A primeira referência documental à atividade desenvolvida pelos tabeliães deste 7.º Ofício de Guimarães reporta-se a um livro de notas de 1614, pertencente ao tabelião do público e judicial, Jerónimo de Barros. Por volta de 1637 era proprietário do ofício Jerónimo de Abreu, sucedendo-lhe na propriedade, o seu filho, Nicolau Abreu. Como tabelião proprietário deste Ofício, no séc. XVIII, menciona-se Manuel Pereira da Silva. A supressão deste Ofício ocorreu aproximadamente no ano 1866, transferindo-se a documentação para o escrivão e tabelião Bento José Ferreira Porto, que exerceu a sua atividade no 2.º Ofício. O último notário deste cartório, situado, à época na rua Nova das Oliveiras, foi Domingos José Freitas Guimarães.