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Maço constituído por diversos documentos, tais como: petição, informação e certidões, relativos aos condes de Linhares e ao Colégio de Santo Antão de Lisboa. Contém documentos com selo de chapa.
Traslados: carta de venda de umas casas na rua dos Fornos e de outra ao Poço do Chão feita por Amaro de Graveze, mercador, a Afonso Eanes Nogueira, do conselho do rei e alcaide-mor de Lisboa. A escritura foi feita em Lisboa, a 14 de Maio da era de César de 1452; carta de aforamento de umas casas na rua dos Fornos e de outra ao Poço do Chão feita por Afonso Eanes Nogueira, do conselho do rei e alcaide-mor de Lisboa, a António de Gravago. A escritura original foi feita em Lisboa a 14 de Maio da era de César de 1452; instrumento de posse de Afonso Eanes Nogueira de umas casas na rua dos Fornos e outra ao Poço do Chão. A escritura original foi feita em Lisboa a 21 de Maio da era de César de 1452, nas casas de António Gravazo; carta de compra de Afonso Eanes Nogueira aos padres de Penha Longa de todos os bens que possuiam em Ranholas, termo de Sintra. A escritura original foi feita em Sintra a 3 de Maio da era de César de 1450; carta de venda feita por Esteve Anes Cabreiro a Afonso Eanes Nogueira, do conselho do rei e alcaide-mor de Lisboa, de duas marinhas de sal em Frielas. A escritura original foi feita em Lisboa, no adro da igreja de São Lourenço em Lisboa a 7 de Janeiro da era de César de 1450; carta de aforamento feito por Afonso Eanes Nogueira , do conselho do rei e alcaide mor de Lisboa, a Esteve Anes de duas marinhas de sal em Frielas. A escritura foi feita em Lisboa, no adro da da igreja de São Lourenço em Lisboa a 27 de Janeiro da era de César de 1450; carta de venda de Afonso Eanes, morador em Ranholas, a Afonso Eanes Nogueira, do conselho do rei e alcaide-mor de Lisboa, e a Joana Vasques, sua mulher, de umas casas, alpendres e courelas de terra, na Abrunheira termo de Sintra. A escritura original foi feita em Lisboa, a 24 de Maio da era de César de 1450; auto de posse. A escritura foi feita em Lisboa, na Judiaria Velha a 3 de Março da era de César de 1452; carta de venda de todos os bens e heranças em Murganhal, termo de Sintra feita por Esteves Anes Faleiro a Afonso Eanes Nogueira , do conselho do rei e alcaide-mor de Lisboa, e a Joana Vasques, sua mulher. A escritura foi feita em Lisboa, a 8 de Fevereiro da era de César de 1450
Correspondência recebida pelo comissário do Governo junto da filial de Lisboa em liquidação. Contém algumas cópias de correspondência expedida. Entre os remetentes está a Comissão Liquidatária, em Braga. Inclui correspondência recebida do estrangeiro. O título da capa leva a crer que o maço não tenha sido acumulado pelo produtor.
Correspondência recebida pelo comissário do Governo junto da filial de Lisboa em liquidação. Contém algumas cópias de correspondência expedida. Entre os remetentes está a Comissão Liquidatária, em Braga. O título da capa leva a crer que o maço não tenha sido acumulado pelo produtor.
Correspondência recebida pelo comissário do Governo junto da filial de Lisboa em liquidação. Contém algumas cópias de correspondência expedida. Entre os remetentes está a Comissão Liquidatária, em Braga. O título da capa leva a crer que o maço não tenha sido acumulado pelo produtor.
Documentação relativa a actividade do Banco na filial de Lisboa, destacando-se, correspondência, balancetes, inventários, balanços, contas com a sede e outras dependências e correspondentes no estrangeiro, informação sobre correspondentes, acções e outros títulos, contas correntes, depósitos a prazo, depósitos à ordem e a prazo, depósitos noutras instituições bancárias, registos de títulos descontáveis a receber, cartas de responsabilidade, contas correntes caucionadas, etc.
