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Ofício do Administrador do Concelho de Évora, João António de Carvalho, remetendo ao Governador Civil de Évora o livro do recenseamento eleitoral do concelho do ano de 1896, que lhe havia sido entregue pela Câmara Municipal, em conformidade como o art.º 35 da Lei de 21 de maio de 1896.
Ofício do Administrador do Concelho de Évora, João António de Carvalho, remetendo ao Governador Civil de Évora o livro do recenseamento eleitoral do concelho do ano de 1897, que lhe havia sido entregue pela Câmara Municipal, em conformidade como o art.º 35 da Lei de 21 de maio de 1896.
Ofício da Câmara Municipal de Évora remetendo ao Governador Civil de Évora os livros de recenseamento eleitoral, em conformidade com o art.º 5 da Circular do Governo Civil, n.º 51 de 13 de julho. Em anexo consta uma nota que refere que os recenseamentos foram pedidos e entregues a 9 de setembro de 1847.
Este livro serviu para registar os movimentos da conta corrente dos mutuários da Casa Pia de Évora realizados no Celeiro Comum da Cidade de Évora entre 1861 e 1862. Contém a data, o nome de quem deve e os juros em géneros e a importância haver.
Este livro serviu para registar os movimentos da conta corrente dos mutuários da Casa Pia de Évora realizados no Celeiro Comum da Cidade de Évora entre 1863 e 1864. Contém a data, o nome de quem deve e os juros em géneros e a importância haver.
Assunto:Informação enviada ao Vigário Capitular do Arcebispado de Évora sobre o convento de São Bento de Cástris - Évora. Contém informação sobre: - Número das religiososa - Seculares recolhidas - Qual o seu estatuto - Quais os seus bens e meios de subsistência - Qual o estado do edifício - Qual era a conduta de cada uma das religiosas
Diz o ofício que remete as relações dos passaportes que foram passados na Provedoria de Évora. Contém 11 documentos das participações das pousadas e estalagens. A Provedoria mandou visitar todas as pousadas e estalagens e foram encontrados vários indivíduos sem passaporte de fora do Distrito.
Contém as participações das estalagens e pousadas (11 docs.) e refere a relação dos passaportes visados. Menciona também que se apresentaram na Administração do Concelho de Évora dois empregados da alfândega de Elvas que vêm fiscalizar os contrabandos na feira e pediram licemça para a sua deligência, pondo guardas armados às portas da cidade.
Participação das estalagens e pousadas (7 docs.). Cita a relação dos passaportes conferidos e visados na Administração de Évora. Refere também o ofício um roubo a uma padeira de nome Leonor, moradora na Rua das Fontes e que fora preso Joaquim Vieira por suspeita de cumplicidade com os ladrões.
Participação de estalagens e pousadas (6 documentos) e a relação de passaportes conferidos. Refere também o ofício que Manuel António Sobral, oficial amnistiado e residente na cidade de Évora ter licença do Coronel de Cavalaria nº 10 para ir à Aldeia do Mato.
Refere as ocorrências policiais nas estalagens e pousadas e a passagem de um passaporte no dia anterior a Luís Cabreira, carreiro, morador na cidade de Évora, para Lisboa, por 30 dias e que fora abonado pelo negociante José António de Oliveira Soares.
Contém Breve Apostólico a favor de Madre Abadessa e mais religiosas do Convento do Salvador, para redução dos encargos que tem de missas. Breves para entrarem a título de educandas e para entrarem em lugar vago de supranumerárias. Um auto de aforamento de uma herdade no termo de Pavia pertencente ao Convento do Salvador da cidade de Évora, a favor de Miguel Alvares Faleiro. Aforamento e reconhecimento de uma vinha que paga a Madre Soror Antónia Teresa de Jesus, ao Padre Reitor do Colégio do Espírito Santo da Companhia de Jesus. Mapas dos rendimentos e das religiosas do convento e correspondência diversa.
