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"Estatuto ou determinação de D. Martinho, prior do mosteiro de São Torquato, assinando aos religiosos para seu vestido e para [pitanças], quando enfermas ou [causados], a décima parte das rendas que o mosteiro possui fora do couto. Foi feito em Guimarães no mês de junho da era de 1268, e confirmado a 30 do mesmo mês pelo arcebispo D. Estevão".
"Traslado de instrumento da divisão de rendas da igreja de Santa Maria de Guimarães, feita por D. Diogo e o cabido mediato julio da era de 1261. Por este contrato o cabido ficou obrigado a dar os ornamentos da igreja e altar, reparar a igreja e casas que estão em circuito da mesma , a saber, refeitório, dormitório, capítulo, adega, celeiro, via-sacra, a [casa da consciência]. o traslado foi passado a requerimento do cabido, escrito por Lopo de Figueiredo por mandado do arcebispo D. Fernando e por este assinado em Braga a 28 de Janeiro de 1463".
"Emprazamento do Campo do [Moreiral] em Lordelo, feito por Gonçalo Gonçalves, prelado de São Gens de Montelongo, pelos clérigos e herdeiros desta igreja, a Martinho Martins para d' ele fazer uma vinha. Escrito pelo notário Pedro no mês de abril da era de 1264. É partido por A.B.C."
"Testamento de Guterre Wilifonsi, feito na era de 1196, pelo qual lega todos os seus bens ao mosteiro de São Gens e São Bartolomeu. Alguns dos bens são legados com reserva do usufruto vitalício para outrem e com cláusula de permanecerem sempre integros em poder do mosteiro, prevenindo-se a hipótese de serem partidos os bens deste. Neste caso os bens seriam usufruídos pelos parentes do testador até que o mosteiro fosse restaurado novamente. Os bens doados, além dos móveis, são em [Argividi], [Amenal], [Docii] e em Villa Meã. Também lega uma casa sita em Guimarães ao hospital de Jerusalém".
"Contrato de cedência da terça da quinta de vila Meã, feita por D. Paio Moniz e outros herdeiros de São Gens".
"Cópia da carta de venda de oito casais e três quintães de outro, sitos na vila Miranci, território do Porto, junto ao mar, pela quantia de 750 maravidis que o rei D. Afonso, filho do rei D. Sancho, e sua mulher D. Urraca deram em vida à igreja de Guimarães, para seu aniversário. Foram compradores o prior D. Diogo e o cabido de Guimarães. Escrita a carta de venda pelo notário Pedro em Guimarães na era de 1249, reinado de D. Afonso e sua mulher Urraca, sendo mordomo da cúria D. Martinho Fernandes e servindo em seu lugar Pedro Nunes, Chanceler D. Julião; Chantre D. Pedro; mestre-escola D. Estevão. Estava presente, entre outros, Soeiro Pires, Juiz de Guimarães. Em seguida: declaração feita pelos vendedores de se obrigarem a fazer boa a dita venda pelas usas herdades de [Monquim] que cediam ao cabido se não pudessem validar o contrato."
"Doação de casas sitas na rua da Sapateira, de Guimarães, feita por Afonso Pires, sapateiro, morador na rua das......da cidade do Porto, em nome como testamenteiro de Margarida Rodrigues, viúva de Gil Martins, a Pero Afonso carneiro e mulher Catalina Martins. Feita em Guimarães a 15 de abril da era de 1449 pelo tabelião Afonso Vasques."
"Emprazamento, em três vidas, de umas casas istas na rua do Gado, feito pelso clérigos do côro, sendo prioste Vasco Afonso, a Aldonça Afonso, com a renda de 8 maravidis da moeda antiga. Escrito na capela de Santo Estevão da igreja de Santa Maria, estando os clérigos em cabido, a 20 de setembro da era de 1452, pelo tabelião Afonso Vasques, sendo uma das testemunhas Álvaro Gomes, criado do conde."
"Articulados apresentados a 10 das calendas de junho da era de 1331 em Braga nos claustros da Sé, no lugar denominado de Audiência, a Sancho Pires, deão do Porto, a Mestre Domingos e D. Pedro Egas, arcediagos e vigários bracarenses, respeitantes à demanda entre Paio Raimundo, reitor de S. Salvador de Infesta e Paio Martins, reitor de S. Gens de Montelongo que versava sobre herdades sitas na freguesia de S. Martinho de Val de [Bouro] e o casal de [Orelli] em S. Tiago de [Orelli], e herdades no lugar de [Ruivães], freguesia de S. Gens. Foram procuradores do reitor de S. Gens. Foram procuradores do reitor da igreja de Cavez, João Lourenço em virtude da procuração passada pelo tabelião de Braga. Afonso Paes, na qual foi testemunha, entre outros, João Domingues, reitor de S. Vicente de Paços. A questão foi-se protelando com alegações de uma e outra parte em diversas audiências e ainda continuava a 24 de Dezembro".
"Doação da terça de um casal em Vilar de Murzelos, freguesia de Telões, feita por Lourenço Martins, filho de Martim (?), a Rui Gonçalves. escrita em novembro da era de 1326 por Estevão Martins, tabelião de Celorico de Basto".
"Carta de confirmação e instituição canónica de Lourenço Paez, reitor de S. Martinho do Conde, apresentado pelo cabido de Guimarães, conferida pelo arcebispo D. Martinho."
"Doação de um herdamento sito em [Cooribi], feita por João Martins, do Forcado, freguesia de Telões, e mulher, Teresa Gomes, a Gonçalo Migueis, clérigo de Telões. Escrita em Amarante a 7 dias andados de fevereiro da era de 1342 por Gonçalo Gonçalves, tabelião de Amarante, sendo testemunhas, entre outros, Domingos Lourenço e Domingos Martins, juizes de Amarante."
"Revisão do inventário das alfaias e mais objectos existentes no tesouro da igreja de Santa Maria de Guimarães, feita em 23 de agosto da era de 1340 na presença do chantre Martim Garcia que representava o prior D. Rui Pires e do tesoureiro Domingos Anes, recebendo-as este da mão de Domingos Pires, capelão e cónego, cuja a guarda lhe estava confiada, sendo testemunhas Martim Anes e Miguel Pires, tabeliães, Martim Martins, abde de Serzedelo e cónego e outros. A revisão ou conferência foi feita à face do inventário organizado a 2 de julho da era de 1324 em presença do Prior D. Paio Domingues e do Chantre Mendo Soares".
"Doação vitalícia do usufruto do quarto de um casal sito em Paredes feita por Orracha Mendes, dona de Paredes, a sua sobrinha Maria Fernandes. Escrita em Ribeiros a 19 dias andados de abril da era de 1339, por Pedro Lourenço, tabelião na terra de Montelongo, sendo testemunhas, entre outros, João Domingues, reitor de S.vicente de Paço, fernão Domingues, reitor de Ribeiros, Domingos Anes, juiz de Moreira de Rei."
