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Informa-o sobre o conteúdo do maço do Tezourado. Declara que mandou para a tipografia as 30 Cartas de Reis. Refere-se à festa em honra do Braulio Caldas na Penha. Comunica que pouco sabe sobre o que se passou em Braga no dia 29. Reporta-se à pessoas que devolveu devolveram o Boletim.
Informa que fazem a nomeação no dia 25. Contém um memorial sobre um concurso da Direção Geral das Contribuições e Inspeções.
Reporta-se ao programa das comemorações do centenário de Sarmento e à distribuição do "Boletim [de trabalhos Históricos"]. Informa que o monumento a João Franco sempre se vai executar e que os autores serão Marques da Silva para o pedestal e Teixeira Lopes para o busto. Declara que foi ótimo que o M. Correia tivesse visto a desordem em que se encontra o Arquivo Judicial.
Reporta-se a assuntos de natureza agrícola e à distribuição de circulares para publicitação do "Boletim de Trabalhos Históricos"]. Declara que leu nos jornais a ida do João Rocha com Alfredo Pimenta ao ministro da Guerra a fim de se instalar a unidade militar em Guimarães. Afirma que Guimarães já devia ter mandado um telegrama de regozijo pela ideia de Salazar em mandar erigir um monumento a D. Afonso Henriques. Pergunta se o Cordeiro Ramos estará presente nas comemorações dos Centenários. Tece comentários críticos ao M. Correia.
Declara que vai de carro e por isso não para em casa de Alfredo Pimenta. Pede dispensa do trabalho e informa que só na quarta-feira lá passará. Comunica que se desejar que vá conhecer o empregado para o Arquivo para o informar da hora. Contém uma carta de Rodrigo Pimenta a agradecer as referências que Alfredo Pimenta lhe faz n’ "A Voz" e a agendar uma visita.
Dá informações sobre o livro "In Memoriam". Pede para o avisar se for publicado algum artigo na secção "Cultura" do "D. de Notícias" de Alfredo Pimenta. Comunica que o próximo número de "A Voz" deve ser dedicada a Guimarães e que o Américo Durão, Alfredo Guimarães, Eduardo d' Almeida, M. Cardoso, Santos e Alberto Braga prometeram colaboração ao Jeromeninho para esse número e todos falharam. Refere o nome das pessoas que colaboram.
Sugere que Alfredo Pimenta realize uma conferência no âmbito das comemorações dos centenários. Crítica o M. C. por ter mandado um telegrama e ter pedido ao Mendes Correia para representar no funeral o Gomes Teixeira. Pergunta se deve permutar o Boletim com os fascículos do Arquivo [Histórico] Portugal. Informa-o sobre o trabalho que está a desenvolver no Arquivo. Felicita-o por não ter respondido ao artigo do Costa Pinto nem ao " Correio do Minho" de Braga.
Reporta-se ao depósito de dinheiro Caixa Geral de Depósitos do Arquivo e à nomeação do João Rocha em substituição do diretor do Arquivo. Informa-o sobre do pedido do Alfredo Guimarães acerca dos pagamentos ao Museu e sobre as obras no Arquivo.
Declara que envia o resumo das Cartas de Reis e os verbetes referentes às cartas de pergaminho para ficar com uma ideia do seu assunto e datas. Refere-se a assuntos relacionados com a agricultura. Tece comentários críticos ao jornal "A Voz" por publicar os artigos nebulosos do Leonardo Coimbra em vez dos de Alfredo Pimenta e ao aspeto gráfico do "D. do Minho". Informa que a Câmara pagou o subsídio ao Arquivo.
Informa que o "Correio do Minho" traz um desmentido do seu correspondente Mendes afirmando que não é o autor do artigo que sobre Alfredo Pimenta e critica-os. Refere-se à transferência do Arquivo para novas instalações. Participa que o Antonino pede um artigo sobre o primeiro aniversário do jornal, que a suspensão de alguns períodos do artigo de Alfredo Pimenta foi erro da tipografia e que era da sua autoria a questão com o "Grémio do Minho".