Livro para o lançamento da décima, rubricado pelo Dr. António Joaquim Pinto, Desembargador e Corregedor das Comarcas de Évora e Estremoz. O arruamento e o registo da cobrança da décima da cidade está organizada por 4 livros distintos, possívelmente cada um pertencente a um bairro da cidade. Para cada livro existe o auto de juramento dado aos louvados, nomeados pela Câmara, para cobrarem a décima, bem como o registo das agências e da receita da décima. Organizacão do livro: Livro nº 1 - fl. 3; Livro nº 2 - f. 64 vº; Livro 3º - fl. 129 vº; Livro 4º - fl. 192 vº
Estivera por manceba de Pero Esteves, clérigo de missa, bacharel na Sé de Évora, e havia dele vestir e calçar e tudo o que lhe fazia mester. E vendo como estava com ele em pecado se apartara dele e queria viver bem e honestamente. E, sem embargo, se temia das justiças por elo a prenderem. Pedindo lhe perdoasse, el-rei, vendo se aí mais não havia, visto um parece com o seu passe, lhe perdoou contanto pagasse 2.000 rs. para a Arca da Piedade. João Afonso a fez.
"Memória exacta do dinheiro que o nosso Colégio de Évora teve na nossa Procuradoria Geral de Lisboa com a clareza do que se perdeu, e na mão de quem, e do que hoje existe na mesma Procuradoria Geral pertencente ao dito colégio; com a conta dos juros, que vão cotados ao pé de cada capital. E quando algum se perder, ou distratar, será obrigado o padre procurador geral, que no tal tempo for, manda-lo dizer ao padre prior, para que este faça assento no seu livro, que há-de ter pelo teor deste, cotado com as mesmas folhas."
Autuação de uma Portaria do Sr. Arcebispo de Évora para a profanação da Igreja do extinto Convento de São Paulo de Évora. Vigário Geral, Dr. João de Aguiar e o escrivão da Cãmara Eclesiástica, Pedro paulo de Vasconcelos.
Contém o ofício do Administrador do Concelho de Évora, Francisco Inácio de Calça e Pina, remetendo ao Governador Civil de Évora a cópia do livro de recenseamento eleitoral do ano de 1867.
Dispensa Matrimonial de Francisco dos Santos, natural da Sé de Évora e Sabina Maria, viúva que ficou de Manuel Francisco, morador na freguesia da Sé de Évora. Filiação do nubente: filho de João Pedro, natural da freguesia de Santo Antão em Évora e de Eufrásia de Jesus, natural da Sé de Évora Contém: Petições, rol de testemunhas, sumários de testemunhas, apresentação de comissão, depoimento dos suplicantes, mandados de diligências.
Dispensa Matrimonial de Bernardino José Carriço, natural da Sé de Évora e Ana Antónia, natural da freguesia de Santo Antão em Évora. Filiação do nubente: filho de Miguel José e de Antónia Joaquina, natural da Sé de Évora Filiação da nubente: filha de Inácio José de Jesus e de Leocádia Rosa, naturais de Évora Contém: Petições, rol de testemunhas, sumários de testemunhas, apresentação de comissão, depoimento dos suplicantes, mandados de diligências.
Dispensa Matrimonial de Francisco de Paula Passão, natural da Sé de Évora e Mariana Carolina de Almeida, natural da freguesia de S. Pedro em Évora. Filiação do nubente: filho de José Francisco, natural da Sé de Évora e de Francisca Inácia, natural de Arraiolos Filiação da nubente: filha de António dos Santos de Almeida e de Maria José, naturais da Sé de Évora Contém: Petições, rol de testemunhas, sumários de testemunhas, apresentação de comissão, depoimento dos suplicantes, mandados de diligências.
