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Posse da Quinta da Pousada por Rui Vasques Peixoto da Rua de Santa Maria.
Testemunho do confessor Frei João da Costa, frade do Convento de S. Francisco, certificando que Rui Vasques Peixoto era filho legitimo de Vasco Peixoto e de sua mulher Maria Nicolas, lavrado em Guimarães pelo tabelião Fernão Afonso.
Sentença de D. Afonso, Duque de Bragança na demanda entre Rui Vasques Peixoto e seu cunhado Martim Esteves Lobato, lavrada em Barcelos acerca da divisão da quinta da Pousada.
Posse de umas casas em Miragaia dadas por Vasco Peixoto a seu filho, Gonçalo Vasques Peixoto e de todos os bens que lhe pertencerem por morte de sua mãe, Maria Aires, lavrada no Porto pelo tabelião Bartolomeu Fernandes.
Posse do Morgado dos Peixotos por Rui Vaz Peixoto, na presença do tabelião João de Sousa, da Rua de Santa Maria.
Procuração de Vasco Peixoto e sua mulher Maria Nicolas a seu filho Gonçalo Peixoto, feita em Santarém por João Esteves, tabelião do Rei.
Desistência que fez o Comendador da Faia, Frei João Vasques Peixoto a seu irmão Rui Vasques Peixoto do Morgado dos Peixotos.
O Prior do Convento Mosteiro de Santa Maria de Pombeiro atesta um pagamento efetuado por João Peixoto.
Certidão de Carta Régia de perfilhação, passada por D. Afonso V, no Porto a confirmar a perfilhação lavrada a 1476-06-06, pelo Tabelião Nuno de Vargas.