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Justifica a razão por que não foram fazer uma visita à Casa da Madre Deus. Queixa-se do atraso que os acompanhou em toda a viagem. Incita Alfredo Pimenta a reagir ao desânimo que o assola.
Pede a Alfredo Pimenta que alerte o ministro das Colónias para uma eventual ocupação de Cabo Verde pelos ingleses.
Pede desculpa a Alfredo Pimenta por causa da questão de Paulo Freire e justifica a sua atitude. Faz referência à estada do príncipe Henrique de Orléans, em Lisboa.
Dá informações sobre o boato relativo à subscrição para a compra de uma casaca para D. Duarte. Refere que consta o nome de Bernardo Vilar como subscritor, com cem escudos, e o de Sommer como angariador. Comunica que escreveu uma carta a D. Duarte, aconselhando-o a quebrar o silêncio. Avalia a eventualidade de Portugal perder a neutralidade.
Agradece as informações sobre os nomes da comissão financeira da Causa. Revela assuntos da correspondência que tem trocado com D. Duarte. Faz referência à vinda da infanta D. Filipa a Portugal assistir às festas centenárias. Calcula que a guerra venha para o Mediterrâneo e que, nesse caso, Portugal dificilmente escapará.
Comunica o envio de um artigo para relembrar o que Portugal sofreu durante o domínio dos Filipes.
Comenta os acontecimentos internacionais. Analisa a posição geoestratégica de Portugal no conflito. Refere a chegada a Portugal de D. Maria Ana do Luxemburgo.
Reafirma o perigo da ameaça alemã para Portugal. Faz uma comparação entre uma hipotética retirada de Carmona e a ida de D. João VI para o Brasil. Defende a monarquia tradicional como forma de garantir a sobrevivência nacional.
Destaca a apologia que ele e Alfredo Pimenta fazem da monarquia. Contesta a opinião de Alfredo Pimenta de que Salazar fará a monarquia. Critica as dificuldades em que D. Duarte vive. Considera que um rei distante e pobre convém a Salazar.
Faz uma análise de Salazar como homem e como político. Critica-o e aponta-lhe as fraquezas. Contesta que ele seja monárquico e enumera vários monárquicos que sofreram represálias.
Tece comentários sobre a situação da família real no decurso da guerra e sobre a posição do Vaticano. Faz referência ao livro “Os Judeus”, de J. Paulo Freire, no qual indica, no terceiro volume, vários nomes da situação como sendo judeus, entre eles, Salazar e António Ferro. Salienta que o autor o escreveu com a pretensão de elogiar os judeus. Conta que este terceiro volume tem desaparecido e que J. Paulo Freire está preso sem culpa formada. Invoca as boas intenções do autor e avalia a possibilidade de o ajudar.
Relata a Alfredo Pimenta os negócios feitos por capitais ingleses com a exploração das águas radioativas portuguesas. Chama a atenção para o que está publicado no “Financial News”, de 26 de novembro de 1928. Revela o nome de figuras políticas inglesas na direção da sociedade exploradora. Destaca que Paulo Freire, naquela altura, foi o único a reagir e a tentar desvendar o caso. Narra uma história transmitida por um capitão de longo curso de navegação à vela.
Revela a Alfredo Pimenta que classifica as razões em micro, médias e máximas ou macro e distingue cada uma delas. Declara a luta que trava há trinta anos pelas razões máximas de ordem moral. Sugere que se trabalhe na realização de uma aliança com o Brasil e que D. Duarte seja o plenipotenciário na missão de ir ao Rio de Janeiro.
Tece comentários sobre a eventual vinda das princesas de Bragança a Portugal. Refere a questão dos rendimentos da Casa de Bragança. Contém um P.S. sobre o caso das águas radioativas e dos interesses à volta delas.
Comenta as informações que correm sobre uma alteração da posição espanhola no conflito e manifesta o receio que sente por causa da integridade e da independência de Portugal. Pede a Alfredo Pimenta que alerte Salazar para este perigo.