"Confirmação e instituição canónica de João Gonçalves. dito velho, reitor da igreja de S. Tiago de Candoso, apresenatado pelo cabido de Guimarães, conferida pelo arcebispo D. Martinho, apresentado pelo seu procurador Martim Garcia, Chantre de Guimarães".
"Confirmação e instituição canónica de Marcos Martins, reitor da igreja de S. João de Ponte, apresentado pela maioria do cabido de Guimarães, feita por Pedro Martins e Domingos Anes, cónegos de Braga e vigários do arcebispo D. Martinho a 3 dos idos de Março da era de 1336. A minoria do cabido havia apresentado Domingos Esteves, cónego de Guimarães, cuja apresentação foi declarada nula."
"Confirmação e instituição canónica de Francisco Julião, reitor de S. Martinho de Conde, apresentado pelo cabido de Guimarães, feita pelo arcebispo D. Martinho a 2 dos idos de abril da era de 1336".
"Sentença proferida em Avinhão a 27 de Maio de 1375 pelo auditor da cúria romana, Roberto de Otrattom, julgando válida a canónica elição do chantre da igreja de Santa Maria de Guimarães, D. João Lourenço, eleito pelo cabido por óbito de D. Vicente Domingues, e anula a apresentação de Gonçalo Raimundo feita pelo prior Gonçalo Vasques, que abusivamente introduzira no chantrado o seu apresentado por qunato a apresentação pertencia in solidum ao cabido. No verso está a notificação desta sentença feita 13 dias andados da era de 1416 (15 de Janeiro de 1378), no convento de Santa Clara de Coimbra, na corte e paços onde pousava el-rei ao prior Gonçalo Vasques, licenciado em direito, com licença de el-rei comunicada pelo bispo de Silves D. Martinho. A sentença foi exibida pelo dito chantre João Lourenço, e lida e notificada por Geraldo Anes Brosset, da diocese de San Flor, notário apostólico. Tem pendente de cordão de seda verde o selo, em cera vermelha posto sobre cera branca, do uditor romano, mas inutilizado quase no seu todo."
"Emprazamento de umas casas, sitas na rua de S. Tiago, feito pelos clérigos do côro a Gonçalo Fernandes, com o foro de 30 soldos. Feito em Guimarães, a (25?) de agosto da era de 1407, pelo tabelião João Gonçalves."
"Composição amigável feita perante o vigário da igreja de Braga, o cónego D. Vicente Anes, sede vacante, entre D. Durando Anes, prior de S. Torquato e diversos moradores da freguesia acerca da água e presa do Carvalho e respectivo rego. Foi reconhecido ao mosteiro a propriedade da água, conservando porém a outra parte, em suas vidas, metade delas aos domingos, revertendo toda para o mosteiro. Feito pelo tabelião Geraldo Esteves a 3 dos idos de setembro da era de 1331, sendo testemunha, entre outros, Simão Esteves, reitor da igreja de Navarra".
"Emprazamento, em três vidas, de umas casas sitas na quinta dos Sapateiros, que partem com o forno do Roixo e foram de João Martins, abade de Tagilde, feito pelos clérigos do côro a Diogo Gil, escudeiro, e mulher Beatriz Rodrigues, que moravam junto delas com o foro de 25 soldos. Escrito na crasta de Santa Maria, a 29 de setembro da era de 1406, pelo tabelião João Lourenço."
"Posse de umas casas sitas na rua do Gado que Afonso Martins, pousadeiro do Infante D. Fernando, restituiu aos clérigos do côro que provaram pertencer-lhes. dada perante João Gonçalves a 27 de abril da era de 1403."
"Sentença proferida em Santarém, a 13 de junho da era de 1402, por Fernão Martins e João Airas, vassalos de el-rei e ouvidores dos seus feitos, absolvendo o cabido de Guimarães da demanda, que lhe movia o procurador da coroa à cerca dos casais de Adeganha, Cantonha e outro, que lavra Matim Panço. Não é original mas um traslado passsado a requerimento do chantre João Lourenço, por mandado do juiz de Guimarães, Martim Gomes, na praça da vila a 10 de novembro da era de 1437."
"Posse de umas casas sitas na rua de S. Tiago. Escrirtoo documento por Martim Anes Lomar, escrivão jurado, dado por el-rei a Francisco Geraldes, seu tabelião em Guimarães e por este subscrito com seu sinal a 30 de Julho da era de 1384."
"Posse de metade de uma casa sita a fundo do Sabugal, conferida pelo cónego Gomes Gonçalves, como testamenteiro do cónego Martim Alvelo, aos clérigos do côro representados por Domingos Miguéis, abade de Santa Margarida e pelo qual eles haveriam dois maravidis anulamente legados pelo dito cónego. Escrita a 15 de dezembro da era de 1388, pelo tabelião Gonçalo Anes.
"Sentença proferida por João Pires, juiz de Montelongo, acerca de águas do casal de Perdelhas. Lavrada em Pinhães, a 26 de maio da era de 1388, por Vasco Esteves, tabelião de Montelongo, sendo testemunha, entre outros, Martim Afonso, tabelião do mesmo julgado."
"Doação de um e meio maravidi, imposto no casal de Concelha, freguesia de Penselo, feita por Gervaz Eanes e mulher, Maria Mendes, à confraria dos clérigos, por os admitirem confrades e por graça que lhes fazem de não dormirem em sua vida com confrade nenhum. Escrita a 19 de setembro da era de 1383, pelo tabelião Tomé Afonso, sendo testemunhas Gil Vicente, abade de Santa Logriça; Martim Pires, abade de Barqueiros; etc. Em seguida: Posse do dito casal a 20 do mesmo mês e perante o mesmo tabelião."
"Posse da igreja de Santa Maria de Silvares, tomada a 7 de Julho da era de 1384, pelo cabido de Guimarães, representado pelo seu procurador o cónego Martim Lourenço, estando já enterrado o corpo de João Domingues, abade que dela foi. Escrito o instrumento dentro da dita igreja pelo tabelião Martim Anes."
"Posse da igreja de Santa Maria de Silvares, tomada a 7 de Julho da era de 1384, pelo cabido de Guimarães, representado pelo seu procurador o cónego Martim Lourenço, estando já enterrado o corpo de João Domingues, abade que dela foi. Escrito o instrumento dentro da dita igreja pelo tabelião Estevão Anes."
"Doação de uma herdade em Laveriza a qual fora de (?) Garcia e mulher D. Maria, avós de Martim Alvelo, cónego de Guimarães e adquirida por este por troca que fez com o testamenteiro do seu primo Rodrigo Afonso, filho de Afonso Enriques, seu tio materno, e depois por ele cónego doada a Domingos Fernandes Carreiro e mulher (Domingas Domingos) e de outra herdade no Outeiro, freguesia de S. Mamede da Caniçada feita pelos ditos Domingos Fernandes e sua mulher ao mesmo cónego Martim Alvelo. escrita em Guimarães, a 18 de outubro de 1380 pelo tabelião Afonso Pires, sendo testemunhas, entre outros, Rodrigo Esteves Lagarto e Pedro Alvelo, escudeiros."
