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O Seminário Episcopal de Jesus, Maria e Ana de Lamego, era da jurisdição do bispo de Lamego.
A Confraria de Jesus tinha a sua sede na Sé do Funchal.
A Confraria do Santo Nome de Jesus tinha sede no Mosteiro do Bom Jesus de Viseu, que pertencia à Ordem de São Bento.
A Confraria dos Santíssimos Corações de Jesus e Maria tinha sede no Convento do Bom Jesus de Monforte, que pertencia à Ordem dos Frades Menores, da Província dos Algarves.
O Mosteiro do Bom Jesus de Viseu era feminino, pertencia à Ordem de São Bento e estava sob jurisdição diocesana. Em 1569, foi fundado em virtude de uma doação do licenciado Belchior Lourenço Tenreiro e de sua segunda mulher. Em 1592, começou a vida comunitária, devido à lentidão da construção do edifício, com religiosas vindas do Mosteiro de Santa Eufémia de Ferreira de Aves. Até ao fim do século XIX, teve abadessas trienais. Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional. Em 1896, o Mosteiro foi encerrado por morte da última monja.
A Confraria do Santíssimo Coração de Jesus era feminina, tinha sede no Mosteiro de Santa Maria de Semide, que pertencia à Ordem de São Bento.
O Convento do Bom Jesus de Monforte era feminino, esteve sujeito à obediência do bispo de Elvas e, em 1552, passou a depender da Província dos Algarves. Teve início em 1513, como recolhimento de senhoras piedosas. Dele faziam parte Inês Zebreira e Beatriz Moutousa, irmãs de Fernão Zebreiro, capelão dos duques de Bragança e prior da igreja da Madalena. Em 1520, o papa Leão X, autorizou a transformação do recolhimento em casa conventual da Ordem Terceira e nomeou abadessa perpétua D. Inês Zebreira. A comunidade foi sempre protegida pelos duques de Bragança. Em 1552, quando passou a depender da Província dos Algarves, era provincial o padre frei André Varela. Manteve-se como Convento de terceiras franciscanas. Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional. Em 1862, em cumprimento da ordem régia de 11 de Julho do mesmo ano, por Decreto de 19 de Março de 1862 mandava sair do convento a última religiosa. O que aconteceu em 28 de Novembro do mesmo ano. Em 1863, foi extinto.
O Convento de Santa Teresa de Jesus de Braga era feminino, e pertencia à Ordem dos Carmelitas Descalços. Em 1742, foi fundado, tendo tido origem num recolhimento feminino, de Terceiras Regulares de votos simples. Em 1767, mediante autorização do arcebispo de Braga, passou à observância das leis das Carmelitas Descalças. Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional. Em 1902, o convento foi encerrado após o falecimento da última freira.
Documentação referente à Província Portuguesa da Companhia de Jesus. Contém 9 cadernos relativos a vários assuntos. Caderno n.º 1: Coisas ordenadas pelo padre geral; Caderno n.º 3: O bispo e o padre Nadal; Caderno n.º 4: Ordem da Casa de São Roque; Caderno n.º 5: Cópias de cartas entre os padres da companhia; Caderno n.º 6: Propostas e pregações do padre Miguel de Sousa; Caderno n.º 7: Tem um soneto; Caderno n.º 8: Avisos de instrução do Provincial; Caderno n.º 9: Nomes dos padres reitores dos vários colégios da companhia; Caderno n.º 10: Costumeiro do Colégio de Vila Nova de Portimão.
A confraria de Senhor Jesus da Pastorinha tinha sede no Mosteiro de São Bento de Santarém, que pertencia à Ordem e à Congregação de São Bento. Em 1571, a ermida com a invocação do Santo Cristo da Pastorinha, também denominada dos Doze Apóstolos, foi oferecida pela infanta D. Maria à Congregação de São Bento, passando a pertencer ao referido mosteiro.
Referência retirada de uma obra de Miguel Leitão de Andrada, fazendo alusão a um retrato ou descrição de Jesus Cristo, segundo Publio Lentulo.
Relação das freiras do Convento de Jesus.
Vista aérea sobre o Bom Jesus.
Outras formas do nome: Jesus Urrutia
Outras formas do nome: Adriano de Jesus, Adriano de Jesus Mariano
Outras formas do nome: José de Jesus Fernandez, Jesus Ollero Fernandez, alcunha "O Espanhol"
MEIRELES, José Manuel de Jesus
Licenciatura em Engenharia Informática e Computação
Carta. Legitimação. Filiação: Clara Rosa de Jesus, e outro.
Outras formas do nome: António de Jesus Branco
Outras formas do nome: Domingos Gonçalves Jesus Teixeira
Outras formas do nome: Aldemiro dos Santos Jesus
Outras formas do nome: Artur de Jesus Serralheiro
Outras formas do nome: Alcino de Jesus Gonçalves
Carta. Legitimação. Filiação: Clara Rosa de Jesus, e outro.
Carta. Legitimação. Filiação: Clara Rosa de Jesus, e outro.
Carta. Legitimação como filha de Clara Rosa de Jesus.