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Participa que envia o cheque para pagar o aceite. Informa que o Gonçalo está na presidência da Câmara.
Informa que enviará a quantia combinada. Agradece as melhoras da filha e deseja as melhoras à sobrinha. Revela os seus sentimentos sobre filha que faleceu.
Informa que vai pedir um exemplar da "Ilustração Moderna" A. L. de Carvalho para Alfredo Pimenta. Pede para o informar se recebeu a sua morada da Póvoa de Varzim. Refere-se a uma escritura.
Refere-se ao pedido de 2 contos e ao vencimento de uma letra. Declara que o padre Gomes diz aos fregueses que sempre deixa a casa.
Felicita-o pela conferência na Liga Naval. Refere-se ao número de pipas de vinho que Alfredo Pimenta poderá colher e ao seu problema financeiro.
Tece comentários críticos ao Salazar por aumentar o imposto de selo das letras e elogiosos ao artigo do jornal "A Voz" intitulado. Participa que não enviar o "Comércio do Porto". Contém um recorte do jornal "A Voz" intitulado: "A nova lei do selo".
Participa que enviará uma letra para aceite. Refere-se à venda do vinho de Alfredo Pimenta. Tece comentários elogioso ao "Diário de Paris" de Alfredo Pimenta intitulado "A hora dos Mestres" e ao artigo La Croix "Au soin de l'apothéose".
Pergunta se o valor chegou e se a letra não vai ser devolvida. Anima-os em relação à doença da filha de Alfredo Pimenta. Alude às eleições.
Informa que não recebeu a letra e que enviará o dinheiro no sábado. Pergunta se acha que a "Palavra", semanário do Porto, dirigido por Augusto Pires de Lima poderá vir a ser interessante e se vai colaborar nele. Informa que não leu o número especial que eles dedicaram à burla dos Lelos, que Alfredo Pimenta tornou pública.
Participa que envia o cheque para pagamento da letra.
Pergunta se recebeu o dinheiro e refere que o tranquiliza o facto de Alfredo Pimenta informar que até julho não precisa de mais. Refere-se a um artigo de Alfredo Pimenta publicado no jornal "A Voz".
Refere-se a um assunto de natureza financeira. Pergunta se tem algum amigo que conheça um médico de Coimbra.
Pergunta se estão todos bem e informa o dia de regressam a Guimarães.
Tece comentários críticos ao Marcelo Caetano a propósito de Alfredo Pimenta. Declara que vai enviar a quantia para pagar ao Banco de Portugal.
Refere-se a um assunto de natureza financeiro e às provas tipográficas do artigo de Alfredo Pimenta para as [comemorações da Batalha de S. Mamede].
Dá os parabéns a Alfredo Manuel. Refere-se à venda do vinho de Alfredo Pimenta e à herança do avô de ambos.
Refere-se ao vencimento de umas letras. Informa-o sobre as vindimas nas propriedades de Alfredo Pimenta.
Refere-se à venda do milho de Alfredo Pimenta. Felicita-o pela conferência proferida na Liga Naval [Portuguesa] ter decorrido sem incidentes.
Pede para escrever ao João Rocha a propósito da venda da sorte do Monte Largo. Comenta o artigo da "Época" sobre a economia.
Pedido sobre serviço militar. Agradece o favor sobre os descontos. Refere-se à produção e ao preço do vinho. Declara que o artigo de Alfredo Pimenta publicado no "Pro Vimarane" foi uma farpa na gente de Guimarães.
Refere-se ao desconto de uma letra. Informa que o Bombeiro de Guimarães vão celebrar 50.º aniversário da sua fundação e que o José de Pina o convida colaborar na sessão solene.
Explica a razão pela qual não enviou a letra e informa que a envia.
Refere-se à conferência de Alfredo Pimenta proferida na Liga Naval. Tece comentários críticos ao sistema contributivo e à má vontade dos políticos contra a ditadura.
Declara que está no Porto. Indica o dia de regresso a Penouços. Refere-se ao [Estado]. Informa-o sobre a constituição da Junta que começará a funcionar em Guimarães.
Refere-se ao pagamento de uma letra. Tece comentários elogiosos à carta de Tomás Ribeiro Colaço que desfaz a campanha da "Voz". Pergunta se é verdade a eleição de Oliveira Simões para adjunto do Bernardino. Elogia o artigo publicado na secção "Diário de Paris" e as "Crónicas Internacionais".