"Carta de doação da terça de um casal em Vilar de[Murzelos freguesia de Telões, feita por Fernão Martins, filho de Martim (?), a Rui Gonçalves. Escrita em Revordões a 3 dias por andar de junho da era de 1326 por Estevão Martins, público tabelião de el-rei de Portugal e do Algarve em Celorico de Basto."
"Troca de bens feita pelo cabido de Guimarães, com autoridade e consentimento do Prior D. Paio Domingues, com o guardião Frei Afonso Rodrigues e convento dos frades menores, com autoridade e (?) do ministro provincial e do procurador geral da província de S. Tiago, a que pertence o convento, o Mestre Domingos, arcediago bacharence. Estão inseridos neste documento os seguintes: - Bula do Papa Martinho IV (de 18 de janeiro de 1283) concedendo que os frades menores passam a nomear um procurador geral da provincia para tratar dos negócios temporais; - Carta do ministro provincial da provincia de S. Tiago, Frei Gonçalo Gomes, dada em Lisboa (1de Fevereiro) de 1285, nomeando procurador o referido Mestre Domingos, arcediago de Braga; - Carta do ministro provincial Frei Pedro Vasques, dada em Lisboa em 1288, autorizando a troca; Os bens que o cabido deu aos frades são os seguintes: um campo acima de um pelame; um herdamento que divide pelo rio [Coriis] contra a vila e com a almuinha e com campo acima do [pombal]. Neste herdamento havia casas, pombais e poço. Os freades cederam ao cabido: uma almuinha que lhes fôra dada por D. Urraca Manteiga; outra doada por D. Constança Pires, genro e filhos; outra uma vinha doada por Martim Pires e mulher Elvira Pires; outra doada por Domingos Anes Mouro; outra doada por Geraldo Mendes; outra doada por D. Marinha, viúva de Geraldo Didaco e filhos; outra com sua casa que foi hospital concelho; o casal que foi do hospital do concelho, sito em Riba de Ave, paróquia de São João de Brito; a almuinha que está abixo da do rei e confronta com o rio; um casal que foi do hospital do concelho, sito em S. Vicente de Oleiros e S. Paio de Lenhas. Foi escrito este instruumento de troca em Guimarães a 10 de Setembro da era de 1326 por Pedro Martins, tabelião público, sendo testemunhas Martim Martins, tabelião, Martim Rodrigues Badim, cavaleiro, Mateus Nunes, cónego de Guimarães, Domingos Pires, capelão da igreja de Guimarães, João Pires; Mestre Domingos, cónego de Guimarães e muitos outros homens bons".
"Outorga da renda de um maravidi e e meio, imposto numas casa da rua De Dona Anys, dado aos clérigos do coro por Simão Martins, abde que foi de Tagilde, com obrigação de aniversário por sua alma e de Mór Gonçalves, feita por Fernão Gonçalves, mercador, morador na rua da Sapateira, irmã da dita Mór Gonçalves. Escrita na via sacra de Santa Maria, a 30 de Agosto da era de 1380, pelo tabelião Pero Bravo, sendo testemunhas Afonso Martins, abade de Gondar e Martim Pires, abade de Barqueiros".
"Posse do casal do Bairro, freguesia de Atães, no qual Lourenço Martins e mulher Maria Pires impuseram o encargo de 15 soldos anuais para os clérigos do coro. Escrita pelo tabelião Francisco Geraldes a 5 de outubro da era de 1379".
"Venda de umas casa sitas na rua de Gatos, feita por Afonso Pires, abade de Garfe, a Pero Simões e mulher Domingas Martins, por 14 libras e meia de dinheiros portugueses. Escrita a carta em Guimarães, a 12 de abril da era de 1337, pelo tabelião Francisco Geraldes, sendo testemunha (João?) Gonçalves, abade de S. Clemente de Sande. Em seguida: paga e quitação dpo preço da dita venda, dada a 13 do mesmo mês e perante o mesmo tabelião."
"Carta de el-rei D. Dinis dirigida ao juizes de Guimarães a requerimento do cabido, ordenado-lhes que façam cumpri a sentença proferida pelos juizes anteriores na qual se mandou que os homens de Moreira e Vila Cova povoassem os casais reguengos possuídos ali pelo cabido, salvo havendo razão bastante aposta pelos ditos moradores e permitindo o auxilio do meirinho se assim fosse mister. Dada em Montemor-o-Novo por João Soares, ouvidor das cortes por mandado de el-rei, a 5 de janeiro da era de 1326".
"Sentença proferida por João Anes e Domingos Paes, ouvidores feitos de el-rei, julgando que a jurisdição civil do Couto de Codeçoso pertencia ao abade de Tolões, que então era Martim do Monte, o qual fora citado por Martim Calado para o provar perante os ditos ouvidores. Dada e m Lisboa a 10 de setembro da era de 1374".
"Protesto feito pelo procurador do prior Estevão (Dade?) e do cabido perante o juiz de Guimarães, Martim Romeu, para salvaguarda da sua jurisdição no Couto de S. João de Ponte, porque alguns moradores vieram pleitar perante o juiz qunado o deviam fazer perante o prior. Escrito a 15 de maio da era de 1374, pelo tabelião Tomé Afonso."
"Doação de meio maravidi imposto no casal do Outeiro de Paredes, freguesia da Costa, feita por Aires (Juyães?) e mulher Florença Anes aos clérigos do côro, com a obrigação de uma missa oficiada por alma de Maria Anes, filha da dita Florença Anes e do seu primeiro marido João Anes, cujos os bens os doadores herdaram. Escrita em Guimarães, a 3 de fevereiro da era de 1379, pelo tabelião Tomé Afonso. Em seguida: posse do mesmo casal no mesmo dia e perante o mesmo tabelião."
"Emprazamento, em três vidas, de um campo sito na rua dos Mercadores, em que houve casas que arderam com mais outras «quando ora aqui fora a queima em esta vila», pertencente à casa de Santa Luzia, feita pelo juiz de Guimarães Gonçalo Romeu e pelos vedores Afonso Pires, Martim Domingues, Afonso Lourenço e (Palos) Domingues e pelo procurador do concelho Gil Pires, a Afonso de Freitas, mercador, e mulher Maria Martins, com o foro anual de 5 maravidis velhos pagos à dita casa de Santa Luzia e um à Madanela, que está na igreja de S. Tiago, desta vila, e com obrigação de ali edificarem casas à sua custa. Feito no Paço do concelho, pelo tabelião João Pires, a 5 de setembro da era de 1420, sendo procurador da casa de Santa Luzia, Vasco Gonçalves Missa."
