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Certidão Negativa. Filiação: José Gomes.
Certidão Negativa. Filiação: José Lopes.
Certidão Negativa. Filiação: José João.
Certidão Negativa. Filiação: José Pereira.
Certidão Negativa. Filiação: José João.
Certidão Negativa. Filiação: José Maria.
Certidão Negativa. Filiação: José Etienne.
Certidão Negativa. Filiação: José Simão.
Certidão Negativa. Filiação: José Esteves.
Certidão Negativa. Filiação: José Manitti.
Certidão Negativa. Filiação: José Alves.
Certidão Negativa. Filiação: José Vilares.
Alvará. Legitimação. Filiação: José Fernandes.
Alvará. Legitimação. Filiação: José Silvestre.
Certidão Negativa. Filiação: José Rebelo.
Outras formas do nome: José Brásiliano da Silva, José Baselino da Silva, José Brasileiro da Silva
As plantas que compõem a Carta Topográfica e Cadastral do Concelho de Cascais - a primeira a ser mandada produzir pelo município, em 1912-16 - foram transferidas do Departamento de Urbanismo da Câmara Municipal de Cascais para o AHMC, d. 1987, na sequência da investigação conduzida pela Prof. Doutora Raquel Henriques da Silva acerca da arquitectura de veraneio no concelho de Cascais. Os elementos disponíveis para a datação e identificação dos seus autores, que constam apenas em algumas plantas, são os seguintes: «Levantamento cartográfico sob a direção de J. Grilo e António Abrantes em 1912» e «Levantada e desenhada sob a direção de António Emídio Abrantes: Júlio da Silva Costa: Ano de 1915». Não obstante, a leitura das atas da CMC permite-nos avançar a Data de Produção Final até ao ano de 1916, uma vez que, na sessão de 1916-08-03, aquando da apresentação de uma representação de habitantes da Parede, solicitando a construção de coletores de esgotos, o Presidente da Câmara informou que se tornava necessário «levantar-se a planta topográfica de toda a margem desde Carcavelos até Cascais, planta que tem custado valiosa quantia e apesar do seu bom desejo, e dos seus colegas, não está ainda completa». A produção destas plantas, que representam sobretudo as localidades do litoral e alguns territórios adjacentes parece, assim, derivar de um projeto de modernização do concelho neste domínio, que prescrevia a introdução dos melhoramentos apenas nas localidades mais desenvolvidas, junto ao litoral. A direção dos trabalhos esteve, desta forma, a cargo de João José Callais Grilo - que em 1915-09-16 solicitou, mesmo, à Câmara Municipal que certificasse o exercício de funções enquanto técnico interino - e de António Emídio Abrantes. Todavia, os trabalhos de 1915 denunciam o afastamento do primeiro, passando, então, a ser dirigidos por António Emídio Abrantes e Júlio da Silva Costa que, na sessão de 1916-11-23, solicitaria autorização para apresentar publicamente «os três últimos rectângulos das plantas topográficas do Monte Estoril»
O Hospital Real de Todos os Santos, hoje designado por Hospital de São José, foi criado por D. João II, quando ainda príncipe herdeiro, tendo este obtido autorização da Santa Sé, a 13 de Agosto de 1479, para reunir os rendimentos de diversos pequenos hospitais de Lisboa e seu termo, a fim de construir um "grande hospital" destinado à assistência de pobres e enfermos. O monarca recorreu ainda a doações pessoais, a rendimentos de bens vinculados, de agremiações dos ofícios mecânicos e doações feitas por particulares, entre outros. Ao longo dos tempos outras fontes de rendimento foram concedidas ao hospital, nomeadamente provenientes das licenças para representação de óperas e comédias cujo direito foi atribuído ao hospital por Carta Régia, de 9 de Abril de 1603. Esta doação foi substituída em carta de padrão com salva, a 20 de Novembro de 1759, por 1.300$000 reis de esmola, pagos em quartéis pelos rendimentos da Casa da Moeda. Posteriormente a lotaria foi outro dos rendimentos do hospital. O lançamento da primeira pedra teve lugar em 15 de Maio de 1492, mas a construção só ficou concluída no reinado de D. Manuel. A sua edificação foi feita em terrenos da cerca do convento de São Domingos de Lisboa, os quais correspondem à actual Praça da Figueira. D. Manuel seguiu as instruções deixadas em testamento pelo seu antecessor, quer no que respeita à construção quer à sua organização, e, em 1504, deu-lhe regimento, no qual estabelecia o seu funcionamento, as categorias e o número de funcionários de cada uma delas: capelães, provedor, escrivão do provedor, vedor, físico, cirurgiões, almoxarife, escrivão do almoxarife, enfermeiros, ss pequenos, cozinheiro, porteiro e guarda portas, boticário, ajudantes de botica, enfermeira de mulheres, cristaleira, lavadeira, alfaiata, hospitaleiro, barbeiro e sangrador, , como empregados para servirem o provedor, atafoneiro, assadeira