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Alvará. Para que possam dar 20 cruzados de esmola aos Padres de Stº António de Vila Real.
Jornal semanal regionalista, propriedade da Empresa de Publicidade Vilaverdense, direcção de Marino de Carvalho, com sede em Vila Verde.
Vila do Conde; Vila Chã Estatutos: 1967; acta; parecer; alvará
Vila do Conde; Vila Chã Estatutos: 1926; ofício;
Alvará. Para cobrar à Alfândega da vila de Vila do Conde a sisa por entrada do que entra pela barra da dita vila.
A 5 de Agosto de 1775 foram estabelecidas as condições de concessão da licença a José de Magalhães e Estêvão Larché para erigirem em Azeitão uma fábrica de tecidos de algodão. Em 16 de Fevereiro de 1784 foram aprovadas por Decreto as condições propostas por Raimundo Pinto de Carvalho para tomar por sua conta a Fábrica de Estamparia e Tecidos de Vila Nogueira de Azeitão.
Inventariado: Manuel Vila; Inventariante: Luzia.
O Convento de Nossa Senhora da Visitação de Vila Verde dos Francos era masculino, pertencia à Ordem dos Frades Menores, e à Província dos Algarves. Em 1540, foi fundado na observância. Foi fundado, por iniciativa de D. Pedro de Noronha, senhor de Vila Verde, numa sua quinta de recreio, nas proximidades de Vila Verde, num vale junto à Serra de Montejunto. Tendo sido nele sepultado em campa rasa, na capela-mor. O convento foi de início, doado aos franciscanos da Ordem Terceira, só depois passou à Província dos Algarves. Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional.
Provisão. Escrivão da Câmara da vila da Vidigueira.
Sediada na Rua da Lavandeira, nº 1337, Vila Chã. 4485-704 em Vila do Conde. Anteriormente sediada no lugar da Lavandeira, freguesia de Vila Chã em Vila do Conde. Contém os estatutos de constituição de 24 de novembro de 1990.
Administração de uma Capela na Vila de Montemor-o-Novo.
Carta. Administração de uma Capela na Vila do Redondo.
Administração de uma Capela na Vila de Estremoz.
Carta. Administração de uma Capela na Vila de Estremoz.
Administração de uma Capela na Vila do Redondo.
Carta. Administração de uma Capela na Vila de Estremoz.
Alvará. Administração da Albergaria instituída na dita vila.
Informações sobre obras a efectuar nos edifícios de Vila Fernando
Abastecimento de água a Vila de Frades – Fontanário.
Carta. Juiz de Fora da vila de Mourão, por 3 anos. Filiação: Garcia de Burgos Vila Lobos.
Dado não dispormos de informação específica sobre este Juízo, a informação, que se segue, reporta-se à história e funcionamento dos Juízos dos Órfãos. A necessidade da existência de depositários oficiais não se verificou de uma forma simultânea em todas as áreas jurídicas que actualmente prevêem a existência de um depositário público como instrumento protector de bens e direitos. A protecção de menores, mais especificamente dos órfãos, foi a primeira em que publicamente se reconheceu a necessidade de serem criados depositários investidos de carácter e de responsabilidades públicas. As Ordenações Afonsinas, dadas em 1446, determinam no Livro IV, Títulos 87 e 91, que os juízes ordinários de cada vila ou lugar, ou os juízes especiais dos órfãos, onde os houvesse, obrigariam os tutores ou curadores dos órfãos a redigir um inventário de todos os bens que lhes pertencessem, o qual deveria ser entregue a esses juízes. Elaborado o inventário, eram os tutores ou curadores constituídos depositários oficiais e administradores de todos os bens móveis do respectivo menor tutelado ou curado. Anualmente, o juiz, o contador e o escrivão desse lugar tomariam as contas aos tutores ou curadores dos órfãos, julgando, a partir do inventário que se encontrava na posse do primeiro, da boa ou má administração praticada. O Livro I, Título 33 das mesmas Ordenações, determina explicitamente que os juízes ordinários ou especiais dos órfãos mandassem fazer logo aos