Informa que na reunião da Câmara tinha sido muito discutida a frase - "que a Câmara ignorava a existência do Arquivo" - da carta que Alfredo Pimenta lhes tinha endereçado e achando-o imprópria nada resolveram. Informa, ainda, que têm de ignorar esta informação e esperar que a Câmara responda.
Informa que é feriado mas como quer adiantar a cópia do prazo e não quer atrasar o inventário foi trabalhar. Anima Alfredo Pimenta. Declara que está em casa do Alfredo Guimarães e que este pergunta se Alfredo Pimenta tenciona cumprimentar a nova Câmara, o que fará se Alfredo Pimenta o fizer.
Informa que recebeu o ofício que junta e que não encontrou nada sobre o assunto nele contido no Arquivo. Pede para se informar e dar as suas ordens. Pergunta quem é o autor da "Nota do Dia" no "D. de Notícias". Solicita que responda às suas cartas. Informa Alfredo Pimenta sobre os artigos do último número do "Boletim da Sociedade de Geografia de Lisboa".
Declara que na correção das provas emendou “Targa” para “Torga” quando o correto é “Targa”. Pede para responder à sua carta. Pergunta se levou o livro de paleografia.
Reporta-se à mudança do presidente e dos vereadores da Câmara Municipal de Guimarães.
Informa que o professor Jesus Gonçalves lhe comunicou que é o Conselho Escolar de cada Liceu que escolhe os livros. Sugere que envie um exemplar do seu livro a todos os liceus. Pergunta onde encontrou a referência a que o Heitor Pinto é natural de Guimarães. Participa que procedeu à revisão do artigo de Alfredo Pimenta intitulado "O Castelo de Guimarães".
Reporta-se ao ofício que recebeu da Câmara de Guimarães na qualidade de funcionário da Sociedade Martins Sarmento e a um assunto de gramática portuguesa.
Participa que envia o dinheiro e que o Alfredo Guimarães lhe vai escrever explicando a demora do agradecimento pela referência que Alfredo Pimenta fez na "Tribuna Livre".
Refere-se à queixa do João Batista. Declara que vai mandar um ofício ao notário Bastos a acusar a receção da incorporação dos livros notariais e que está a catalogar os livros das Irmandades que o A. L. enviou ao Arquivo. Afirma que o exemplar do catálogo dos pergaminhos é da Sociedade e que mandou o amanuense fazer uma cópia para o Arquivo, habituando-se, assim, a conhecer a engrenagem dos textos do catálogo. Sugere que para além da lista dos subscritores se publique também no "Boletim" as incorporações realizadas. Comunica que o artigo sobre o Gomes Freire é um anúncio a um livro do Rocha Martins.
Refere-se à certidão que remete. Pergunta quem é o A. que no "Diário da Manhã" elogiava muito o livro de Alfredo Pimenta. Informa que o Ameal no jornal de "Notícias" aludia a Alfredo Pimenta. Reporta-se às notícias sobre a subida de Flaudice ao poder, na França. Tece comentários elogiosos ao artigo de Alfredo Pimenta sobre a pena de morte. Informa que a livraria Lemos tem mais exemplares do livro de Alfredo Pimenta "Elementos [da História de Portugal] à venda e que o subsídio para o "Boletim" foi aprovado, mas, só pagam quando o presidente o ordenar.
Participa que remete a lista com o nome das 10 testemunhas. Pergunta se foi a Bragança. Informa que enviou o "Boletim" para o "Diário da Manhã" mas que não viu ainda notícia de o terem recebido. Informa que encontrou um caderno com uma espécie de catálogo biográfico dos Cónegos da Colegiada e que se Alfredo Pimenta achar conveniente poder-se-ia publicar no "Boletim de Trabalhos Históricos".
Reporta-se às provas tipográficas das "Cartas de Reis" para publicação no "Boletim de Trabalhos Históricos". Participa que não conveniente que o Manuel de Freitas ensine nas instalações do Arquivo o filho do João. Pergunta quando publica no jornal "Novidades" a lição ao Feliciano.
Declara que na Madre de Deus está tudo bem e que o alpendre ficou bonito. Reporta-se aos trabalhos para publicação no "Boletim de Trabalhos Históricos". Tece comentários críticos ao artigo do Ramos publicado nas "Novidades".
Reporta-se às segundas provas das "Cartas de Reis". Participa que envia a certidão para assinar e devolver.
