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DOCUMENTO/DATA DE INSTITUIÇÃO: testamento feito em 1707-08-31, aberto em 1707-09-07, no Lombo de São João, termo da vila da Ponta do Sol, em casa e quinta do juiz ordinário alferes Manuel de Andrade Barreto. ENCARGOS (ANUAIS): missa cantada em dia da visitação de Santa Isabel e duas missas rezadas. BENS VINCULADOS: “Serrado de Baixo” e “Serrado de Cima”, sitos na Ribeira Brava (não sendo certo que estes bens vinculados pertençam a esta capela ou à terça de seus pais, atendendo ao mau estado de conservação do testamento). SUCESSÃO: nomeia o marido, depois a filha, cujo nome não foi possível saber devido ao mau estado do testamento. Por morte desta sucederia o filho ou filha mais velho, impondo uma linha de sucessão no primogénito varão ou fêmea. Não tendo a filha herdeiros, ficaria à irmã D. Andreza de Bettencourt de Andrade e D. Maria de Bettencourt e Sá. Na falta de descendência destas designa a Confraria do Santíssimo Sacramento da Ponta do Sol. PRIMEIRO E ÚLTIMO ADMINISTRADORES: o marido e o morgado Francisco João de Vasconcelos. Outras informações do testamento (f. 1 a 4): TESTAMENTEIROS: o marido, o tio capitão Manuel de Andrade, cavaleiro, e o padre Matias de Andrade. IRMÃS: D. Andreza de Bettencourt de Andrade; D. Maria de Bettencourt e Sá.
DOCUMENTO/DATA DE INSTITUIÇÃO: não consta do processo. ENCARGOS (ANUAIS): uma missa no convento de São Francisco. BENS VINCULADOS: constam do testamento do sobrinho Diogo Pereira da Silva (JRC, 138-7, f. 6 v.º): “dous serrados das Quebradas com meio dia d’agoa e suas casinhas na Ribeira dos Acuridos e a metade de huns montados na dita ribeira na […] Ribeira Brava quatro [lugares] de vinhas com suas casas sobradadas e seus tereiros e pardieiros de pedra e cal e os serrados se chamão hum da Achada e outro da Abelheira outro da Cal e outro do Pico». ADMINISTRADOR em 1596, data da primeira quitação (f. 5): o sobrinho e herdeiro Diogo Pereira da Silva. Segue-se na administração as irmãs deste, D. Catarina e D. Helena. ÚLTIMO ADMINISTRADOR: morgado Francisco João de Vasconcelos.
DOCUMENTO/DATA DE INSTITUIÇÃO: testamento feito pelo licenciado Álvaro Vaz da Corte, aprovado em 1604-08-08, no Funchal, nas casas de morada do testador. ENCARGOS (ANUAIS): doze missas. BENS VINCULADOS: «toda a fazenda que me pertemser por morte de minha molher dona Ana de Amil e assim o foro do Bom Jesus da vila de Santa Cruz», os quais deveriam ser anexados aos bens da capela de sua tia Isabel da Silva. Um despacho do juiz do Resíduo, datado de 1780-01-08, ordena que o administrador mostre quantos e quais são os bens desta capela (f. 41 v.º), o que não tem seguimento. SUCESSÃO: nomeia a mulher e, por sua morte, as irmãs do testador D. Catarina e D. Helena. OUTROS BENS VINCULADOS: a f. 4 v.º discrimina-se os bens da terça da tia D. Isabel Silva: «dous serrados das Quebradas com meio dia d’agoa e suas casinhas na Ribeira dos Acuridos e a metade de huns montados na dita ribeira na […] Ribeira Brava quatro [lugares] de vinhas com suas casas sobradadas e seus tereiros e pardieiros de pedra e cal e os serrados se chamão hum da Achada e outro da Abelheira outro da Cal e outro do Pico». ADMINISTRADOR em 1605: D. Helena, citada para o primeiro auto de contas. A quitação mais antiga data de 1604-08-14 (f. 12). ÚLTIMO ADMINISTRADOR: morgado Francisco João de Vasconcelos. Outras informações do testamento (f. 2-9): LEGADOS: a João, criado «que foi» 8000 réis; ao criado Manuel 6000 réis. Outros documentos: O processo contém várias quitações das capelas de Francisco Dias, mercador, de Isabel da Silva e de Pacivel Gonçalves.