D. João III negociou vários anos a instituição do Tribunal do Santo Ofício em Portugal. Em 1532 viu os seus intentos satisfeitos pelo papa Clemente VII que lho concedeu pela bula Cum ad nihil magis, de 17 de Dezembro, na qual nomeava inquisidor D. Fr. Diogo da Silva. A reacção e protestos dos cristãos novos fizeram com que o mesmo pontífice revogasse aquela bula pela Sempiterno Regi, de 7 de Abril de 1533. Perante o desaire, o soberano não desistiu e moveu influências. Paulo III, que sucedera a Clemente VII, respondeu com o breve Inter coetera ad nostrum, de 17 de Março de 1535, aconselhando o monarca a seguir as regras da piedade e não as da vingança e mandou executar o perdão concedido pelo seu antecessor. D. João III travou em Roma uma luta cara, a que não foram alheias as intrigas e subornos, conseguindo que o mesmo papa Paulo III instituísse em Portugal o Tribunal do Santo Ofício pela bula Cum ad nihil magis, de 23 de Maio de 1536. Dirigida aos bispos de Ceuta, de Coimbra e de Lamego, nomeava-os seus comissários e inquisidores em Portugal para procederem contra os cristãos novos e contra todos os culpados em crime de heresia. Em 1539 D. Diogo da Silva renunciou ao cargo de inquisidor-mor e D. João III nomeou seu irmão, o infante D. Henrique, arcebispo de Braga e futuro cardeal. Essa nomeação não foi bem aceite por Paulo III que, todavia, acabou por lhe conceder os poderes antes dados aos inquisidores. Estava definitivamente instituída a Inquisição em Portugal nos moldes ambicionados pelo rei Piedoso. Tribunal simultaneamente régio e eclesiástico, inseria-se na política de centralização do poder. A sua criação e os seus membros estavam ligados à Igreja, mas todo o funcionamento era superiormente controlado pelo rei, desde a nomeação dos inquisidores-gerais, que despachavam directamente com o monarca, até à execução das penas de morte, para o que os condenados eram entregues ao braço secular. O Inquisidor Geral atribuia funções ao Inquisidor que, entre outras, tomava contas aos notários que serviam simultaneamente de tesoureiros e de escrivães dos livros de receita e despesa. O Tribunal do Santo Ofício estendeu a sua acção a todo o país e a quase todos os territórios submetidos à Coroa portuguesa no longo período da sua existência (1536-1821). Para efeitos do exercício do poder inquisitorial, as diferentes regiões do Reino estavam adstritas aos tribunais de Lisboa, de Coimbra e de Évora (os de Tomar, Porto e Lamego tiveram vida efémera). As ilhas do Atlântico, o Brasil e os territórios portugueses da costa ocidental de África, dependiam do tribunal de Lisboa e os da costa oriental africana dependiam do tribunal de Goa, criado em 1560. Nos primeiros tempos o Tribunal português regeu-se pelas normas da Inquisição espanhola. Datam de 1541 as primeiras instruções portuguesas para o seu funcionamento, por ocasião do estabelecimento do tribunal em Coimbra, e o primeiro regimento só foi dado em 1552. A Inquisição teve segundo regimento em 1613, um terceiro em 1640 e o último data de 1774. As leis pombalinas, a que declarou abolida a distinção entre cristãos novos e cristãos velhos e a que equiparou o Santo Ofício aos outros tribunais régios, retirando a censura da sua alçada, fizeram o Santo Ofício perder a sua anterior vitalidade. O regime liberal deu o golpe final à Inquisição portuguesa: em 1821 as Cortes Gerais Constituintes decretaram a sua extinção.
Exposição do Governador Civil de Évora, a pedido do Presidente da Câmara, dirigida ao Ministro da Educação Nacional, solicitando especial atenção para o solicitado pela Câmara de Évora no que respeita a obras em edifícios situados dentro das zonas de protecção de Monumentos Nacionais ou Imóveis de Interesse Público. No longo parecer, subsequente, do Vogal Henrique Gomes da Silva são relatadas, descritas e apreciadas com pormenor - em jeito de resposta - algumas situações paradigmáticas de projectos relativos à cidade de Évora que - pelas justificações apresentadas - não mereceram no passado, e não merecem, despacho favorável.
Dispensa Matrimonial de José Marques, viúvo que ficou de Maria José, natural da freguesia de S. Pedro em Évora e Genoveva Joaquina, natural da Sé de Évora. Filiação da nubente: filha de Santos Rodrigues e de Joaquina Gertrudes, naturais da Sé de Évora Contém: Petições, rol de testemunhas, sumários de testemunhas, apresentação de comissão, depoimento dos suplicantes, mandados de diligências.
Contém informação do Comissário de Policia Civil do distrito de Évora a informar sobre a dissolução de duas sociedades existentes em Évora que não possuem estatutos.
Ofício do Administrador do Concelho de Évora Monte, António Maria Segurado, remetendo para o Governador Civil de Évora o recenseamento eleitoral de 1850.