Pergunta se conhece o opúsculo de Carmina de Stª Clara Pinto Ferreira intitulado "O ensino da História". Informa que foi publicado o folheto desse opúsculo e que é um ataque cerrado ao livro de Alfredo Pimenta "Elementos [de História de Portugal"]. Incita-o a responder com um artigo no jornal "A Voz".
Reporta-se ao envio de um dinheiro. Tece comentários elogiosos ao artigo de Alfredo Pimenta publicado na secção "Cultura". Refere-se à entrevista na T.S.F. de Alfredo Pimenta.
Reporta-se às contas do Arquivo Municipal, ao novo tesoureiro da Câmara Municipal de Guimarães e ao pagamento da Câmara Municipal do subsídio ao Arquivo.
Pergunta se deve adquirir para o Arquivo a obra Munõz Y Rivero - "Paleografia Visigoda", Madrid, 1881 e se lhe remete a direção do semanário "Fradique". Tece comentários elogiosos ao artigo de Alfredo Pimenta sobre a Emissora Nacional.
Refere-se às provas tipográficas da Monumenta Vimaranis Historica e ao seu trabalho no Arquivo.
Pede para falar com o João Rocha sobre a sua nomeação para o cargo de bibliotecário da Sociedade Martins Sarmento.
Refere-se ao pagamento do seu salário pelo trabalho desenvolvido no Arquivo.
Refere-se à nova direção da Sociedade Martins Sarmento. Declara que o Tomás Rocha pediu a demissão de sócio da referida Sociedade devido a vários motivos, entre eles o de não ser nomeado sócio honorário o ministro da Instrução. Afirma que a Revista de [Guimarães] ainda não foi publicada porque o Eduardo ainda não entregou a referência ao padre Costa. Comunica que o Pires de Lima e o Hipólito Raposo irão realizar uma conferência na dita Sociedade. Informa sobre o trabalho que está a desenvolver no Arquivo e sobre a sua pretensão de ser nomeado bibliotecário da Sociedade Martins Sarmento. Alude à plantação de vides. Tece comentários críticos a um funcionário da aludida Sociedade.
Refere-se à comemoração do 1.º aniversário do "Notícias de Guimarães". Afirma que está uma carta na sua mesa na Sociedade do presidente da Câmara a pedir umas palavras para o "In Memoriam" que não seguiu para o correio. Tece comentários críticos ao Antonino enquanto proprietário e diretor do "Notícias de Guimarães". Conta que o A.L. de Carvalho lhe entregou um inventário do Arquivo da Câmara e que lhe comunicou, que era conveniente que o dito Arquivo fosse entregue ao Arquivo Municipal e que o João Lopes de Faria tinha sido encarregado de o catalogar. Pede a Alfredo Pimenta que escreva ao João Rocha acerca desse assunto.
Declara que ficou tranquilo com as notícias de Alfredo Pimenta sobre o Decreto acerca do Arquivo. Tece comentários críticos à casa da rua da Rainha para a instalação do Arquivo. Pergunta se tem notícias sobre o padre Ramalho e sobre a Fábrica da Cruz de Pedra.
Tece comentários elogiosos ao artigo de Alfredo Pimenta sobre História, publicado no "Diário de Notícias", e críticos ao trabalho de A. L. [de Carvalho]. Conta que o Mário [Cardoso] lhe disse que as suas obrigações como bibliotecário iriam ser regulamentadas, que iria assistir às reuniões da direção da Sociedade e ao Jerónimo talvez o encarregasse do inventário de todos os móveis da Sociedade.
Refere-se ao subsídio para o Arquivo e para o Museu, ao Peixoto, ao Abreu de Lima e aos assinantes do "Boletim". Declara que envia a carta do Tovar e aguarda a resposta de Alfredo Pimenta à mesma. Comunica que já lhe pode dar resposta pois já tem os pergaminhos organizados. Participa que fez uma encomenda de verbetes ao Eduardo Lima e que volta ao trabalho de inventariação suspenso, quando chegarem os verbetes identificará os pergaminhos do Souto que são muitos.
Relata a conversa com o Mário Cardoso sobre a cedência dos encargos com o Arquivo à Câmara Municipal de Guimarães. Pedido sobre um requerimento de uma fábrica.