DOCUMENTO/DATA DE INSTITUIÇÃO: não consta do processo. Um despacho do juiz do Resíduo, datado de 1780-05-18 (f. 9 v.º), já ordenara a junção aos autos do testamento, bem como uma declaração sob juramento dos sítios e confrontações dos bens desta capela. ENCARGOS (ANUAIS): sete missas anuais, cinco por sua alma e duas por intenção de seus pais. BENS VINCULADOS: não constam do processo. ADMINISTRADOR/PRESTADOR DE CONTAS em 1721-07-19: João de Couto Cardoso Esmeraldo. ÚLTIMO ADMINISTRADOR: morgado Francisco João de Vasconcelos.
DOCUMENTO/DATA DE INSTITUIÇÃO: testamento aprovado em 1630-01-23, pelo tabelião João Luís Botelho; aberto em 1632-01-31. ENCARGOS (ANUAIS): quatro missas celebradas na ermida de Santo Amaro do Paul e uma botija de um quatro de azeite. BENS VINCULADOS: encargo imposto num foro pago pelo padre João Rodrigues Leça dos aposentos onde vive, em fazenda do instituidor, sitas no Paul do Mar e Jardim (informação consta do testamento de Francisco Álvares Homem, inserto a f. 24 v.º-32 v.º destes autos). Em 1734-04-13 (f. 34 v.º) procede-se ao sequestro de uma fazenda e aposento sito no Paul do Mar, onde vive Manuel Afonso da Cunha, pertencente a João Homem de Abreu, para cumprimento dos encargos deste vínculo. Este interpõe embargos ao sequestro (f. 40 e seguintes), alegando que as fazendas do vínculo foram herdadas por João de Couto Esmeraldo. Esclarece que as fazendas que ele embargante, João Homem de Abreu, possui no Paul e Jardim, tem-nas por ser casado com D. Isabel de Couto Beliago, filha de D. Cecília, ante possuidora. No decorrer do contencioso, é apresentado o testamento de Francisco Alves Homem, onde refere que, entre vários bens, toma terça nas fazendas sitas no Paul e Jardim, que pertenceram a Manuel Carvalho Cardoso, com encargo de quatro missas e uma botija de um quatro de azeite. A sentença do juiz dos Resíduos e Capelas (f. 69 v.º-70 v.º) julga os embargos recebidos por provados e determina o levantamento do sequestro da fazenda em questão, visto que na certidão do inventário (f. 59) se mostrava que aos quatro sobrinhos herdeiros não coubera a fazenda sequestrada ao embargante. SUCESSÃO: nomeia como herdeira da terça e metade dos seus bens a mulher Maria Camelo. Como não tem filhos, por morte da mulher tais bens ficariam aos quatro sobrinhos, filhos de seu irmão João de Couto (as três sobrinhas mais velhas e o sobrinho António de Couto) «partam todos coatro igualmente tanto hum como outro e isto com o dito encargo (…) e com essa obrigação ficaram a seus filhos de huns e outros». ÚLTIMO ADMINISTRADOR: morgado Francisco João de Vasconcelos. Informações do testamento do instituidor Manuel Carvalho Cardoso (f. 54-58 v.