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Agradece a oferta do opúsculo de Alfredo Pimenta ["A firma Jorge Botelho Moniz e Juliana Couceiro Tavira"].
Considera Alfredo Pimenta o maior historiador português do século XX. Envia um documento da censura feito em Aveiro. Põe o documento à disposição de Alfredo Pimenta.
Faz referência à questão da escolha do lugar-tenente, indica que, no Porto, votam em Alfredo Pimenta mas que Lisboa pretende Pequito Rebelo. Responde à intenção manifestada por Alfredo Pimenta de mostrar um corte ao diretor-geral da censura, alega as proibições legais e as represálias que pode sofrer. Sugere outra solução. Tece comentários sobre "Eugénio de Castro na poesia portuguesa" e contesta afirmações do livro "História de Portugal" que justificam os Descobrimentos Portugueses por motivos de fé católica. Discorda da defesa que Alfredo Pimenta faz da religião. Refere a posição de Alfredo Pimenta sobre D. João III e socorre-se de Herculano para comentar. Comenta a parcialidade de Alfredo Pimenta ditada pela fé católica.
Agradece a colaboração de Alfredo Pimenta para o jornal. Informa que, no mesmo número, sai uma apreciação ao livro "Contra o comunismo". Critica o jornal "A Voz" que acusa de difundir notícias antialemãs.
Tece comentários sobre o livro "A propósito de António Sardinha" e indica os pontos em desacordo. Contesta veementemente a afirmação de Alfredo Pimenta sobre Guilherme de Faria ser o maior poeta português e destaca vários nomes de poetas portugueses. Tece críticas aos meandros da Igreja e destaca negativamente Cerejeira. Declara ser nacionalista, mas contesta os privilégios dados ao clero por Salazar. Acusa os sacerdotes de pretenderem estar acima da lei e mandar nos homens. Questão sobre António Sardinha e o grupo dos trinta e seis - Esta questão deve-se à conferência proferida no Gabinete Português de Leitura do Recife, em 1 de março de 1943, por Guilherme Auler, professor catedrático de História do Brasil na Faculdade de Filosofia do Recife, acerca de António Sardinha em que, citando António Sardinha no livro Purgatório das Ideias, caracteriza Alfredo Pimenta (A.P.) sob o ponto de vista literário de “histrionismo”e bric-á-braquismo literario. A. P. explica o sentido daquelas expressões e insurge-se contra o facto de o conferencista o ter nomeado apenas para o denegrir, quando havia inúmeros escritos e factos demonstrando o apreço em que Sardinha o tinha, até ao confronto das orientações de ambos quanto ao problema do regime monárquico em Portugal. Com efeito, Sardinha, em relação à restauração da monarquia, propunha o rompimento com o Rei D. Manuel II, enquanto ele defendia, em obediência aos princípios, a lealdade ao Rei. A propósito da invetiva de Guilherma Auler, Alfredo Pimenta mostra a dor sentida através dos tempos por ter sido, em certos meios monárquicos, desde a morte de Sardinha, subalternizado como doutrinador monárquico em face deste. Faz então a apreciação crítica da obra literária, histórica e doutrinária de Sardinha com uma grande severidade e rigor. Termina, comparando a vida de ambos, realçando a dureza da sua e as oportunidades que teriam facilitado a vida daquele. Este estudo teve o efeito de uma bomba nos meios monárquicos, tendo vários Integralistas reunido trinta e seis personalidades que assinaram um curto manifesto em que acusavam Alfredo Pimenta de ausência de senso moral e o consideravam profissional de escândalo. Esta questão dividiu a opinião pública interessada, que tomou partido ou a favor de A . P. ou a favor dos Trinta e Seis.
Solicita a colaboração de Alfredo Pimenta para um número especial de Natal do jornal "Beira Vouga". Indica a sua preferência por um inédito e por um assunto interno.
Pede a Alfredo Pimenta que escreva umas linhas em homenagem ao correligionário Jaime Duarte Silva, advogado de Aveiro, que morreu.
Informa que, integrado num programa de divulgação poética da estação Rádio Porto, fez uma palestra sobre Alfredo Pimenta, em dezembro. Envia o texto da palestra e esclarece que os poemas não são lidos ao acaso, que se trata de um efeito radiofónico.
Informa que a censura não autorizou o documento com a indicação do nome de Alfredo Pimenta para lugar-tenente de D. Duarte. Pensa que o corte se deva a uma frase sobre a inquietação nos meios monárquicos. Contesta a falsa harmonia imposta pela censura. Declara que seguirá a orientação ditada por Alfreda Pimenta.
Relata as críticas que recebeu após a publicação da referência, no seu jornal, à conferência de Alfredo Pimenta e as acusações que dois antigos professores lhe fizeram. Pede um exemplar da conferência para poder rebater as acusações com argumentos sólidos.