respectivos tutores ou curadores "hum livro, e ponha-se nos almarios na Arca da cidade ou vila, e quando he treladado o inventario de todollos bens que aos menores acontecem", ordenando-lhes que em situações de má administração, por parte dos tutores ou curadores, eles mesmos assumissem, oficiosamente, as funções de curadores e administradores desses bens. As Ordenações Manuelinas, dadas em 1514, prevêem também, Livro I, Título 57, a existência de um juiz dos órfãos em todas as vilas e lugares que, com os respectivos termos, tivessem mais de quatrocentos vizinhos. Se o número de vizinhos fosse inferior, competiria ao juiz ordinário as funções de juiz dos órfãos. Esses juízes mandariam, imediatamente, redigir o inventário de todos os bens dos órfãos, que iria sendo actualizado, quanto à receita e despesa, pelo escrivão dos órfãos. As Ordenações Filipinas, Livro I, Título 88, § 31, confirmam a existência de um juiz dos órfãos nas vilas e lugares com mais de quatrocentos vizinhos, assim como a atribuição dessas funções aos juízes ordinários nos lugares que não atingissem esse número. Competia ao juiz dos órfãos mandar proceder rapidamente à elaboração do inventário de todos os bens dos órfãos e ao depósito integral de todas as quantias pertencentes a estes numa arca, especialmente construída para o efeito, da qual seria depositário uma pessoa abonada da respectiva vila ou lugar. Para além do dinheiro, seriam também guardados na arca "dois livros, um para receita, outro para despesa do dinheiro que se houver de meter e tirar dela". Esses livros seriam assinados pelo provedor da comarca e só poderiam ser tirados da arca quando fosse necessário escrever neles. A estrutura judicial do Liberalismo, decorrente da aplicação do Decreto nº 22, de 16 de Maio de 1832, cometia a novos magistrados, os "juízes de paz", com uma circunscrição territorial precisa, as antigas funções que competiam aos juízes dos órfãos. A arca ou depósito dos órfãos correspondia a um cofre com três chaves, onde era arrecadado o dinheiro, peças de ouro e prata, jóias e escrituras dos órfãos, bem como os livros de registo dos valores nela entrados e saídos. Uma Lei promulgada por D. João III, em 1538, relativa à ordenança do cofre dos órfãos, determinava o modo de escrituração dos livros dos dinheiros entrados e saídos. No início constaria um título com todas as tutorias dos órfãos da vila e posteriormente um outro com as tutorias dos do termo. Estes deviam incluir os nomes dos órfãos, filiação, sobrenomes e alcunhas. De referir que os expostos eram também considerados órfãos, cabendo aos respectivos juízes a nomeação dos seus tutores.
Dado não dispormos de informação específica sobre este Juízo, a informação, que se segue, reporta-se à história e funcionamento dos Juízos dos Órfãos. A necessidade da existência de depositários oficiais não se verificou de uma forma simultânea em todas as áreas jurídicas que actualmente prevêem a existência de um depositário público como instrumento protector de bens e direitos. A protecção de menores, mais especificamente dos órfãos, foi a primeira em que publicamente se reconheceu a necessidade de serem criados depositários investidos de carácter e de responsabilidades públicas. As Ordenações Afonsinas, dadas em 1446, determinam no Livro IV, Títulos 87 e 91, que os juízes ordinários de cada vila ou lugar, ou os juízes especiais dos órfãos, onde os houvesse, obrigariam os tutores ou curadores dos órfãos a redigir um inventário de todos os bens que lhes pertencessem, o qual deveria ser entregue a esses juízes. Elaborado o inventário, eram os tutores ou curadores constituídos depositários oficiais e administradores de todos os bens móveis do respectivo menor tutelado ou curado. Anualmente, o juiz, o contador e o escrivão desse lugar tomariam as contas aos tutores ou curadores