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Elogia o artigo de Alfredo Pimenta de crítica à conferência de Afonso. Menospreza os críticos. Destaca, com agrado, uma carta de Rodrigo Pimenta no "Lusitano". Refere as divergências de Abel Gonçalves para a fundação de um Centro Evolucionista, em Guimarães, e pergunta a opinião de Alfredo Pimenta.
Felicita Alfredo Pimenta pelas palavras proferidas no Ateneu Comercial de Lisboa. Declara que não está desanimado e revela que tem notado algum desânimo em Rodrigo Pimenta. Ironiza com o idealismo que este demonstra. Manifesta a sua incapacidade para agir. Pergunta como fazer para que um amigo seu, bacharel, se torne administrador de Fafe.
Critica a falta de bem público que existe nas consciências. Faz referência ao manifesto e às poucas assinaturas. Manifesta algum desânimo.
Relembra o caso do compadre que vendeu uma máquina Singer à escola de S. Lourenço de Sande e questiona se Alfredo Pimenta ainda escreve no jornal "República".
Agradece o livro de Alfredo Pimenta e tece comentários sobre ele. Destaca uma passagem sobre a necessidade de orientar a nação. Refere a entrada de Alfredo Pimenta para o jornal "A República". Elogia o novo administrador Teodorico dos Santos. Pede para recomendar o memorial, que envia.
Relembra o caso da máquina do compadre. Pede para dar andamento a uma licença de 90 dias pedida pela professora da Escola Central de Guimarães, Florinda Marinho da Mota, em setembro. Refere que foi esta a professora exonerada da regência da escola, por motivos desconhecidos.
Relembra os pedidos anteriores. Refere o caso do inspetor Justino Ferreira que, gravemente doente, pediu licença por doença, a qual nunca mais chega. Relembra o pedido para apurar a razão da exoneração da professora da regência da Escola Central de Guimarães.
Pede a intervenção de Alfredo Pimenta para conseguir uma permuta entre duas professoras; dá informações sobre os requerimentos enviados e indica os nomes das professoras.
Refere a inexistência de forças organizadas e a possibilidade de Alfredo Pimenta tomar Guimarães a seu cargo, aconselha-o a ouvir o irmão Rodrigo sobre isto, o qual considera muito sensato.
Pede a Alfredo Pimenta que receba o reitor e que lhe preste os serviços necessários para viabilizar a sua pretensão.
Relembra o caso da máquina Singer que ainda não foi paga e informa que o Poder Eclesiástico não gostou das suas palavras na [Póvoa de Varzim].
Lamenta pela professora de Guimarães a quem não foi autorizada a permuta. Pede a interferência a favor de um compadre seu que vendeu uma máquina Singer à escola de S. Lourenço de Sande, em 31 de maio de 1910, e ainda não recebeu o dinheiro. Critica os serviços públicos.
Informa do fecho de um circo e do seu regresso a [Guimarães].
Informa que a protegida de Alfredo Pimenta não passou no exame e relata como tem passado os dias.