Refere-se ao inventário dos prazos de 1556 que está a elaborar. Declara que soube pelo A. L. de Carvalho que o Mário Cardoso continuará na direção da Sociedade Martins Sarmento. Reporta-se à casa do Lindoso.
Declara que o Rocha Martins prometeu responder ao artigo de Alfredo Pimenta sobre liberalismo e o absolutismo. Tece comentários elogiosos ao artigo de Alfredo Pimenta publicado no jornal "A Voz" sobre o referido assunto. Refere-se aos votos necessários dos membros da direção da Sociedade para ocupar o lugar de bibliotecário da dita Sociedade.
Acusa a receção da carta e da certidão. Comunica que fica ciente sobre as bandeiras e que se a ordem ainda for a tempo não se faz o pau. Manifesta o seu regozijo com as notícias da Maria Adozinda. Refere-se à morte do Jordão. Declara que a monografia só fica pronta depois da vinda do governo a Guimarães e que o João Rocha irá Lisboa levar depois exemplares ao chefe do Estado.
Refere-se à notícia do "Comércio de Guimarães" da autoria do padre Costa sobre seu trabalho dos Índices da biblioteca da Sociedade Martins Sarmento e à sua nomeação para o cargo de bibliotecário da referida Sociedade.
Refere-se à atitude do Jerónimo na Sociedade Martins Sarmento e ao seu horário de trabalho.
Relata os acontecimentos subsequentes ao conflito com os excursionistas de Braga.
Tece comentários elogiosos ao artigo de Ricardo Jorge de resposta ao Afonso L. Vieira. Pergunta quem é o Agostinho da Silva. Comenta que o Joaquim de Carvalho deve ter ficado surpreendido com a lição de Alfredo Pimenta. Informa sobre os pagamentos dos subsídios e que consta que o Bento Caldas vai [criar] um semanário integralista em Guimarães. Critica-o. Pergunta se recebeu cópia do ofício do João Rocha para o ministro da justiça sobre o terreno da Câmara.
Refere-se à cópia do prazo que o Sebastião de Menezes pediu ao Arquivo. Tece comentários elogiosos ao artigo da secção "Tribuna Livre" de Alfredo Pimenta sobre os inimigos da Universidade. Reporta-se às notícias sobre a instalação do Arquivo na praça da Oliveira.
Declara que leu ao artigo da secção "Tribuna Livre" de Alfredo Pimenta e afirma que acha magnífica a sugestão que apresentou à Câmara de Guimarães sobre a homenagem ao Salazar. Informa que já está impresso e na Sociedade o livro "Dispersos" e que haverá reunião na Sociedade para aprovarem o novo contrato com a Câmara. Tece comentários críticos ao livro "Ensaios de crítica literária" de Feliciano Ramos.
Declara que lhe constou que o João Rocha vai deixar o lugar de presidente da Câmara de Guimarães e que vai ser substituído pelo Abreu de Lima. Informa que vai à Câmara por causa do empréstimo da camioneta à Sociedade [Martins Sarmento] para se transferirem alguns livros para a Casa do Carmo e já saberá se é verdade ou não. Comunica que o João Rocha deu 5 contos da Câmara à Sociedade [Martins Sarmento] para as despesas do Centenário e que propôs à referida Sociedade que o elevasse à categoria de sócio honorário.
Refere-se a um assunto de caráter financeiro. Pergunta se não há lapso tipográfico nas últimas palavras do artigo de Alfredo Pimenta sobre Guilherme de Faria. Pede informações sobre o livro "Stupide siecle XIX", da autoria do Maurras. Incentiva-o a colaborar na [História de Literatura Portuguesa]. Tece comentários elogiosos às “Culturas” de Alfredo Pimenta. Revela que o padre Domingos nutre por Alfredo Pimenta uma admiração extrema. Declara que gostou muito do artigo de Alfredo Pimenta sobre Guilherme de Faria e que houve um lapso no grau de parentesco e esclarece-o.
