Trata-se da tradução do original expedido [à Santa Sé], cuja conformidade foi atestada pelo vigário Francisco João [?], protonotário apostólico, em 1825-04-14.
A carta possui a relação dos morgados administrados por João José Bettencourt de Freitas e Meneses desde o tempo de Zenóbio Acciaiolly e as respetivas obrigações pias.
Administradores vinculares do morgadio:
1. Zenóbio Acciaiolly;
2. Gaspar Gonçalves Ferreira;
3. Maria Pimentel;
4. Beatriz Vieira Tavares;
5. Guiomar de Moura;
6. Aleixo Caldeira;
7. Guiomar de Lordelo;
8. Diogo Vaz da Corte;
9. Luís Bogalho;
10. João Baptista Spínola;
11. Beatriz Antunes, mulher de Diogo Vaz da Corte;
12. Antónia Coelho;
13. D. Maria de Freitas Bettencourt;
14. Diogo de Barcelos e sua mulher Catarina Coelho;
15. Catarina de Freitas;
16. Pedro Gonçalves da Corte e sua mulher Joana Mendes;
17. Beneficiado Pedro Fernandes;
18. Maria da Costa Ferreira.
Inclui folha com a seguinte inscrição: "Documento pelo qual se conhece que as pensões pias a que estava sujeito o vínculo do morgado João de Bettencourt e Freitas, ficou reduzida unicamente a uma missa anual em St.º António da Serra, manda dizer pelos Administradores do vínculo."