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DOCUMENTO/DATA DE INSTITUIÇÃO: Ant. 1618-11-03, data do falecimento do instituidor. O testamento do testador não consta dos presentes autos. O seu registo de óbito (PRQ, Lv. 541, f. 83) refere que fez testamento de mão comum, mas não descreve o teor do mesmo. A mulher morre em 1622-01-09 (PRQ, Lv. 541, f. 96), e fez um codicilo, mas o mesmo título também não consta dos presentes autos. ENCARGOS (ANUAIS): duas missas rezadas na capela de Nossa Senhora da Estrela, no seu outavário. BENS DO VÍNCULO: não constam dos autos, porém deverão situa-se na Calheta. SUCESSÃO: a forma de sucessão não consta dos autos. ADMINISTRADOR EM 1628-08-29: Gonçalo Rodrigues. ÚLTIMO ADMINISTRADOR: Manuel de Abreu.
DOCUMENTO/DATA DE INSTITUIÇÃO: o título de instituição não consta dos autos. ENCARGOS (ANUAIS): um ofício noturno taxado a 60 réis (quantia constante da escritura de venda abaixo mencionada, porém diversas tomadas de contas referem a taxa de 600 réis) BENS DO VÍNCULO: pedaço de fazenda de giesta no Lombo das Adegas, Freguesia da Ponta do Sol. Uma informação do vigário José da Câmara Leme, datada de 1733-08-18 (f. 18-18 v.º), identifica esta fazenda «a que chamam a Terra do Ofício»; um auto de sequestro, datado de 1787-08-23 (f. 27), localiza-a no sítio do Toco da Figueira, Lombo das Adegas. SUCESSÃO: foi herdeiro o padre Pedro Ferreira, vigário da Ponta do Sol, depois vigário de São Jorge; sucede-lhe Manuel Martins da Silva que, em 1673-11-17, lhe comprou a fazenda pensionária a esta capela (f. 2-3). ADMINISTRADOR EM 1674, data do primeiro auto de contas: o referido Manuel Martins da Silva, que havia quatro meses comprara a aludida fazenda. ÚLTIMO ADMINISTRADOR: Maria Teodora Pita. Outros documentos: F. 3-4 – Escritura de venda, feita em 1673-11-17, pelo padre Pedro Ferreira ao comprador Manuel Martins da Silva, de um pedaço de fazenda de giestal sito no Lombo das Adegas, Ponta do Sol, que houvera de herança de João da Silva do Ribeiro, o qual partia pelo norte com o comprador Manuel Martins, sul com terras de Manuel Martins Brandão, leste com o Ribeiro e noroeste com terra de D. Ana, viúva de Henrique Moniz; levava dois alqueires de semeadura e tinha um foro fechado para sempre de 60 réis pago a Inácio Pita, morador nas partes do Brasil e o encargo de um ofício de um noturno pela alma de João da Silva do Ribeiro. Tabelião: Francisco Gonçalves de Canha, tabelião público do judicial e notas da vila da Ponta do Sol. F. 18 – Petição de D. Ana de Menezes, viúva de Inácio de Ponte da Silva, da freguesia da Ponta do Sol, em que alega viver honesta e honradamente, ser muito pobre e ter três filhas órfãs, tanto que não tinham manto nem saia para poderem «hir ouvir missa nem ofícios», vivendo numa choupana que por caridade lhe fizeram num pedacinho de terra pensionário a esta capela; por ser muito pobre e a terra não dar rendimento, solicita o perdão das pensões em atraso, bem como a esmola de um manto. Agosto de 1732. F. 18-18 v.º - Informação do vigário José da Câmara Leme, datada de 1733-08-18, confirma que a requerente era pobre, que lhe tinha dado uma saia de esmola e que, quanto à pensão, consta «na taboa dos legados desta igreja» o seguinte: a fazenda desta capela a que chamam “a Terra do Oficio”; que na visita passada se achou que a suplicante devia muitos ofícios por possuir a propriedade e não satisfazer os legados, mas por compaixão dela mandou-se que satisfizesse apenas parte deles, o que fizera. F. 19 – Informação do mesmo vigário, datada de 1732-08-29, a informar que na visita que fizera o arcediago, verificara que não se cumpriam os legados desde 1697, pelo que o visitador mandara a administradora fazer oito ofícios e perdoara-lhe os restantes. F. 27 – Auto de sequestro, datado de 1787-08-23, de uma fazenda de vinhas, inhame e árvores de fruto no sítio do Toco da Figueira, de que era senhorio Manuel Telo, escrivão da Ponta do Sol, e caseiro Manuel Gomes. F. 31 – Rol dos rendimentos dos anos de 1788-1793, da fazenda sequestrada e vinculada a esta capela, sita no Lombo das Adegas, onde chamam os Tocos das Figueiras, pertencente ao casal de Manuel Toscano de Andrade e de que era colono Manuel Gomes Florença.