Refere-se a uma letra. Pede esclarecimentos sobre a elaboração dos índices da biblioteca da Sociedade Martins Sarmento. Tece comentários críticos ao ["Jornal de Notícias"] por ter relegado para uma parte secundária do jornal o elogio do João do Ameal ao livro de Alfredo Pimenta. Pedido de emprego. Alude À situação económica do Domingos Martins.
Declara que vai fazer uma cópia dos apontamentos do abade que o Manuel levará e que emprestará o "Jornal de Notícia" no dia seguinte.
Declara que desconhecia a informação do Janeiro sobre os Vimaranis, que concorda com o ofício de Alfredo Pimenta para a Câmara e que a ofício para o Baião já devia ter seguido junto com a relação dos documentos reunidos pelo abade. Avisa que o vai visitar e que leva a "Acção". Pergunta se leu o artigo sobre o Camões lírico do Cidade publicado na revista da Faculdade de Letras. Comenta que ele ignorou os trabalhos de Alfredo Pimenta sobre à questão da Infanta. Alude ao percurso de Guimarães à Covilhã.
Informa-o sobre o trabalho que fez no seu primeiro dia no Arquivo e as dificuldades que encontrou. Tece comentários críticos ao [Jerónimo].
Pede para suspender o artigo sobre o Centenário do Sarmento de modo a evitar conflitos com o Mário Cardoso.
Refere-se à cópia do despacho do delegado da 5.ª Vara Criminal do Porto. Declara que acha que o João Rocha quer deixar o cargo de presidente da Câmara porque disse aos empregados da secretaria que não assinava nenhuma ordem pagamento sem que eles pusessem a escrita em dia.
Declara que envia o recorte de jornal com o novo contrato entre a Câmara e a Sociedade. Afirma que leu o opúsculo e que o autor do decreto e relatório deve ficar espantado com os argumentos de Alfredo Pimenta. Pede para apurar se haverá duas pessoas no Tribunal do Porto na 5.ª Vara com o nome de Joaquim Madureira.
Refere-se ao artigo de Alfredo Pimenta para publicar no n.º único de propaganda da cidade de Guimarães e à distribuição do "Boletim" pelos assinantes. Informa-o sobre a sulfatação das vinhas. Pergunta quem é Joaquim de Cedofeita que dá uma sova no Carlos Babo, no jornal "A Voz". Tece comentários elogiosos ao artigo do F. de Sousa. Declara que o M. C. foi para Lisboa juntar-se ao Bentos Caldas. Reporta-se ao pedido da Câmara ao ministro da Justiça e ao subsídio do Estado para o museu e para o Arquivo. Contém a circular a convidar Alfredo Pimenta para colaborar no n.º único de propaganda da cidade de Guimarães.
Comunica que o A. L. de Carvalho sempre fica na direção da Sociedade Martins Sarmento. Refere-se às provas tipográficas dos índices e do apêndice de Alfredo Pimenta. Pergunta se pode fazer um catálogo cronológico das procurações, doações, etc.
Declara que o M. C. a organizar o processo do Arquivo Municipal de Guimarães para num só volume todas as peças de forma a se ficar inteirado dos trâmites seguidos. Declara que o Arquivo vai ficar instalado no 2 . andar da Casa Sarmento e que no 1. andar vão instalar um Museu de Arte e Etnografia. Pergunta se pode levar para a Sociedade as obra que Alfredo Pimenta tem em casa pertencentes à biblioteca Sarmento. Tece comentários críticos a um funcionário da Sociedade Martins Sarmento. Afirma que é o funcionário que mais trabalho de cópia dos dispersos vai apresentar. Tece comentários elogiosos ao trabalho de Alfredo Guimarães no Museu. Contém um recorte de jornal com um artigo intitulado: "Liberalismo e nacionalismo, produtos de importação?", da autoria de Marques Guedes
Comunica que o João Rocha mandou redigir o ofício para a Inspeção-geral sobre o diretor do Arquivo e que disse que o censor não pode ser censor face à lei porque não é oficial ativo. Declara que consta que o censor mostrou o artigo de Alfredo Pimenta ao M. C. e que disse não podia consentir um colega de Alfredo Pimenta fosse atacado. Informa que o "Notícias de Guimarães" está decidido a publicar o n. de 9 de março feito exclusivamente por Alfredo Pimenta. Refere que os artigos do "Comércio" sobre o liceu são do Eduardo.