dos órfãos, julgando, a partir do inventário que se encontrava na posse do primeiro, da boa ou má administração praticada. O Livro I, Título 33 das mesmas Ordenações, determina explicitamente que os juízes ordinários ou especiais dos órfãos mandassem fazer logo aos respectivos tutores ou curadores "hum livro, e ponha-se nos almarios na Arca da cidade ou vila, e quando he treladado o inventario de todollos bens que aos menores acontecem", ordenando-lhes que em situações de má administração, por parte dos tutores ou curadores, eles mesmos assumissem, oficiosamente, as funções de curadores e administradores desses bens. As Ordenações Manuelinas, dadas em 1514, prevêem também, Livro I, Título 57, a existência de um juiz dos órfãos em todas as vilas e lugares que, com os respectivos termos, tivessem mais de quatrocentos vizinhos. Se o número de vizinhos fosse inferior, competiria ao juiz ordinário as funções de juiz dos órfãos. Esses juízes mandariam, imediatamente, redigir o inventário de todos os bens dos órfãos, que iria sendo actualizado, quanto à receita e despesa, pelo escrivão dos órfãos. As Ordenações Filipinas, Livro I, Título 88, § 31, confirmam a existência de um juiz dos órfãos nas vilas e lugares com mais de quatrocentos vizinhos, assim como a atribuição dessas funções aos juízes ordinários nos lugares que não atingissem esse número. Competia ao juiz dos órfãos mandar proceder rapidamente à elaboração do inventário de todos os bens dos órfãos e ao depósito integral de todas as quantias pertencentes a estes numa arca, especialmente construída para o efeito, da qual seria depositário uma pessoa abonada da respectiva vila ou lugar. Para além do dinheiro, seriam também guardados na arca "dois livros, um para receita, outro para despesa do dinheiro que se houver de meter e tirar dela". Esses livros seriam assinados pelo provedor da comarca e só poderiam ser tirados da arca quando fosse necessário escrever neles. A estrutura judicial do Liberalismo, decorrente da aplicação do Decreto nº 22, de 16 de Maio de 1832, cometia a novos magistrados, os "juízes de paz", com uma circunscrição territorial precisa, as antigas funções que competiam aos juízes dos órfãos. A arca ou depósito dos órfãos correspondia a um cofre com três chaves, onde era arrecadado o dinheiro, peças de ouro e prata, jóias e escrituras dos órfãos, bem como os livros de registo dos valores nela entrados e saídos. Uma Lei promulgada por D. João III, em 1538, relativa à ordenança do cofre dos órfãos, determinava o modo de escrituração dos livros dos dinheiros entrados e saídos. No início constaria um título com todas as tutorias dos órfãos da vila e posteriormente um outro com as tutorias dos do termo. Estes deviam incluir os nomes dos órfãos, filiação, sobrenomes e alcunhas. De referir que os expostos eram também considerados órfãos, cabendo aos respectivos juízes a nomeação dos seus tutores.
Dado não dispormos de informação específica sobre este Juízo, a informação, que se segue, reporta-se à história e funcionamento dos Juízos dos Órfãos. A necessidade da existência de depositários oficiais não se verificou de uma forma simultânea em todas as áreas jurídicas que actualmente prevêem a existência de um depositário público como instrumento protector de bens e direitos. A protecção de menores, mais especificamente dos órfãos, foi a primeira em que publicamente se reconheceu a necessidade de serem criados depositários investidos de carácter e de responsabilidades públicas. As Ordenações Afonsinas, dadas em 1446, determinam no Livro IV, Títulos 87 e 91, que os juízes ordinários de cada vila ou lugar, ou os juízes especiais dos órfãos, onde os houvesse, obrigariam os tutores ou curadores dos órfãos a redigir um inventário de todos os bens que lhes pertencessem, o qual deveria ser entregue a esses juízes. Elaborado