Alude ao estado de saúde dos seus familiares. Declara que ainda não apareceu a lagarta nas suas terras. Refere-se à demissão do Gonçalo do cargo de presidente da Câmara de Guimarães e à consequente demissão dos vereadores da Câmara pelo Governador Civil e nomeação de novos elementos para a Câmara.
Declara que a sua amargura continua e que só no dia seguinte lhe poderá enviar o dinheiro. Informa sobre o pagamento no Banco Ultramarino. Contém uma carta de [Lacera] Júnior sobre a nota de Alfredo Pimenta que o diretor do "Diário de Notícias" não gostou.
Refere-se ao envio de vales para pagamento de uma letra no Ultramarino. Declara que vai tentar satisfazer o pedido de Alfredo Pimenta para 20 de março.
Refere-se ao envio de um dinheiro. Pergunta porque é que o editor do último livro de Alfredo Pimenta não o manda para o Lemos. Declara que gostou muito do assunto que Alfredo Pimenta tratou na "Cultura" e da sua "Crónica Internacional". Informa que envia as letras. Conta que ouve dizer que o padre de da Madre de Deus vai para uma casa em S. João de Selho.
Declara que envia o nome do rapaz e que remeteu o dinheiro. Participa que o livro de Bourget é torturante e que só no dualismo de espírito é semelhante a Alfredo Pimenta. Informa que vai ao Porto ver a família.
Refere-se ao pedido de recomendação de um rapaz ao médico Refoins de Coimbra. Sugere que escreva ao Cónego Vasconcelos sobre o padre Gomes.
Informa que o Eduardo está em Freiria e que ficaram de mandar a carta de Alfredo pimenta por um portador. Agradece e retribui as boas festas
Refere-se ao desconto de uma letra e à produção do vinho nas quintas do Carregal, Barroca e Madre de Deus.
Refere-se ao pagamento do aceite de Alfredo Pimenta no Banco Ultramarino.
Refere que o presidente da Comissão das Festas Comemorativas da Batalha de S. Mamede lhe disse que a Sociedade Martins Sarmento antecipou-se e convidou o Eduardo de Almeida para realizar a conferência que será a única. Declara que o desgosta muito não ser convidado o Preto Pacheco. Tece comentários elogiosos à Comissão das Festas. Informa que não foi posta à venda o número do Padre Pinheiro, nem foi publicada a "Ilustração Moderna".
Refere-se ao despejo do padre Gomes da casa da Madre de Deus. contém um recorte de jornal intitulado: "A Nova lei do selo: Uma reclamação a ponderar".
Informa que enviou o vale. Declara que não tem condições económicas para enviar mensalmente uma determinada quantia. Contém uma carta de Alfredo Pimenta a esclarecer a proposta sobre o envio mensal de certa quantia.
Enaltece as qualidades de Alfredo Pimenta como irmão. Tece comentários elogiosos ao Gonçalo. Declara que viu na livraria Lemos o último livro de Joaquim Costa e pergunta se na Antologia dos autores portugueses não haveria lugar para alguns livros de Alfredo Pimenta. Refere-se à revisão das provas do artigo de Alfredo Pimenta para a "Ilustração moderna" sobre a Batalha de S. Mamede.
Refere-se ao despejo do padre Gomes da casa da Madre de Deus. Tece comentários críticos ao capitão Pina e afirma que o visado é o A. L. de Carvalho. Pede para guardar segredo da ajuda que Alfredo Pimenta lhe tem prestado junto da Banca. Alude à genealogia da sua família.
Refere-se a umas letras e à saída do padre Gomes da casa da Madre de Deus.
Refere-se a umas letras. Queixa-se da sua vida.
Informa-o sobre a escritura da Sorte do Mato e sobre uma doação. Pede para saber se o Ulrich resolveu o seu problema financeiro.
Refere-se aos preparativos para uma escritura de venda, ao padre Gomes que continua na casa e ao vencimento de uma letra.
Declara que envia a conta corrente de Alfredo Pimenta. Informa sobre operação financeira que deseja realizar.