"Carta de el-rei, dada no Porto a 11 de junho da era de 1423, passada por João Afonso, bacharel em degredos, dando ao chantre de Guimarães João Lourenço, pelo muito serviço que lhe fizera e ao reino, de todos os bens que no termo de Guimarães e em outros possuia Vasco Martins, filho do mestre-escola, que andava em serviço seu e do reino. Tem pendente, envolvido em bolsa de pergaminho, o selo régio em cera, mas todo esmigalhado."
"Doação de umas casas sitas no Sabugal, feita pelo cónego Estevão Pires aos clérigos do coro da igreja de Santa Maria, com a obrigação de três aniversários na festa de Santa Maria de Agosto, na de Santa Maria de Março e na de Santo Estevão, com todos os oficios destas festas. Escrita em Guimarães pelo tabelião Vicente Anes a 12 de Fevereiro da era de 1311."
"Emprazamento, em três vidas, de umas casas e eixido sitas na rua de S. Tiago, ante os fornos, feito pelos clérigos do côro, sendo prioste Vasco Afonso a Taresa Pires, servidor do chantre, com o foro anual de 2 maravidis da moeda antiga. escrito na crasta de Santa Maria, ante a porta do Paço do Priol, a 15 de dezembro da era de 1444, pelo tabelião Estevão Pires, sendo uma das testemunhas Martim Lourenço, abade de Santo Estevão de Briteiros."
"Emprazamento em três vidas, de uma casa sita na rua da judiaria, ante a porta da Sinagoga, feita pelos clérigos do côro a Lourenço Estevez, coreiro e abade de Gondar, com o foro de um maravidi velho da moeda antiga. entre outros eram clérigos coreiros: Gonçalo Fernandes, abade de Gondomar; Gonçalo Vicente, abade de S. Lourenço de Riba de Selho, Pero Afonso, abade de (Arões?). Escrito na Crasta de Santa Maria, a 24 de junho da era de 1429, pelo tabelião Vasco Gonçalves, sendo uma das testemunhas Martim Anes, mordomo da vila de Guimarães."
"Sentença proferida em Lisboa, a 14 de fevereiro da era de 1431, pelos sobre-juizes e vassalos de el-rei Afonso Domingues e Bartolomeu Martins, em agravo levado da decisão do juiz de Guimarães, confirmando esta e decidindo que pertencia ao cabido a pensão anual de 4(?) maravidis, impostos no casal de Riba de Selho. No verso: notificação da dita sentença ao juiz de Guimarães Gonçalo Anes, em 21 de abril da era de 1431, que a mandou cumprir. Em seguida: posse do dito casal tomada em presença do tabelião Vasco Afonso."
"Emprazamento em três vidas, feito pelo chantre João Lourenço e cabido a João Pires, tabelião de Guimarães, e mulher Margarida Gil, com a renda anual de 16 libras e 6 soldos, dos sesguintes bens, que foram de Vasco Seco; casas na praça da vila, casas na rua do Gado, vinha e devesa das Ameas, pardieiro na rua Nova do Muro, almuinha e casa na rua de gatos, o forno da judiaria, casal da casa erma e pedra furada na freguesia de Brito. escrito na capela de S. João na igreja de Santa Maria, ondes e faz cabido, a 27 de março da era de 1432, pelo tabelião Afonso Anes, sendo uma das testemunhas Álvaro Anes, inquiridor."
"Traslado da carta de visitação da igreja de S. Gens de Montelongo, dada em Braga a 27 de junho da era de 1432 pelo arcebispo D. Lourenço que ordena que na referida igreja haja três raçoeiros, que perceberam a quarta parte dos frutos dela, com obrigação de a servirem cada um sua semana, rezarem ahi as horas canónicas e digerem, mas igrejas sufragâneas de S. Lourenço e de S. Frutuoso da Povoação, missa nos dias dos oragos. O arcebispo averiguara em acto de visita, estando presente o abde Pero estevez, que na referida igreja existiram em tempo raçoeiros, que algumas testemunhas elevaram a doze, outras e outros reduziram a quatro, e apenas havia dois à data da posse do abade e actualmente nenhum. Neste benefício foi então colado martim Estevez. O traslado foi passado por mandado do Juiz de Guimarães Fernando Afonso Leborão, escudeiro do Duque de Bragança e de Guimarães, a 24 de Dezembro de 1478, pelo tabelião Fernando Anes, também escudeiro do mesmo senhor, sendo uma das testemunhas Fernão Carvalhães, escudeiro da Marqueza de Montemor."
"Sentença, proferida em Avinhão a 14 de maio de 1376 pelo auditor da cúria romana galhardo de Nonecchia, confirmando a extractada a 27 de maio de 1375 (cota 8-3-3-7), da qual apelara Gonçalo Raimundo. Tem pendente de cordão vermelho o selo do auditor, em cera vermelha sobre cera branca, mas inutilizado quse todo."
"Mandado de execução das sentenças sobre o chantarado, extractadas nos documentos antecedentes*, expedido de Roma a 25 de maio de 1377 por Francisco Fernandes, cónego (Ispalense?), ao qual e a outros foi cometido o seu cumprimento, e que ele, por este mandado, subdelega nos seguintes: Afonso Anes, tesoureiro da igreja de Santa Maria de Guimarães; Vasco Martins, Gonçalo Anes de Évora, Gonçalo Domingues, Gonçalo Vieira, cónegos da mesma igreja; João Lourenço, reitor da igreja do Salvador do Pinheiro; (Diogo), reitor de S. Martinho de Candoso; Gonçalo, reitor da de (Lueirmadella?). Tempendente de cordão vermelho, em baixo relevo de lacre vermelho sobre cera branca, o selo do executor. É em oval, no centro uma portada gotica e na orla: S FRANCISCI. FERNANDI. CANONICI. ECLESIE. H.... No verso: notificação feita ao prior Gonçalo Vasques, no mesmo lugar, dia, mês, ano e termos do documento com a cota 8-3-3-7." *ver documentação associada.
"Sentença proferida em Avinhão a 15 de setembro de 1376 pelo auditor da cúria romana, Bertarndo de Alamo, confirmando a sentença sobre o chantrado extractada em 28 de maio de 1376 (cota 8-2-4-27), da qual apelaram o prior Gonçalo Vasques e Gonçalo Raimundo. Conserva pendente de cordão de seda branca, o selo do auditor ainda quse completo. É em baixo relevo, de lacre vermelho posto sobre cera branca, e no centro a toda a altura da oval fachada da igreja, ou altar gótico, com três badalquinos e em cada um sua imagem. Na orla: S. BERTRADI. No verso: Notificação desta sentença ao prior Gonçalo Vasques, no mesmo lugar, dia, mês e ano., e nos mesmo termos da notificação do documento com a cota 8-3-3-7."