o inventário, eram os tutores ou curadores constituídos depositários oficiais e administradores de todos os bens móveis do respectivo menor tutelado ou curado. Anualmente, o juiz, o contador e o escrivão desse lugar tomariam as contas aos tutores ou curadores dos órfãos, julgando, a partir do inventário que se encontrava na posse do primeiro, da boa ou má administração praticada. O Livro I, Título 33 das mesmas Ordenações, determina explicitamente que os juízes ordinários ou especiais dos órfãos mandassem fazer logo aos respectivos tutores ou curadores "hum livro, e ponha-se nos almarios na Arca da cidade ou vila, e quando he treladado o inventario de todollos bens que aos menores acontecem", ordenando-lhes que em situações de má administração, por parte dos tutores ou curadores, eles mesmos assumissem, oficiosamente, as funções de curadores e administradores desses bens. As Ordenações Manuelinas, dadas em 1514, prevêem também, Livro I, Título 57, a existência de um juiz dos órfãos em todas as vilas e lugares que, com os respectivos termos, tivessem mais de quatrocentos vizinhos. Se o número de vizinhos fosse inferior, competiria ao juiz ordinário as funções de juiz dos órfãos. Esses juízes mandariam, imediatamente, redigir o inventário de todos os bens dos órfãos, que iria sendo actualizado, quanto à receita e despesa, pelo escrivão dos órfãos. As Ordenações Filipinas, Livro I, Título 88, § 31, confirmam a existência de um juiz dos órfãos nas vilas e lugares com mais de quatrocentos vizinhos, assim como a atribuição dessas funções aos juízes ordinários nos lugares que não atingissem esse número. Competia ao juiz dos órfãos mandar proceder rapidamente à elaboração do inventário de todos os bens dos órfãos e ao depósito integral de todas as quantias pertencentes a estes numa arca, especialmente construída para o efeito, da qual seria depositário uma pessoa abonada da respectiva vila ou lugar. Para além do dinheiro, seriam também guardados na arca "dois livros, um para receita, outro para despesa do dinheiro que se houver de meter e tirar dela". Esses livros seriam assinados pelo provedor da comarca e só poderiam ser tirados da arca quando fosse necessário escrever neles. A estrutura judicial do Liberalismo, decorrente da aplicação do Decreto nº 22, de 16 de Maio de 1832, cometia a novos magistrados, os "juízes de paz", com uma circunscrição territorial precisa, as antigas funções que competiam aos juízes dos órfãos. A arca ou depósito dos órfãos correspondia a um cofre com três chaves, onde era arrecadado o dinheiro, peças de ouro e prata, jóias e escrituras dos órfãos, bem como os livros de registo dos valores nela entrados e saídos. Uma Lei promulgada por D. João III, em 1538, relativa à ordenança do cofre dos órfãos, determinava o modo de escrituração dos livros dos dinheiros entrados e saídos. No início constaria um título com todas as tutorias dos órfãos da vila e posteriormente um outro com as tutorias dos do termo. Estes deviam incluir os nomes dos órfãos, filiação, sobrenomes e alcunhas. De referir que os expostos eram também considerados órfãos, cabendo aos respectivos juízes a nomeação dos seus tutores.
Vila Nova da Barquinha teve origem num antigo lugar da freguesia de Nossa Senhora da Assunção da vila de Atalaia, a qual tinha juiz de paz e de órfãos. Mais tarde passou a freguesia com a invocação de Santo António da Barquinha e, cerca de 1840, a vila e sede de concelho e julgado, passando a ter um juiz ordinário e dos órfãos. Em 1876 este julgado foi extinto e integrado no Juízo de Direito da comarca da Golegã. A título de informação subsidiária, juntamos, igualmente, alguns dados sobre a história e funcionamento dos Juízos dos Órfãos. A necessidade da existência de depositários oficiais não se verificou de uma forma simultânea em todas as áreas