Contém um ofício do Presidente da Cãmara de Évora e três livros: - "ÉVORA GUIDE HISTORIQUE-ARTISTIQUE". ESPANCA (Túlio) Ed. Comissão Municipal de Turismo de Évora. Évora, 1951, 134 p. Profus. ilustr. com fotografias, no texto. Capa ilustrada. Portugal. (Inclui o índice da: Place de Geraldo, Palais des Estáus - Societé Harmonia Eborense), entre outros. - CÂMARA MUNICIPAL DE ÉVORA. "RELATÓRIO DA GERÊNCIA MUNICIPAL". Editora: Minerva. Évora. 1951. - CÂMARA MUNICIPAL DE ÉVORA. "Reforço do Caudal do Aqueduto". Évora. 1951 (Monografia encadernada em pele azul marinho, e dourada, empaste em papel fantasia. Ilustrado com um mapa desdobrável e gravuras no texto).
Documentação referente à Congregação da Missão, Colégio de Nossa Senhora da Purificação de Évora. As propriedades localizam-se em Monte Redondo, Buraco dos Colegiais, Évora, entre outros.
1 maço de fichas de registo de sócios do Sindicato Nacional dos Profissionais das Industrias da Construção Civil, Pedreiras, S.de Madeiras e Carp. Mecânica do distrito de Évora, inscritos no sindicato do nº7022 ao nº8998
1 maço de fichas de registo de sócios do Sindicato Nacional dos Profissionais das Industrias da Construção Civil, Pedreiras, S.de Madeiras e Carp. Mecânica do distrito de Évora, inscritos no sindicato do nº 40 ao nº 4999
Este Livro contém registos de despesas da Casa Pia de Évora realizadas nos anos de 1910 e 1911, onde se registou a designação, a data, a importância, o total e os saldos disponíveis.
Este livro contém as assinaturas e hora de entrada dos empregados da Casa Pia de Évora, no período cronológico 01 de Novembro de 1900 a 26 de Julho de 1904.
Este livro contém as assinaturas e hora de entrada dos empregados da Casa Pia de Évora, no período cronológico 01 de Julho de 1897 a 31 de Julho de 1900.
Este livro contém as assinaturas e hora de entrada dos empregados da Casa Pia de Évora, no período cronológico 05 de Dezembro de 1907 a 24 de Dezembro de 1912.
Este livro serviu para registar os movimentos da conta corrente da Casa Pia de Évora, 1888-1894 e contém informação sobre a data, a designação da receita e da despesa e o valor.
Esta pasta contém notas dos empregados da Casa Pia de Évora, em 1887. Estas notas estão apresentadas através de um mapa com a seguinte informação: categoria do empregado, nome, data de nascimento, vencimento, data das nomeações e informações.
Contém os nomes de Francisco António, José Maria Fradeço, José dos Santos, António de Paula, Manuel Gomes Ferreira, Antão José da Rocha e Manuel Bento, naturais respetivamente de Rabaçal (Penela), Campo Maior, Seia, Évora (os três seguintes) e Serpa.
Contém os nomes de Manuel Pereira, José António Martins, José António Rodrigues e Joaquim Manuel Pereira Lima, naturais respetivamente de Bragança, Braga ( o segundo e terceiro) e de Évora.
Contém os nomes de Domingos José Pereira, Manuel Fernandes, João dos Santos, Manuel José Pereira dos Santos, Joaquim Romão Alves e Silva e Jacinto Manuel Guerra, naturais de Ruivais (Cinfães) excepto Joaquim Romão Alves e Silva natural de Évora.
Contém os nomes de Manuel Carrasqueira, José de Oliveira Malta, Manuel Ferreira, José Gomes e José Dias, naturais respetivamente de Rabaçal (Penela), Alcanena (os dois seguintes), Évora (os dois últimos).
Carta monitória de Francisco Nogueiro, vigário geral e juiz ordinário apostólico do Arcebispado de Évora, ao prior de Sto. Agostinho para este não pedir esmola de alforge em Campo Maior.
Escritura de distrate de 300.000 rs. e respetivos juros que os religiosos do convento de S. Paulo de Elvas tinham tomado de empréstimo às religiosas do convento do Salvador de Évora por escritura de 13 de janeiro de 1763.
Pareceres do vogal Henrique Gomes da Silva relativos à colocação de uma tabuleta num prédio pela firma " Campanela, Lda ", dentro da área de protecção da praça do Giraldo, em Évora.
