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Agradece a oferta do estudo sobre uma carta de Carlos IX para D. Sebastião. Critica a atribuição desmedida de condecorações.
Acusa a receção do trabalho “A Evolução de um pensamento”, de Alfredo Pimenta, do qual tece comentários elogiosos. Destaca a coerência e sinceridade de Alfredo Pimenta.
Agradece as palavras de Alfredo Pimenta a propósito das homenagens de que foi alvo depois da viagem à Alemanha. Regozija-se com a publicação da “História de Portugal”, de Alfredo Pimenta.
Apresenta os seus cumprimentos de despedida antes da partida para a Alemanha.
Agradece os dois escritos enviados por Alfredo Pimenta. Faz referência a um folheto em que o presidente da Câmara de Guimarães é atingido. Comenta a tentativa de ignorar o trabalho feito no Arquivo Municipal. Considera que a Marinha e a Escola estão infestadas pelo «bacilo bolchevista».
Agradece a oferta do trabalho “Guimarães”. Deseja boas férias.
Dá informações sobre a criação da Academia e sobre a escolha dos académicos. Revela que o ministro [da Educação] lhe mostrou uma lista com prováveis académicos onde consta o nome de Alfredo Pimenta.
Dá informações sobre a escolha dos manuais para o Liceu, revela que chegaram dois livros à secção do Ensino Liceal. Critica a lentidão das resoluções.
Agradece a oferta de “Subsídios para a História de Portugal”.
Agradece a oferta do opúsculo com a análise do trabalho do marquês do Lavradio sobre D. João VI.
Critica o sistema que vigora sobre a adoção de manuais escolares nas escolas. Aconselha Alfredo Pimenta a falar com o ministro [da Educação].
Agradece a oferta da monografia sobre a conquista de Lisboa. Elogia as qualidades de Alfredo Pimenta.
Agradece a oferta dos trabalhos e destaca “Nas vésperas do Estado Novo”. Queixa-se de ter sido alvo de intrigas durante o tempo em que foi ministro. Considera que os lugares de destaque estão ocupados por traiçoeiros.
Agradece a oferta dos dois estudos: “O nome de Afonso Henriques” e “Apostilla às notas de diplomática”. Defende que o lugar de Alfredo Pimenta era na Faculdade de Letras.
Esclarece que não existe qualquer conflito com Carneiro Pacheco. Conta que quer abandonar as funções de presidente da Junta e queixa-se dos prejuízos que o cargo lhe está a causar.
Agradece as palavras de Alfredo Pimenta a propósito da homenagem de que foi alvo.
Agradece as condolências de Alfredo Pimenta pela morte do irmão Mário Cordeiro Ramos.
Dá informações sobre o andamento do parecer apresentado na 6.ª Secção do Ministério da Educação Nacional para a aquisição de uma escultura da autoria de Delfim Maia.
Tece comentários elogiosos sobre a conferência proferida por Alfredo Pimenta sobre a Fundação e Restauração de Portugal.
Dá informações sobre a contratação de professores para a Faculdade [de Letras].
Agradece a oferta do volume comemorativo das Festas Centenárias sobre Guimarães. Elogia a obra.
Agradece o estudo com informações sobre a data do soneto «Alma minha gentil».
Agradece a oferta de “Os forais medievais vimaranenses”. Destaca a capacidade de trabalho e erudição de Alfredo Pimenta.
Trata da colaboração de Alfredo Pimenta no Instituto para a Alta Cultura.
Agradece a oferta do estudo “A carta de feudo a Claraval”.
Agradece a Alfredo Pimenta a oferta da coleção de “Estudos Históricos”. Destaca os conhecimentos vastos de Alfredo Pimenta no campo da Diplomática, Paleografia, Filosofia e História.
Agradece as referências, a si e ao Instituto para a Alta Cultura, feitas por Alfredo Pimenta num artigo. Faz referência a um livro emprestado por Alfredo Pimenta.
Agradece as palavras de condolências de Alfredo Pimenta por ocasião da morte da irmã.
Agradece a Alfredo Pimenta a oferta da conferência sobre Guerra Junqueiro.
Agradece a oferta de “A doação de Vila do Conde a Maria Paes, a Ribeirinha”.
Agradece a oferta do volume I de “Fontes medievais da história de Portugal: Anais e crónicas”. Considera-o mais um serviço prestado à cultura nacional.
Envia o número de dezembro da “Europaisch Revue” e chama a atenção para um erro sobre o local onde o diretor geral proferiu uma conferência.
Informa que foi aprovada a criação do Centro de Mecânica Aplicada, no Instituto Superior Técnico.
Dá informações sobre a criação do Centro de Estudos (Resistência de Materiais), no Instituto Superior Técnico.
Tece comentários elogiosos à obra "Fuero Real de Afonso X, O Sábio – [Versão Portuguesa do séc. XIII publicada e comentada por A.P.]" e agradece a referência ao seu nome.
Manifesta o seu apreço e reconhecimento pela colaboração de Alfredo Pimenta durante o tempo em que esteve no governo.