Contém fotografias do exterior e interior do edifício do Hospital Escolar de Lisboa (Santa Maria). Entre estas encontram-se imagens da construção, terraços, zona envolvente, fachada, átrio, quartos, anfiteatros, mobiliário, laboratórios, cozinha, entrada, corredores, sala de raio x, bloco de esterilização, lavandaria, solário, lápide comemorativa e maquete. As fotografias são da autoria de Horácio Novais. 142 fotografias p&b, (ca.18,3x12,6cm)
Documentos designados como projeto de Lisboa Nova, nos quais se indicam parcelas de casas a comprar, e por quem, na Rua Áurea, Rua Nova de El Rei, Rossio, Rua de São Julião, Rua Augusta, Rua Bela da Rainha, Rua dos Correeiros, Rua dos Sapateiros, Rua da Madalena, Praça da Rua da Madalena, Rua Nova das Hortas, Rua dos Douradores e Rua Nova da Princesa.
O Mosteiro dos Jerónimos é um mosteiro manuelino, testemunho monumental da riqueza dos Descobrimentos portugueses. Situa-se em Belém, Lisboa, à entrada do Rio Tejo. Constitui o ponto mais alto da arquitectura manuelina e o mais notável conjunto monástico do século XVI em Portugal e uma das principais igrejas-salão da Europa.
O Mosteiro dos Jerónimos é um mosteiro manuelino, testemunho monumental da riqueza dos Descobrimentos portugueses. Situa-se em Belém, Lisboa, à entrada do Rio Tejo. Constitui o ponto mais alto da arquitectura manuelina e o mais notável conjunto monástico do século XVI em Portugal e uma das principais igrejas-salão da Europa.
As fotografias 001401 a 001412 foram tiradas numa ida a Lisboa para ver o jogo de futebol entre o Benfica e o Porto. José Gouveia era sócio do F. C. do Porto e por norma acompanhava todos os jogos da equipa.
As fotografias 001401 a 001412 foram tiradas numa ida a Lisboa para ver o jogo de futebol entre o Benfica e o Porto. José Gouveia era sócio do F. C. do Porto e por norma acompanhava todos os jogos da equipa.
As fotografias 001401 a 001412 foram tiradas numa ida a Lisboa para ver o jogo de futebol entre o Benfica e o Porto. José Gouveia era sócio do F. C. do Porto e por norma acompanhava todos os jogos da equipa.
As fotografias 1892 a 1913 foram tiradas num passeio a Lisboa, ao Portinho da Arrábida e Cristo Rei, acompanhados da Dona Delfina e família, por ocasião do Congresso da Sacor. A D. Delfina era colega de trabalho de José Gomes e Aidinha na CIDLA.
As fotografias 1892 a 1913 foram tiradas num passeio a Lisboa, ao Portinho da Arrábida e Cristo Rei, acompanhados da Dona Delfina e família, por ocasião do Congresso da Sacor. A D. Delfina era colega de trabalho de José Gomes e Aidinha na CIDLA.
As fotografias 1892 a 1913 foram tiradas num passeio a Lisboa, ao Portinho da Arrábida e Cristo Rei, acompanhados da Dona Delfina e família, por ocasião do Congresso da Sacor. A D. Delfina era colega de trabalho de José Gomes e Aidinha na CIDLA.
As fotografias 1892 a 1913 foram tiradas num passeio a Lisboa, ao Portinho da Arrábida e Cristo Rei, acompanhados da Dona Delfina e família, por ocasião do Congresso da Sacor. A D. Delfina era colega de trabalho de José Gomes e Aidinha na CIDLA.
As fotografias 1892 a 1913 foram tiradas num passeio a Lisboa, ao Portinho da Arrábida e Cristo Rei, acompanhados da Dona Delfina e família, por ocasião do Congresso da Sacor. A D. Delfina era colega de trabalho de José Gomes e Aidinha na CIDLA.
As fotografias 1892 a 1913 foram tiradas num passeio a Lisboa, ao Portinho da Arrábida e Cristo Rei, acompanhados da Dona Delfina e família, por ocasião do Congresso da Sacor. A D. Delfina era colega de trabalho de José Gomes e Aidinha na CIDLA.
As fotografias 1892 a 1913 foram tiradas num passeio a Lisboa, ao Portinho da Arrábida e Cristo Rei, acompanhados da Dona Delfina e família, por ocasião do Congresso da Sacor. A D. Delfina era colega de trabalho de José Gomes e Aidinha na CIDLA.
As fotografias 1892 a 1913 foram tiradas num passeio a Lisboa, ao Portinho da Arrábida e Cristo Rei, acompanhados da Dona Delfina e família, por ocasião do Congresso da Sacor. A D. Delfina era colega de trabalho de José Gomes e Aidinha na CIDLA.
