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Manifesta a sua indignação pelas informações que soube de que um grupo de monárquicos e católicos iria apoiar a candidatura de Norton de Matos. Questiona qual será a atitude do rei sobre o assunto.
Questiona o desânimo de Alfredo Pimenta. Faz referência à polémica com o cónego Bentes. Responde às preocupações de Alfredo Pimenta indicando outras. Disserta sobre a força moral que rege as pessoas.
Declara o seu desalento e tristeza pelo estado de desânimo de Alfredo Pimenta. Refere os acontecimentos internacionais.
Faz referência a Alfredo Santos e à resposta deste ao cónego Bentes. Faz um novo pedido para mais uma interessada num lugar de contínua numa escola. Faz perguntas sobre a princesa. Questiona a veracidade de uma declaração de Salazar sobre um pacto entre Portugal e Espanha. Conta que Alfredo Santos se vai divorciar.
Trata das apreciações de Alfredo Pimenta sobre si própria. Não se arrepende e afirma ser-lhe agradável pensar que não é indiferente.
Pede a Alfredo Pimenta que não se zangue consigo. Afirma que, se não houvesse Salazar, seria Alfredo Pimenta a pessoa que mais admiraria em Portugal.
Responde a Alfredo Pimenta a propósito das sufragistas. Faz referência ao papel das mulheres e à atitude dos homens. Pergunta a opinião de Alfredo Pimenta sobre si. Pede a intervenção de Alfredo Pimenta porque ainda não saiu a nomeação das protegidas.
Informa que saiu a nomeação das protegidas no “Diário do Governo”. Agradece.
Refere a necessidade de arranjar alguma coisa para fazer que a absorva. Fala da cunhada com indiferença. Revolta-se consigo própria por não gostar de certas coisas que seriam as adequadas.
Informa sobre o caso das protegidas e manifesta a sua satisfação por ver tanta alegria. Conta que anda desanimada com o rumo dos acontecimentos internacionais.
Exprime o seu sofrimento. Refere que a única alegria que sente é proporcionar alegria aos outros. Envia uma carta da sua protegida para Alfredo Pimenta ler mas pede que lha devolva por querer conservá-la. Declara que gostou muito de conhecer Alfredo Pimenta pessoalmente.
Afirma que a receita de Alfredo Pimenta não está a resultar. Faz referência a uma observação que leu no “Diário de Notícias” sobre não se poder viver sem um grande pensamento ou sem um grande afeto. Pergunta se Alfredo Pimenta não terá outra receita que possa experimentar.
Conta que foi visitar uma prima ao Estoril e que veio de lá agoniada com as tolices. Combina uma visita a Alfredo Pimenta. Contém uma segunda carta informando que foi chamada para ir cumprimentar D. Duarte e que não pôde ir, mas que o pai foi e veio encantado.
Responde a Alfredo Pimenta por este ter ficado zangado com uma carta sua. Insiste na sua posição. Refere as perseguições que sofreu desde pequena por ser monárquica.
Faz referência aos comentários sobre a anglofilia da família real. Sugere uma união entre Portugal e Espanha no caso da derrota do fascismo. Declara a sua incompreensão por ver posições contrárias. Refere os comentários que ouviu sobre a ascensão de Salazar ao poder, preparada pelos integralistas.
Agradece os versos de Alfredo Pimenta e promete enviar uns doces feitos por si. Escreve sobre a fotografia que envia. Faz perguntas sobre a infanta. Refere o caso das mulheres que pretendem os lugares na escola, contesta a primazia da protegida do governador civil. Tece comentários sobre os acontecimentos internacionais. Contém uma fotografia sua, ainda bebé, com a mãe e, no verso, sugere a Alfredo Pimenta que faça uns versos para a mãe. Contém um requerimento da protegida, Maria Perpétua para o ministro da Educação Nacional.
Trata do caso das mulheres que pretendem os lugares na escola. Esclarece uma confusão que houve com os papéis.