"Posse de umas casas sitas na rua Escura, legadas ao cabido pelo chantre Vicente Domingues, efectuada a 16 de maio da era de 1414 na presença do tabelião Vasco Martins."
"Sentença, proferida em Avinhão a 14 de maio de 1376 pelo auditor da cúria romana Galhardo de Nonecchia, confirmando a sentença extractada a 27 de maio de 1375 (cota 8-3-3-7), da qual apelara Gonçalo Raimundo. No verso: notificação desta sentença ao dito prior, mo mesmo lugar, dia, mês e ano, e nos mesmos termos da notificação que consta no documento citado.
"Compoisção sobrea a usurpação de frutos e (?), feitos nas herdades de Riba de Ave, entre o cabido de Guimarães e Gonçalo Pais e mulher Maria Pires, em virtude da qual estes ficaram pagando anualmente ao cabido dois maravidis velhos de Portugal, impostos no casal de Curveiras, sito em Riba de Ave. Escrita a 20 de janeiro da era de 1364 pelo tabelião de Guimarães Francisco Lourenço."
"Posse de uma casas sitas na rua de Santa Maria que tomou Gonçalo Fernandes, abade de Gondomar, em nome dos clérigos do coro aquem foram legadas por Afonso Vieira, alfaiate, e mulher. Foi lavrado o instrumentopelo tabelião Vasco Martins em (?) de agosto da era (?). A data é ilegível, mas nas costas do pergaminho lê-se ano de 1328 por letra diversa."
"Traslado dos seguintes documentos referentes ao casal de Calvelos passado a requerimento do mestre-escola do Porto e abade de S. Gens, em Guimarães, na casa dos tabeliães a 6 de maio da era de 1365: 1- resposta de Afonso Anes, juiz de Montelongo, sobrea entrega do dito casal, escrita pelo tabelião de Montelongo Giraldo Esteves a 19 de outubro da era de 1344. 2- Sentença de João Fernandes, juiz de Montelongo, sobre demanda acerca do dito casal, escrita pelo mesmo tabelião a 4 de maio da era de 1346. 3- Declaração de Lourenço Rodrigues, porteiro de Montelongo, acerca da entrega do dito casal, escrita em [Ancabral] a 8 de outubro da era de 1347 pelo tabelião Estevão Pais."
"Outorga, dada pelo procurador dos clérigos do coro, autorizado pelo procuração feita a 2 de junho da era de 1365, sendo prioste dos clérigos Gonçalo Antunes, pelo tabelião Giraldo Esteves, a um emprazamento de campos sitos nua rua da Cabreira, que foram casas, feito pelo chantre e cabido a Pedro Anes e mulher Constança Gonçalves com o foro anual de 40 soldos, pagos por [meados] de maio, dos auis 9 seriam pagos aos ditos clérigos. Escrita a 17 de julho da era de 1365 na Via Sagra, onde se fez cabido, pelo tabelião Gil Eanes, sendo testemunha, entre outros, Fernando Pires, abade de Pinheiro."
"Arrematação em hasta pública de meio casal do Monte, freguesia de S. Toquato, em virtude da execução por dividas a el-rei, constantes do rol dado pelo almoxerife de Guimarães, Vasco Domingues, e pelo seu escrivão João de Santarém ao porteiro de almoxarifado, Martim Pariz. Foi autorizada esta arrematação por carta régia, dada em Coimbra a 2 de janeiro da era de 1373 e passada por João Vicente, clérigo de el-rei e por Fernão Gonçalves, seu vassalo, feito e passado a título a João Pais, do Sabugal, arrematante do casal, a 9 de abril da era de 1373, ao qual foi aposto, pendente de cordão vermelho o selo do concelho que já não existe."
"Doação de um maravidi, imposto no casal do Pinheiro, freguesia do Salvador do Pinheiro, feita por João Raimundo, abade de Santo Estevão de Urgezes, à confraria dos clérigos de Santa Maria pela graça e amor que lhes fizeram que não viesse dormir com confrade nenhum. Escrita na Crasta de Santa Maria a 20 de fevereiro da era de 1373, fazendo a confraria cabido, pelo tabelião Tomé Afonso."
[Doação de dez soldos, impostos na quinta do Chão e da (Naia?), freguesia de Santa Cristina de Caidi, feita pelo cónego Martim Anes à confraria de clérigos de Santa Maria de Guimarães para ser escusado da meygoado do confrade ou da confrada. Escrito no cabido de Guimarães,a 23 de junho da era de 1372, pelo tabelião Geraldo Esteves. Em seguida; Doação de dez soldos, impostos em uma casa, feita por Agnes Vasques à mesma confraria e pelo mesmo fim. Escrita no mesmo dia e pelo mesmo tabelião."
"Posse de uma casa sita na rua de Santa Maria, que tomou Martim Pires, abde de Barqueiros, procurador dos clérigos do coro, pelo qual estes haveriam anualmente meio maravidil que Gonçalo Fernandes e suas irmãs reconheceram ser-lhes devido como constava do livro dos aniversários. Escrito em Guimarães, a 25 de abril da era de 1369, pelo Tabelião Francisco Anes".
"Posse da quinta de Crasto e do casal do Escoriscado tomado pelo procurador de D. Gonçalo Martins , mestre-escola do Porto e abade de S. Gens, em virtude de uma carta de João Anes, corregedor por el-rei. Escrita por Gonçalo Pires, tabelião de Montelongfo, no [Crasto], a 18 de outubro da era de 1368."
"Apresentação de Torquato Mendes, clérigo de D. Miguel Vivas, bispo eleito de Viseu, na igreja de S. Tiago de Murça, feita pelo cabido de Guimarães, representado por procuradores, em o domingo 22 de outubro da era de 1367 na presença do arcebispo D. Gonçalo, estando este à mesa mas já levantadas as toalhas. Escrita em Castro [Roupas] por Afonso Martins, tabelião da cidade, couto, diocese e província bracarense."
"Sentença, preferida em Guimarães a 26 de agosto da era de 1373 por Lourenço Martins, dito Calado, vedor dos coutos e honras de Entre-Douro e Minho, cargo para que foi nomeado por carta régia datada de Lisboa a 6 de abril da era de 1373, mandado conservar à igreja de S. Gens de Montelongo, certas honras nas freguesias de Armil, Santa Ovaya a Antiga, Estorãos, Ribeiros, (Luinchaes?) e S. Gens. A sentença foi precedida da inquirição testemunhal em que foram ouvidos Pedro Lopes, juiz de Montelongo, Acenço Esteves, tabelião de Montelongo, Travassos e Freitas, e outros homens bons. Este documento não é original, mas um traslado passado na dita igreja de S. Gens, a requerimento de D. Gonçalo Martins, mestre escola do Porto e abade dela, por mandado do juiz de Montelongo Vicente Martins, e do dito Lourenço Calado, a 12 de setembro da era de 1377, dia em que a sentença foi publicada em S. Gens, pelo referido tabelião Acenço Esteves, sendo testemunha, entre outros, Gonçalo (Durão?) abade de (Luinchães?)."