º): - freguês da Sé do Funchal. TESTAMENTEIRA: a mulher Maria Camelo, filha de Francisco Cardoso e de Helena Camelo. ENTERRAMENTO: convento de São Francisco, no cruzeiro que tem uma campa grande dos herdeiros de sua sogra Helena Camelo Pereira. Caso faleça no Paul manda enterrar-se na cova do avô (local não identificado). OUTROS BENS: possui o serrado do Pombal, que está no Paul ao longo da igreja, pagando 750.000 réis anuais aos proprietários Manuel Cabral de Aguiar e a Catarina Rodrigues, viúva de António de Andrade de Couto; CONTAS: criou um moço chamado António, a quem sustentou e mandou ensinar o ofício de sapateiro, tendo ainda pago “por ele” 6 mil réis de “um crime porque se livrou”. VINHO: declara que possui três cascos vazios em poder do irmão João de Abreu e três tonéis em casa de João Rodrigues Queimado. TESTEMUNHAS: Sebastião de Teives; Bernardino Teles; Francisco de Góias; Manuel Carvalho Drumond; Pedro da Costa, moradores na cidade do Funchal. Informações do testamento de Francisco Alves Homem, filho de Matias Homem d’El-Rei (f. 24 v.º-32 v.º): Testamento aprovado em 1674-06-15, referindo o tabelião Manuel Dias Tristão ser o instituidor “rico e valente e sem estar doente ao parecer de mim tabaliam”. - viúvo de D. Isabel de Andrade, filha de João de Couto Cardoso; TESTEMUNHAS: José Correia e Abreu; Miguel Correia e Abreu; Manuel Dias Leques (?); Pedro Gonçalves Jardim; António Dias do Pigarro (?); António da Silva, filho de Manuel Ferreira “Bimbim”; Francisco Rodrigues Capelo. TESTAMENTEIROS: padre Pedro de Couto Cardoso; filho Francisco Alves Cardoso; filha D. Cecília de Couto Beliago. ENTERRAMENTO: igreja do Espírito Santo da Calheta, sua freguesia, na sepultura de sua mulher D. Isabel de Andrade; estando ocupada seria na sepultura de seu avô Fernando Gonçalves. LEGADOS: a Luzia Ferreira, moça de sua casa, deixa um saco de trigo de foro, que após a sua morte tornaria aos herdeiros de sua terça. BENS VINCULADOS: “quinhão e parte do lugar do Jardim onde tem a sua ermida de Nossa Senhora da Piedade e casas”, o qual tem a obrigação de uma missa pela alma de sua sogra D. Cecília de Beliago; fazendas sitas no Paul do Mar e Jardim, que foram de Manuel Carvalho Cardoso, e que tinham de obrigação quatro missas ditas em Santo Amaro e uma botija de quatro de azeite; casas na vila da Calheta, defronte da rua que desce da Misericórdia “para baixo” onde chamam o Sepo (?); lugar na Ribeira da Calheta. ENCARGOS: nove missas de Nossa Senhora; uma missa aos sábados mais a obrigação de fazer a festa da ermida de Nossa Senhora da Piedade do Jardim e acender a sua lâmpada todos os sábados. HERDEIRA: a filha D. Cecília Beliago.
DOCUMENTO/DATA DE INSTITUIÇÃO: não consta do processo. Um despacho do juiz do Resíduo, datado de 1780-05-18 (f. 10 v.º), já ordenara a junção aos autos do testamento, bem como uma declaração sob juramento dos sítios e confrontações dos bens desta capela. ENCARGOS (ANUAIS): uma missa. BENS VINCULADOS: não constam do processo. ADMINISTRADOR em 1711-06-04, por ocasião da primeira tomada de contas: Sebastião Gonçalves, pelo capitão Bartolomeu de Couto. ÚLTIMO ADMINISTRADOR: morgado Francisco João de Vasconcelos.
DOCUMENTO/DATA DE INSTITUIÇÃO: do início do processo consta somente o que parecem ser fragmentos da certidão de testamento vocal. É possível ler que deixou ao Sr. Bispo quatro mil réis de lutuosa. ENCARGOS (ANUAIS): cinco missas. BENS VINCULADOS: não constam do processo. ADMINISTRADOR EM 1694, data da primeira quitação: Francisco Vasconcelos de Couto e Silva. ÚLTIMO ADMINISTRADOR: morgado Francisco João de Vasconcelos.