Tece comentários críticos ao Rocha Martins e Ferreira. Informa que o Eduardo de Almeida vai mandar outro artigo sobre o Sarmento que o presidente da Sociedade sempre mandou o seu discurso ao presidente da Câmara, João Rocha, para este elaborar o seu de harmonia com o daquele. Comunica que o dia 9 de março ficará conhecido pela sessão solene de distribuição dos às crianças. Declara que já tem a lista dos nomes que poderão assinar o "Boletim". Refere-se a um depósito bancário.
Refere a um assunto de natureza financeira, à ausência de verba no orçamento do Estado para o Museu e à nomeação dos tesoureiros judiciais. Declara que o João Rocha lhe disse que perguntaram de Lisboa à Câmara de Guimarães se tinha casa para o Arquivo e se precisava de Alfredo Pimenta em Guimarães. Afirma que só Alfredo Pimenta poderá resolver a pretensão de trabalhar no Arquivo do protegido do João Rocha. Informa que João Rocha lhe disse que ainda tem esperança que o ministro da Instrução tenha uma verba para o Museu. Tece comentários críticos ao "D. do Minho".
Queixa-se por estar a trabalhar no Arquivo sem auferir salário. Tece comentários críticos ao João Rocha. Alude à morte de D. Manuel.
Pedido sobre a sua nomeação para o cargo de bibliotecário da Sociedade Martins Sarmento e para ser pago pelo trabalho que desenvolveu no Arquivo. Refere-se às comemorações do Centenário de Sarmento. Pede para verificar se o ofício que redigiu para o ministro da Instrução sobre a sua nomeação para sócio honorário.
Refere-se a um assunto de natureza financeira. Declara que está preocupado com a saída do Cordeiro Ramos. Tece comentários críticos às medidas de Mário Cardoso para diminuir a despesa da Sociedade.
Refere-se à instalação do Arquivo na Casa do Carmo.
Felicita-o pelo opúsculo ["Os Meus Elementos de História de Portugal e a Crítica"]. Declara que envia o cartão da Comissão da Censura com a indicação do que deve constar no "Boletim" e pede para remeter o rascunho do ofício para a Comissão a fim de o copiar. Comunica que o Alfredo Guimarães lhe pediu para o informar que não compreende o que Alfredo Pimenta quer dizer na última parte da carta onde fala em ingratidão.
Declara que recebeu na sua casa várias pessoas que lhe manifestaram os seus sentimentos entre elas o A. L. de Carvalho, a quem pediu que aceitasse o cargo de Diretor da Sociedade Martins Sarmento. Afirma que o Gonçalo também lá foi e que achou cedo para lhe pedir que a tia Josefa desistisse da herança da tia Emília.
Tece comentários elogiosos ao artigo de Alfredo Pimenta publicado na secção "Tribuna Livre" do jornal "A Voz" e ao artigo do João Ameal publicado no "Jornal de Notícias". Declara que o "Diário da Noite" ataca o jornal "A Voz" e o "Mundo" e que os Jacobinos de vez em quando atacam Alfredo Pimenta e o Ameal.
Pede a Alfredo Pimenta para dirigir umas palavras ao [A. L.] Carvalho sobre a sua situação profissional na Sociedade Martins Sarmento.
Refere-se aos vimaranenses que recusaram a assinatura do "Boletim". Tece comentários críticos à resposta do M. C. ao ofício do chefe do gabinete do ministro da Instrução a propósito da Sociedade ter mudado o programa das comemorações do Centenário. Descreve as comemorações do Centenário.
Comunica que remete a lista dos que não querem a assinatura do "Boletim" e que remete o bilhete do Eduardo de Almeida para verificar que os dizeres não estão de acordo com a recusa do "Boletim". Declara que o Alfredo Guimarães está ansioso pela resposta de Alfredo Pimenta aos seus pedidos, nomeadamente ao que se refere ao monumento ao Alberto Sampaio. Pergunta se poderá impedir que os bracarenses destituem a Câmara de Guimarães. Afirma que com essa destituição sofre a cidade, a causa do 28 de Maio e as recém-criadas instituições culturais: o Arquivo e o Museu e que, consta, que o novo presidente será o José Couto. Tece-lhe comentários críticos. Elogia o João Rocha. Pergunta se o orçamento do estado contempla o Arquivo.