""Doação do foro de um e meio maravidi imposto no casal da Arca em Rio de Moinhos, freguesia de S. Salvador de Pinheiro, feita por Florença Anes, mulher de João Afonso, mercador. Escrita em Guimarães,a 18 de janeiro da era de 1374, pelo tabelião Tomé Afonso. Em seguida: posse do dito casal conferida no mesmo dia e perante o mesmo tabelião."
"Outorga dos filhos e genros de Florença Anes à doação feita por esta à confraria dos clérigos, com declaração do que este encargo somente pesaria sobre metade dos bens que pertenciam à doadora. Escrita em Guimarães, nas casas onde morou o falecido marido da doadora a 24 de janeiro da era de 1374 pelo tabelião Tomé Afonso."
"Doação de meio maravidi, imposto em uma casa da rua de Santa Maria, feita por Domingos Anes Boroa e mulher, Joana Guedelha, à confraria dos clérigos para os haverem admitidos confrades, e conferindo logo a posse dela a Martim Pires, abade de Barqueiros, mordomo da confraria. Escrita a 28 de janeiro da era de 1374 pelo tabelião Tomé Afonso."
"Emprazamento em três vidas de uma vinha sita em Loordello, feito por Gonçalo Gonçalves, prelado de S. Gens, com os seus clerigos e herdeiros, a Mendo Mendes e mulher Maria Mendes com foroannual de uma libra de cera paga no dia de S. Gense a qurta parte do vinho. Escrito por Martinho no mês de novembro da era de 1278 reinado o rei D. Sancho, sendo arcebispo D. Silvestre e senhor da terra [Martim] Gil. É partido por A.B.C."
"Emprazamento em três vidas de uma vinha sita em Loordello, feito por Gonçalo Gonçalves, prelado de S. Gens, com os seus clerigos, digo, do Montelongo, com os seus clerigos e herdeiros, a Domingos Gomes mulher Elvira Anes, e a Mendo Anes e a mulher Maria Anes, com o foro para estes da terça parte do vinho e para seus filhos mais uma libra de cera paga em dia de S. Bartolomeu. Escrito pelo notario Pedro no mês de fevereiro da era de 1283. É partido A.B.C."
"Emprazamento em uma vida no lugar de Infula, ou Insula, em Valle de Bouro, para edificar casas e plantar vinhas, feita por Gonçalo Gonçalves, prelado de S. Gens, com os clérigos e governadores, a Soeiro Mendes com o foro de uma libra de cêra paga em dia de S. Bartholomeu. Escrito no mês de setembro da era de 1285. É partido por A.B.C."
"Sentença proferida pelo juiz de Guimarães, João Afonso, julgando válido o prazo que do casal de Vila Verde, freguesia de Santa Maria de Gémeos, possuia João Pires e mulher Maria Martins, o qual lhe era questionado por Domingos Gonçalves. dada em Guimarães a 30 de agosto da era de 1345 e escrita pelo tabelião Martim Martins, sendo testemunha, entre outros, João Domingos, tabelião."
"Emprazamento em uma vida do casal denominado Casais, do meio casal de Trás-do-Rio, sitos na vila (Bruela), feito por Gonçalo Gonçalves, abade de S. Gens de Montelongo, com os seus clérigos e herdeiros, a Pedro Martins e a mulher Aurora Viegas. Escrito no mês de abril da era de 1288, reinado Afonso, Arcebispo em Braga e príncipe da terra D. Mendo Garcia. É partido por A.B.C."
"Emprazamento de uma casa sita na rua dos Gatos, feito pelos clérigos do coro a Domingos André, seu [companhom] com foro de um quarto de maravidi.Escrito a 8 de janeiro da era de 1361(?) pelo tabelião Afonso Pires, sendo testemunhas, entre outros, Estevão Pais e Francisco Anes, tabeliães.
"Sentença proferida em Tui por D. Lopo Martins, arcediago da Sé desta cidade, juiz comissario por bula do Papa Alexandre VI, declarando nulo o emprazamento das rendas e frutos da igreja de Santo (Milhaaom), feito pelo administrador do mosteiro de S. Torquato a Álvaro Rodrigues de Azevedo da cidade do Porto, e mandando que o cabido de Guimarães ao qual fora anexado o dito mosteiro tomasse posse das ditas rendas e frutos. Escrito pelo notário apostólico Lopo de Montes."
"Transacção acerca de umas casas sitas na rua Nova do Muro, feita entre a confraria do Serviço, sendo juiz Fernando Afonso Leborão, e Vasco Pires e mulher Maria Anes, ficando, por morte destes, para a confraria com obrigação de duas missas rezadas para sempre. Escrito pelo tabelião Afonso Luís."
"Traslado a título de anexação e posse da igreja de S. Tiago de Murça passado por mandado do juiz ordinário de Guimarães, Fernando Afonso Leborão, pelo tabelião Paio Vieira."
"Traslado da cláusula testamentária de Pero Afonso, cónego de Guimarães e abade de S. Romão Mesão Frio, morador na rua de Santa Maria, cujo o testamento foi feito a 17 de setembro do mesmo ano e aberto a 30 à porta das casas onde ele jazia finado em um leito, pelo juiz ordinário Fernão Afonso Leborão, pela qual lega 200 reais aos clérigos caseiros com obrigação de vigília, ladaínha e missa em véspera de S. Pedro e S. Paulo, impostos em umas casas cuja a propriedade deixa a sua sobrinha Beatriz Anes, clérigo de missa, criado do testador. Passado o traslado, por mandado do dito juiz, pelo tabelião Bastião Gonçalves."
"Renúncia condicional do emprazamento de um exido, sito na rua sapateira, feita por João Fermoso, capelão de Santa Maria, filho de Vasco Afonso, em favor de sua irmã Aldonça Vaz e marido Gonçalo Nunes; e emprazamento feito a estes pelos clérigos coreiros, sendo prioste Pero Anes e um deles Nuno Gonçalves, abade de Santa Margarida, com o foro de 12 reais e obrigação de fazerem nele dentro de dois anos uma casa de um sobrado. Escrito na capela de S. Brás pelo tabelião Bastião Gonçalves."