DOCUMENTO/DATA DE INSTITUIÇÃO: do processo constam somente alguns fragmentos do testamento. Um despacho do juiz do Resíduo, de fev. 1824 (f. 138 v.º) já constatava que «os autos estão dilacerados e o testamento quasi perdido», ordenado ao administrador a junção de nova certidão da instituição desta capela. ENCARGOS (ANUAIS): cinco missas rezadas e duas cantadas. Uma das missas cantadas era celebrada na capela de Santana, freguesia de São Roque, no seu dia próprio, «pelo instituidor da dita capela», como se verifica numa quitação de 1784 (f. 79). BENS VINCULADOS: não constam do processo. ADMINISTRADOR EM 167[…], primeira data legível: não foi possível extrair o nome do administrador devido ao muito mau estado de conservação dos autos. ÚLTIMO ADMINISTRADOR: Morgado Francisco João de Vasconcelos.
DOCUMENTO/DATA DE INSTITUIÇÃO: testamento feito em 1658-08-[…]; codicilo feito em 1663-12-13, assinado pelo capitão Manuel Gomes Uzel, visto o testador “estar sagrado em ambos os brassos”. ENCARGOS (ANUAIS): dez missas. SUCESSÃO: filha D. Isabel de Andrade, mulher do capitão Francisco Alves Homem, depois a neta e filha desta, D. Cecília. No testamento, nomeava em primeiro lugar o filho Bento de Couto Cardoso, na condição de este casar com mulher que «for igual a ele». Porém, no codicilo exclui-o como herdeiro da terça, uma vez que lhe certificaram que tinha casado com uma «mul[…] com quem andava em demanda (…) e pelo agravo que me fez de palavras afronta[…] que me deu e ingratidão que me teve lhe tiro a dita terça» (f. 38 v.º). BENS DA TERÇA: imposta «no lugar do Seissal no lugar do Jardim» (f. 39 v.º). Recomenda que a fazenda da terça não se possa vender, nem empenhar ou diminuir. OUTROS BENS VINCULADOS: i) à escrava Lourença, que o serviu muito bem e a quem fez um escrito de alforria, a pedido da mulher, deixa vinte alqueires de trigo de um foro para comer em sua vida, com obrigação de duas missas anuais, e por sua morte ficaria à neta D. Cecília com encargo de 4 missas. ii) refere a terça de sua mulher D. Cecília Beliago e diz sobre a ermida de Nossa Senhora da Piedade no Jardim do Mar, já então construída: «(f. 36)…aquela irmida que esta no Jardim de Nossa Senhora da Piedade […] ela mandou que lhe […] manda fazer de pa[…] mandei pipas da qual […] fazenda dita (f. 36 v.º) irmida e telha […] que ainda sobejou perto de hum milheiro e pedra e taboado de pinho e outra madeira de cedro pera as portas e o painel que me vendeu Salvador Pereira e o que na dita irmida se fez». A terça de D. Cecília fora deixada a suas duas filhas Maria (entretanto falecida) e Isabel. iii) refere a terça de seu filho António do Couto, imposta no serrado da Cruz, e deixada às irmãs. iv) refere a terça de Manuel Carvalho, irmão do instituidor, imposta num pedaço de vinha no Paul e obrigada a duas missas anuais e uma canada de azeito para a lâmpada de Santo Amaro; v) refere também a terça de Ana Rodrigues, imposta em 10 alqueires de trigo e com obrigação de duas missas anuais. Esta terça e a de Ana Rodrigues entraram no dote da filha D. Joana de Couto. ADMINISTRADOR EM 16[6]8-07-[…], data da primeira tomada de contas: […]ves Homem. Em 1721 é administrador o capitão João de Couto Cardoso Esmeraldo. ÚLTIMO ADMINISTRADOR: morgado Francisco João de Vasconcelos. Informações do testamento (f. 3 a 9 – fragmentos; outro traslado de 1786 a f. 29-37 v.