A primeira referência documental à atividade desenvolvida pelos tabeliães deste 8.º Ofício de Guimarães reporta-se a um livro de notas de 1572, pertencente a António Fragoso. Cerca de 1634 pertencia o referido Ofício ao tabelião António Dias Maceiro. Ainda no séc. XVII eram proprietários, António Nogueira do Canto e Pero Novais Soares. No séc. XVIII, eram proprietários, Jorge Lobato da Cruz, José de Sousa, Domingos Fernandes Rocha e José António Hipólito Rocha. Já no séc. XIX, o Ofício é transmito a João Teixeira de Araújo, pelo tabelião de notas Nicolau António Pereira, por casamento com a sua filha Maria da Luz. O último notário deste cartório, situado, à época na Rua Trindade Coelho, foi Ernesto Ramos Faísca, que manteve a sua atividade até 18 de Janeiro de 1952. O número do Ofício não foi atribuído na origem contrariamente ao que sucede com os anteriores, contudo há referências há existência de 8 tabeliães em exercício, nos meados do séc. XIX, e houve, por isso, necessidade de o numerar.