jurídicas que actualmente prevêem a existência de um depositário público como instrumento protector de bens e direitos. A protecção de menores, mais especificamente dos órfãos, foi a primeira em que publicamente se reconheceu a necessidade de serem criados depositários investidos de carácter e de responsabilidades públicas. As Ordenações Afonsinas, dadas em 1446, determinam no Livro IV, Títulos 87 e 91, que os juízes ordinários de cada vila ou lugar, ou os juízes especiais dos órfãos, onde os houvesse, obrigariam os tutores ou curadores dos órfãos a redigir um inventário de todos os bens que lhes pertencessem, o qual deveria ser entregue a esses juízes. Elaborado o inventário, eram os tutores ou curadores constituídos depositários oficiais e administradores de todos os bens móveis do respectivo menor tutelado ou curado. Anualmente, o juiz, o contador e o escrivão desse lugar tomariam as contas aos tutores ou curadores dos órfãos, julgando, a partir do inventário que se encontrava na posse do primeiro, da boa ou má administração praticada. O Livro I, Título 33 das mesmas Ordenações, determina explicitamente que os juízes ordinários ou especiais dos órfãos mandassem fazer logo aos respectivos tutores ou curadores "hum livro, e ponha-se nos almarios na Arca da cidade ou vila, e quando he treladado o inventario de todollos bens que aos menores acontecem", ordenando-lhes que em situações de má administração, por parte dos tutores ou curadores, eles mesmos assumissem, oficiosamente, as funções de curadores e administradores desses bens. As Ordenações Manuelinas, dadas em 1514, prevêem também, Livro I, Título 57, a existência de um juiz dos órfãos em todas as vilas e lugares que, com os respectivos termos, tivessem mais de quatrocentos vizinhos. Se o número de vizinhos fosse inferior, competiria ao juiz ordinário as funções de juiz dos órfãos. Esses juízes mandariam, imediatamente, redigir o inventário de todos os bens dos órfãos, que iria sendo actualizado, quanto à receita e despesa, pelo escrivão dos órfãos. As Ordenações Filipinas, Livro I, Título 88, § 31, confirmam a existência de um juiz dos órfãos nas vilas e lugares com mais de quatrocentos vizinhos, assim como a atribuição dessas funções aos juízes ordinários nos lugares que não atingissem esse número. Competia ao juiz dos órfãos mandar proceder rapidamente à elaboração do inventário de todos os bens dos órfãos e ao depósito integral de todas as quantias pertencentes a estes numa arca, especialmente construída para o efeito, da qual seria depositário uma pessoa abonada da respectiva vila ou lugar. Para além do dinheiro, seriam também guardados na arca "dois livros, um para receita, outro para despesa do dinheiro que se houver de meter e tirar dela". Esses livros seriam assinados pelo provedor da comarca e só poderiam ser tirados da arca quando fosse necessário escrever neles. A estrutura judicial do Liberalismo, decorrente da aplicação do Decreto nº 22, de 16 de Maio de 1832, cometia a novos magistrados, os "juízes de paz", com uma circunscrição territorial precisa, as antigas funções que competiam aos juízes dos órfãos. A arca ou depósito dos órfãos correspondia a um cofre com três chaves, onde era arrecadado o dinheiro, peças de ouro e prata, jóias e escrituras dos órfãos, bem como os livros de registo dos valores nela entrados e saídos. Uma Lei promulgada por D. João III, em 1538, relativa à ordenança do cofre dos órfãos, determinava o modo de escrituração dos livros dos dinheiros entrados e saídos. No início constaria um título com todas as tutorias dos órfãos da vila e posteriormente um outro com as tutorias dos do termo. Estes deviam incluir os nomes dos órfãos, filiação, sobrenomes e alcunhas. De referir que os expostos eram também considerados órfãos, cabendo aos respectivos juízes a nomeação dos seus tutores.