Pareceres do vogal Henrique Gomes da Silva relativos à colocação de uma tabuleta num prédio que a firma "Campanela, Lda." pretende levar a efeito, em Évora, dentro da área de protecção do Chafariz da Praça do Giraldo.
Parecer favorável do Vogal Diogo de Macedo, na sequência de proposta formulada pela D.G.E.M.N., referente à definição da zona de protecção do Palácio de D. Manuel I, na cidade de Évora, classificado como Monumento Nacional.
Parecer do relator Henrique Gomes da Silva relativo à colocação de um letreiro num estabelecimento da firma Nazareth & Filho Lda, em Évora, dentro da zona de protecção da Chafariz da praça do Giraldo.
Parecer favorável do Vogal Paulino Montez, na sequência do processo apresentado pela D.G.E.M.N., para que se proceda à definição da zona de protecção do Castelo de Portel, em Évora.
Parecer do Vogal Henrique Gomes da Silva desfavorável à pretensão manifestada pela Câmara Municipal de Évora de abrir uma porta no tanque existente no Jardim Público daquela cidade, próximo do Palácio de D.Manuel (imóvel classificado), para o utilizar como viveiro.
Contém o relatório anual das actividades escolares e circum-escolares do Director da Escola Industrial e Comercial de Évora. Contém o relatório da Directora do Ciclo Preparatório, Maria de Lurdes Oliveira Monteiro Santos Costa. Contém fotografias, coladas.
Parecer do relator Henrique Gomes da Silva àcerca do projecto de obras de modificação de um prédio, pertencente a Mário Parreira Rosado, situado dentro da zona de protecção da Fonte da Praça do Geraldo, em Évora
Parecer favorável do Vogal Diogo de Macedo à proposta apresentada pela Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais, sugerindo a criação da zona de protecção do Castelo de Évora-Monte, no Alto Alentejo.
Parecer favorável do Vogal Henrique Gomes da Silva relativamente ao requerimento de Francisco Fragoso de Mira Barahona, o qual pretende proceder à modificação de um prédio sito na zona de protecção da Igreja da Sé, em Évora.
Parecer favorável ao requerimento de Manuel Sebastião da Mata, o qual pretende colocar uma tabuleta no prédio sito no Largo da Misericórdia, n.º 1 (Pensão Eborense), em Évora, dentro da zona de protecção das Escadinhas de S. Vicente.
Parecer favorável do Vogal Henrique Gomes da Silva relativo ao requerimento do Banco do Alentejo, o qual pretende proceder à colocação de um letreiro na frontaria do prédio situado na Praça do Geraldo, n.º 52, em Évora.
Parecer favorável do Vogal Henrique Gomes da Silva relativo à colocação de um posto de abastecimento, a levar a efeito pela Sociedade Anónima Concessionária da Refinação de Petróleos em Portugal - SACOR, em Évora.
Parecer favorável (fixando, embora, algumas determinações) do Vogal Henrique Gomes da Silva, relativamente ao requerimento apresentado por José Joaquim Godinho, para proceder a obras de modificação num prédio situado às Portas de Lagoa, em Évora.
Parecer favorável do Vogal Henrique Gomes da Silva relativo ao requerimento de Feliciano Gomes Mendes, o qual pretende proceder a obras de modificação (abertura de uma montra) no prédio sito na Rua da Corredoura, n.º 8, em Évora.
Referência a ofício do Secretariado Nacional de Informação solicitando, ao Museu Regional de Évora, a cedência de uma pedra de armas do Palácio de Monfalim, a fim de ser colocada no mesmo palácio.
Parecer favorável do Vogal Henrique Gomes da Silva relativo à substituição das portas existentes no prédio sito na Rua João de Deus, n.ºs 12 e 14, em Évora, por outras envidraçadas, a levar a efeito por António França Godinho, Lda..
Parecer favorável do Vogal Raul Lino relativo a obras de modificação que a firma "Dias & Carmo, Lda.", pretende levar a efeito na parte baixa da fachada de um prédio, sito na Rua Serpa Pinto, n.º 33 a 35-A, em Évora.
No início do texto: "ano de nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo de 1541 em 20 dias do mês de setembro nesta cidade de Évora". Documento iniciado a página 43.