"Carta do Arcebispo D. Jorge da Costa, dada em Braga, anexando a igreja de S. Tiago de Murça, vaga pelo falecimento do abade Lopo Afonso, cónego de Braga, à mesa prioral e capitular da colegiada de Guimarães, petição do chantre desta, Fernando Alvares, como procurador do Prior D. Henrique Coutinho e do Cabido. Foi imposta à Colegiada a obrigação de manter um pregador letrado e entendido em teologia que até ora não havia e se tornava necessário para pregar a palavra do Senhor aos fiéis cristãos da dita vila; e devendo ter na dita igreja um capelão confirmado que a sirva na espiritual e que vencerá o estipendio de três mil reais da corrente moeda. No verso: Posse da referida igreja que a 15 dias andados de outubro do mesmo ano tomou o cónego de Guimarães, Garcia Caminha, procurador do cabido, esdtando presentes Rui Domingues, capelão dela, Gonçalo Vasques, escudeiro, juiz de Murça e Rui Fernandes, vereador de Murça.Escrito em Murça pelo tabelião desta vila Álvaro Martins."
"Venda de umas casas sitas na rua da Caldeiroa feita pela quantia de 2000 reais brancos, de dez pretos o real, à confraria do Serviço de Santa Maria por Jordão Pires e seu irmão João Pires. Este último estva preso no castelo onde a 12 de dezembro de 1496, de procuração a seu irmão, lavrada pelo tabelião Afonso Luiz, sendo uma das testemunhas Rui Fernandes, escudeiro de Diogo Lopes de Lima. A venda foi autorizada por Álvaro Pinto, escudeiro fidalgo, juiz ordinário de Guimarães, pelo termo lavrado em 9 de fevereiro de 1497 no inventário a que procedeu por falecimento do pai dos vendedores, pelo tabelião Bastião Gonçalves. O preço da compra foi pago do modo seguinte: asssenta e dois vinténs que somaram 1240 reais e mais um escudo de ouro e um cruzado e meio vintém, que tudo prefaz a dita quantia. Escrito em Guimarães por João de Neiva, tabelião na dita vila e termos por o Senhor Duque de Bragança e de Guimarães , Nosso Senhor. No verso: Posse da dita casa tomada a 1 de abril do mesmo ano pelo mordomo da confraria, Gomes Gonçalves, escudeiro do proto-notário. escrito pelo mesmo tabelião."
"Sentença confirmando o emprazamento, em três vidas, de uma casa e botica, na rua das Mostardeiras, pertença da igreja de S. Tiago anexa ao mestre-escolado, feito pelo mestre-escola Baltazar de Andrade a Martim Gomes e mulher Margarida Pires, com o foro de 380 réis. dada em Braga pelo D. João de Coimbra, doutor em degeredos, proovisor e vigário geral dos arcebispado, D. Jorge da Costa, bispo Portuense, cardeal e perpétuo administrador do arcebispo de Braga. No verso: emprazamento da mesma casa feito pelo mesmo, a 28 de Dezembro de 1511, a Bento Veloso e mulher a quem enfiteutas supra referidos a doaram. Escrito pelo tabelião (Bento do Vale?)."
"Venda de umas casas, sitas na rua Caldeiroa, feita por João Fremoso, escudeiro, e sua mulher, Margarida Álvares, moradores no Assento da igreja de Santa Maria de Idães, julgado de Felgueiras,a João do Porto, tabelião em Guimarães a mulher Branca Anes. Escrito no dito assento pelo tabelião de Felgueiras, Pero Machado, sendo tsetemunha Martim Álvares, abde que foi de Idães. No verso: posse das ditas casas, tomada a 23 do mesmo mês e ano, na presença do tabelião de Guimarães Pedro Álvares."
"Emprazamento, em três vidas, de umas casa sita na rua de Val de Donas, feito pelos clérigos do côro a Vasco Anes, clérigo. Escrito no ano de 1423, segundo uma nota do verso feita posteriormente. O documento está bastante ilegivel."
"Alvará régio, datado de Lisboa, concedendo ao Cabido a posse e direito a umas casas, que lhe foram dadas em Vila do Conde, não obstante ter decorrido o prazo legal de as vender ou escombar, o que devia fazer dentro de um ano a contar da data deste alvará."
"Sentença confirmando, em três vidas, de umas casas e botica, sitas na rua das Mostardeiras, freguesia de Santa Maria de Oliveira, pertencentes à igreja de S. Tiago, feito pelo mestre-escola Baltazar de Andrade, abade desta igreja, a Martim Gomes e mulher Margarida Pires, com o foro de 460 reis e duas galinhas. Dada em Braga por D. Álvaro Freitas, Dom abade de Tarouca, governador em a cidade de Braga e provisor na igreja e arcebispado pelo senhor D. Jorge da Costa, bispo Portuense, Cardeal e perpétuo administrador do arcebispo de Braga."
"Emprazamento, em três vidas, de umas casas sitas na viela que vai da rua sapateira para a rua de Felgueiras, feito pelos clérigos do côro (entre outros Nicolau de Freitas, abade de S. João das Caldas; Vasco Afonso, abade de Penselo; Fernando Afonso, abade de Cortegaça) a Martim Gonçalves e mulher Catalina Martins. Escrito à porta da igreja de Santa Maria que sai para a banda da rua de Santa Maria, pelo tabelião Nicolau de Freitas, sendo uma das testemunhas João Martins, abade de S. Lourenço. "
"Outorga da doação verbal que João Afonso, abade de Guardizela, morador na rua Nova do Muro, fizera em vida aos clérigos coreiros de 150 reis anuais com obrigação perpétua de três missas, impostos nas casas em que morava a numa leira em Relho, dada pela sua herdeira e testamenteira Maria de S. Tiago, na presença do prioste Afonso Domingues. Escrito pelo tabelião Álvaro Gonçalves."
"Emprazamento, em três vidas, de umas casas com o seu exido e adega, sitas na rua da Caldeiroa, feito por Lopo de Castro, escudeiro, e mulher Constança Martins, a João Pires, sapateiro, com o foro de três libras da moeda antiga. escrita pelo tabelião João de Sousa."
"Emprazamento, em três vidas, de umas casas sitas na rua dos Gatos, feito pelos clérigos do côro, sendo Prioste Vasco Afonso, e um deles Nicolau de Freitas, abade de S. João a Caldas, a Afonso Anes, barbeiro, e mulher Joana Martins, moradores a par de Santa Maria da Oliveira, com o foro de 10 soldos da moeda antiga. Escrito em Crasta de Santa Maria, ante a porta que sai para a capela de Santo Estevão, e estando eles em cabido, pelo tabelião Nicolau de Freitas."
"Escambo feito pelos clérigos do côro com João Vale e mulher Isabel Peixoto, de umas casas siats na rua do Sabugal e por outras sitas na rua de Val de Donas com obrigação de uma missa em dia de Santa Isabel. Escrito na capela de S. Brás pelo tabelião Fernando Nunes. No verso: Posse das ditas casas da rua de Val de Donas, tomada pelos clérigos no mês de junho do mesmo ano."
