.
Envio da conferência sobre "Guerra Junqueiro" proferida na Câmara de Braga.
A publicação de um opúsculo relacionado com a Academia Portuguesa da História. Questão da Academia Portuguesa da História - Em 12 de maio de 1943, Alfredo Pimenta apresenta à Academia Portuguesa de História um trabalho sobre a necessidade de se repor a verdadeira data da descoberta do Brasil. Aguardou resposta, mas a única correspondência que recebeu foi uma circular da Academia a participar que nenhum académico poderia apresentar comunicações no período antes da ordem do dia. Desde logo, soube que aquela circular lhe era dirigida, pois era o único académico que adotava este procedimento. Não deu importância ao conteúdo da circular, pois o que lhe interessava era receber resposta da sua proposta de trabalho da reposição da data do descobrimento do Brasil. Indagou a Academia sobre este assunto, que retorquiu não terem recebido o trabalho em apreço. A partir desse momento, Alfredo Pimenta fica indignado e declara que não voltava aos trabalhos na Academia enquanto que a doutrina da circular não fosse retirada (académicos não poderem intervir antes da ordem do dia). Em 21 de Junho de 1946, de acordo com o artº 14º dos Estatutos da Academia Portuguesa de História, aceitou a renúncia de Alfredo Pimenta de académico, com a justificação de que não frequentava as sessões nem colaborava há mais de três anos. Alfredo Pimenta nunca teve intenção de renunciar e protesta junto de várias entidades sobre esta decisão do Conselho da Academia. Recorre ao Supremo Tribunal Administrativo, mas a sua pretensão é rejeitada no acórdão de 25 de julho de 1947. Este Tribunal considera-se incompetente em razão da matéria para conhecer o fundo da questão. Alfredo recorre ao Ministério da Educação Nacional e, em 29 de agosto de 1947, a Direção Geral do Ensino superior e das Belas Artes, emite um parecer acompanhado pelo despacho ministerial favorável à pretensão de Alfredo Pimenta restituindo-lhe a cadeira.
A crítica à obra "História de Portugal" de António Sérgio.
A intenção de escrever a Oliveira Salazar; as explicações sobre o caso do Manuel Anselmo.
Pedido de ajuda para Manuel Anselmo; a reintegração dos professores universitários.
A doutrinação monárquica e o assumir de estar doutrinalmente ao lado de Oliveira Salazar.
A criação de um quinzenário monárquico; a censura.
Informa que deu conhecimento da informação à filha de Fernando Campos.
Remete uma carta do diretor da «Nação» enviada à Censura e anuncia a publicação de uma separata.
Envio da cópia do discurso que irá proferir num jantar de amigos em Braga.
Autorização para a publicação de um artigo em resposta a Torquato de Sousa Soares.
Anuncia a ida para a Madre Deus e considera-se injustiçado pelo Secretariado de Propaganda Nacional.
O discurso do ministro belga sobre o que se passou no Congo.
A invasão japonesa de Timor e a nota oficiosa relativa ao Brasil.
A "mutilação" pela censura de um artigo relacionado com as leis das Cortes de Espanha.
A indicação de João Rocha dos Santos como deputado por Guimarães.
O hastear da bandeira da restauração. Questão da bandeira da restauração - Durante as comemorações dos Centenários, em 1940, Alfredo Pimenta içou na janela da sua casa de Lisboa, na Rua Pinheiro Chagas n.0 16, 10 andar, uma bandeira da Restauração (com o escudo e a coroa sobre fundo inteiramente branco). O mesmo fez na janela da varanda da Casa da Madre de Deus, em Guimarães, como atesta o 'bilhete postal' com a fotografia da casa, que mandou imprimir e utilizou durante muitos anos. Em 1942 deu-se o de passar em frente da janela da Rua Pinheiro Chagas o Ministro do Interior, Pais de Sousa. Viu a bandeira e achou por bem mandar prender Alfredo Pimenta, que passou um dia e uma noite esquadra da Alcântara, sendo solto em seguida. A bandeira ainda continuou içada na Casa da Madre de Deus durante vários anos, enquanto o escritor ali permanecia nos 4 meses de verão.
A distribuição do correio; questionário relativo à federação europeia sob a égide da ONU.
O envio de dois artigos e o opúsculo sobre a Democracia.
A arbitrariedade da censura e os boatos que correm a respeito de Alfredo Pimenta.
O discurso de Oliveira Salazar e os perigos da democracia.
O interesse americano nos Açores; o ministro de Portugal nos Estados Unidos; a propaganda comunista; o assalto à casa da condessa de Margaride.
Índice relativo ao ano de 1945.
A ocupação de Timor e o perigo para a governação de Oliveira Salazar.
A entrevista de Oliveira Salazar publicada num jornal norte-americano.
Votos de um bom ano; um alerta para os perigos que se avizinham para Portugal; a mensagem do Papa.
A mensagem natalícia do Papa e a sua repercussão na imprensa nacional.
O processo de nomeação de 1º conservador da Torre do Tombo.
Sugestão do engenheiro José Pacheco do Canto e Castro para administrador ou delegado do governo na Companhia do Cabo do Mondego.
Agradecimento de E. Gesche a Oliveira Salazar por ter permitido a entrada em Portugal das suas filhas e netos.
Apelo para que não castigar Manuel Anselmo, secretário da Embaixada no Vaticano, em consequência de um artigo que enviou à Nação.
Informa sobre a sua saúde e questiona Salazar sobre a publicação de um opúsculo.