Contém as respostas dadas pelos promotores e deputados da Inquisição de Coimbra e de Évora, na sequência da solicitação de informação das culpas contra as pessoas mencionadas, por parte do Secreto do Santo Ofício, da Inquisição de Lisboa.
Este livro contém o Regulamento Orgânico da Casa Pia de Évora de 1887, Estatutos do Albergue Nocturno de 1887, Regulamento do Hospicio de Reparação de Reabilitação Feminina; os Estatutos do Asilo de Mendicidade; o Regulamento Interno do Asilo de Mendicidade.
1 maço de fichas de registo de sócios do Sindicato Nacional dos Profissionais das Industrias da Construção Civil, Pedreiras, S.de Madeiras e Carp. Mecânica do distrito de Évora, inscritos no sindicato do nº9013 ao nº11633
1 maço de fichas de registo de sócios do Sindicato Nacional dos Profissionais das Industrias da Construção Civil, Pedreiras, S.de Madeiras e Carp. Mecânica do distrito de Évora, inscritos no sindicato do nº5003 ao nº6999
1 maço de fichas de registo de sócios do Sindicato Nacional dos Operários da Construção Civil e Ofícios Correlativos do Distrito de Évora, inscritos no sindicato do nº 798 ao nº 5531
1 maço de fichas de registo de sócios do Sindicato Nacional dos Operários da Construção Civil e Ofícios Correlativos do Distrito de Évora, inscritos no sindicato do nº 1 ao nº 654
Este livro contém as assinaturas e hora de entrada dos empregados da Casa Pia de Évora, no período cronológico 01 de Dezembro de 1890 a 08 de Abril de 1894.
Este livro contém as assinaturas e hora de entrada dos empregados da Casa Pia de Évora, no período cronológico 27 de Julho de 1904 a 04 de Novembro de 1907.
Este livro contém as assinaturas e hora de entrada dos empregados da Casa Pia de Évora, no período cronológico 09 de Abril de 1894 a 30 de Junho de 1897.
Esta pasta contém licenças, declarações e informações dos empregados da Casa Pia de Évora no período cronológico de 09 de Janeiro de 1936 a 18 de Dezembro de 1937.
Contém os nomes de António José, João Leite de Melo, Manuel José da Costa Braga e Francisco de Sales da Costa, naturais respetivamente de Évora, Braga (os dois seguintes) e Estremoz.
Contém os nomes de Sebastião Gomes Ortiz, Joaquim da Rosa Sereno, Manuel António Grelo e Manuel Luís Batista, naturais respetivamente de Évora (os dois primeiros), Redondo e São Romão.
Contém os nomes de Domingos José de Miranda, José Martins, João Barreiros e António Francisco de Carvalho, naturais do Lugar de Vilar, freguesia de São Paio (os dois primeiros), e de Évora (os dois últimos).
Contém os nomes de José dos Santos, Fernando Lozano, Francisco Lozano, José Lourenço e Luís Gonzaga da Silva Coutinho, naturais respetivamente de Seia, Galiza (os dois seguintes), El Almendro (Huelva) e Évora.
Documentação referente à listagem de clérigos que faziam parte do Arcebispado de Évora. Esta documentação contém elementos como sejam as idades e os cargos que os clérigos exerciam nas diferentes paróquias
Parecer favorável do Vogal Henrique Gomes da Silva, relativo a obras de modificação num prédio pertencente a António de Matos Simões, sito na Rua do Cano, em Évora, dentro da zona de protecção do Aqueduto das Águas.
Parecer favorável do Vogal Henrique Gomes da Silva relativo ao requerimento de Carlos Serrano, o qual pretende proceder à modificação do prédio, sito na Travessa do Lança e Dardo, em Évora, dentro da área de protecção do Aqueduto das Águas.
Parecer favorável do Vogal Henrique Gomes da Silva relativo à pintura de vários dizeres nos vidros da porta do escritório de Ana Lopes, sito na Alcarcova de Baixo, na cidade de Évora.
Parecer favorável do Vogal Henrique Gomes da Silva relativo à construção de instalações sanitárias na Rua do Salvador, em Évora, dentro da zona de protecção do Aqueduto da Prata.