e forneira. O regimento estipulava ainda as obrigações e tarefas de cada um bem como os seus vencimentos. A instituição, que começou a funcionar ainda antes do edifício estar concluído, foi baptizada com o nome de Hospital Real de Todos os Santos. Em forma de cruz, com os quatro braços iguais, correspondendo o braço com o portal para o exterior, à igreja e os outros três às enfermarias, duas de homens: São Vicente e São Cosme e uma de mulheres: Santa Clara. No centro da cruz ficava o altar mor o que permitia a todos os doentes assistir aos ofícios divinos. Por trás das camas ficavam portas que permitiam retirar os mortos sem que os outros doentes disso se apercebessem. Havia também junto a cada cama armários para os doentes guardarem os seus objectos pessoais. O edifício tinha várias dependências anexas que serviam de apoio às enfermarias: botica, cozinha, despensa, lavandaria, serviços administrativos, instalações para os funcionários. D. João III mandou reparar algumas dependências e erguer outras como uma casa para doidos e uma enfermaria para convalescentes, dando ao mesmo tempo várias esmolas em dinheiro, drogas, cera, açúcar, roupas e outras. O edifício sofreu alguns danos com o incêndio que ocorreu em 1601 e ficou parcialmente destruído devido a outro incêndio, este em 1750 que atingiu a igreja e várias dependências pelo que D. José ordenou a compra de várias propriedades destinadas à sua reconstrução. Com o terramoto de 1 de Novembro de 1755 o edifício ficou completamente arruinado. Foram erguidos hospitais provisórios em São Bento e na casa dos Almadas e depois no Rossio e às Portas de Santo Antão, enquanto se faziam as adaptações necessárias no Colégio de Santo Antão, que pertencera aos jesuítas. Vinte anos depois, procedeu-se à transferência dos doentes e serviços para as novas instalações. Sob a orientação do então enfermeiro mor, Francisco Furtado de Mendonça, os habitantes de Lisboa, incluindo a nobreza da corte e as comunidades religiosas, ajudaram a transportar as macas com os doentes e feridos. O hospital passou a chamar-se Real de São José, homenagem ao monarca, mantendo-se a estrutura orgânica e funcional que tinha antes do terramoto. No século XIX a necessidade de expansão motivada pelas epidemias, o aparecimento de novas doenças, o avanço da medicina, levou à anexação de vários edifícios, alguns deles monásticos, vagos com a extinção das ordens religiosas, passando a instituição a chamar-se Hospital Real de São José e Anexos. Os relatórios apresentados ao rei pelos enfermeiros mores, nomeadamente quando tomavam posse do lugar, testemunham as dificuldades e os problemas com que a assistência se debatia. No século XIX vários regulamentos e portarias tentaram melhorar os serviços. Em 1889 pelo Ministério do Reino foi dada ordem para se proceder a obras de adaptação e melhoramento do edifício. Este processo terminou em 1898. Em 1901 o funcionamento da instituição foi completamente remodelado pelo enfermeiro mor Curry Cabral. Com a República, a estrutura aprovada em 1901 manteve-se, deixando, no entanto, o hospital de ter a designação de Real e, em 1913, a designação passou a ser a de Hospitais Civis de Lisboa, designação essa que se manteve até 1958. Neste ano, com a criação da Direcção Geral da Saúde, a designação de Hospitais Civis de Lisboa foi revogada, ficando os hospitais, cada um per si, dependentes da referida Direcção, voltando a existir o Hospital de São José. Com a criação do Ministério da Saúde, a autonomia dos Hospitais Civis de Lisboa ficou limitada tendo desaparecido completamente em 1961, com a criação da Direcção Geral dos Hospitais Civis. A organização do hospital sofreu diversas alterações. O último regulamento data de 1993. A portaria n.º 11/93 de 6 de Janeiro, do Ministério da Saúde, reconheceu que o surgimento de novas especialidades e subespecialidades e das progressivas exigências qualitativas de quem recorre aos hospitais, obriga a uma maior complexidade e diferenciação na organização hospitalar. A portaria refere também a importância de regulamentos internos. Este regulamento é assinado em 20 de Novembro de 1992 e nele se define os seus objectivos, funções e valências; estrutura dos serviços de assistência: departamentos, serviços e áreas funcionais. Posteriormente a este diploma outros foram publicados sobre diversos assuntos respeitantes aos serviços hospitalares, mas que não alteram o regulamento interno referido. Com a documentação de arquivo que constitui este fundo foram incorporados algumas revistas médicas, e monografias, na sua maioria respeitantes a doenças e evolução da medicina, à história do Hospital Real de Todos os Santos e a médicos que de algum modo se destacaram na sua profissão.