As fotografias 1892 a 1913 foram tiradas num passeio a Lisboa, ao Portinho da Arrábida e Cristo Rei, acompanhados da Dona Delfina e família, por ocasião do Congresso da Sacor. A D. Delfina era colega de trabalho de José Gomes e Aidinha na CIDLA.
As fotografias 1892 a 1913 foram tiradas num passeio a Lisboa, ao Portinho da Arrábida e Cristo Rei, acompanhados da Dona Delfina e família, por ocasião do Congresso da Sacor. A D. Delfina era colega de trabalho de José Gomes e Aidinha na CIDLA.
As fotografias 1892 a 1913 foram tiradas num passeio a Lisboa, ao Portinho da Arrábida e Cristo Rei, acompanhados da Dona Delfina e família, por ocasião do Congresso da Sacor. A D. Delfina era colega de trabalho de José Gomes e Aidinha na CIDLA.
As fotografias 1892 a 1913 foram tiradas num passeio a Lisboa, ao Portinho da Arrábida e Cristo Rei, acompanhados da Dona Delfina e família, por ocasião do Congresso da Sacor. A D. Delfina era colega de trabalho de José Gomes e Aidinha na CIDLA.
As fotografias 1892 a 1913 foram tiradas num passeio a Lisboa, ao Portinho da Arrábida e Cristo Rei, acompanhados da Dona Delfina e família, por ocasião do Congresso da Sacor. A D. Delfina era colega de trabalho de José Gomes e Aidinha na CIDLA.
As fotografias 1892 a 1913 foram tiradas num passeio a Lisboa, ao Portinho da Arrábida e Cristo Rei, acompanhados da Dona Delfina e família, por ocasião do Congresso da Sacor. A D. Delfina era colega de trabalho de José Gomes e Aidinha na CIDLA.
As fotografias 1892 a 1913 foram tiradas num passeio a Lisboa, ao Portinho da Arrábida e Cristo Rei, acompanhados da Dona Delfina e família, por ocasião do Congresso da Sacor. A D. Delfina era colega de trabalho de José Gomes e Aidinha na CIDLA.
As fotografias 1892 a 1913 foram tiradas num passeio a Lisboa, ao Portinho da Arrábida e Cristo Rei, acompanhados da Dona Delfina e família, por ocasião do Congresso da Sacor. A D. Delfina era colega de trabalho de José Gomes e Aidinha na CIDLA.
Este álbum foi, segundo consta do mesmo, realizado para oferta aos assinantes da empresa "Editora Serões Romanticos de Belém & Cª". Para além deste, 2º álbum, a editora já tinha editado Lisboa - 1º álbum, Porto, Sintra e Belém e teria ainda no prélo o álbum do Minho e da Batalha.
Planta da cidade de Lisboa (colorida) referente ao Plano Diretor Municipal de 1966. Inclui legenda, escala gráfica e escala numérica nas 4 folhas. Folhas 1, 2, 3 e 4 Escala 1:10.000 Todas as folhas que constituem a planta, têm desenhada a orientação do ponto cardeal Norte.
Requerimento de matrícula da aluna Ema Vieira Lisboa, solicitando a matrícula no 5º ano do Grau Superior de Piano. O último documento é referente à conclusão do 2º ano do Grau Superior de Violino e tendo obtido o 1º prémio, requere os respectivos certificados.
Contém fotografias do Hospital de Santa Maria em Lisboa. Entre estas encontram-se imagens da fachada sul vista de poente, fachada norte do corpo sul, corpos 22, 21 e 20 do Bloco norte e corpo 40, corpo da cozinha visto pelo interior. 4 fotografias p&b (35,5x29,8 cm)
Refere-se à preparação da 22ª Conferência Fulbright Executive Directors from Europe and Israel, realizada em Lisboa em 2000. Contém informação da conferência, fichas de inscrição, orçamento, lista de participantes, programa, convites, marcação de atividades complementares, confirmação de patrocínios, relatórios estatísticos financeiros, documentos de logística (equipamento e transportes), faturas, registos de correspondência, apresentações e listas de contactos.