º; codicilo f. 37 v.º-40 v.º): - viúvo de D. Cecília de Beliago, filha de João Paris Beliago e de Ana Fernandes. FILHOS: Maria (falecida), Ana (falecida); António do Couto, padre (falecido); Isabel de Andrade c.c. Francisco Alves Homem; Pedro Couto Cardoso, vigário da Ponta do Pargo; Bento de Couto Cardoso; Joana de Couto c.c. Pedro Ribeiro Esmeraldo. ENTERRAMENTO: igreja do Espírito Santo da Calheta, em cova do sogro João Paris Beliago. LEGADOS: à moça Luzia doa 2000 réis por cada um dos anos que o serviu, um colchão, dois lençóis e um cobertor e dez alqueires de trigo. ESCRAVOS: mulato Domingos, que tinha dado à filha Ana, pedindo esta a sua libertação, tendo o instituidor feito um escrito ao filho Pedro de Couto Cardoso do mesmo escravo; no codicilo o instituidor liberta-o e deixa-lhe dez alqueires de trigo. Escrava Lourença, acima referida. DOTE de Joana de Couto, mulher de Pedro Ribeiro Esmeraldo – Propriedades: terças de Manuel Carvalho e Ana Rodrigues, acima referidas, de que o instituidora sempre prestara contas; umas casas que o dotado vendera a Manuel de Figueiroa; lugar no Jardim onde chamam a Salmo[o]ssa (?). Joias: uma cadeia de ouro pequena; uma cadeia de ouro do pescoço com uma pêra de âmbar no valor de 17.000 réis; um colar de aljôfar entremeado de ouro no valor de 3000 réis; botões de ouro; anéis de ouro com pedras vermelhas e verdes; contas de ouro. Roupas de casa e vestuário: quatro colchões novos de arca no valor de 20.000 réis; um cobertor de grão no valor de 4000 réis; dois travesseiros e suas almofadas; umas cortina “de cortadas”(?) que vieram da Índia que custaram mais de 10.000 réis; um vestido com saio de cetim preto e saia de seda no valor de 20.000 réis; um manto de “agricea”(?); chibão de damasco de cores, uns chapins com chapas de prata no valor de 3.000 réis; oito camisas, entre outros itens. VINHO: ao genro Francisco Alves Homem dá todos os anos uma pipa de malvasia no Jardim.
DOCUMENTO/DATA DE INSTITUIÇÃO: não consta do processo. Um despacho do juiz do Resíduo, datado de 1780-05-22 (f. 34), já ordenara a junção aos autos do testamento, bem como o juramento dos sítios e confrontações dos bens desta capela. ENCARGOS (ANUAIS): missa anual. BENS VINCULADOS: um foro de trigo que lhe dotou seu cunhado o padre Amaro de Abreu. ADMINISTRADOR/PRESTADOR DE CONTAS em 1630-09-24, data da primeira quitação, vila da Calheta: Sebastião Gonçalves Jardim. ÚLTIMO ADMINISTRADOR: morgado Francisco João de Vasconcelos.
DOCUMENTO/DATA DE INSTITUIÇÃO: verba do testamento (f. 2, traslado, sem referência de data de feitura/aprovação). ENCARGOS (ANUAIS): uma missa ofertada «com algua coisa». SUCESSÃO: filha Isabel e seus descendentes, se casasse. BENS DA TERÇA: não constam. Um despacho do juiz do Resíduo, datado de 1780-05-20 (f. 12 v.º), determina que o administrador jure os sítios e confrontações dos bens desta capela, o que não se efetiva. ADMINISTRADOR/PRESTADOR DE CONTAS em 1671, data da primeira quitação: capitão Manuel de Couto Cardoso. Segue-se na administração o capitão Bartolomeu de Couto Cardoso. ÚLTIMO ADMINISTRADOR: morgado Francisco João de Vasconcelos.