Pai: José Maria; Mãe: Maria José
Pedidos de matrícula para os aprendizes Filipe António Pires Sardinha (1788), José António Coelho (1790) e Feliciano José (1792), na fábrica de botões de casquinha de que é mestre e proprietário, sita em Lisboa, na Rua Aurea.
José Ragageles durante a Guerra do Ultramar ou Guerra Colonial em África, mais concretamente, na Guiné em 1971 ou 1972.
Carta de Padrão. 800$000 rs de tença e 200$000 rs para seu sobrinho José Manuel Teixeira de Lima.
Carta de Padrão. Tença de 40$000 rs em um dos Almoxarifados do Reino que lhe renunciou por Lourenço José.
Processo de José Eduardo, subalterno de guarda-civil, integrando documentos relativos a expediente relacionado com a sua situação profissional.
Processo de José Rita, mestre de embarcação de capitania, integrando documentos relativos a expediente relacionado com a sua situação profissional.
Processo de José Monteiro, mestre de barco, integrando documentos relativos a expediente relacionado com a sua situação profissional.
Processo de João José, cabo do mar, integrando documentos relativos a expediente relacionado com a sua situação profissional.
Processo de José Bacelar, engenheiro de minas, integrando documentos relativos a expediente relacionado com a sua situação profissional.
Processo de José Leonardo, guarda-nocturno, integrando documentos relativos a expediente relacionado com a sua situação profissional.
Processo de José Gouveia, chefe de posto, integrando documentos relativos a expediente relacionado com a sua situação profissional.
Carta. Reposteiro do filho com 606$000 rs e 8200 de Mercê e vestiaria. Filiação: Gerardo José.
Carta. Administração vitalícia da Capela instituída pelo Padre José de Andrade e Sá na Catedral da Baía.
Processo de José Maria, assentador da via, integrando documentos relativos a expediente relacionado com a sua situação profissional.
Processo de José Pais, mestre de obras, integrando documentos relativos a expediente relacionado com a sua situação profissional.
Processo de José Fernandes, policia civil da Beira, integrando documentos relativos a expediente relacionado com a sua situação profissional.
Processo de José Pinto, médico miliciano, integrando documentos relativos a expediente relacionado com a sua situação profissional.
Processo de José Abrantes, capataz das Obras Públicas, integrando documentos relativos a expediente relacionado com a sua situação profissional.
Correspondência particular de Maria do Anjo Barahona Fragoso e Mira, irmã de José de Figueiredo, enviada de Lisboa: 11 cartas, com assuntos vários.
Postal de Columbano dirigido a José de Figueiredo relativo a “lembranças” trocadas entre eles: “lindo Rubens” e “Frans Hals” (reproduções – postais).
Correspondência enviada por Maria de Lourdes Barahona Fragoso e Mira (sobrinha), de Paris, para José de Figueiredo: assuntos relacionados com a sua vida escolar e cultural.
Cópia do contrato feito por João José Dantas pela venda de dois quadros para o Museu Nacional pago pela verba doada por D. Fernando.
Processo nº 119, 1955: Processo de concessão de licença de condução de velocípede, emitida pela Câmara Municipal de Constância em 23/08/1955, em nome do requerente: José Diniz
Processo nº 369, 1957: Processo de concessão de licença de condução de velocípede, emitida pela Câmara Municipal de Constância em 15/02/1957, em nome do requerente: José Afonso
Processo nº 502, 1958: Processo de concessão de licença de condução de velocípede, emitida pela Câmara Municipal de Constância em 25/06/1958, em nome do requerente: José Constantino
Processo nº 174, 1955: Processo de concessão de licença de condução de velocípede, emitida pela Câmara Municipal de Constância em 04/12/1955, em nome do requerente: José Dias
Requerimento nº . 1989: Requerimento de mudança de residência do proprietário do velocípede com motor auxiliar n.º 1 - CTC - 00 - 34 em nome do requerente: José Monteiro.
Registo de matricula de ciclomotor (Velocípede com motor). Nome: José Bernardino Matricula n.º: 1-CTC-03-06 Contém registo de transferência do antigo proprietário: Oscar Fernando Gaspar Mendes.
Registo de matricula de ciclomotor (Velocípede com motor). Nome: José Bernardino Matricula n.º: 1-CTC-03-60 Contém registo de pedido de uma segunda via do livrete.
Carta de Padrão. Tença de 65$000 rs num dos Almoxarifados do Reino que lhe renunciou seu irmão Joaquim José Porteli.