Congratula-se com o despacho ministerial que integra Alfredo Pimenta nas funções de académico. Questão da Academia Portuguesa da História - Em 12 de maio de 1943, Alfredo Pimenta apresenta à Academia Portuguesa de História um trabalho sobre a necessidade de se repor a verdadeira data da descoberta do Brasil. Aguardou resposta, mas a única correspondência que recebeu foi uma circular da Academia a participar que nenhum académico poderia apresentar comunicações no período antes da ordem do dia. Desde logo, soube que aquela circular lhe era dirigida, pois era o único académico que adotava este procedimento. Não deu importância ao conteúdo da circular, pois o que lhe interessava era receber resposta da sua proposta de trabalho da reposição da data do descobrimento do Brasil. Indagou a Academia sobre este assunto, que retorquiu não terem recebido o trabalho em apreço. A partir desse momento, Alfredo Pimenta fica indignado e declara que não voltava aos trabalhos na Academia enquanto que a doutrina da circular não fosse retirada (académicos não poderem intervir antes da ordem do dia). Em 21 de Junho de 1946, de acordo com o artº 14º dos Estatutos da Academia Portuguesa de História, aceitou a renúncia de Alfredo Pimenta de académico, com a justificação de que não frequentava as sessões nem colaborava há mais de três anos. Alfredo Pimenta nunca teve intenção de renunciar e protesta junto de várias entidades sobre esta decisão do Conselho da Academia. Recorre ao Supremo Tribunal Administrativo, mas a sua pretensão é rejeitada no acórdão de 25 de julho de 1947. Este Tribunal considera-se incompetente em razão da matéria para conhecer o fundo da questão. Alfredo recorre ao Ministério da Educação Nacional e, em 29 de agosto de 1947, a Direção Geral do Ensino superior e das Belas Artes, emite um parecer acompanhado pelo despacho ministerial favorável à pretensão de Alfredo Pimenta restituindo-lhe a cadeira.
Agradece as palavras de Alfredo Pimenta por ocasião da morte da prima.
Agradece a oferta do trabalho “Novos Estudos Filosóficos e Críticos”.
Agradece a carta de condolências de Alfredo Pimenta pela morte da mãe.
Agradece as palavras de Alfredo Pimenta n’ “A Voz” sobre a sua ação como ministro da Instrução Pública. Destaca as qualidades intelectuais de Alfredo Pimenta e considera que este deveria ser professor da Faculdade de Letras.
Agradece a oferta da conferência sobre Martins Sarmento e lamenta não ter podido assistir à sessão na Associação dos Arqueólogos. Convida Alfredo Pimenta para um almoço em honra de reitor e de dois professores da Universidade de Colónia.
Agradece a oferta do trabalho “Os bens da Casa de Bragança”.
Agradece a carta de Alfredo Pimenta e deseja-lhe boas férias. Faz referência à fragilidade da situação política.
Tece comentários sobre a ação de Carneiro Pacheco à frente do Ministério da Educação Nacional.
Tece comentários sobre “D. João III”. Destaca os serviços prestados por Alfredo Pimenta à cultura nacional. Faz referência à questão da adoção do livro único de História nas escolas.
Destaca a erudição e a qualidade dos trabalhos de Alfredo Pimenta. Lamenta que Alfredo Pimenta não ocupe o lugar de professor catedrático de uma das Faculdades de Letras.
Tece comentários elogiosos sobre o trabalho “A história de Portugal do Sr. António Sérgio”, de Alfredo Pimenta. Critica António Sérgio.
Agradece a oferta de uma conferência. Destaca as qualidades intelectuais de Alfredo Pimenta. Critica as conferências promovidas pel’ “O Século”.
Agradece a oferta de um exemplar de “Estudos Históricos - A Façanha de Martim Moniz”.
Agradece a Alfredo Pimenta por ter-lhe dedicado um dos sonetos do livro de versos. Justifica o atraso em fazê-lo com a escolha do seu nome para presidente do Instituto para a Alta Cultura.
Agradece a Alfredo Pimenta a oferta do opúsculo sobre o Paço dos Duques de Bragança.
Agradece a oferta da obra “Duarte Darmas e o seu Livro das Fortalezas” e elogia o trabalho de Alfredo Pimenta.
Agradece a oferta de “As Ilhas dos Açores” e destaca o momento oportuno em que a obra é lançada.
Agradece a Alfredo Pimenta a oferta de uns trabalhos recentemente publicados. Tece comentários elogiosos sobre a obra “Ainda a batalha de Ourique”.
Agradece a oferta do estudo sobre Eugénio de Castro. Tece elogios à capacidade de trabalho e erudição de Alfredo Pimenta.
Agradece a oferta do trabalho “Contra o comunismo” sobre o qual tece comentários elogiosos. Crítica a equiparação do comunismo ao nacional-socialismo.
Agradece a oferta de dois opúsculos: “A propósito de António Sardinha e Paiva Couceiro”.
Devolve o volume das obras de Leibniz emprestado por Alfredo Pimenta. Acusa a receção de um opúsculo e elogia o artigo sobre Roosevelt.
Agradece a oferta do folheto “Na Academia da História”.
Trata de um pedido para Meyenberg, aconselha Alfredo Pimenta a dirigir-se a João de Almeida, diretor geral do Ensino.
Felicita Alfredo Pimenta pela promoção a 1.º conservador da Torre do Tombo.
Deseja boas festas e agradece o estudo sobre as alterações ao «Padre-Nosso».
Agradece as palavras de condolências de Alfredo Pimenta.