O Vice-Presidente da Junta Nacional da Educação, João Pereira da Silva Dias, solicita a Damião Peres, informação sobre eventual colecção de numismática da Biblioteca do Visconde da Esperança, sita em Évora.
Parecer favorável do Vogal Henrique Gomes da Silva relativo ao requerimento de Joaquim José da Conceição Junior, o qual pretende proceder à modificação de um prédio, sito na Rua de S.Manços, n.ºs 11 e 13, em Évora.
Parecer desfavorável do Vogal Henrique Gomes da Silva relativo à modificação do prédio situado na Rua de Serpa Pinto, n.º 131-A, em Évora, a levar a efeito por Manuel Jorge.
Sub subsecção correspondente à documentação produzida pela Secção Distrital de Évora do Sindicato Nacional dos Farmacêuticos composta por atas da Comissão Administrativa e Assembleia Geral e livros de contas correntes de sócios.
Alvará. Para que da água da prata de Évora, se lhe dê uma pena tirada de arca que está no cano, junto ao dito convento, fazendo-se assim uma bica com chafariz.
Correspondência recebida de Margarida Rita. Solicita da Inquisição de Évora que lhe seja remetida um eclesiástico de confiança para efectuar denúncia.
Dispensa Matrimonial de Augusto Frederico Carrasquinha, natural da freguesia de S. Mamede em Évora e Francisca Santana, natural da freguesia de Santo Antão, em Évora. Filiação do nubente: filho de João Jacinto, natural da Sé de Évora e de Francisca Benedita, natural da matriz de Arraiolos Filiação da nubente: filha de Isidoro Maria, natural da freguesia de S. Brás do Regedouro, termo de Évora e de Emerenciana da Assunção, natural da Sé de Évora Contém: Petições, rol de testemunhas, sumários de testemunhas, apresentação de comissão, depoimento dos suplicantes, mandados de diligências.
Dispensa Matrimonial de Florindo José, natural da Sé de Évora e Maria Inácia, natural da freguesia de S. Vicente do Pigeiro, termo de Évora. Filiação do nubente: filho de Bonifácio José, natural da Sé de Évora e de Benvinda da Conceição, natural da freguesia de S. Miguel de Machede, termo de Évora Filiação da nubente: filha de Manuel Canhão, natural da freguesia de S. Vicente de Valongo e de Catarina Maria, natural da freguesia de S. Vicente do Pigeiro, ambos do termo de Évora Contém: Petições, rol de testemunhas, sumários de testemunhas, apresentação de comissão, depoimento dos suplicantes, mandados de diligências.
Conjunto de pareceres do Vogal Henrique Gomes da Silva, relativos ao requerimento da Companhia de Seguros "Ultramarina", a qual pretende proceder à colocação de um letreiro no prédio sito Praça do Geraldo, n.º 50, em Évora. O processo termina com um parecer aprovado em sessão da J.N.E. de 20.03.1970, negando a autorização para renovar a colocação daquele, ou de quaisquer outros, reclamos nas grades das sacadas dos edifício sitos na zona de protecção da Praça do Geraldo, em Évora.
Esta pasta contém cópias de correspondência expedida pela Casa Pia de Évora em vários anos. Desta documentação podem destacar-se as cartas de 1901 dirigidas ao Dr. António Gonçalves Vallejo Espada, testamenteiro do Dr. João Baptista Rollo sobre a instalação das duas instituições Asilo de Cegos e Recolhimento Escola que deixou em testamento. Existe também documentação referente a orçamentos, sobre a Escola Comercial e Industrial de Évora, sobre o concurso para admissão extraordinária de alunos e alunas, admissão de alunos, subsídios, etc.
Contém os nomes de Fernando Maria da Paixão, José António sa Silva Leitão, António Joaquim Viana, Francisco José da Costa Braga, Manuel José Gomes Pinheiro, Daniel Dufner, João Pinto da Rosa, José António de Oliveira Soares, Manuel José Ferreira Bicho, Luís Valente Pereira Rosa, Manuel Jacinto Ferreira Pinheiro, António de Figueiredo e Pe. António Luís Rosado, naturais respetivamente de Évora, Mourão, Viana do Alentejo, Braga, Barcelos, Alemanha, Manteigas, Oliveira de Azeméis, Gouveia, Pardilhó (Estarreja), Alvaiázere, Évora e Cabeção.