Recorte de jornal com o discurso proferido por Magalhães de Lima no cemitério de Coimbra, aquando do funeral de José Falcão.
Processo nº 42, 1955: Processo de concessão de licença de condução de velocípede, emitida pela Câmara Municipal de Constância em 17/02/1955, em nome do requerente: José Nunes
Processo nº 1215, 1970: Processo de concessão de licença de condução de velocípede, emitida pela Câmara Municipal de Constância em 16/12/1970, em nome do requerente: José Tavares
Processo nº 1131, 1969: Processo de concessão de licença de condução de velocípede, emitida pela Câmara Municipal de Constância em 30/07/1969, em nome do requerente: José António
Matricula nº 1212. 1963: Requerimento de matrícula e registo de velocípedes sem motor auxiliar n.º em nome do requerente: José Afonso.
Requerimento nº2. 1981: Requerimento de 2ª via da carta de condução de velocípede com motor auxiliar n.º 534 em nome do requerente: José Homem.
Requerimento nº . 1989: Requerimento de mudança de residência do proprietário do velocípede com motor auxiliar n.º 1 - CTC - 16 - 11 em nome do requerente: José Tavares.
Retrato masculino de José Damião aos 23 anos de idade ostentando a farda da Guarda Nacional Republicana, organismo onde desempenhou a sua actividade profissional.
Alvará. Pensão de 400$000 rs imposta no ofício de Guarda Mor do conselho da Alfândega da Cidade de Lisboa. Filiação: Gaspar José Antas Coelho.
Processo de Aníbal José, fogueiro da Capitania, integrando documentos relativos a expediente relacionado com a sua situação profissional. Tipologia e suporte: Documento dactilografado
Processo de José Martins, 2º oficial da Repartição Central da Secretaria Geral, integrando documentos relativos a expediente relacionado com a sua situação profissional.
Processo de José Severo, amanuense do comissariado da polícia da Beira, integrando documentos relativos a expediente relacionado com a sua situação profissional.
Processo de José Leitão, 2º oficial da Direcção Geral de Contabilidade, integrando documentos relativos a expediente relacionado com a sua situação profissional.
Processo de José Fonseca, 2º aspirante da Direcção dos Correios, integrando documentos relativos a expediente relacionado com a sua situação profissional.
Fotografia do jovem José Arsénio na “pasteleira” junto à Escola Primária de Marmelar. Captada na década de 70 do século XX.
Correspondência de Maria do Anjo Barahona Fragoso e Mira (irmã), enviada de Paris, a José de Figueiredo. Assuntos relacionados com negócios de família, com o seu dia-a-dia em Paris, com actividades culturais e respostas a encomendas, de José de Figueiredo para o museu.
Outras formas do nome: José de Sousa Dias, José de Sousa, José Ferreira, alcunha "O Magala", "O Patarata","O Padeiro"
Outras formas do nome: José Afonso Branco, José Joaquim Afonso Branco e alcunha: "O José da Aurora"
Documentação característica de processos individuais de alunos, referente a ingresso, inscrição, planos de estudo, avaliação, classificação, requerimentos, etc.
Certidão Negativa. Filiação: José Dias Coelho.
Certidão Negativa. Filiação: José Cardoso Ramalho.
Certidão Negativa. Filiação: Roberto José de Freitas.
Certidão Negativa. Filiação: António José Lopes.
Certidão Negativa. Filiação: Bernardo José da Silveira.
Certidão Negativa. Filiação: Bernardo José Teixeira.
Certidão Negativa. Filiação: José Francisco Soares.
Certidão Negativa. Filiação: António José Joaquim Pita.
Certidão Negativa. Filiação: António José Ribeiro.
Certidão Negativa. Filiação: José Madeira Martinos.
Certidão Negativa. Filiação: José Fernandes de Albuquerque.
Certidão Negativa. Filiação: Carlos José Xavier.
Certidão Negativa. Filiação: Gregório José Baptista.
Certidão Negativa. Filiação: José Correia Picanço.
Certidão Negativa. Filiação: José António Ferreira.
Certidão Negativa. Filiação: Martinho José do Couto.
Certidão Negativa. Filiação: José Monteiro Torres.
Certidão Negativa. Filiação: Malaquias José Peixoto.
Certidão Negativa. Filiação: José Lázaro de Carvalho.
Certidão Negativa. Filiação: José Joaquim de Barros.
Certidão Negativa. Filiação: António José da Costa.
Certidão Negativa. Filiação: José Pereira Leite.
Certidão Negativa. Filiação: Francisco José Dias.
Certidão Negativa. Filiação: José Martins do Alto.
Certidão Negativa. Filiação: Manuel José Estrela.
Certidão Negativa. Filiação: António José da Costa.