Declara que a sua amargura continua e que só no dia seguinte lhe poderá enviar o dinheiro. Informa que o Alberto Feio já recebeu o livro de Alfredo Pimenta.Conta que conheceu o Dantas de Barros e o Elísio de Moura que enalteceram Alfredo Pimenta. Afirma que fica a aguardar a sua crítica à História da Literatura. Participa que envia a letra e pede que a aceite e devolva.
Participa que envia a certidão dos prédios que pertencem a Alfredo Pimenta. Informa que não tem notícias sobre o convite ao Preto Pacheco. Declara que o A. L. de Carvalho fala em Alfredo Pimenta para proferir uma conferência nas festas de 8 de julho, mas que receia que este fira os políticos.
Tece comentários críticos ao artigo publicado no "Diário de Notícias" criticando a obra de Alfredo Pimenta sobre os Lusíadas. Comenta os artigos sobre a batalha de Aljubarrota, nomeadamente os de Manuel Múrias e os do Júlio Dantas. Pergunta se a História da Literatura Portuguesa dirigida pelo Forjaz de Sampaio é boa. Refere-se ao vencimento do aceite de uma letra.
Refere-se a uma operação de natureza financeira. Revela os seus problemas financeiros.
Declara que no dia 11 remete.
Declara que gostaram muito dos versos e agradece. Refere-se à alienação da Madre de Deus.
Declara que logo vai enviar o mais possível e no dia seguinte também.
Declara que envia a conta corrente. Pedido sobre uma letra.
Declara que vai hoje e pergunta se concordam.
Acusa a receção da carta a pedir notícias e declara que tinha escrito e que João Rocha ficou de escrever. Afirma que enviou a carta de parabéns para a Maria Zulima para o Colégio do Porto onde se encontra.
Refere-se à revolução do 28 de Maio de 1926.
Refere-se às letras para o Banco de Portugal. Informa que Alfredo Pimenta vai ter azeite e que não pode mandar a conta corrente.
Declara que o gerente de Lordelo sempre veio e que trouxe boas notícias da fábrica.
Declara que a conta corrente que enviou foi apenas um esboço. Pede para o esclarecer sobre o que deseja a Maria Adozinda.
Agradece o esclarecimento sobre o pseudónimo Structor do "Diário de Paris" e felicita-o. Refere-se às notícias sobre as finanças Portuguesas e sobre política internacional. Pede um exemplar do livro " Poemas em Prosa" de Alfredo Pimenta. Pergunta se o "Tratado de Versificação" é alguma novidade ou antologia.
Participa que enviou metade e que no dia seguinte vai o resto.
Participa que precisa de saber a certeza das recomendações, Coimbra.
Refere-se ao despejo do padre Gomes da sua casa da Madre de Deus. Comenta as notícias sobre a política nacional.
Participa segunda-feira sem falta.
Informa que o prazo acaba no dia 28. Pede para insistir no pedido .
Informa que será amanhã sem falta.
Declara que não mandou o exemplar da "Ação" porque o quiosque só manda vir três para os seus fregueses.
Informa que para obter as escrituras se dirija ao Gonçalo Meira. Revela a conversa com o padre Gomes sobre a sua saída da casa da Madre de Deus.
Declara que vai responder ao padre Gomes conforme as indicações de Alfredo Pimenta. Esclarece-o sobre o preço a que vendeu o seu vinho e o milho e sobre os preços que correm. Reporta-se ao legado do padre Gomes e às partilhas de bens das heranças.
Explica que o seu silêncio se devia a um problema de natureza financeira. Declara que logo que receba as rendas dos caseiros vende e remete o respetivo dinheiro. Informa sobre o preço do vinho. Tece comentários elogios ao artigo de Alfredo Pimenta sobre os Lelos.
Declara que envia o dinheiro da renda da Barroca e que até sábado espera poder remeter mais.
Refere-se a uma letra. Declara que mandará uma nota da relação dos bens móveis e das contas de Alfredo Pimenta.
Agradece a tradução do documento escrito em alemão. Responde à carta de Alfredo Pimenta com injustas apreciações. Comenta as notícias sobre a política nacional.
Comunica que os livros paroquiais foram para o Arquivo Braga uma vez que o decreto de criação do Arquivo não se refere a eles. Marca um encontro.