A região de Azeitão compreendia as freguesias de Vila Fresca ou São Simão de Azeitão e de Vila Nogueira ou São Lourenço de Azeitão. Esta última, conhecida somente por Azeitão, foi sede do antigo concelho do mesmo nome, criado em 1759 e extinto por Decreto de 24 de Outubro de 1855. A freguesia de Vila Fresca, no termo de Sesimbra, pertenceu a este concelho desde 1840 até à data da sua extinção. A título de informação subsidiária, juntamos, igualmente, alguns dados sobre a história e funcionamento dos Juízos dos Órfãos. A necessidade da existência de depositários oficiais não se verificou de uma forma simultânea em todas as áreas jurídicas que actualmente prevêem a existência de um depositário público como instrumento protector de bens e direitos. A protecção de menores, mais especificamente dos órfãos, foi a primeira em que publicamente se reconheceu a necessidade de serem criados depositários investidos de carácter e de responsabilidades públicas. As Ordenações Afonsinas, dadas em 1446, determinam no Livro IV, Títulos 87 e 91, que os juízes ordinários de cada vila ou lugar, ou os juízes especiais dos órfãos, onde os houvesse, obrigariam os tutores ou curadores dos órfãos a redigir um inventário de todos os bens que lhes pertencessem, o qual deveria ser entregue a esses juízes. Elaborado o inventário, eram os tutores ou curadores constituídos depositários oficiais e administradores de todos os bens móveis do respectivo menor tutelado ou curado. Anualmente, o juiz, o contador e o escrivão desse lugar tomariam as contas aos tutores ou curadores dos órfãos, julgando, a partir do inventário que se encontrava na posse do primeiro, da boa ou má administração praticada. O Livro I, Título 33 das mesmas Ordenações, determina explicitamente que os juízes ordinários ou especiais dos órfãos mandassem fazer logo aos respectivos tutores ou curadores "hum livro, e ponha-se nos almarios na Arca da cidade ou vila, e quando he treladado o inventario de todollos bens que aos menores acontecem", ordenando-lhes que em situações de má administração, por parte dos tutores ou curadores, eles mesmos assumissem, oficiosamente, as funções de curadores e administradores desses bens. As Ordenações Manuelinas, dadas em 1514, prevêem também, Livro I, Título 57, a existência de um juiz dos órfãos em todas as vilas e lugares que, com os respectivos termos, tivessem mais de quatrocentos vizinhos. Se o número de vizinhos fosse inferior, competiria ao juiz ordinário as funções de juiz dos órfãos. Esses juízes mandariam, imediatamente, redigir o inventário de todos os bens dos órfãos, que iria sendo actualizado, quanto à receita e despesa, pelo escrivão dos órfãos. As Ordenações Filipinas, Livro I, Título 88, § 31, confirmam a existência de um juiz dos órfãos nas vilas e lugares com mais de quatrocentos vizinhos, assim como a atribuição dessas funções aos juízes ordinários nos lugares que não atingissem esse número. Competia ao juiz dos órfãos mandar proceder rapidamente à elaboração do inventário de todos os bens dos órfãos e ao depósito integral de todas as quantias pertencentes a estes numa arca, especialmente construída para o efeito, da qual seria depositário uma pessoa abonada da respectiva vila ou lugar. Para além do dinheiro, seriam também guardados na arca "dois livros, um para receita, outro para despesa do dinheiro que se houver de meter e tirar dela". Esses livros seriam assinados pelo provedor da comarca e só poderiam ser tirados da arca quando fosse necessário escrever neles. A estrutura judicial do Liberalismo, decorrente da aplicação do Decreto nº 22, de 16 de Maio de 1832, cometia a novos magistrados, os "juízes de paz", com uma circunscrição territorial precisa, as antigas funções que competiam aos juízes dos órfãos. A arca ou depósito dos órfãos correspondia a um cofre com três chaves, onde era arrecadado o dinheiro, peças de ouro e prata, jóias e escrituras dos órfãos, bem como os livros de registo dos valores nela entrados e saídos. Uma Lei promulgada por D. João III, em 1538, relativa à ordenança do cofre dos órfãos, determinava o modo de escrituração dos livros dos dinheiros entrados e saídos. No início constaria um título com todas as tutorias dos órfãos da vila e posteriormente um outro com as tutorias dos do termo. Estes deviam incluir os nomes dos órfãos, filiação, sobrenomes e alcunhas. De referir que os expostos eram também considerados órfãos, cabendo aos respectivos juízes a nomeação dos seus tutores.
Contém cópias de comunicações fazendo referência aos seguintes assuntos: concurso limitado para administração dos pavilhões destinados a alojamento instalados no aldeamento de Vila Parque-caderno de encargos; concurso limitado para administração do refeitório, bar e lojas do aldeamento de Vila Parque-caderno de encargos; Vila Parque-tabela de preços das refeições; fornecimento de água à Cantal; denúncia de contrato entre o GAS e a Cantal-Cantinas e Alojamentos, Lda.
Crê-se que esta reportagem terá sido o resultado de um contrato de encomenda da Estação Agrícola do rio Ave de Vila do Conde.
