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Agradece a oferta dos versos “Na Torre da Ilusão” e destaca o “Política à Portuguesa”. Tece elogios ao trabalho de Alfredo Pimenta.
Agradece as palavras de Alfredo Pimenta por ocasião da morte da filha. Exprime a dor que sente.
Agradece a oferta de “Polémica histórica”. Tece comentários sobre a polémica. Faz referência à obra “D. João III”.
Envia um recorte de um artigo do marquês de Quintanar sobre Portugal. Declara ter interesse em ouvir a opinião de Alfredo Pimenta sobre os acontecimentos na Europa.
Agradece a oferta dos trabalhos “Mestres do Pensamento” e “A história de Portugal do Sr. António Sérgio”. Tece críticas a António Sérgio.
Conta que foi à Torre do Tombo procurar Alfredo Pimenta mas que este tinha ido para Guimarães.
Felicita Alfredo Pimenta pelo caso da bandeira içada. Questão da bandeira da restauração - Durante as comemorações dos Centenários, em 1940, Alfredo Pimenta içou na janela da sua casa de Lisboa, na Rua Pinheiro Chagas n.0 16, 10 andar, uma bandeira da Restauração (com o escudo e a coroa sobre fundo inteiramente branco). O mesmo fez na janela da varanda da Casa da Madre de Deus, em Guimarães, como atesta o 'bilhete postal' com a fotografia da casa, que mandou imprimir e utilizou durante muitos anos. Em 1942 deu-se o de passar em frente da janela da Rua Pinheiro Chagas o Ministro do Interior, Pais de Sousa. Viu a bandeira e achou por bem mandar prender Alfredo Pimenta, que passou um dia e uma noite esquadra da Alcântara, sendo solto em seguida. A bandeira ainda continuou içada na Casa da Madre de Deus durante vários anos, enquanto o escritor ali permanecia nos 4 meses de verão.
Agradece o postal de Alfredo Pimenta e faz referência a uma promoção.
Destaca a paciência e tenacidade de Alfredo Pimenta. Exprime a sua descrença.
Lamenta não poder valer a Alfredo Pimenta. Afirma a sua amizade.
Analisa a questão da presença da Família Real nas Festas Centenárias.
Afirma que a morte do irmão foi um rude golpe. Aborda a questão do Cardeal Patriarca de Lisboa. Questão do Cardeal Patriarca de Lisboa - Em 30 de julho de 1943 o Cardeal Patriarca de Lisboa, D. Manuel Gonçalves Cerejeira, envia a todas as freguesias da sua diocese uma Carta Episcopal em que denuncia Alfredo Pimenta como escritor perigoso, por causa do artigo "Contra ou a favor do Comunismo", publicado na Esfera, ano III, nº 50, de 5 de julho de 1943, em que desmentia a solene afirmação do Papa sobre a existência da perseguição religiosa na Alemanha. Esta nota foi lida em todas as missas.
Trata do desmentido da expulsão de Alfredo Pimenta do Integralismo Lusitano. Contém a carta de Alfredo Pimenta a pedir o esclarecimento da situação.
Comentárioa os livros de Alfredo Pimenta ["Ultimos Echos de Um Violino [Partido"] e "Eu e as Novidades".
Felicita Alfredo Pimenta por um artigo n’ “A Voz”. Queixa-se de atropelos e de valores de pagamentos.
Comenta homenagem oficial prestada a António Sardinha. Tece comentários críticos sobre uma nomeação.
Agradece o telegrama de Alfredo Pimenta. Faz votos para o novo ano.
Informa onde vive um amigo espanhol. Refere que está doente e adia a conversa para depois.
Agradece e tece comentários elogiosos sobre “Notas Diplomáticas”. Comenta a questão do nome de Afonso Henriques.
Agradece a oferta do trabalho sobre o nome de D. Afonso Henriques.
Escreve antes da sua deportação para os Açores. Avalia os acontecimentos que levaram à sua partida.
Agradece a carta de Alfredo Pimenta entregue antes da sua partida para os Açores. Expressa a sua angústia e descrença no país. Refere a crise que assola a ilha. Acusa o governo de não resolver os problemas do país.
Agradece a intervenção de Alfredo Pimenta, apesar de estar desanimado. Refere a possibilidade de uma amnistia.
Tece comentários sobre o caso da prisão de Alfredo Pimenta.
Contesta a convicção de Alfredo Pimenta de que Oliveira Salazar fará a monarquia.
Devolve uma carta de Alfredo Pimenta e justifica porque não a publica. Contém uma carta de Alfredo Pimenta, dirigida ao diretor do diário “Monarquia”, a contestar uma referência feita num artigo do jornal ao seu trabalho “A Revolução Monárquica”.
Agradece as palavras de pesar pelo falecimento de seu pai.