Manifesta a sua apreensão por ainda não ter sido publicado o decreto sobre o Arquivo Municipal. Declara que depois de ler a carta de Alfredo Pimenta as suas apreensões desapareceram.
Descreve a sua experiência como membro da assembleia eleitoral e o sarau da Tuna Académica de Coimbra no salão da Sociedade. Reporta-se a assuntos relacionados com os caseiros de Alfredo Pimenta e com agricultura. Tece comentários críticos ao artigo do Afonso Lopes Vieira apelando para os portugueses que o acompanham contra o culturista do “D. de Notícias” e elogiosos ao artigo de Alfredo Pimenta publicado na secção “Tribuna Livre”.
Agradece o artigo retificado. Declara que espera o mesmo para o do n.º especial, no qual tem mais urgência visto que se aproximam as comemorações do Centenário. Comunica que junta a conta corrente do Arquivo e uma planta da citânia para ser distribuída aos convidados e excursionistas. Relata os rumores sobre as comemorações do Centenário. Refere-se à prisão dos reviralhistas em Guimarães, nomeadamente ao Antonino. Pergunta se se deve à ação de Alfredo Pimenta o despacho favorável do ministro das Finanças à pretensão da Câmara de Guimarães.
Reporta-se ao pagamento do subsídio da Câmara para o Arquivo Municipal e ao equipamento da casa da Câmara para albergar o Arquivo. Interroga-o sobre a saída do ministro da Instrução e sobre o boato da extinção da Imprensa da Universidade. Tece comentários elogiosos à Nota Internacional de Alfredo Pimenta no "D. de Notícias" sobre Hitler. Questiona-o sobre a sua a atividade literária.
Relata a visita do conde de Tovar ao Arquivo. Declara que o Alfredo Guimarães vai erguer um monumento ao Alberto Sampaio dentro do Museu e que seria uma bela homenagem se Alfredo Pimenta fizesse parte juntamente com as maiores individualidades do campo da arte religiosa e da história.Informa que o Alfredo Guimarães sugere que escreve ao João Rocha para inserir no orçamento da Câmara um aumento do subsídio do Arquivo.
Felicita-o pelo seu artigo sobre a "Lírica" de Camões por J. M. Rodrigues de resposta ao Agostinho de Campos. Conta que o conde Monsaraz na Sociedade em voz alta disse que o Alfredo Pimenta é o expoente máximo da cultura portuguesa. Refere-se ao trabalho que está realizar no Arquivo.
Tece comentários elogiosos ao artigo de Ricardo Jorge por concordar com Alfredo Pimenta sobre a "Lírica" de J. M. Rodrigues. Refere-se ao artigo do Eduardo para o "In Memorian" intitulado: "Contraste". Declara que colaboram no "In Memoriam", o M. C., o Eduardo e o Alberto Braguinha. Pede os "Anuais das Bibliotecas e Arquivos" para o Arquivo e o nº do "D. de Notícias" com a "Cultura" de Alfredo Pimenta sobre a "Lírica de Camões".
Tece comentários elogiosos ao artigo de Alfredo Pimenta em resposta ao Lopes Vieira e críticos ao referido Lopes Vieira. Refere-se ao pedido de aposentação do padre Ramalho. Informa que vai enviar, só por curiosidade, a circular da Sociedade Martins Sarmento com o sumário do "In Memorian". Declara que o Bento Caldas lhe pediu um relatório da sua atividade como bibliotecário da Sociedade para apresentar na reunião da referida Sociedade e tendo-o achado interessante. Alude ao seu trabalho no Arquivo.
Aconselha que suspenda a publicação do artigo sobre o Centenário porque tudo o criticava no artigo foi suprimido do programa.
Tece comentários críticos ao artigo do A. Costa. Declara que o seu trabalho no Arquivo continua e que leva o seu tempo. Informa que já não é correspondente do "Diário de Notícias", tendo passado a pasta ao Antonino. Lamenta ter ficado sem o jornal para a sala de leitura da Sociedade Martins. Refere que vai pedir ao Antonino o seu exemplar.