Refere-se à autorização do Banco de Portugal para uma operação financeira. Pergunta pela tradução do documento escrito em alemão. Pedido de um funcionário do Banco Ultramarino para ser nomeado para um lugar de continuo. Lembra que não se esqueça do estudo sobre a Michaëlis.
Pede para escrever uma carta ao seu solicitador a declarar que não quer despedir o caseiro do Carregal.
Agradece a ajuda de Alfredo Pimenta e do amigo Ulrich e declara que tudo correu bem porque a autorização chegou a tempo. Agradece, ainda, o conselho de reunir todas as suas dívidas num pedido único. Pede uma poesia ou um soneto para a filha declamar no aniversário da tia.
Refere-se às escrituras de partilha entre ele e Alfredo Pimenta. Informa-o sobre as sulfatações.
Esclarece-o sobre umas letras. Declara que vai enviar nova conta corrente para o elucidar. Pergunra onde escreve o Bras Buriti e afirma que sofre muito quando o vê caluniado.
Pedido para realizar uma operação financeira.
Declara que não esquece Alfredo Pimenta e que o vai provar. Informa que vai para o Porto, mas com tristeza por deixar o seu cantinho onde ouve as vozes dos seus antepassados.
Declara que não se maça com as bisbilhotices e que o ano agrícola vai ser mau. Indica o dia do seu regresso a Guimarães.
Declara que não apareceu no Arquivo nem na Câmara folha alguma de vencimentos e que remete o "Diário de Lisboa".
Refere-se ao aceite de letras.
Declara que junta um vale e que o padre, inquilino na Madre de Deus, anda em negociações para arrendar uma casa.
Refere-se aos caseiros da Barroca. Pede para lhe responder à sua charada sobre a Segunda Guerra Mundial. Alude a uma certidão. Contém uma oração.
Tece comentários sobre as eleições em Portugal.
Desmente o Alfredo Guimarães a propósito do pedido de Alberto Braga de um cartão para entrar no Paços dos Duques. Declara que o M. C. lhe ofereceu e ao Arquivo um exemplar do seu guia da Citânia de Sabroso. Pergunta se quer que lho envie. Contém a carta do Alfredo Guimarães sobre o pedido do Alberto Braga
Comunica que vai escolher o fato preto que remeterá pelo correio e que vai falar com um parente do falecido para se resolver a situação. Agradece as palavras de conforto desejando um novo ano melhor que o anterior.
Recibo do vale de correio.
Refere-se ao atraso na entrega do dinheiro a Alfredo Pimenta.
Declara que, logo que tiver os documentos prontos das partilhas os enviará. Refere-se à sulfatação das vinhas. Afirma que enviará uma relação exata dos bens móveis que estão à sua guarda.
Comenta as eleições em Guimarães. Refere-se ao "Boletim de Trabalhos Históricos".
Reporta-se às notícias sobre a rebelião militar em Portugal.
Expõe a sua situação financeira. Declara que o ano agrícola vai ser mau. Comenta o artigo de Alfredo Pimenta publicado na "Época" sobre os políticos e o Exército. Declara que o João Ameal e o Alfredo Pimenta são os únicos que têm ideias e que as sabem espalhar.
Revela que o pagamento da contribuição de registo do Carregal e as tiradas de vinho lhe absorvem o tempo todo. Informa-o do preço pelo qual vendeu o vinho.
Explica as causas do seu silêncio. Comenta as notícias sobre a atualidade política portuguesa. Declara que em janeiro vai passar uma temporada em Penouçes e plantará os eucaliptos.
Participa que envia o dinheiro e que não vai passar uns dias à Póvoa por falta de verba. Declara que se for verdade o que se diz no "Portugal" sobre o Afonso Costa, então, deveria afastar-se da Universidade. Sugere, no caso do Afonso Costa sair da Universidade, que Alfredo Pimenta concorra a essa vaga.
Participa que envia o artigo do Campos Lima porque receia que lhe escape esse artigo. Refere-se à escritura da partilha de bens. Pedido sobre uma letra. Contém um cartão de apresentação de Alfredo Pimenta.
Declara que vai vender o vinho para pagar o funeral. Deseja que o próximo ano seja mais fértil. Refere-se às amortizações da dívida ao Banco de Portugal.
Refere-se a assuntos de natureza financeira e à escritura de partilha. Expõe a questão com os caseiros sobre águas.