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O discurso do ministro da Guerra relativo à doença de Oliveira Salazar; discursos do presidente da Câmara do Porto e do Presidente da República, Óscar Carmona, durante as festas comemorativas do 28 de maio, no Porto.
O livro de Charles Duff; o perigo da vitória das democracias; a intenção de escrever sobre a neutralidade portuguesa.
O caso da Academia Portuguesa da História; analise às eleições presidenciais em França. Questão da Academia Portuguesa da História - Em 12 de maio de 1943, Alfredo Pimenta apresenta à Academia Portuguesa de História um trabalho sobre a necessidade de se repor a verdadeira data da descoberta do Brasil. Aguardou resposta, mas a única correspondência que recebeu foi uma circular da Academia a participar que nenhum académico poderia apresentar comunicações no período antes da ordem do dia. Desde logo, soube que aquela circular lhe era dirigida, pois era o único académico que adotava este procedimento. Não deu importância ao conteúdo da circular, pois o que lhe interessava era receber resposta da sua proposta de trabalho da reposição da data do descobrimento do Brasil. Indagou a Academia sobre este assunto, que retorquiu não terem recebido o trabalho em apreço. A partir desse momento, Alfredo Pimenta fica indignado e declara que não voltava aos trabalhos na Academia enquanto que a doutrina da circular não fosse retirada (académicos não poderem intervir antes da ordem do dia). Em 21 de Junho de 1946, de acordo com o artº 14º dos Estatutos da Academia Portuguesa de História, aceitou a renúncia de Alfredo Pimenta de académico, com a justificação de que não frequentava as sessões nem colaborava há mais de três anos. Alfredo Pimenta nunca teve intenção de renunciar e protesta junto de várias entidades sobre esta decisão do Conselho da Academia. Recorre ao Supremo Tribunal Administrativo, mas a sua pretensão é rejeitada no acórdão de 25 de julho de 1947. Este Tribunal considera-se incompetente em razão da matéria para conhecer o fundo da questão. Alfredo recorre ao Ministério da Educação Nacional e, em 29 de agosto de 1947, a Direção Geral do Ensino superior e das Belas Artes, emite um parecer acompanhado pelo despacho ministerial favorável à pretensão de Alfredo Pimenta restituindo-lhe a cadeira.
A admiração por Oliveira Salazar e as sugestões do Presidente do Conselho em relação a uma conferência.
O fim da colaboração com o Diário Nacional; Rejeição de qualquer obediência ou deferência em relação ao Rei.
O conflito universitário e a sugestão para Oliveira Salazar assumir o Ministério da Educação.
Envio de um artigo com as alterações sugeridas por Oliveira Salazar.
Envio dos trabalhos: "conferência sobre os Vencidos da Vida" e "crítica à História de Portugal de António Sérgio".
O artigo publicado no "Século" e instruções para a censura.
Esclarecimentos sobre a conferência proferida na Universidade do Porto, intitulada "Palavras à Juventude".
A oferta da estátua de D. Afonso Henriques à cidade de Lisboa; a intriga política instalada na capital.
Envio de um trabalho sobre um professor da Faculdade de Direito.
A recondução do general da Armada, almirante Sousa Ventura; o corte de relações diplomáticas do Brasil com a Rússia.
Afirma não ser "inexato" como Oliveira Salazar o acusa de ser.
A existência da União Nacional, da Mocidade e da Legião Portuguesa; a existência de apenas duas forças políticas em Portugal: a monárquica e a não-monárquica.
A carta que o filho de Alfredo Pimento enviou a Mário Figueiredo.
O Tratado de Olivença e a criação do Ducado de Olivença.
Confirmação da receção do livro "Forais medievais vimaranenses"
Lamenta que Oliveira Salazar não tenha gostado do livro "Forais medievais vimaranenses".
O convite da legação alemã para visitar a Rússia.
Envio de informações da embaixada inglesa e das Legações alemã e italiana.
A possibilidade de deixar de colaborar com o jornal "A Voz".
Envio de um artigo a Oliveira Salazar que esteve suspenso na censura.
A publicação dos dois primeiros volumes dos Anais da Academia Portuguesa da História; a censura e a nomeação de António Ferro para director da Emissora Nacional.
O anuncio da invasão dos Açores e de Cabo Verde por parte do presidente dos Estados Unidos e a reacção de Portugal.
A opinião sobre um artigo relacionado com a paz peninsular; os rumores da governação; a tentativa de encontro entre Oliveira Salazar e Anthony Eden.