Constituida pelos registos de batismos,casamento e óbito celebrados na paróquia de Vila Alva , entre os anos de 1571 a 1911.
Ministro das Obras Públicas, Eng. Arantes e Oliveira em Vila do Conde vendo-se ao longe o Mosteiro de Santa Clara, a Igreja e o aqueduto.
Contém a lista das escolas do concelho de Vila Nova de Ourém candidatas ao Programa de Preservação e Salvaguarda do Património Português.
Registo de matricula de ciclomotor (Velocípede com motor). Nome: Eusébio Manuel Vila Matricula n.º: 1-CTC-07-78 Contém registo de transferência de propriedade de João Braz Alves Morgado.
Revista em dois actos e nove quadros de Teixeira Leal Bastos, a representar na Associação de Beneficência de Vila Meã. Tipologia e suporte: Documento dactilografado
Contém uma planta de 05 de Agosto de 1895. Contém plantas da Vila de Santo António e plantas da Rua da Junqueira.
Constituido pelos registos de batismos,casamento e óbito celebrados na paróquia de Vila Ruiva, entre os anos de 1571 a 1911.
Registos de baptismo, casamentos, óbitos e de legitimações. Contém livros do Hospital da Misericórdia de Vila Viçosa dos anos de 1884 a 1895.
Epitáfio de João Xavier de Matos, aquando se fizeram os ofícios de corpo presente, em 4 de Novembro de 1789 na igreja matriz de Vila de Frades.
Alvará. Propriedade de ofício de Escrivão do Judicial da Cidade de Évora, para a pessoa com quem casar. Filiação: Noitel da Silva Vila Lobos.
Reprodução de um retrato gravado a representar Dona Maria Ana Luísa Filomena de Mendoça (1808-1866), condessa de Vila Flor. A retratada foi, posteriormente, duquesa da Terceira.
A certidão é passada a pedido do procurador do Visconde de Vila Nova de Cerveira e por Despacho do Dr. Gervásio de Almeida Pais, juiz de fora de Ponte de Lima. O Visconde afirma por seu procurador que no cartório do seu Paço e Castelo tem, entre outros documentos, a certidão da reforma do tombo das casas reguengas de que é donatário.
A certidão é passada a pedido do procurador do Visconde de Vila Nova de Cerveira e por Despacho do Dr. Gervásio de Almeida Pais, juiz de fora de Ponte de Lima, A reforma do tombo foi feita a 15 de Setembro de 1535 em Ponte de Lima na casa do visconde. As casas pagam foro e censo.
Referência a um escrito da autoria de João António Monteiro e Azevedo, sob o título "Descrição topográfica de Vila Nova de Gaia e da solenidade que ali se celebrou pela restauração de Portugal na igreja matriz da mesma vila, no dia 11 de Dezembro de 1808".
Requerimento nº 740, 14/06/1999: Processo de troca de licença de condução de velocípede com motor nº 2862, emitida pela Câmara Municipal de Vinhais em 25/08/1989, por licença de condução de ciclomotor, em nome do requerente: Eusébio Manuel Vila
Alvará. Para que do procedido do Morgado se dê, cada ano, a D. Brites do Rosário 20$000 rs e 6$000 ao dito , seu irmão. Filiação: António Fernandes Vila Nova.
Reprodução de um retrato litografado a representar o militar, diplomata e político Dom José Luís de Sousa Botelho Mourão e Vasconcelos (1785-1855), 1.º conde de Vila Real. Consta também da imagem o seu título nobiliárquico.
Contém cópias e originais de comunicações fazendo referência aos seguintes assuntos: despesas com viaturas ao serviço da Cantal-Cantinas e Alojamentos, Lda.; aldeamento de Vila Parque em Santo André-sua gestão; gestão das unidades de tipo hoteleiro conhecidas por "Acampamento de Vila Parque" e "Self-Service" de Sines; proposta para a concessão da exploração do aldeamento de Santo André; exploração do aldeamento de Vilamina por parte da Cantal-Sinalimentação.
Alvará. Para subenfiteuticar um brejo denominado de Mourisca no termo da vila de Setúbal, sendo foreiro a Câmara Municipal da dita vila.