O Convento da Madre de Deus de Lisboa era feminino, pertencia à Ordem dos Frades Menores, e à Província dos Algarves. Em 1508, foi fundado numa quinta em Xabregas, na zona oriental de Lisboa, pela Rainha D. Leonor, viúva de D. João II. Para o efeito, obteve do papa Júlio II, três breves, autorizando a fundação do mosteiro. Em 1509, por breve do papa Júlio II, obteve-se licença para a sua fundação, e foi doado às religiosas Franciscanas Descalças, da Primeira Regra de Santa Clara, do Convento de Jesus de Setúbal. Nesse ano, o convento foi abençoado pelo arcebispo de Lisboa, D. Martinho da Costa. Em 1510, a comunidade foi recebida pelos observantes franciscanos e, dois anos depois, integrada na sua Província. Em 1517, o Convento da Madre de Deus recebeu ainda, por intervenção da rainha D. Leonor, as relíquias de Santa Auta, que chegaram a Lisboa a 2 de Setembro, e foram trasladadas para a igreja do convento a 12 do mesmo mês. A própria rainha, habitou junto das monjas num paço que para si mandou edificar, e jaz em campa rasa no claustro do convento. Posteriormente, no reinado de D. João III o edifício foi remodelado e ampliado. Em 1551, o papa Júlio II estabeleceu o limite de vinte religiosas para habitar o convento. Em 1567, o número de religiosas aumentou para trinta e três, através da autorização do papa Pio V. O convento chegou a albergar quarenta e duas freiras de véu preto e quatro freiras veleiras (que pediam as esmolas pela cidade). Devido às inúmeras esmolas e protecção dos monarcas portugueses, foi chamado Real Mosteiro da Madre de Deus, tornando-se um dos mais populares santuários da Lisboa do Renascimento. Em 1567, por ordem de D. João III, iniciou-se a realização de obras sob a orientação do arquitecto régio Diogo de Torralva. O edifício sofreu grandes alterações datando desta época a nave da Igreja e o Claustro. Entre 1746 e 1759, já nos reinados de D. João V e D. José, realizaram-se novamente obras de reforma, nomeadamente na Igreja, Sacristia, no Coro Alto, Coro Baixo e na Capela de Santo António que se revestem de talha dourada, azulejos, pinturas, mármores polícromos e madeiras exóticas. Destruído pelo terramoto de 1755, foi reedificado e sofreu de novo obras de restauro em 1872. Ao longo de vários séculos, o Convento pertenceu sempre à Casa das Rainhas, foi sujeito a várias intervenções arquitectónicas, e decorativas, possuindo um vasto património em ourivesaria e obras de arte. Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional. Em 1867, o edifício foi adquirido pelo Estado e afecto ao Asilo Maria Pia, aquando da venda dos bens da Igreja. Em 1871, foi extinto por falecimento da última freira.
Capitão: J. E. Holl. Agentes em Lisboa: Pinto Basto & C.ª. A lista para Londres foi assinada em Lisboa pelo agente J. P. de Azevedo.
Junto dos tribunais de segunda instância foi criado um lugar de procurador régio, dependente do Ministério Público. Com a República passou a designar-se por procurador da República. O Ministério Público era o representante do Estado e da sociedade bem como o fiscal do cumprimento da lei. As competências do procurador da República vêm regulamentadas nas Leis e Estatutos Judiciais.
Nome do navio: "Peninsula"; Agentes em Lisboa: E. Pinto Basto & Cª.; Nota ao elemento de informação "Título": Título formal: "List of passengers from Lisboa to Gibraltar".
Nome do navio: "Galicia"; Nacionalidade: inglesa; Agentes em Lisboa: E. Pinto Basto & Cª.; Nota ao elemento de informação "Título": Título formal: "List of passengers from Lisboa to Gibraltar".
Nome do navio: "Britannia"; Nacionalidade: inglesa; Agentes em Lisboa: E. Pinto Basto & Cª.; Nota ao elemento de informação "Título": Título formal: "List of passengers from Lisboa to Gibraltar".
Nome do navio: "London"; Agentes em Lisboa: E. Pinto Basto & Cª.; Nota ao elemento de informação "Título": Título formal: "List of passengers from Lisboa to Londres".
Nome do navio: "Lisbon"; Agentes em Lisboa: E. Pinto Basto & Cª.; Nota ao elemento de informação "Título": Título formal: "List of passengers from Lisboa to Gibraltar".
Nome do navio: "Britannia"; Nacionalidade: inglesa; Agentes em Lisboa: E. Pinto Basto & Cª.; Nota ao elemento de informação "Título": Título formal: "List of passengers from Lisboa to Gibraltar".