Instiga o Presidente do Conselho a optar definitivamente pela Monarquia ou pela República. Afirma que o país vive num equívoco desde o 28 de maio.
A insistência de uma mulher alemã em falar com Oliveira Salazar.
Lamento pelo silêncio de Oliveira Salazar aquando da sua prisão e da proclamação do Cardeal Patriarca de Lisboa como «escritor perigoso». Questão do Cardeal Patriarca de Lisboa - Em 30 de julho de 1943 o Cardeal Patriarca de Lisboa, D. Manuel Gonçalves Cerejeira, envia a todas as freguesias da sua diocese uma Carta Episcopal em que denuncia Alfredo Pimenta como escritor perigoso, por causa do artigo "Contra ou a favor do Comunismo", publicado na Esfera, ano III, nº 50, de 5 de julho de 1943, em que desmentia a solene afirmação do Papa sobre a existência da perseguição religiosa na Alemanha. Esta nota foi lida em todas as missas.
O artigo "Política e Catolicismo" enviado à revista Brotéria que a censura não permitiu publicar.
Reencaminha uma carta do presidente da Câmara de Guimarães com pedido de milho.
Dá conta a Oliveira Salazar que tem dois trabalhos pendentes na censura e pede ajuda.
O envio para a censura de artigos relacionados com o discurso de Oliveira Salazar.
O envio de milho colonial para Guimarães; as festas de São Torcato.
Índice relativo ao ano de 1943.
A entrega dos volumes do Congresso do Mundo Português.
Índice relativo ao ano de 1944.
Comunica algo ainda em segredo e questiona se estão a ser preparadas alterações na Constituição.
A ida da Rainha D. Amélia para a Alemanha; o desenrolar da guerra; as dificuldades para Portugal no pós-guerra; a contração de Ortega y Gasset pela Faculdade de Letras de Lisboa; a consagração de Francisco Franco; a formação do novo governo.
A repercussão da crónica do tenente-coronel Lello Portella publica na "Voz" e o desejo dos anglófilos portugueses em afastarem Oliveira Salazar do poder.
A demissão de vogal do Conselho Cultural da Causa Monárquica.
Comenta a agitação política que grassa no país e os acordos germano-russo de 1939 e o anglo-russo de 1941.
A proibição pela censura da edição relacionada com a posição do governo inglês acerca de Timor; reedição do artigo sobre a exposição de Oliveira Salazar na Assembleia da República.
Autorização para comentar uma exposição do governo inglês sobre Timor-Leste.
A legitimidade da Rainha D. Amélia, o artigo de Luís Almeida Braga e a Casa de Bragança.
A derrota alemã e o pedido para um técnico alemão poder viver no Porto.
Agradecimento por Oliveira Salazar ter conseguido manter Portugal fora da guerra.
A censura do Porto não autorizou a venda do livro «Nas Vésperas do Estado Novo».
O livro «Nas Vésperas do Estado Novo» foi autorizado a circular pela censura.
Apêndice ao Tratado de Amizade não agressão Luso-Espanhol.
A persistência de Oliveira Salazar em não lhe dar razão.
A prisão de Caetano Beirão e a carta de Paiva Couceiro.
Envio de um artigo; a ovação que D. Filipa de Bragança foi brindada no São Carlos.
A permanência da Infanta D. Isabel de Bragança em Portugal; restituição dos bens vinculados à Casa de Bragança em Vila Viçosa.
Pedido para ler um artigo antes de o enviar para a censura.
O estado da Causa Monárquica; a resolução do problema político português; a sugestão de um encontro entre Oliveira Salazar e a infanta D. Filipa de Bragança.
A conversa com o ministro do Interior; a solução do problema político português.
Índice referente ao ano de 1938.
A desarmonia entre a censura e o Presidente do Conselho.
A prova da acusação da censura de Coimbra e impresso de um convite aos estudantes e povo de Coimbra.
Os contributos para problema político da Nação e as criticas à censura.
A presença de um altifalante na praça do Toural que transmite as notícias da BBC sobre a guerra.
A publicação de um artigo e as ugestões de Oliveira Salazar.
A prisão de Caetano Beirão, após visitar Paiva Couceiro. A resposta de Oliveira Salazar.
O modo de estar na política e um pedido de ajuda para duas pessoas.
Reclama mais atenção para o Museu de Alberto Sampaio e para o seu director, Alfredo Guimarães. Anuncia que a obra «Elementos de História de Portugal» irá ser adoptada como livro único, para o ano de 1936-37.
A posição de Portugal face aos refugiados alemães.