Refere-se à incorporação do Arquivo Judicial no Arquivo Municipal. Alerta para a falta de espaço. Alude à campanha do Gládio no "Comércio de Guimarães" contra o João Rocha.
Faz referência ao seu trabalho de inventariação da documentação do Arquivo. Declara que o Costa Pinto promete resposta ao artigo de Alfredo Pimenta. Afirma que na Sociedade está tudo tranquilo. Informa que se Alfredo Pimenta tivesse os opúsculos na livraria Lemos que se venderiam. Alude à venda de vinho.
Pergunta se soldado n.º 161 sempre vai ser transferido para Braga. Refere-se à homenagem das Câmaras Municipais ao [Salazar], ao opúsculo de Alfredo Pimenta sobre os bens da Casa de Bragança, ao elogio do Eduardo ao artigo de Alfredo Pimenta sobre o Rodrigues Lapa, ao caseiro da Madre de Deus. Sugere que Alfredo Pimenta redija um artigo sobre o Arquivo Municipal de Guimarães para o número especial de "A Voz" dedicado a Guimarães. Interroga-o sobre o seu artigo "In Memorium de Camilo". Revela a descoberta de umas cartas de D. Pedro II sobre o corte de madeira para a fragata de Francisco Borges.
Refere-se a um assunto de natureza financeira do Arquivo. Pergunta se é necessário numerar os códices. Agradece a carta de Alfredo Pimenta. Alude ao acidente do pedreiro.
Refere-se ao trabalho que está a desenvolver no Arquivo. Comunica que as instalações são exíguas para acomodar o Arquivo. Pedido para obtenção de reforma. Informa que na sexta-feira será a conferência do padre Jalhay na Sociedade Martins Sarmento. Declara que o Bento Caldas lhe pediu para escrever uma carta à viúva de D. Manuel II pedindo dois volumes sobre a bibliografia portuguesa que o rei publicou e que se sente incompetente para essa missão. Informa que Francisco Aldão lhe pediu a direção da rainha D. Amélia.
Declara que leu a "Tribuna livre" de Alfredo Pimenta que é discordante de todos, mas convincente e que a nota internacional do "Diário de Notícias" também, de Alfredo Pimenta é muito justa e clarividente. Refere-se a assuntos relacionados com a agricultura e ao despedimento de um caseiro. Tece comentários críticos a um colega de trabalho.
Refere-se ao processo judicial entre Alfredo Pimenta e o Peixoto. Declara que o Alfredo Guimarães pediu à Câmara um subsídio para a homenagem, no Museu, ao Alberto Sampaio, mas esta indeferiu. Participa que o executivo da Câmara ficará e que é muito bom para Guimarães e para o Arquivo. Reporta-se ao subsídio para o Arquivo e para o Museu. Alude ao 1.º pergaminho da Câmara que é reputado de falso. Pergunta se leu o relato da homenagem ao ministro no Brasil onde falam em Alfredo Pimenta e ao que se passa entre este último e Sousa Gomes sobre os "Lusíadas".
Declara que Rocha apenas queria dizer que recebera o telefonema da Adozinda e que o telegrama que recebeu e envia diz tudo. Afirma que se Alfredo Pimenta não disser nada até às duas horas o automóvel vai buscá-lo. Telegrama da Adozinda sobre um empenho.
Declara que recebeu uma intimação do Tribunal de Desastre do Trabalho de Braga a intimar Alfredo Pimenta e Francisco Peixoto a para uma conciliação no dia 4 de julho em Braga e que o caseiro João contou que o Francisco trabalha no João Cardoso e quem trata de tudo é um ex-polícia. Afirma que a direção da Sociedade pediu ao Xavier da Costa para os representar na conferência de Alfredo Pimenta e que esse pedido foi lacónico e frouxo. Refere que o Mendes correia vai ser nomeado Sócio Honorário e que a lista de sócios vai ser aumentada, certamente para suprir a falta de Alfredo Pimenta. Pede a Alfredo Pimenta que convença o João Rocha a permanecer no executivo da Câmara de Guimarães, mesmo que o Abreu de Lima saia. Reporta-se aos assinantes do “Boletim” e à lista dos que o devolveram.