"Emprazamento, em três vidas, de umas casas sitas na rua Donais, feito pelos clérigos do côro, sendo prioste Pero Anes, a Gonçalo Domingues como foro de 180 reais. Escrito na crasta da Colegiada, na capela da Misericórdia, feito pelo tabelião João do Porto."
"Sentença proferida, no paço do concelho, por João Afonso, mercador, vassalo de el-rei, juiz ordinário de Guimarães pelo duque D. Fernando, acerca de um foro aos clérigos do côro e imposto em casas sitas na rua da Infesta."
"Confirmação e instituição canónica, conferida pelo tesoureiro da igreja de Santa Maria de Guimarães, Brás Estevez, por comissão do arcebipso D. Fernando dada em alvará, datado de Braga a 22 de dezembro de 1425, de Estevão Gonçalves, abade de Castro Laboreiro, na igreja sem cura, de S. Tiago da vila de Guimarães, em que fôra apresentado pelo prior e cabido de Guimarães. Esta igreja estava vaga por morte de Álvaro Vasques, último reitor, e foi apresentada a renúncia do direito que nela pretendia ter Álvaro Gonçalves, clérigo em 31 de dezembro, e também renunciou em 1 de Janeiro a abade confirmado dela, Rodrigo Anes, criado de Lopo Vasques da Cunha, por intermédio do seu procurador Fernão Gonçalves de Araújo, cónego de Guimarães e abade de S. Gens de Montelongo. Este último foi igualmente procurador do prior Rui da Cunha para apresentação da referida igreja em virtude do substabelecimento de procuração feito por Lopo Vasques da Cunha, irmão e procurador do prior. A colação realizou-se na igreja de Santa Maria e em seguida foi conferida a posse da dita igreja pelo mesmo tesoureiro e de tudo lavrou o instrumento o tabelião João Anes."
"Confirmação e instituição canónica, conferida pelo tesoureiro da igreja de Santa Maria de Guimarães, Brás Estevez, por comissão do arcebipso D. Fernando dada em alvará, datado de Braga a 22 de dezembro de 1425, de Estevão Gonçalves, abade de Castro Laboreiro, na igreja sem cura, de S. Tiago da vila de Guimarães, em que fôra apresentado pelo prior e cabido de Guimarães. Esta igreja estava vaga por morte de Álvaro Vasques, último reitor, e foi apresentada a renúncia do direito que nela pretendia ter Álvaro Gonçalves, clérigo em 31 de dezembro, e também renunciou em 1 de Janeiro a abade confirmado dela, Rodrigo Annes, criado de Lopo Vasques da Cunha, por intermédio do seu procurador Fernão Gonçalves de Araújo, cónego de Guimarães e abade de S. Gens de Montelongo. Este último foi igualmente procurador do prior Rui da Cunha para apresentação da referida igreja em virtude do substabelecimento de procuração feito por Lopo Vasques da Cunha, irmão e procurador do prior. A colação realizou-se na igreja de Santa Maria e em seguida foi conferida a posse da dita igreja pelo mesmo tesoureiro e de tudo lavrou o instrumento o tabelião João Anes."
"Confirmação e instituição canónica de João Vicente, cónego de Guimarães, em uma ração da igreja de S. Gens de Montelongo, vaga por morte de Martim Esteves, conferida por Afonso André, cónego de Guimarães e abade da referida igreja. O Colator, sentado junto dos Paços do Conde D. Afonso, impôs o barrete sobre a cabeça do raçoeiro que estava ajoelhado ante ele. Escrito pelo tabelião João Anes, sendo uma da testemunhas Gonçalo Martins, escudeiro de Martim Vasques da Cunha."
"Venda de umas casas sitas na rua da Caldeiroa, feita por João do Porto e mulher Leonor Álvares a António Lopes, clérigo, por 7.500 reais, de seis ceitis o real; ficando o vendedor obrigado a conseguir que os seus filhos Inês Eanes, Leonor Eanes e Fernão do Porto outorgassem este contrato até ao dia de Natal. Escrito pelo tabelião Bastião Gonçalves. Em seguida: Posse das ditas casas conferida pelo tabelião Salvador Lopes a 16 de janeiro de 1524. No verso: outorga dada ao contrato supra por Marcas Domingues...e mulher Inâs Eanes, moradores no Toural, escrita a 2 de abril de 1524 pelo tabelião João Ribeiro."
"Sentença proferida em Braga por Gil Afonso Sertão, arcediago do Couto, por João Fernandes, bacharel em degredos e cónegos de Braga e por Ferndando Afonso, bacharel em leis, vigários gerais do arcebipso D. Fernando, julgando que o prior do convento de S. Torquato tinham direito a receber anualmente 40 soldos por umas herdades sitas na fregueisa de S. Romão de Sisto. Conserva pendente o selo da corte da igreja de Braga, um baixo relevo verde, redondo, em cera branca, tendo no centro a imagem da Virgem sentada com o menino no regaço."
"Posse de metade de uma casa sita na rua da Infesta em virtude da sentença proferida a 7 do mesmo mês, no Paço do Concelho, pelo juiz ordinário de Guimarães, Pedro Álvares, mercador à qual foi tomada pelo procurador dos clérigos coreiros, João Martins, abade de S. Lourenço de Riba de Selho. Esta carta foi legada aos referidos clérigos pela cláusula testamentária de Fernando Afonso, abade de S. Lourenço de Calvos, com obrigação de uma vigília e missa por sua alma e de sua mãe e irmã. Escrito pelo tabelião Pêro Anes."
"Posse da igreja de Santo Estevão de Urgezes, que os procuradores do cabido de Guimarães, em virtude da anexação (referida no documento com a cota 8-3-1-6) tomaram quando se celebrava a missa do dia. Foi feito o inventário dos ornamentos que nela havia, a saber: cinco livros, um missal místico e outro santal de quanto e outro outro.... santal de rezar e um salteiro e um caderno de oficio de (Corpore?) e de Santa Maria das Neves e uma ara e um calez de estanho e duas vestimentas e uma cruz. Escrito o intrumento pelo tabelião de Guimarães João Anes, que pelo caminho contou XXX reais."
"Emprazamento, em três vidas, de umas casas sitas na rua de (Nonais?) feito pelos clérigos coreiros a João Álvares, criado de Diogo Lopes de Lima, e mulher Marta Domingues, com o foro de 170 reais, de 6 ceitis o real. Escrito na capela de S. Brás pelo tabelião Bastião Gonçalves."
"Emprazamento, em três vidas, de um pardieiro sito na rua do Sabugal feito pela confraria do Serviço de Santa Maria a Martins Anes e mulher Margarida Anes, com a condição de fazerem nele, dentro de um ano, uma cavalariça, ou palheiro ou casa se quiserem com o foro de um vintém de prata que fazem 114 o marco, que são presente vinte reais de seis ceitis o real, moeda ora corrente. Escrito na capela de S. Brás pelo tabelião Bastião Gonçalves."