Justifica a sua insistência no caso das pretendentes a serventes. Conta que o irmão casou com uma senhora que não conhece. Faz referência aos amores da sua vida.
Conta que está em Monchique a passar uns dias em casa dos tios. Pergunta se Alfredo Pimenta recebeu uma carta sua com o requerimento da sua protegida.
Refere o caso das vagas para serventes e manifesta a sua confiança na intervenção de Alfredo Pimenta. Revela que está a escrever a quem há muito tempo não o fazia.
Avisa que, quando tiver necessidade de falar com quem a compreenda, lembrar-se-á de Alfredo Pimenta, a quem agradece as palavras amigas. Refere uma complicação com os papéis de uma das mulheres e critica-a. Comenta a probabilidade da derrota do Eixo e da Alemanha.
A reprodução deverá ser solicitada por escrito através de requerimento dirigido ao responsável da instituição.
Agradece o livro oferecido por Alfredo Pimenta. Manifesta a satisfação e o prazer que teve com a leitura dos versos.
Informa que uma das protegidas já está colocada. Agradece a Alfredo Pimenta. Faz referência ao irmão e ao desagrado que lhe provoca uma cunhada que não conhece. Renova as apreciações ao livro de Alfredo Pimenta em tempos oferecido. Queixa-se da vista e afirma estar esgotada.
Trata do caso das suas protegidas. Escreve sobre a falta que a mãe lhe faz e a falta de interesse que tem pelas coisas. Conta que arranjou um acordeão. Envia uns papéis da mãe quando esta se dedicava a escrever.
Escreve sobre os doces que fez para enviar a Alfredo Pimenta. Revela que fundou a Juventude no Algarve mas que saiu por aborrecimento. Confessa que tenciona sair por uns tempos, mas que tem que esperar que o irmão venha buscar o pai.
Envia uns doces a Alfredo Pimenta. Declara ter ficado com horror a Lisboa. Questiona a opinião de Alfredo Pimenta sobre Pequito Rebelo.
Desabafa a revolta que sente pela morte da mãe. Refere a solidão em que vive e põe em causa as opiniões antifeministas que tinha. Dá informações sobre o caso da sua protegida que pretende um lugar de servente numa escola.
Expressa o seu sofrimento pela morte da mãe. Pergunta a Alfredo Pimenta se pode fazer uma recomendação para uma rapariga que precisa.
Declara a satisfação que teve com a carta de Alfredo Pimenta. Conta que está a passar o verão na Praia da Rocha. Confessa que receia que os alemães não resistam a tantos inimigos. Associa a derrota da Alemanha à queda de Salazar. Faz referência à realização de um jantar de anglófilos na Madeira. Escreve sobre o irmão que partilha as mesmas opiniões. Convida Alfredo Pimenta a visitá-los.
Faz uma análise do antagonismo que separa os apoiantes do fascismo e os católicos. Defende os fascismos e manifesta a sua incompreensão pela atitude dos católicos. Queixa-se de ser apontada com católica de fachada por causa das suas convicções. Conta que foi convidada para participar nos comícios anticomunistas.
Agradece a oferta de “História das relações entre Portugal e a Alemanha”. Faz referência à caligrafia difícil de Alfredo Pimenta.
Faz referência à carta que escreveu a Alfredo Pimenta. Identifica-se como mais uma Maria. Elogia Salazar. Revela alguns traços da sua personalidade e relata como passa os dias. Relata a sua vida no campo e a relação que mantem com os empregados. Declara que, em sua casa, são monárquicos apesar de não recordar o tempo dos reis e que desejam uma monarquia encaminhada por Salazar ou por nacionalistas. Revela o nome completo.
Declara que as cartas de Alfredo Pimenta consolam a tristeza e a solidão que sente. Refere a idade que tem e desvaloriza a vida. Comenta, com desinteresse, os acontecimentos internacionais e torce pela vitória do Japão sobre a América. Manifesta a sua descrença em relação às revelações de Lúcia e a todas as revelações feitas a seres humanos. Informa sobre o caso da protegida.