A capa do processo contém, apenas, um documento simples da J.N.E., o qual faz referência à transferência de um pilar e de um capitel, para Évora. No rosto da capa do processo, consta a seguinte informação: "Ofício do Museu Regional de Évora pedindo a cedência de um pilar e respectivo capitel de mármore, pertencentes ao antigo Convento do Paraíso e outro do Director do Museu Nacional de Arte Antiga comunicando não ver inconveniente em que os objectos voltem à procedência."
Por alguns ódios que houvera com Constança Vaz, viúva, moradora na mesma cidade, se lançara com ela em razões e lhe dera duas ou três pancadas no braço esquerdo, de que lhe fizera uma ferida de que saíra sangue. Peró a dita Constança Vaz nunca deixara de trabalhar. E o suplicante se amorara, mas Constança Vaz lhe perdoara, segundo um instrumento de perdão, feito e assinado por Jorge Anes, público tabelião em Évora, aos 30 de Setembro de 1500. Pedindo o suplicante, el-rei, vendo seu dizer, visto o perdão da parte e um parece com o seu passe, lhe perdoou contanto pagasse 2.000 rs. para a Arca da Piedade . João Afonso a fez.
Álvaro Gonçalves, homem que servira com Afonso Roiz, alcaide pequeno, se aqueixara dele dizendo que, indo o quereloso para prender Gaspar Dias, cunhado do suplicante, por mandado do juiz da cidade, dentro em sua casa, onde em tal tempo estava Sebastião Roiz, seu irmão, o Álvaro Gonçalves lançara mão de Sebastião Roiz, cuidando que era Gonçalo Dias. E lançando mão por erro, o suplicante chegara a Álvaro Gonçalves e lhe dera um empuxão de maneira que o não pudera prender. E Sebastião Roiz se pusera em salvo, tendo o alcaide preso o Gaspar Dias, que assim íam prender e como de feito prenderam e levaram à cadeia onde então jazia, sem lhe ser feito nenhum nojo, somente quando ele suplicante chegara onde Alvaro Gonçalves estava e lhe perguntara se era aquele o homem que lhe mandavam prender, e ele lhe dissera que não. E então o deixara seu irmão e se fora com o dito alcaide, levando logo o Gaspar Dias à cadeia. E depois Álvaro Gonçalves, homem do alcaide, quereloso, lhe viera a perdoar a culpa que no dito caso tinha, segundo um público instrumento de perdão, feito e assinado por Diogo de Évora, tabelião em Évora, aos 18 de Abril de 1501, sendo o quereloso, ao tempo da feitura do *estromento, preso.Enviando o suplicante pedir, el-rei, vendo o que dizia se assim era e aí mais não havia, visto um parece com o seu passe e o perdão da parte, lhe perdoou contanto pagasse 500 rs. para a Piedade E por o Bispo estar doente, El-rei o mandou por mim [pelo Dr. Gonçalo de Azevedo] somente. Francisco Dias a fez.
Livro de registo da conta do órfão Joaquim António, aluno da Casa Pia de Évora, registado pelo tesoureiro Manuel José Mendes Pinto, sobre a renda de umas casas na rua de Santa Maria em Évora.
Petição para que sua magestade passe provisão para o almoxarife da Comarca de Évora pagar ao dito mosteiro a quantia de 28 mil réis de juro impostos nas sisas da cidade de Évora, que lhes está a dever.
Testamento do Arcebispo de Évora Dom Francisco da Mãe dos Homens Annes de Carvalho, morador na cidade de Évora. Fez testamenteiro o Padre Beneficiado Miguel António de Belém. O tabelião foi Francisco Joaquim Rodrigues e Silva.
Testamento cerrado de José Abílio de Oliveira Deão da Santa Sé de Évora, morador na rua de Alconchel da cidade de Évora. Fez testamenteiros Inácio Fiel Gomes Ramalho e Francisco Lopes. O tabelião foi Francisco Joaquim Rodrigues e Silva.
Testamento do Arcebispo de Évora Dom José António da Malta e Silva, morador na cidade de Évora. Fez testamenteiro o Reverendo Padre Miguel António Belém. O tabelião foi Francisco Joaquim Rodrigues e Silva.