DOCUMENTO/DATA DE INSTITUIÇÃO: verba do testamento (f. 2) extraída do livro do Tombo da igreja do Estreito de Câmara de Lobos, f. 362. O vínculo é instituído antes de 1686-05-13, data do óbito da testadora (f. 2), registo este que contém um resumo do testamento, aprovado pelo escrivão Inácio de Gouveia Barcelos. ENCARGOS (ANUAIS): cinco tostões (500 réis) à Confraria do Santíssimo Sacramento do Estreito de Câmara de Lobos. O registo de óbito refere ainda «e o mais resto será pera sera», mas ao longo do processo só é referida a obrigação dos 500 réis anuais. BENS DO VÍNCULO: fazenda na Vargem, junto à Levada, no Estreito de Câmara de Lobos, com metade de uma casa palhaça, que herdara dos pais e onde vivia, acrescido de outro bocado de fazenda junto ao anterior, deixado pela tia Maria da Silva; confronta pelo norte com o irmão António Figueira, sul com bens que foram de António da Silva e bens do aludido irmão, oeste com a rocha e leste com a levada. A fazenda não seria vendida, nem apartada, nem alienada. O auto de conta, realizado em 1776-08-13 (f. 4-4 v.º), informa que, para o futuro, a propriedade onerada ficaria alodial, segundo a régia provisão registada no Tombo 12.º deste Juízo, f. 55-56, tomando-se contas até nova resolução de Sua Majestade. SUCESSÃO: nomeia o irmão António Figueira, sucedendo-lhe a filha primogénita ou a que fosse viva, «e assim andara sempre em filha femea mais velha»; não tendo filhas, sucederia um filho varão; na falta de filhos, ficaria à parente mais chegada e mais pobre da instituidora. A verba do testamento menciona que sucedeu Francisco de Ornelas, «morador na dita terça», e depois António Fernandes de Azevedo, por sua mulher Maria Figueira. ADMINISTRADOR EM 1776-05-21, data de abertura dos autos: António Fernandes de Azevedo. ÚLTIMO ADMINISTRADOR: Manuel Baptista Serrão e sua mulher Francisca Matilde de Araújo. Outros documentos: F. 2-2 v.º– Certidões da verba do testamento e do registo de óbito, passadas pelo vigário do Estreito de Câmara de Lobos, em 03-02 e 26-04-1776. F. 4-4 v.º - Auto de conta, datado de 1776-08-13, onde se informa que se formarão estes autos «por não aver esta capela», nem nunca se tinham tomado contas da mesma. F. 61 – Petição de Manuel Baptista Serrão dirigida ao administrador do Concelho, alegando que não possui os bens onerados e que há muito a prescrição extinguira qualquer obrigação dos possuidores; requer termo de negação e que o processo remetido ao Juízo Contencioso.
Dados biográficos e/ou outras informações: Casado com Maria Gomes. Arco de São Jorge. Último administrador: Mestre António Rodrigues Pedreiro.
Administrador em 1838 (índice): José Gomes Simões.
Administrador em 1838 (índice): António Pedro dos Santos.
Administrador em 1595: o sobrinho Gonçalo Rodrigues de Canha. Último administrador: Filipe João de Canha.
Dados biográficos e/ou outras informações: Casado com Maria Delgado. Administrador em 1838 (índice): Domingos Fernandes.
Bens vinculados situados no Jardim de Cima, termo da vila da Calheta. Último administrador: Manuel Rodrigues de Araújo.
Dados biográficos e/ou outras informações: Irmã de Joana Rodrigues, mulher de Francisco Ferreira. Administrador em 1838 (índice): Francisco Rodrigues Calaça.
Dados biográficos e/ou outras informações: Casado com Maria Luís. Administrador em 1838 (índice): Rosa Maria Vieira.
Dados biográficos e/ou outras informações: c.c. Isabel Sardinha. Administrador em 1838: Manuel Fernandes. Último administrador: António Ribeiro.
Dados biográficos e/ou outras informações: Testamento de mão comum com a mulher. Bens vinculado sitos no Laranjal, Santo António. F. 1 v.º-13 - Autos de ereção da capela, que incluem o testamento e escritura de partilha. A última conta é tomada à revelia do administrador.
Administrador em 1838 (índice): Maria da Encarnação.
F. 8 - Quitação de 1701-10-03. Último administrador: João de Freitas. Administrador em 1838 (índice): Manuel da Costa Rochão.
Dados biográficos e/ou outras informações: Dotados: a filha Maria Fernandes e genro António Jorge, filho de Manuel Jorge do Laranjal. Administrador em 1838 (índice): Maria Fernandes.
Dados biográficos e/ou outras informações: Doação ao filho Domingos Gonçalves e mulher Maria Rodrigues. Revoga o testamento de mão comum que havia feito com sua falecida mulher Maria Rodrigues. Último administrador: Manuel Gonçalves de Gouveia.
Dados biográficos e/ou outras informações: Testamento de Miguel Rodrigues Jardim aprovado em 1758-06-13. Vínculo abrange a terça do pai e as legítimas paterna e materna que o filho renunciou. Escritura de doação feita por frei Miguel: 1744-08-20; escritura de renúncia de legítima 1744-08-20, confirmada em 1745-04-23. Administrador em 1838 (índice): Simão Jardim. Último administrador/prestador de contas: o órfão, filho de Simão Jardim.