Nome do navio: "Justitia"; Nacionalidade: inglesa; Agentes em Lisboa: E. Pinto Basto & Cª.; Nota ao elemento de informação "Título": Título formal: "List of passengers from Lisboa to Londres".
Nome do navio: "Calder"; Nacionalidade: inglesa; Agentes em Lisboa: E. Pinto Basto & Cª.; Nota ao elemento de informação "Título": Título formal: "List of passengers from Lisboa to Seville".
Nome do navio: "Lisbon"; Agentes em Lisboa: E. Pinto Basto & Cª.; Nota ao elemento de informação "Título": Título formal: "List of passengers from Lisboa to Gibraltar".
Nome do navio: "Britannia"; Nacionalidade: inglesa; Agentes em Lisboa: E. Pinto Basto & Cª.; Nota ao elemento de informação "Título": Título formal: "List of passengers from Lisboa to London".
Nome do navio: "London"; Nacionalidade: inglesa; Agentes em Lisboa: E. Pinto Basto & Cª.; Nota ao elemento de informação "Título": Título formal: "List of passengers from Lisboa to Londres".
Nome do navio: "Gibraltar"; Nacionalidade: inglesa; Agentes em Lisboa: E. Pinto Basto & Cª.; Nota ao elemento de informação "Título": Título formal: "List of passengers from Lisboa to Londres".
Nome do navio: "Britannia"; Nacionalidade: inglesa; Agentes em Lisboa: E. Pinto Basto & Cª.; Nota ao elemento de informação "Título": Título formal: "List of passengers from Lisboa to Gibraltar".
Parecer desfavorável relativo ao requerimento apresentado pela Câmara Municipal de Lisboa para construção de um edifício para arquivos camarários, na Calçada do Cascão, n.º 37, em Lisboa.
Nome do navio: "Lisbon"; Agentes em Lisboa: E. Pinto Basto & Cª.; Nota ao elemento de informação "Título": Título formal: "List of passengers from Lisboa to Gibraltar".
Nome do navio: "Adriane"; Agentes em Lisboa: E. Pinto Basto & Cª.; Nota ao elemento de informação "Título": Título formal: "List of Passengers from Lisboa to Gibraltar".
Nome do navio: "Gibraltar"; Nacionalidade: inglesa; Agentes em Lisboa: E. Pinto Basto & Cª.; Nota ao elemento de informação "Título": Título formal: "List of passengers from Lisboa to Vigo".
Nome do navio: "Cádiz"; Nacionalidade: inglesa; Agentes em Lisboa: E. Pinto Basto & Cª.; Nota ao elemento de informação "Título": Título formal: "List of passengers from Lisboa to Gibraltar".
Nome do navio: "Cadiz"; Nacionalidade: inglesa; Agentes em Lisboa: E. Pinto Basto & Cª.; Nota ao elemento de informação "Título": Título formal: "List of passengers from Lisboa to Gibraltar".
Nome do navio: "Lisbon"; Nacionalidade: inglesa; Agentes em Lisboa: E. Pinto Basto & Cª.; Nota ao elemento de informação "Título": Título formal: "List of passengers from Lisboa to Gibraltar".
Nome do navio: "Lisbon"; Nacionalidade: inglesa; Agentes em Lisboa: E. Pinto Basto & Cª.; Nota ao elemento de informação "Título": Título formal: "List of passengers from Lisboa to Londres".
A Ponte 25 de Abril (anteriormente conhecida como Ponte Salazar) é uma ponte suspensa rodo-ferroviária que liga a cidade de Lisboa à cidade de Almada, em Portugal.
A Ponte 25 de Abril (anteriormente conhecida como Ponte Salazar) é uma ponte suspensa rodo-ferroviária que liga a cidade de Lisboa à cidade de Almada, em Portugal.
A Ponte 25 de Abril (anteriormente conhecida como Ponte Salazar) é uma ponte suspensa rodo-ferroviária que liga a cidade de Lisboa à cidade de Almada, em Portugal.
A Ponte 25 de Abril (anteriormente conhecida como Ponte Salazar) é uma ponte suspensa rodo-ferroviária que liga a cidade de Lisboa à cidade de Almada, em Portugal.
A Ponte 25 de Abril (anteriormente conhecida como Ponte Salazar) é uma ponte suspensa rodo-ferroviária que liga a cidade de Lisboa à cidade de Almada, em Portugal.