Vila Real - Regimento de Infantaria 13
Vila Real - Regimento de Infantaria 13
Carta Precatóriada Correição da Vila de Borba.
Auto de Pregão das rendas da vila
Inventariado: Maria Vila Vaz; Inventariante: João António.
Entidade comparticipada: Paróquia de Vila Fria
Correspondência relativa ao concelho de Vila Real.
Correspondência relativa ao concelho de Vila Real.
Correspondência relativa ao concelho de Vila Real.
Correspondência relativa ao concelho de Vila Real.
Folheto Promocional de Constância-Vila Poema.
Fotografias gerais da Vila de Constância.
Vila Real - Regimento de Infantaria 13
Irmandade na Igreja da Vila de Aguiar.
Inventariado: João Mateus Vila; Inventariante: Manuel Vaz.
Contém correspondência trocada entre a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, a Direcção Regional de Educação de Lisboa (DREL), o Departamento de Gestão de Recursos Educativos e a Direcção geral da Administração Educativa relativa às candidaturas das escolas primárias do concelho de Vila Franca de Xira. Inclui 4 cópias do parecer do júri, a ficha de homologação e 2 cópias relativas à Escola Primária Nº1 de Póvoa de Santa Iria. Inclui 4 cópias do parecer do júri e a ficha de homologação relativa à Escola Primária nº2 de Póvoa de Santa Iria. Inclui ainda 2 cópias do parecer do júri e ficha de homologação relativa à Escola EB1 de Trancoso. Contém ainda 2 memorandos de reuniões realizadas relativas às candidaturas apresentadas pela Câmara Municipal de Vila Franca de Xira. Contém também uma cópia do Diário da República de 2000/11/20 onde se encontra publicado o acordo feito pela DREL com a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira para o início das obras na escola na Escola Primária Nº1 no âmbito do Programa de Preservação e Salvaguarda do Património Escolar Português. Contém também uma cópia do Diário da República de 2002/03/26 onde se encontra publicado o acordo feito pela DREL com a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira para o início das obras na escola Primária nº2 de Póvoa de Santa Iria no âmbito do Programa de Preservação e Salvaguarda do Património Escolar Português.
Sediada em Vila do Conde. Contém os estatutos de constituição de 7 de dezembro de 1982.
A 31 de Dezembro de 1621 faleceu uma filha de Manuel Luís, de Cimo de Vila.
A 9 de Setembro de 1617 faleceu Catarina Gonçalves Vila Nova, pobre.
A 21 de Junho de 1640 faleceu Maria Vigária, no hospital da Vila.
A 26 de Dezembro de 1611 faleceu Pedro Martins, de Cimo de Vila.
Documentação referente à transferência de jogadores de outros clubes para a União Desportiva de Vila Chã.
Documentação referente à transferência de jogadores de futsal, masculinos, para a União Desportiva Vila Chã.
Documentação referente à transferência de jogadores de outros clubes para a União Desportiva Vila Chã.
Documentação referente à transferência de jogadores de outros clubes para a União Desportiva Vila Chã.
Visita à Vila Trigo de Morais, no Colonato do Limpopo, do Eng. Arantes e Oliveira.
Mestrado Integrado em Engenharia Informática e Computação
Licenciatura em Engenharia Metalúrgica e de Materiais
Recortes de fotografias de vistas da Vila de Constância. Incluí uma vista aérea de Constância.
Alvará. Ofício de Tabelião da Vila de Tomar. Filiação: Francisco Garcia de Braga.
Carta de Padrão. Tença de 30$000 rs. Filiação: Manuel Pinto Vila Lobos.
Carta. Tença de 12$000 com o Hábito. Filiação: Garcia de Burgos Vila Lobos.
Carta de Padrão. Tença de 38$000 rs. Filiação: Gaspar de Vila Lobos.
Carta de Padrão. Tença de 12$000 rs e Hábito. Filiação: Gaspar da Vila Lobos.
Alvará. Criando na vila do Fundão o lugar de Juiz de Fora.
Carta. Confirmação de privilégios concedidos por vários reis aos calafates da Vila de Fão.